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A Transformação de uma casada evangélica em uma putinha (By Ju Corretora)

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Um conto erótico de Ju Corretora
Categoria: Heterossexual
Contém 1523 palavras
Data: 28/07/2026 08:17:37

Olá, após os acontecimentos do primeiro relato estou de volta para dar sequência ao que está acontecendo.

​Após minha primeira transa com o Paulo, minha vida sexual, que era uma vida bem comum e que havia melhorado um pouco nos últimos meses devido às fantasias do Edu na cama, melhorou demais depois de ter transformado o Edu em um corno, e eu virado uma safada; passamos a transar com mais frequência.

​Eu, que quase não pensava em sexo, passei a pensar em sexo praticamente todos os dias, fiquei viciada em ler relatos de outras mulheres e casais.

​Impressionante como aquela transa com o Paulo melhorou não só minha vida sexual, mas também minha autoestima, e afetou até minha confiança profissional. Fiquei mais confiante e segura de mim, passei a usar minha sensualidade, que eu nem sabia que tinha, para ajudar nos negócios — não que eu saísse transando com meus outros clientes, mas passei a ser mais insinuante, e isso me ajudou a fechar negócios no último mês.

​O Edu está alucinado com minha transformação, nós estamos transando com uma frequência que nem no início do casamento tínhamos.

​Mas nem tudo são flores. Embora esteja gostando da minha vida sexual com o Edu, ele nem chega perto da pegada do Paulo. Uma semana depois eu já estava desesperada para dar para o Paulo, mas me segurava pois sabia que isso iria me viciar — principalmente aquela pegada do Paulo de me comer em pé. Às vezes estava trabalhando e me pegava pensando naquilo. Nossa, que delícia! Mas tinha que me controlar, afinal de contas ele também era casado.

​Durante os outros dias o Paulo me mandava mensagens no WhatsApp, falando que estava com saudades, mas mantivemos o controle.

​Após uma semana daquela transa maravilhosa, tive que voltar ao apartamento junto com o Paulo e a Cíntia. Eu fiz questão de usar a mesma roupa do dia da transa, só para provocar o Paulo.

Tivemos que fingir que não tínhamos ido naquele imóvel, a Cíntia adorou o apartamento e realmente fechamos o negócio.

​Durante a visita percebi o Paulo um pouco tenso, mas ao mesmo tempo muito malicioso.

​A Cíntia comentou: "Nossa, esse estúdio é ideal para locação por temporada para casais. Ele não é muito pequeno e nem grande, vai ser um bom investimento."

​Foi quando o Paulo safadamente falou: "É o imóvel ideal para o 'Abate'."

​Eu, sem entender mesmo, perguntei: "Como assim, Abate?"

​A Cíntia respondeu: "Ah, Ju, não liga. O Paulo só fala besteira. É que normalmente quem aluga esses estúdios são empresários que vêm para São Paulo a trabalho e trazem suas amantes ou até prostitutas."

​Eu fiquei vermelha na hora e a Cíntia falou:

"Paulo, você não sabe que a Ju é evangélica? Não está acostumada com essas brincadeiras."

​O Paulo riu e disse: "É evangélica, mas não é boba. Sabe que essas coisas acontecem."

​Dei uma risada amarela e falei: "Relaxa, Cíntia, na imobiliária sempre rolam essas bobeiras."

​Saímos de lá e fomos para a imobiliária para assinar o contrato de intenção de compra e dar entrada na papelada. A Cíntia falou: "Sexta vamos comemorar a compra! Que tal sairmos nós 4 para jantar?" E combinamos os detalhes.

​Durante a semana ficamos trocando mensagens eu e o Paulo. O Edu só acompanhava, e eu ficava na provocação, falando que estava com vontade de encontrá-lo de novo, e ele correspondia.

​Na sexta-feira decidi que iria me vestir como se fosse a uma balada: coloquei uma blusa tomara-que-caia azul com bojo e um decote maravilhoso, uma calça jeans daquelas cargo estilo larguinha e uma sandália salto agulha com salto de 10 cm. Fiz um meio coque no cabelo, deixando metade solto e metade preso. Coloquei meu melhor perfume. Quando saí do quarto o Edu falou:

"Nossa, que superprodução é essa? Vai parar o restaurante e infartar o Paulo."

Respondi: "A intenção é essa."

​Chegando no restaurante vários homens ficaram me olhando, eu estava com a autoestima nas alturas.

Dei um beijo quase perto da boca do Paulo, abracei ele e falei: "Me arrumei só para você." Ele ficou transtornado, fiquei até com medo de a Cíntia perceber, mas ela não notou.

​A noite foi maravilhosa, aquela sensação de perigo e adrenalina me deixou molhada a noite inteira. Quando o Paulo foi ao banheiro esperei uns 2 minutos e fui na sequência. Quando ele estava saindo me olhou e falou:

"Você está maravilhosa, mas está me deixando louco." Colocou a mão na minha cintura e me deu um beijo. Eu amoleci na hora, não sei o que acontece, mas quando esse homem me agarra eu perco o sentido. Senti um calor subindo, meu rosto ficando quente, e retribuí o beijo. Minha buceta, que já estava melada, parecia uma cachoeira.

