🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Noite do Pijama

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Dani
Categoria: Grupal
Contém 1509 palavras
Data: 28/07/2026 07:21:05

Eu tinha acabado de completar dezenove anos e estava sufocada pela rigidez de pais controladores. Precisava provar a tal liberdade que todo jovem tanto deseja, e acabei vivendo uma história que mistura traquinagem, hilaridade e muita excitação.

Suzane, uma morena escultural e de olhar perverso, organizou uma "noite do pijama".

O que passava de um álibi perfeito. A verdadeira missão da minha amiga era me ajudar a dar o fora de casa por uma noite. Su sempre foi muito mais despachada do que eu: já tinha namorado, trocava nudes, adorava me provocar falando dos garotos e dos paus graúdos que já havia visto e chupado. Aquilo me deixava em brasa, completamente molhada. Como eu não podia ter brinquedos eróticos por medo de ser descoberta, meu único consolo era o cabo da minha escova de dentes e cabelo. Eu abusava deles, às vezes me masturbando enquanto lia as mensagens picantes da Su, e relatos eróticos, que inclusive me encorajaram a escrever minha história.

Até que a cachorra teve a audácia de me enviar a foto do pau do próprio irmão, o Marcos. Ele tinha trinta anos, era um homem lindo, e sabia perfeitamente do meu interesse nele. Salvei a imagem no meu e-mail secreto e passei a usá-la nas minhas masturbações solitárias. Nem perguntei como Su conseguiu a foto; ele aparecia sentado, se masturbando. Pela imagem, parecia não estar no mesmo ambiente, mas, tratando-se da minha amiga pervertida, tudo era possível.

Marcos sabia que eu o desejava. Apesar do meu medo e da minha timidez crônica, eu adorava os galanteios dele. Aquele evento teve, sem sombra de dúvida, a participação do dedo dele na armação. Eu queria dar para ele com todas as forças, e o simples fato de dormir fora de casa já me deixava inebriada de tesão.

Sou branca, tenho seios médios com mamilos avantajados e rosados, bunda empinada e uma ppk gordinha, bem rosinha, de clitóris sensível. Me chamo Dani e joguei na bolsa apenas uma camisola leve, de pano, sem calcinha. Eu tinha certeza de que estaríamos sozinhas no quarto e, no fundo, fantasiava alguma safadeza com a minha melhor amiga. Su, sempre previsível, jurava que usaria só os seus brinquedos em mim, aquelas juras mexiam comigo, um plástico nem forma de pau me penetrando, era mistura de tudo na minha mente.

Após inúmeras recomendações dos meus pais, cheguei à casa da Su e fui deixada na porta. Recebida na porta pelos pais da Su e pela minha linda amiga, entramos e jantamos pizza, já passava das dez da noite, já era um começo diferente , dormia cedo, conversávamos amenidades. Su foi tomar banho e eu fui junto, levando minha muda de roupa. Tomamos banho juntas. Ela passou sabonete pelo meu corpo, provocando arrepios profundos na minha pele. A safada me deu uma dedada estratégica enquanto lavava minha bucetinha.

— Tá doendo? — ela perguntou, rindo ao ver minha reação.

— Um pouco — respondi, ofegante.

— Com dezenove anos, você ainda é virgem? — questionou, incrédula.

— Sou... E só enfio o cabo da escova no cu , confessei, corada e com a voz ofegante diante dos movimentos dos dedos no meu clitóris.

Su passou mais sabonete nos dedos e voltou a afundá-los na minha bucetinha. Com as mãos em volta do pescoço dela, eu gemia e me contorcia, enquanto ela perguntava se eu estava gostando. Com o aval dos meus gemidos crescentes, ela abaixou a cabeça e chupou meus seios. Era a primeira vez que alguém fazia aquilo em mim, e logo a minha melhor amiga. Que sensação indescritível! Ela chupava enquanto me olhava nos olhos com um sorriso cúmplice, eu balançando a cabeça pedindo pra continuar.

— Quero mais — implorei.

Levei meu outro seio até a boca dela, segurando-o com a minha mão em forma de oferenda. Suzane alternou as chupadas, enquanto eu retribuía a maldade: chupei os peitos dela com vontade e enfiei meu dedinho na sua bucetinha, queria ver o que ela sentia.

— Põe mais um — pediu ela, rebolando nos meus dedos enquanto eu continuava devorando seus mamilos bicudos

Para coroar, Su ainda depilou meu cuzinho e minha bucetinha com um creme depilatório. E, como se não bastasse, enfiou dois dedos no meu cuzinho, sussurrando no meu ouvido;

— Viu? Meus dedos são muito mais finos que o cabo da sua escova.

Eu deixei, fechei os olhos e amei cada segundo.

Como é gostoso ouvir alguém sussurrando putaria no teu ouvido.

Saímos do banho vestidas apenas com as camisolas e sem calcinha.

