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Foi apenas um boquete (Eles) 01

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Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Heterossexual
Contém 2482 palavras
Data: 03/07/2026 17:27:55

Recentemente, Leandra, a única irmã de minha esposa veio nos visitar pedindo ajuda; contou que seu marido pedira o divórcio e por razões que ela não quis comentar acabou ficando na rua da amargura precisando se reerguer e retomar sua vida; conforme o andar da conversa acabei pedindo que ela fosse direto ao assunto e então me confidenciou que precisava de um lugar para ficar até organizar sua vida e perguntou se eu poderia abrigá-la por algum tempo até conseguir alguma estabilidade; de início tive vontade de me esquivar inventando alguma desculpa esfarrapada, porém diante do estado deplorável em que ela se encontrava acabei cedendo, mas alertando que precisaria conversar com minha esposa a respeito.

Deixei Leandra na sala de estar enquanto ia para a cozinha ligando para Natália, minha esposa; eu tinha consciência de que a relação entre elas nunca foi das melhores e temi ouvir uma reprimenda apenas por colocar a situação; Natália me ouviu e disse que conversaríamos a respeito quando ela chegasse do trabalho e eu disse que sua irmã estaria em casa a espera da nossa resposta. "Humpf! Já entendi! ... ela pode ficar, mas o único lugar que dispomos é a edícula que fica nos fundos ... é isso, ou nada feito!", ralhou minha mulher desligando o telefone logo em seguida; quando contei para Leandra que sua irmã concordara com sua estadia seus olhos marejaram e ela me abraçou beijando meu rosto.

Logo de cara expliquei a ela que nosso sobrado era pequeno e que os dois únicos quartos estavam ocupados, um por mim e minha esposa e outro pelo Leonardo nosso filho estudante universitário e por conta disso restava apenas a edícula situada nos fundos do imóvel; havia pouco tempo eu fizera uma pequena reforma naquele local que agora tinha mesmo uma aparência habitável e levei Leandra para vê-lo que ficou exultante afirmando que era perfeito para ela, sendo que traria sua cama, um guarda-roupa e alguns pertences pessoais; mostrei-lhe ainda a pequena cozinha equipada com um fogão de bancada com duas bocas e uma pequena geladeira e também o banheiro que fora reformado. Leandra não cabia em si de felicidade perguntando se poderia se mudar logo no dia seguinte ao que eu aquiesci com gentileza.

Naquela noite jantamos todos juntos com Leandra e Natália cuidando de preparar a refeição comigo na sala vendo televisão; pela conversa que rolava na cozinha pude perceber que havia uma sóbria tolerância entre elas algo que eu jamais entendi e também nunca perguntei; assim que Leonardo chegou nos sentamos à mesa e contei a ele sobre a estadia de sua tia, sem expor os motivos, com ele reagindo com alegria oferecendo-se para ajudar em tudo que ela precisasse. Terminada a refeição ela ela se despediu, retornando no dia seguinte com sua pequena mudança. Eu e Leonardo ajudamos a instalá-la da melhor forma possível e ela cuidou dos detalhes. Nos dias que se seguiram, Leandra conseguiu se organizar retomando seu emprego como gerente de um posto de gasolina, preparando suas próprias refeições e aproveitando o tempo livre para ler e estudar para concursos públicos que segundo ela fora inspirado por mim.

Eu trabalhava em homeoffice integral e somente precisava me deslocar quando havia algo que exigia atividade presencial, e em casa meu escritório ficava no canto da sala onde eu usufruía de alguma privacidade sempre que possível; certa noite eu e Natália nos deitamos cedo deixando Leonardo na sala assistindo filmes no canal pago e ao chegarmos no quarto ousei perguntar a ela se gostaria de tomar um banho comigo; Natália não escondeu um risinho maroto pedindo que eu fechasse a porta enquanto ela se despia.

A nudez de Natália ainda era um espetáculo para meus olhos e também para minha libido que acendia um fogaréu toda vez em que ela ficava pelada para mim; minha mulher era uma morena cinquentona gordinha na medida certa com tudo em cima; dona de um par de mamas cuja fartura e formato eram uma combinação perfeita sendo que mesmo sofrendo os efeitos da gravidade ainda eram pode demais atraentes; a bunda roliça com formato de coração invertido carimbada por uma discreta tatuagem de morango na parte superior era algo eletrizante e o baixo ventre depilado ornado com outra tatuagem com forma de coração flechado encerravam sua beleza que se somava ao rosto lindo ornado por uma vasta cabeleira encaracolada.

Debaixo do chuveiro começamos a nos beijar comigo apalpando aquele corpo suculento sendo que não demorou para que eu estivesse sugando avidamente os mamilos durinhos que ela me ofereceu com um olhar insinuante; depois de nos secarmos corremos para a cama iniciando um meia nove comigo por baixo linguando a linda bucetinha quente e chorosa, sem perder a chance de dar umas dedadas em seu cuzinho sempre apetitoso; Nátalia gozou algumas vezes abafando seus gemidos para não despertar a atenção alheia e impaciente inverteu a posição procurando a melhor posição para sentar na minha piroca que latejava ansiosa; após um encaixe perfeito, com suas mãos apoiadas em meus ombros ela se inclinou suavemente passando a me cavalgar num sobe e desce delirante que a fez desfrutar de uma nova onda orgásmica sufocada com muito esforço.