​Ele voltou para a mesa, eu tive que me recompor no banheiro e esperar a vermelhidão do rosto passar.

​Quando voltei para a mesa o assunto era eu. A Cíntia estava perguntando para o Edu se ele não tinha ciúmes de mim, falando que o Paulo era superciumento com ela, e como era possível o Edu ser tão tranquilo comigo sempre estando bem-arrumada e chamando atenção.

​O Edu falou que, devido ao meu trabalho, era normal estar sempre arrumada, que já tinha se acostumado e que até gostava de me ver sempre bonita.

​O Paulo apenas sorria de um jeito malicioso, aquilo só aumentava o tesão.

​A noite transcorreu normalmente. Quando chegamos em casa o Paulo me manda uma mensagem no celular com o seguinte texto:

​"Amanhã às 10:00 da manhã me encontra no estacionamento do Shopping Mooca. Você entra no meu carro e vamos para o motel em frente. Dá um jeito de despistar o Edu, eu já falei com a Cíntia que vou levar o carro para a revisão.

E tem mais uma coisa: não transe hoje à noite, para você estar em ponto de bala amanhã para eu fazer você gozar demais."

​Eu nunca tinha entrado em um motel e aquele joguinho de poder me deixou superempolgada. Percebi que o Edu ficou meio sem graça com a abordagem do Paulo me tratando praticamente como uma puta, mas eu estava fora de mim e falei: "Amor, hoje não toque em mim, vou te colocar mais um chifre amanhã."

​No dia seguinte coloquei uma cinta-liga vermelha, salto alto e um vestido bem leve.

​Chegando no estacionamento do shopping entrei no carro do Paulo, eu estava superempolgada. Ele me perguntou: "Está sem transar?" Respondi que sim e já começamos a nos pegar ali mesmo. Fomos para o motel e, quando chegamos, nem subimos para o quarto: ele me colocou de pé com as mãos apoiadas no capô do carro, colocou meu vestido de lado e começou a me comer ali mesmo. Que sensação maravilhosa, era isso que diferenciava ele do Edu: essas ideias e posições que nunca tinha experimentado.

​Na sequência subimos para o quarto. Quando ele viu minha cinta-liga ficou louco, me chamou de putinha safada e falou que eu de santa só tinha a cara e estava aprendendo a virar uma verdadeira puta.

​Transamos em várias posições, mas quando eu estava cavalgando nele gozei muito. Ele chupava meus peitos e eu enlouquecia.

Ainda cavalgando nele eu pedi: "Paulo, me pega no colo e me come de pé?"

Nem deu tempo de terminar a frase, ele se levantou da cama comigo no colo e começou a bombar com aquela violência. Nossa, eu novamente gozei deliciosamente.

​Quando quase perdi o sentido de tanto gozar, ele me fez um pedido:

​"Ju, chupa meu pau? Eu acho que eu mereço uma chupada sua." Eu falei: "Ok, mas não goze na minha boca." Ele sorriu e falou: "Tá bom."

​Me ajoelhei e com um certo nojinho comecei a chupar, porém eu estava tão entregue àquela situação toda que o tesão foi tomando conta de mim e o nojo virou vontade de retribuir àquele pau que já tinha me feito gozar como nunca na minha vida. Eu não estava fazendo uma chupada perfeita, nem tinha prática para isso, mas ao mesmo tempo aquela atmosfera era deliciosa e a falta de prática era superada pelo tesão.

​Foi quando percebi aquela cabeça inchada dentro da minha boca. Tentei parar, mas o Paulo segurou minha cabeça com força e começou a gozar na minha boca. Eu nunca tinha provado esperma na minha vida, pensei que ia ficar com nojo, mas aquela sensação de fazer ele gozar me deu um tesão tão absurdo que segui chupando e sentindo aquele jato na minha boca.

​Aquele líquido começou a escorrer pela minha boca caindo nos meus peitos, eu estava de joelhos e era muito esperma que saía, meus peitos ficaram todos melados. Pensei que tinha acabado, mas o Paulo, sem nenhum pudor, me pegou no colo e começou a me beijar, mesmo minha boca estando toda melada.

​Eu comecei a gozar sem ser penetrada, nem sabia que era possível gozar assim.

​Depois tomamos um banho e ficamos o resto da manhã transando.

​Voltei para casa e contei tudo para o Edu, que não acreditava na puta que eu tinha me tornado em um período de menos de 20 dias.

​Beijos da Ju

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Foto de perfil genéricaJuliana CorretoraContos: 2Seguidores: 46Seguindo: 1Mensagem Sou uma mulher casada descobrindo as delícias de ser liberada pelo marido corno

Comentários

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Continuação deliciosa... imagino o quanto será louco o dia que vc transar na frente do seu marido...

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Não sei se vai rolar, pelo que percebo o Edu não ficaria a vontade de ver o Paulo me comendo devido ser um amigo nosso, também não sei se quero que o Paulo saida da ciência do Edu nisso, acho que o negócio pode desandar.

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