No quarto, ela apagou rápido. Achei estranho, pois achei que ela iria avançar em cima de mim , eu estava pronta para ser chupada até não aguentar mais. Fiquei no celular, enquanto ela dormia de bruços, com a bunda toda empinada para o alto. Aproveitei para me alisar, deslizando os dedos na minha bucetinha lisinha e encharcada.

De repente, a porta se abre. Levei um susto monumental.

Era o Marcos. Ele entrou apenas de cueca branca, anunciando com um sorriso malicioso que a noite do pijama teria um convidado ilustre. Tirou a cueca ali mesmo, fechando a porta com cuidado para não acordar a irmã. Diante de mim erguia-se uma piroca linda, fina, mas longa, cabeça enorme roxa.

Enquanto eu tremia de susto e excitação, Marcos fez sinal de silêncio. Aproximou-se devagar, enfiando a mão diretamente na minha bucetinha que estava exposta. Fiquei molhada instantaneamente. Ele ergueu o tecido, alisou meus seios com voracidade e, sem cerimônia alguma, empurrou aquela jeba direto na minha boca.

Nunca tinha chupado uma piroca na vida.

— Você leva jeito — ele elogiou, enquanto me pegava pelo cabelo.

Mantive o ritmo frenético. Ele puxava minha cabeça contra seu pau rígido, fazendo-me engasgar com a glande, cabeção tinha ele.

— Cospe na mão — ordenou.

Obedeci prontamente. Espalhei a saliva espessa pelo comprimento da sua piroca e voltei a chupar com mais fúria, até que ele mudou de posição.

— De quatro — pediu.

— Só não vai comer minha buceta — implorei, ofegante. Sou virgem, pode comer só o meu cu, mesmo que eu peça na buceta , não obedeça, coma do meu cuzinho, até vc querer parar, com olhar nem safado disse que aguentaria

— Pode deixar, princesa. Eu amo um cuzinho — sussurrou ele, me penetrando em seguida.

Entrou com dificuldade, que cabeça grande, mas mantive a careta e não recuei, a escova de cabelo já tinha alargado o caminho, mas não tinha aquela circunferência da piroca do Marcos. O canalha me comeu com força, desferindo pirocada que faziam a cama ranger, ele tirava tudo e enfiava tudo sem pena, mas o ritmo do vai e vem não acordou a Suzane. Pelo menos, não por muito tempo.

Comecei a alisar a bunda dela, dando dedadas firmes. De repente, a Su acordou, já entrando na putaria. Ela se engatou no clima, beijando minha boca enquanto o irmão continuava me estraçalhando por trás, descia um líquido da minha vagina, e trilhava pelas minhas pernas. Suzane abriu as pernas bem na minha frente, me chamando com os olhos. Fui atraída para o meio das coxas dela e comecei a lamber sua buceta com desespero, não conseguia gemer, saia abafado, e o Marcos não mudava o rimo. Ela guiava minha cabeça com as mãos na minha nuca, esfregando a buceta na minha cara enquanto gemia alto.

Eu gemia na mesma proporção. Marcos estava agressivo, mandão, puxando meus cabelos, batendo na minha bunda e exigindo que eu rebolasse no ritmo das suas estocadas. Estreando no sexo, e logo de forma brutal, eu estava gostando daquilo.

Eu estava extasiada por conseguir extrair gemidos tão intensos de uma mulher mais experiente que eu.

De tanto chupar, Suzane começou a se contorcer e estrebuchar na cama, atingindo um orgasmo estrondoso. Olhando para o Marcos por cima do ombro, recebi suas estocadas finais. Ele gemeu grosso, avisando que ia gozar, e despejou um jato quente e espesso de porra direto nas minhas entranhas, preenchendo meu cu por completo.

Assim que ele saiu, Suzane desabou a boca no meu cuzinho. O esperma de Marcos que havia entrado em mim começou a vazar, sendo saboreado avidamente por ela. Num transe de pura depravação, trocamos um beijo profundo, compartilhando o gosto do irmão dela. Marcos também provou do seu esperma me beijando, sem se opor nem um pouco, e ainda me mandou limpar o restante da porra que escorria por sua rola, Su me ajudou, e dividimos a árdua tarefa de deixar tudo asseado, como ele queria.

Dormimos os três espremidos na mesma cama de casal. Naquela madrugada, minha camisola serviu para cobrir o corpo de quem se tornou a verdadeira marmita dos dois irmãos, que voltaram a usar o meu corpo antes da alvorada.

No domingo à noite, voltei para casa andando meio travada, ardida e completamente arrombada, mas com um sorriso safado no rosto e um vazio delicioso querendo mais. A "noite do pijama" virou nossa rotina favorita. Meus pais continuavam achando que Suzane era apenas minha doce e comportada amiga de infância — o que facilitava nossos encontros no meu quarto, onde fazíamos de tudo. Mas o bom mesmo era quando o Marcos aparecia para dormir lá.

Que loucura maravilhosa. Até a próxima rodada.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 363Seguidores: 132Seguindo: 7Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →