O sol do meio-dia cortava a cabine, lançando um lume frio pelas frestas da cortina. Já pronta, vestindo o biquíni preto, eu apoiava o quadril na vaidade enquanto bebia café. O Miguel dormia. O desgaste da noite anterior ainda pesava sobre o garoto, mantendo-o preso a um sono denso.
Um resmungo. Ele se mexeu entre as cobertas, protegeu os olhos contra a claridade repentina e finalmente despertou. O sangue subiu rápido pelo seu pescoço, tingindo as orelhas enquanto puxava o lençol até o queixo.
— Bom dia, dorminhoco. Achei que fosse passar o dia inteiro na cama.
— Bom... dia, vó. Que horas são? A senhora já tá pronta?
— Quase meio-dia. Deixei você descansar, meu querido. Como tá se sentindo?
— Tô bem. — O olhar dele baixou pelo meu peito, demorou na linha da cintura e voltou ao meu rosto. — Desculpa por ontem. Eu simplesmente apaguei e...
— Não se desculpe. — Sentei na beirada do colchão, junto às pernas dele, e sorri. — Você precisava. Foi uma noite longa pra nós dois.
Calou-se. A respiração descompassou no mesmo instante, presa no contorno do meu corpo.
Alcancei o frasco sobre a madeira.
— Já que acordou, me faz um favor? Não chego nas costas. Passa o protetor em mim?
— Passo.
Lancei o tubo sobre o lençol e me deitei de bruços, afundando o rosto no travesseiro macio. O colchão cedeu de vez ao meu lado quando o Miguel ajoelhou-se sobre as minhas pernas. Ouvi o chiado do frasco sendo pressionado e, logo em seguida, o cheiro doce do creme inundou o ar. As palmas dele vieram frias e trêmulas direto nas minhas costas, num toque inicial travado, receoso, espalhando o líquido besuntado sobre a minha pele quente de forma rápida e desajeitada.
Senti os dedos grandes do guri se embaraçarem nas tiras de pano no meio das minhas escápulas, o tremor da mão dele denunciando o quanto a proximidade do meu corpo o deixava desorientado. Com um movimento ágil dos meus ombros, alcancei os laços do pescoço e das costas e os desatei de uma vez.
— Assim facilita... — murmurei contra o travesseiro, a voz abafada e aveludada.
O pano do biquíni se abriu por completo. Pressionados contra a firmeza do colchão, os meus seios fartos transbordaram para os lados, a carne macia se espalhando pelas laterais do meu tronco. O arfar do Miguel veio num solavanco seco; o movimento das mãos dele parou no ar por um segundo inteiro, congelado pelo impacto de ver a totalidade das minhas costas nuas expostas para ele.
Aquela hesitação apavorada do meu neto me trouxe uma onda deliciosa de satisfação. Sentir o garoto tão entregue, tão vulnerável e dominado pela simples visão do meu corpo despido fazia o meu sangue ferver e a minha buceta pulsar de desejo. Eu adorei ver a ganância desajeitada com que ele voltou a me tocar: a timidez inicial evaporou, dando lugar a uma urgência faminta.
A pegada dele se tornou mais pesada e descarada. As palmas meladas de loção começaram a deslizar com força pela minha espinha, descendo num ritmo desordenado e ansioso. Os dedos do guri já não se limitavam ao meio das minhas costas; eles contornavam as curvas da minha cintura e afundavam sem cerimônia na carne farta das laterais dos meus seios amassados contra o lençol, apertando e moldando a minha pele macia com uma ousadia deliciosa.
— Isso... Desce mais essas mãos... espalha tudo. — soltei um gemido baixo, sentindo o calor e o peso do corpo do meu neto pairando sobre mim. — Passa no quadril também. Não quero me queimar lá fora.
