Olá, meus caros leitores e minhas caras leitoras. Hoje um conto curto. Abraços a todosHomem morando sozinho é sinônimo de casa desarrumada e faxina deixada pra lá. Pelo menos comigo. Detesto tarefas domésticas, resquícios de minha infância e adolescência, quando era obrigado a participar de alguma forma desse dia tão enfadonho na semana. Trauma que não fora devidamente trabalhado na terapia.
Olhei para o banheiro e o mofo tinha começado a tomar conta perigosamente. As janelas tinham poeira acumulada de meses. Entrei no marketplace e encontrei uma faxineira por R$ 350,00 a diária. Uma mulher negra, de uns 40 anos. Mandei mensagem e combinei uma quinta-feira pra ela fazer a faxina geral. Enviei o convite da portaria eletrônica no WhatsApp, assim ela poderia fazer o reconhecimento facial e eu receberia notificação da entrada dela.
No dia combinado eu me levantei cedo, tomei um café reforçado e vesti um short e camiseta leves. Fazia calor e eu abri todo o apartamento, que ficava no sexto andar, de frente para uma praça. Dona Zenaide entrou, recebi a notificação no telefone. Abri a porta assim que escutei o "PIN" do elevador. A mulher saiu do elevador, em um vestido florido, um lenço envolvendo a cabeça em forma de bandana. Era da minha altura, peitos pequenos, olhos negros, cabelos estilo black power, mas com pouco volume. Nem magra e nem gorda.
— Olá, seu Júnior. Zenaide - apresentou-se, apertando minha mão estendida.
— Entre, dona Zenaide, fica a vontade. Se quiser trocar de roupa pode usar o banheiro social, primeira porta à direita.
— Obrigada, seu Júnior.
Ela entrou no banheiro com a mochila nas mãos e, depois de alguns minutos, saiu vestida em uma bermuda solta e uma regata que moldava seus pequenos peitos. E estava cheirosa.
— Como o senhor quer o serviço?
Eu expliquei a ela o que desejava, a começar pelas janelas sujas dos quartos e cozinha. Depois ela daria um trato nos banheiros, começando pelo social e terminando na suíte.
— Pode me chamar de Júnior, temos idade próxima e não precisa de formalidade em uma faxina, por favor.
— Certo. E você pode me chamar de Nena.
Mostrei a ela onde estava o material de faxina e fui para o meu quarto, fechando a porta. Liguei o notebook e trabalhei a manhã toda. Ela bateu na porta.
— Júnior, vou almoçar.
— Espera aí, Nena. Vou com você.
Descemos e fomos almoçar em um self-service na praça. Comida caseira, boa e barata. Ela me contou que era sozinha, tinha uma filha no cursinho, e fazia faxina desde que teve que parar o curso técnico de enfermagem para poder sustentar a casa, quando o marido faleceu e a menina tinha 3 anos.
— Que tragédia, Nena.
— É, Júnior. Se a vida te der limões faça uma limonada - sorriu, tentando esconder a frustração.
Terminamos o almoço, ficamos um pouco ali conversando. Falei que trabalhava online, e era mais fácil de gerenciar o tempo e fazer as coisas.
— Eu falo pra minha filha, estuda Natália. Ela quer fazer concurso público.
— Esse é um passo importante, Nena. Ela está se esforçando, vai conseguir obter sucesso - tentei animá-la.
Voltamos para o apartamento e Nena continuou a faxina, agora no banheiro social.
Eu voltei para meu quarto, e fiquei só de cueca. Janela aberta, vento entrando, porta encostada, sem trancar. Abri o navegador e entrei num famoso site de fotos pornôs. Esqueci que tinha gente em casa e nem vi a hora passar. Coloquei o fone e entrei num site de vídeos pornôs. "Ai, me fode, caralho", gritava a loira, gemendo na vara do negão. Os atores masculinos sempre tinham membro avantajado, ainda mais os negros. E eles sempre comiam mulheres loiras. Eu me masturbava, tentando não gozar. Senti um toque no meu ombro e olhei assustado para trás: Nena estava ali, do meu lado!
— O... oi... Ne... na... - gaguejei, soltando o pau pra dentro da cueca, não antes de ela olhar.
— Você não me ouviu, então entrei. Preciso limpar seu banheiro particular.
— Des... desculpa você ter visto isso - disse, totalmente sem graça e envergonhado.
— Nada que eu já não tenha visto na vida - disse ela, naturalmente, entrando no banheiro.
Fechei o navegador, coloquei uma banqueta na porta do banheiro e fiquei conversando com ela.
— Meu falecido marido era igual esse aí do vídeo - disse ela, de chofre.
— Negão do pau grande? - perguntei, já na malícia. Agora não tinha mais barreira e nem volta.
— Era. Dezoito centímetros. Ah, que saudade! - suspirou.
— Nunca mais conseguiu um igual, Nena?
— Alguns parecidos, mas igual nunca. O dele tinha um tamanho bom e era bem grosso. Os que já tive depois dele ou era grosso e menor, ou grande e fino...
— É, deve ter saudade mesmo dele te pegando gostoso.
— Ô se tenho, Junior! - ela suspirou novamente, esfregando box de vidro.
— Mas e aí, você sai com outros homens?
— Só de vez em quando, quando a vontade aperta. Não gosto de ter outros homens, em respeito à Natália.
— Eu te entendo.
— Terminei aqui, você precisa que limpe mais alguma coisa?
— Meu pau tá todo melado, se quiser - sugeri, arriscando.