Como de hábito finalizamos com ela mamando o bruto até me fazer explodir em um gozo abundante que Natália se incumbiu de reter em sua boquinha não fazendo rodeios para engolir o néctar com sorrisos e risinhos; diante de tanto esforço acabamos por adormecer nus e abraçados. Era alta madrugada quando acordei com sede e desci até a cozinha; saciando minha sede percebi algo incomum com a porta que dava para os fundos destrancada e ao me dirigir até ela notei que a edícula estava com as luzes acesas; instintivamente caminhei na direção e antes de chegar notei a porta escancarada e no interior do imóvel pude discernir uma cena alucinante. Leonardo estava deitado sobre a cama com Leandra pelada de joelhos aninhada entre suas pernas executando uma mamada gulosa na pistola enrijecida.

Percebendo que eles não haviam notado minha aproximação me quedei em silêncio observando a dedicação de minha cunhada bem como apreciando a beleza de suas formas esbeltas cuja silhueta parecia brilhar sob efeito da luminosidade cristalina do ambiente; imaginei que a diversão começara há algum tempo, pois Leonardo se convulsionava sobre a cama numa clara indicação de que seu ápice estava muito próximo acabando por eclodir sem aviso impondo que Leandra se esforçasse em reter a carga em sua boca; ela ainda manteve o membro em sua boca antes de libertá-lo dando lambidas com a intenção de eliminar resquícios indesejados; Leonardo ergueu a cabeça mirando o rosto de sua tia e o acariciou já se preparando para se retirar; eu não perdi tempo em correr de volta para casa e para meu quarto passando por um resto de noite alvoroçado com as imagens passeando em minha mente.

Pela manhã não me encontrei nem com meu filho e muito menos com Leandra cujo expediente se iniciava muito cedo; depois do café, levei Natália até a estação do Metrô sem tocar no que vira na noite anterior e voltei para casa pensando em como deveria agir naquela situação; concluí que o melhor a fazer era abordar minha cunhada no momento oportuno procurando entender se o que eu vira fora algo acidental ou se havia um envolvimento entre ela e meu filho. Fiquei aguardando uma oportunidade que surgiu no dia de folga de Leandra permitindo uma abordagem mais segura.

Logo depois de deixar Natália no Metrô retornei para casa e me dirigi até a edícula, sendo que ao me aproximar ouvi gemidos entusiasmados que chamaram a atenção; a porta estava fechada, porém havia uma fresta na janela e eu não perdi tempo em espiar descobrindo minha cunhada nua sobre a cama batendo uma siririca furiosa entre gemidos e suspiros com o corpo parecendo convulsionar cada vez que ela gozava. Confesso que aquela visão de uma mulher nua se masturbando me deixou em elevado estado de excitação, sendo que por descuido acabei denunciando minha espionagem; Leandra deu um pulo da cama mirando meu rosto com uma expressão atemorizada. Imediatamente pedi para entrar e fui logo pedindo desculpas pelo meu gesto explicando o motivo pelo qual viera falar com ela.

Após me ouvir, Leandra não conteve algumas lágrimas enquanto me confidenciava que este fora o motivo de sua separação ... ela tinha uma fixação por sexo oral e isso a fez cometer algumas loucuras; evitando fitar meu rosto, Leandra contou que já chegara a mamar desconhecidos tanto no seu local de trabalho como em outros onde surgisse uma oportunidade. Ela continuou tentando explicar que o acontecimento com Leonardo não fora intencional, mas sim acidental e que se propunha e evitar repeti-lo bem como declarou que entenderia caso eu decidisse expulsá-la de casa. Deixando de lado que ela estava pelada me sentei na beirada da cama e disse que ela poderia permanecer o tempo que precisasse sem se preocupar com mais nada; quanto ao que acontecera entre ela e meu filho expliquei que entendia sua situação, mas sugeri que fossem discretos para evitar transtornos com minha esposa.

"Então ... será que posso te pedir uma coisa?", perguntou ela ao final de nossa conversa pousando sua mão sobre a minha virilha descobrindo o bruto pulsando como louco. E quando perguntei o que ela queria pedir a resposta foi enfática: "Sempre sonhei mamar a tua pistola! Mas também sempre tive receio de minha irmã ... e já que estamos aqui sozinhos ... você deixaria?". Antes que eu pudesse responder Leandra já cuidava de abrir minha calça puxando o membro para fora não perdendo tempo em cair de boca numa mamada voraz que me deixou tão alucinado que não esbocei qualquer reação me entregando ao prazer que Leandra me proporcionava naquele momento; tudo era tão intenso que eu sequer pensei nas consequências, principalmente com relação à minha esposa e o risco que corríamos caso ela viesse a descobrir a tara da irmã.