Levei as mãos aos quadris e desfiz os dois nós laterais da calcinha num movimento rápido. O triângulo de pano cedeu imediatamente, descolando-se da minha pele, mas não caiu no colchão: ficou preso, colado bem no meio das minhas pernas. Sorri contra o travesseiro ao perceber o motivo; a peça estava ensopada, grudada pela umidade quente e viscosa que escorria da minha vulva, revelando o quanto a ganância do meu neto já me deixava ensopada de tesão. Mas os meus glúteos ficaram inteiramente livres, fartos e expostos ao ar da cabine.
O Miguel soltou o ar num golpe rasgado ao ver a minha bunda totalmente nua e desprotegida diante dele. O garoto não se segurou. Ele se projetou mais para a frente e na mesma hora senti a rigidez impressionante do membro dele, já armado e duro feito pedra por baixo do pano da calção, roçar com força contra a curva macia dos meus glúteos. O atrito do pau ereto do meu neto encostando na minha pele nua fez um arrepio denso subir pela minha espinha.
A loção fria espalhou-se pela minha pele quente enquanto as mãos grandes e famintas dele começaram a esmagar e moldar a minha carne sem qualquer cerimônia. A urgência do guri era deliciosa; ele afundava os dedos grandes nas minhas nádegas, apertando a massa macia com força bruta e separando os meus glúteos para espalhar o creme por cada dobra, roçando a virilha ereta contra o meu corpo a cada movimento desajeitado.
— Vira de frente, vó... — o Miguel pediu, a voz grave, arrastada e entrecortada pelo arfar pesado de quem já não respondia por si.
Obedeci sem hesitar. Apoiei os cotovelos no colchão e girei o corpo devagar, ficando de costas para a cama. Com o movimento do meu giro, as tiras soltas do topo do biquíni escorregaram de vez; eu apenas enganchei os dedos no tecido e o lancei no chão. A peça de baixo, completamente desatada, havia saído do lugar e agora mal cobria a fenda da minha virilha, deixando a penugem escura e a minha pele besuntada de suor totalmente à mostra.
O impacto da imagem atingiu o guri como um golpe físico. O Miguel estancou no lugar, paralisado, ajoelhado entre as minhas pernas. O olhar dele, dilatado pelo choque e pela ganância, fixou-se na nudez explícita do meu corpo. A boca dele ficou entreaberta, o peito subindo e descendo num ritmo desordenado enquanto ele devorava a visão dos meus seios fartos e totalmente nus, os mamilos eretos e escuros brilhando sob a claridade do quarto.
Ver a devoção quase religiosa no rosto do meu neto fez o meu coração disparar e uma onda de calor absurda inundar o meu ventre. A minha vulva pulsou forte, minando ainda mais líquido. Saber que aquele garoto jovem e forte estava inteiramente hipnotizado por mim, desmantelado pela visão da minha carne, trazia uma vaidade sombria que me embriagava por completo.
— Não fica só olhando, meu querido... — murmurei com a voz rouca de tesão, alcançando o punho dele lambuzado de loção e cravando a palma grande do meu neto direto sobre o meu peito esquerdo. — Passa aqui... sente como a tua avó tá quente...
Ao sentir o calor macio da minha pele nua sob a sua palma, o Miguel perdeu o resto do pudor que ainda o segurava. A hesitação evaporou. Ele espalmou as duas mãos grandes e besuntadas sobre o meu colo e começou a trabalhar a massa farta dos meus seios com uma fome desajeitada e faminta. O guri afundava os dedos na minha carne, apertando e juntando as minhas mamas no meio do peito, esfregando o creme pela aréola enquanto encarava o meu corpo fascinado.
— Meu Deus, vó... — o guri balbuciou, a respiração quente e descontrolada queimando na minha pele. — Você é linda demais... gostosa demais, vó... que peito macio...
O elogio chulo e rasgado dele atiçou a minha ganância.
— Isso, Miguel... aperta... assim mesmo, meu neto — incentivei, jogando a cabeça para trás no travesseiro, os olhos semicetados enquanto um gemido grave escapava pela minha garganta. — Ficou duro vendo o corpo da tua avó, foi? Aproveita... é tudo teu.
O guri deslizava os polegares pelas minhas pontas duras, torcendo e beliscando os meus mamilos eretos com uma força bruta que me fazia arfar de prazer, espalhando a loção morna pela minha pele enquanto o corpo dele inteiro tremia por cima do meu.
Minha cabeça tombou para trás contra o travesseiro, os olhos quase fechados enquanto me entregava àquela sensação.
— Isso... — soltei um suspiro arrastado, sentindo o calor e o peso do guri por cima de mim.
Sem perder o ritmo, segurei o outro punho dele, sentindo a pulsação acelerada na pele do guri. Desci a mão grande e trêmula do meu neto pelo meu ventre macio, contornando a curva do umbigo, até enfiar os dedos dele por baixo do pano solto do biquíni. Cravei a palma dele direto na minha carne besuntada, afundando a mão do garoto na umidade quente e viscosa que transbordava da minha vulva.
O Miguel soltou um som gutural, um rosnado abafado de surpresa e tesão ao sentir os dedos escorregarem na minha lubrificação densa. A virilha dele deu um solavanco involuntário para a frente, colando ainda mais o volume rígido da sua calça contra a minha perna.
— Sente como a tua avó tá ensopada só de ver você me olhar? — murmurei, enlaçando a nuca dele com o braço livre e puxando o rosto quente do garoto para perto do meu. — Sentiu a minha umidade, querido?
— T-tá muito molhada, vó... meu Deus... — o Miguel balbuciou, a voz embargada, os olhos fixos na minha boca enquanto a mão dele começava a se mover desajeitada entre os meus lábios macios. — Eu... eu tô fazendo certo? É assim que a senhora gosta?
— Tá perfeito, meu bem... mas você pode mais — instruí com a voz rouca, guiando o punho dele com firmeza. — Desliza esses teus dedos grandes um pouco mais pra cima... isso... bem na pontinha. Pressiona a ponta do teu indicador e roça no meu botãozinho.
O Miguel engoliu em seco e obedeceu. Guiado pelos meus dedos, ele posicionou a ponta da mão no meu ponto mais sensível. A pele dele, levemente áspera, começou a fazer movimentos circulares pequenos e ritmados sobre o meu botão ereto e hipersensível. A umidade morna que escorria de mim facilitava o deslizar da mão do garoto, fazendo um ruído baixo e estalado a cada fricção.
— Assim, vó...? Assim tá bom? — ele perguntou arfando, a respiração queimando no meu pescoço enquanto a outra mão dele continuava esmagando o meu seio esquerdo sem misericórdia, beliscando a aréola escura com a ponta dos dedos.
— Ah... assim... meu Deus, Miguel... — inclinei o quadril para cima contra a palma dele, cravando as unhas na nuca do meu neto enquanto um gemido alto escapava pela minha garganta. — Pressiona um pouco mais forte... desliza o dedo médio pra dentro da fenda e continua circulando a ponta...
O guri ganhou confiança ao ouvir o meu gemido. Ele afundou a ponta do dedo médio na minha entrada quente e encharcada, usando o excesso de lubrificação para acelerar o ritmo dos círculos no meu clitóris. A pegada dele deixou de ser hesitante e virou uma investida firme e gananciosa, o quadril dele acompanhando o movimento das mãos, roçando a rigidez do seu membro armado contra a minha coxa.
— Olha como a senhora tá— o Miguel murmurou perto do meu ouvido, a voz rouca tomada por uma vaidade jovem e faminta. — Tá gostoso, vó?
— Tá uma delícia, querido... — inclinei a cabeça, buscando a boca dele e deixando um beijo rápido e molhado antes de puxar o ar com força. — Mais rápido... pressiona com vontade... me faz gozar, Miguel! — gemia contra o ouvido dele, a voz rasgada, enquanto contraía a musculatura da minha coxa contra a dele.
O guri parecia totalmente fora de si, inflamado pelos meus comandos e pelo ruído molhado e viscosado que os dedos dele faziam entre as minhas pernas. Ele curvou o corpo ainda mais sobre o meu, pesando o peitoral forte contra os meus seios expostos, e acelerou a fricção no meu clitóris com uma força quase desesperada. A ponta do dedo indicador dele afundava e girava sem parar sobre o meu botão intumescido, esfregando a pele sensível contra a minha própria lubrificação com um ritmo frenético, enquanto o dedo médio continuava fincado bem fundo na minha fenda.
— Vai, vó... goza pra mim! — ele arfava, a boca colada na curva do meu pescoço, soltando baforadas quentes que me arrepiavam por inteiro. — Deixa eu sentir a senhora tremer... goza na minha mão, vó!
— Ah... caralho, Miguel... é assim... mais forte, pressiona mais esse botãozinho! — ergui o quadril do colchão, buscando o aperto da mão dele, enquanto a minha cabeça balançava de um lado para o outro no travesseiro. — Tá chegando... vai, meu neto... faz a tua avó gozar na tua mão!
A pressão que ele exercia no meu ponto mais vulnerável virou um estopim. Uma onda de choque quente e elétrica explodiu bem no centro do meu ventre e se espalhou como fogo por cada fibra do meu corpo. Travei a respiração por um segundo, os olhos se fechando com força enquanto a minha vulva começava a pulsar em espasmos violentos e descontrolados, jorrando mais umidade quente sobre os dedos do garoto.
— Ahhh... Miguel... meu Deus! — soltei um grito abafado, gartanchando o pescoço e os ombros dele com as unhas, fincando o corpo inteiro contra a palma da mão dele.
Senti as paredes da minha vagina se contraírem com força ao redor do dedo dele, sugando a pele do guri em espasmos ritmados. O Miguel não soltou a mão; em vez disso, manteve a pressão firme do polegar sobre o meu clitóris, sentindo cada pulsação do meu orgasmo escorrer quente e espessa pelos seus dedos, enquanto eu tremia inteira debaixo dele, desmanchada e arfante na cama.
Ele soltou o ar num suspiro pesado e triunfante ao sentir o meu corpo relaxar aos poucos depois do espasmo. Em um movimento rápido e impaciente, ele se levantou sobre os joelhos e levou as mãos ao elástico da samba-canção, puxando a peça para baixo de uma vez só junto com a cueca. O pau dele, grande, duro e ereto feito uma barra de ferro, saltou para fora com a cabeça avermelhada e besuntada pelo mênstruo inicial, pulsando no ar quente do quarto.
— Vó... meu Deus, vó... — o guri pediu com a voz trêmula, o olhar desesperado e faminto cravado no meu rosto. — Deixa eu te comer... deixa eu meter em você, vó... por favor...
Puxei o ar com dificuldade, sentindo a pele do meu ventre e da minha vulva queimando de tão hipersensível. Qualquer toque mínimo naquela região agora me fazia estremecer.
— Mais tarde, meu querio... — murmurei, a voz rouca, pondo a mão suavemente no peito dele para segurar o avanço. — O corpo da tua avó tá sensível demais... se você entrar agora, vai doer.
O rosto do Miguel caiu numa mistura de frustração e desejo represado, o pau duro continuando a pulsar a centímetros da minha pele.
— Mas a gente não vai deixar você desse jeito — completei, abrindo um sorriso cúmplice enquanto me inclinava para a frente na cama, sem sair do meio das pernas dele. — Você deixou a tua avó nas nuvens, meu neto... não pode ficar nesse estado.
Passei a palma da minha mão, ainda melada da loção e da minha própria umidade, pela haste grossa do membro dele, fechando os dedos ao redor da base quente. O guri soltou um gemido agudo e fechou os olhos na hora.
Comecei a deslizar a mão para cima e para baixo num ritmo firme e ritmado, apertando a carne rija do pau dele e usando a mistura de creme e lubrificação para fazer a minha mão deslizar sem atrito. Com a outra mão, segurei os testículos pesados do guri, massageando o saco escrotal enquanto acelerava a masturbação.
— Assim... Miguel... sente a mão da tua avó — provoquei, olhando bem nos olhos dele enquanto subia e descia a mão, torcendo levemente o punho na cabeça do pau a cada subida.
O tesão do garoto era tão avassalador que ele não aguentava mais do que alguns segundos de estímulo direto. O corpo dele inteiro travou. O Miguel arqueou as costas, cravando as mãos no colchão ao lado do meu quadril, enquanto o peito subia e descia descontrolado.
— Vó... vou gozar! Caralho, vó... vou gozar! — ele berrou, a voz falhando no topo da garganta.
— Goza, meu bem... jorra tudo na tua avó! — ordenei, apertando a haste com mais força e acelerando a passada no topo do membro.
A cabeça do pau dele deu um solavanco violento e o Miguel soltou um grito rasgado. A primeira jorrada espessa e quente disparou com força, atingindo em cheio o meu umbigo. Em seguida, uma sequência de disparos descontrolados cobriu toda a pele da minha barriga e a curva dos meus seios com um creme denso e esbranquiçado, longe de ser o protetor solar.
O guri desabou para a frente, apoiando os cotovelos no colchão e deixando a cabeça tombar no meu ombro enquanto a respiração dele voltava devagar ao normal, deixando o meu ventre lavado com o fruto do seu tesão.
O Miguel permaneceu deitado sobre o meu peito por alguns minutos, o corpo pesado e ainda trêmulo, a respiração quente aos poucos desacelerando contra o meu pescoço. Passei os dedos devagar pelos cabelos dele, sentindo a textura do esperma espesso e morno secando sobre a pele da minha barriga e a curva do meu umbigo.
Devagar, ele se empurrou para cima, apoiando as palmas no colchão e olhando para o estrago que havia feito sobre o meu corpo. O rapaz piscou algumas vezes, voltando à realidade, e o rubor voltou a tomar conta do pescoço dele, tingindo as orelhas numa timidez repentina.
— Vó... desculpa. Eu não queria... foi rápido demais, eu não consegui segurar — ele balbuciou, a voz falhando enquanto tentava evitar olhar direto para a loção esbranquiçada que cobria o meu ventre.
Sentei-me no colchão, puxando o lençol para cobrir as pernas, e encarei o guri com um olhar calmo, mas firme.
— Você precisa aprender a se controlar, Miguel. Não pode se deixar levar tão fácil por qualquer provocação — aconselhei, mantendo a voz pausada. — O tesão é bom, mas o homem que não domina a própria cabeça vira refém do próprio corpo.
O guri baixou os olhos para os lençóis, visivelmente sem graça e constrangido com a bronca.
Percebendo o desconforto dele, suavizei a expressão e passei a mão suavemente pelo queixo do meu neto, erguendo o rosto dele para que me olhasse.
— Não tô falando por mal, meu bem... é uma lição de vida — disse, dando uma piscada rápida e abrindo um sorriso cúmplice. — Você não pode levar uma mulher pra cama se não aguentar o ritmo até o final. Nenhuma mulher gosta de homem afobado.
Ele engoliu em seco, mas a tensão nos ombros dele pareceu ceder um pouco ao ver a minha reação.
— Mas não esquenta a cabeça com isso agora — completei, alcançando uma toalha limpa sobre a poltrona para me limpar. — Fique tranquilo. Até o fim desse cruzeiro, a tua avó vai te ensinar cada detalhe... e eu vou deixar você craque nisso.
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👀 Você realmente acha que a avó foi a primeira de Miguel?
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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