Nena parou, cruzou os braços e me olhou. Com a voz mais grave, ela lançou uma frase que me fez tremer:
— Você é um homem sem vergonha. Chamar uma senhora aqui na sua casa, assistir pornô na minha frente e ainda me oferecer seu pau?
Ela deu um passo à frente.
— Você não tem vergonha na cara? Isso dá cadeia! Seu safado!
Meu tesão murchou.
— Desculpa, Nena. É que a conversa tava indo num nível bem solto... achei que...
Ela soltou uma gargalhada contida. Eu me soltei na cadeira, aliviado.
— Você acha que eu nasci ontem? Depois que te vi vendo pornô fiquei com tesão. E depois você veio com a conversa fiada, falando do meu marido. Dá uma toalha aqui, vamos tomar banho juntos - ordenou, enquanto sua mão apertava meu pau, que já dava sinais evidentes de rigidez por baixo da cueca.
A casa toda aberta, o vento passava forte pelo apartamento, refrescando o ambiente. Deixei tudo aberto, não tinha como ninguém nos ver.
Abri o guarda-roupas e peguei duas toalhas limpas. Nena estava pelada debaixo da água. Sua idade não permitia um corpo sarado, mas ela era gostosa. O físico dela era firme por natureza, músculos trabalhados, barriga um pouco saliente devido à gravidez e à idade. A bunda pequena, firme. Os peitos também pequenos, um pouco caídos.
Entrei sob o chuveiro e já a abracei, beijando-a, pau duro roçando sua boceta. A água morna nos massageava. Nos beijamos por um tempo. Peguei o sabonete, desliguei a água e a ensaboei por completo, massageando-a toda. Ela apreciava, paciente. Fiquei por trás dela e, enquanto ensaboava seus peitos, esfregava meu pau contra sua bunda. Ela ligou a água forte e se enxaguou. Agora ela me ensaboava todo, dando atenção especial ao meu pau, enquanto se esfregava em mim por trás. Ela sabia como massageá-lo, com os dedos apertando e alisando minha glande. Eu gemi forte e ela parou. Ligou a água e eu tirei toda a espuma do corpo. Nena desligou o chuveiro, ajoelhou-se e sugou meu pau. Apertava-o com a mão, e limitava a descida até onde queria. Ela estava no controle total. De repente cansou da posição e se levantou, segurando-se em minha mão. Eu a virei de costas para mim, abaixei-a e tentei penetrá-la por trás. Meu pau entrou e eu a comi lentamente. Devido ao tamanho do meu membro aquela não era a posição mais adequada.
— Vamos pra cama, Nena. Lá a gente consegue se divertir melhor.
Nos secamos e fomos para o quarto. Ela se deitou na cama e eu deitei por cima dela. Encaixei meu pau na buceta dela e a beijei, com nossas línguas explorando cada canto, nossos lábios se deliciando, enquanto meu pau deslizava dentro dela. Parei de comê-la e deslizei meu corpo, chupando seus seios, descendo pela barriga, até chegar ao seu ventre. Ah, a buceta! Demorei-me nos lábios e então introduzi minha língua naquele buraco quente. Chupei-a gostoso e ela gemeu, apertando minha cabeça com suas pernas. Entendi que era o momento de dar o toque de mestre: enterrei dois dedos e movimentei-os até atingir o ponto G. Ela gritou:
— AAHHH! QUE GOSTOSOOO!
Dedilhei mais, até que ela perdeu o controle, se contorcendo sobre a cama.
— NOSSA! QUE DELÍCIAAA!! GOZEI!!!
— Fica em cima de mim, Nena. Sobe!
Eu me deitei e ela se sentou no meu pau, sua buceta engolindo meu mastro. Ela subia e descia, e suava. Seu sumo escorria sobre mim, e a buceta encharcada fazia barulho: FAP, FAP, FAP, FAP. De repente ela parou, ofegante, e desceu.
— Quero de quatro! - pediu, empinando a bunda na beira da cama.
Cheguei por trás dela, e chupei o cuzinho apertado. Chupei o entorno, lambi, passei o dedo lambuzado de seus sucos densos e chupei de novo. Entrei de uma vez em sua boceta e ela gemeu forte, indo para frente. Eu a puxei pelos cabelos, batendo meu pau em sua pélvis. Ela gemia gostoso:
— Ai, ai, ah, ah, ai, ah.
Eu lambuzei meu dedo e massageei a porta de entrada traseira e apertei o dedo contra a musculatura tensa.
— Ô, Ô, aí não... - pediu. Eu respeitei.
Continuei a meter com força, até que ela contraiu a buceta, gozando forte.
— PUTA QUE PARIU!!! AH, QUE GOSTOSO!!!
E eu não resisti, descarregando meu gozo profundamente dentro dela.
— GOZEI, NENA!! GOZEI!!!
Nos largamos sobre a cama, cansados.
— Nossa, que saudade eu tava de um pau! - exclamou Nena, suada.
— Você é bem gostosa. Adorei te comer!
— Quero um banho bem gostoso, me acompanha?
— Claro, Nena!
Voltamos ao chuveiro. Nos esfregamos um no outro debaixo da água. Ficamos um tempo assim e saímos. Vestimos as roupas e eu acertei o pagamento com ela, no PIX.
— Obrigada, duplamente.
— Por nada, Nena. Precisando, só avisar.
Ela me deu um selinho e saiu. Eu fechei a porta e fiquei pensando no que tinha acontecido: "quase me fodi, mas acabei fodendo a faxineira"Não se esqueça de deixar a avaliação.