Leandra me mamava com delirante entusiasmo tão arrebatador que meu corpo e minha mente correspondiam com uma plenitude jamais experimentada esquecendo de tudo e de todos ... confesso que houve um momento em que aquela mamada se mostrou muito mais alucinante que qualquer outra ... mesmo a da minha esposa, pensamento do qual eu me envergonharia mais cedo ou mais tarde; em dado momento meu corpo estremeceu, meus músculos se retesaram e um forte espasmo anunciou o gozo que jorrou abundante dentro da boca de minha cunhada que por sua vez manteve o bruto aprisionado entre seus lábios recebendo a carga; ao erguer o rosto abriu a boca exibindo o conteúdo leitoso que ela engoliu como quem sorve um saboroso néctar.

Ao término de tudo nós nos entreolhávamos com expressões ambíguas, quase conflituantes; de um lado Leandra me fitava com um olhar lânguido e ainda sedento enquanto eu me sentia envergonhado, mas não arrependido. "Ninguém precisa saber do que aconteceu ... apenas nós ... nosso segredo ... e se você quiser outra vez ... estarei aqui!", alertou Leandra segurando minha mão quando tencionei me levantar da cama. Minha vontade era responder que não haveria uma próxima vez, todavia não era isso que meu ser expressava.

Naquela noite eu, Natália e Leonardo jantamos em silêncio sem a presença de minha cunhada que alegou um mal-estar repentino que a fez se recolher mais cedo; no quarto eu e Natália parecíamos distantes, ela por conta das atribulações de seu trabalho e eu pela experiência ocorrida na manhã daquele mesmo dia protagonizada pela sua irmã. Nos deitamos decididos a dormir para acordar na manhã seguinte calmos e resignados. Infelizmente meu sono foi interrompido várias vezes até culminar em me tirar da cama descendo até a cozinha para tomar água; e mais uma vez a porta que dava para os fundos estava aberta e eu sabia a razão; me esgueirei pelas sombras até chegar à edícula cuja porta não estava aberta ... estava escancarada! Lá dentro Leonardo estava de pé ao lado da cama com Leandra ajoelhada diante dele alternada a mamada com uma punheta vigorosa sempre no controle da situação ... por mais que eu quisesse resistir aquela visão despertou uma libido furiosa dentro de mim.

Como um praticante doentio de voyeurismo me pus a espionar aquele périplo entre minha cunhada e meu filho metendo a mão no calção, expondo o bruto enrijecido e executando uma masturbação alucinante. Dentro do recinto, o casal se deleitava com o macho gemendo enquanto acariciava os cabelos da tia e esta por sua vez mamando com eloquência, vez por outra apertando as bolas, aprisionando o membro entre os lábios aplicando uma vigorosa punheta até obter êxito em conduzir seu parceiro a um gozo delirante com direito a gemidos abafados e respirações acentuadas. Leonardo não se perdeu em rodeios inclinando-se para beijar a tia e já tratando de voltar para seu quarto; eu voltei para a cozinha me escondendo no vão abaixo da escada aguardando que ele subisse para o andar superior.

Leandra não escondeu a surpresa ao me ver dentro de seu quarto quando saiu do banheiro nua com o corpo ainda úmido de um banho necessário; ela me olhou com uma expressão ansiosa com uma pontinha de regozijo ... "eu tinha certeza que você voltaria!", disse ela com um tom doce enquanto se punha de joelhos cuidando de puxar minha bermuda para baixo até libertar o bruto que saltou ereto e pulsante ... Leandra então tomou o membro em sua boca como se há muito tempo não desfrutasse de um prazer daquela magnitude e desferiu uma mamada que provocou arrepios percorrendo minha pele de cima a baixo deixando-a eriçada, fez minhas pernas estremecerem, meus olhos se fecharem e uma nuvem luxuriosa tomar conta de minha mente. Naquele momento tudo parecia diferente ... tudo era sublime, tempestuoso e também inquietante manifestando uma força da natureza que compele a sensação acima da razão me envolvendo de tal maneira que nada mais tinha importância.

Depois de algum tempo tudo culminou em outra gozada abundante enchendo a boca de minha cunhada cuja reação corporal indicava algo que eu não havia percebido até então ... Leandra durante a mamada havia desfrutado de vários orgasmos que eclodiram a ponto de respingar sobre o chão abaixo dela e tal sensação perdurou enquanto ela ainda engolia minha carga. "Obrigada por me compreender e não me julgar ... amanhã vou embora e isso logo ficará no passado!", sussurrou ela em meu ouvido após nos beijarmos permitindo que eu sentisse meu gosto em sua boca; cambaleando retornei para o quarto e me deitei procurando não chamar a atenção de Natália que parecia dormir a sono solto. E após muito esforço consegui pegar no sono que meu corpo exigia a duras penas. E no dia seguinte, Leandra havia partido sem despedidas apenas um bilhete para a irmã agradecendo por sua compreensão ... meses se passaram sem que a experiência com minha cunhada se perdesse no tempo impondo que eu buscasse racionalizar o acontecido ..., afinal, foi apenas um boquete e nada mais!

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