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Cheiro de Macho

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Da série Diário de Duda
Um conto erótico de Duda
Categoria: Crossdresser
Contém 439 palavras
Data: 27/07/2026 19:28:11

Gente do céu… ainda tô com o coração acelerado.

Hoje o Lucas apareceu aqui em casa pra pegar o presente de aniversário que ele tinha esquecido na festa. Ele não faz a menor ideia do meu lado cdzinha. Pra ele eu continuo sendo só o Edu.

Ele é negro de pele clara, uns 170cm, barbudo, daqueles barbudos bem cheios. Tem um físico bem paizão de família: cheinho, barriguinha marcadinha, mas forte, daqueles gordinhos malhados que carregam peso no dia a dia. Ombros largos, braços grossos, peito largo… exatamente o tipo que me deixa fraca.

Assim que ele entrou, o cheiro dele me acertou em cheio. Um cheiro forte de homem, suor do dia misturado com um perfume barato, aquele cheiro quente de macho que faz o cu piscar sem permissão. 🤤

Ele sentou no sofá com as pernas bem abertas, todo à vontade. Eu tentava prestar atenção no que ele falava, mas minha cabeça só conseguia imaginar ele me jogando de quatro, puxando minha bermuda pra baixo e enfiando aquela rola. Eu conheço as histórias que rolam sobre ele… dizem que não é muito grande não, uns 16 ou 17cm, mas é absurdamente grosso. Quase uma lata de refrigerante. Justo o tipo que abre o cu bem devagar e deixa a gente sentindo cada centímetro.

Eu estava louca. Sentada na poltrona em frente, sentia meu cuzinho contraindo sem parar, ficando molhadinho de tesão. Imaginava ele segurando aquela barba no meu pescoço enquanto me arromba, falando bem baixinho no meu ouvido:

— Então é isso que você é, Duda? Uma putinha escondida…

Queria tanto me ajoelhar entre aquelas pernas grossas, abaixar o short dele e tentar colocar aquela lata de pau na boca. Queria babar inteiro, engasgar, sentir as bolas pesadas batendo no meu queixo enquanto ele segura minha cabeça. Depois queria ele me virando, abrindo minha bunda e forçando aquela grossura toda pra dentro, me esticando, me fazendo gemer igual vadia.

Mas não rolou nada.

Ele só pegou o presente, agradeceu com aquele sorriso de paizão, me deu um abraço apertado (que me fez sentir o calor do corpo dele e quase gemer) e foi embora.

Fechei a porta, encostei nela e já desci a mão pra dentro da bermuda. Estava encharcada. Sentei no mesmo lugar onde ele sentou, ainda sentindo o cheiro dele no sofá, e me masturbei desesperada, imaginando aquela rola grossa me abrindo, me enchendo, me usando.

Gozou pensando nele me chamando de Duda enquanto soca tudo.

Ainda tô pingando. E o pior é que ele disse que volta semana que vem pra trazer aquele jogo que me emprestou…

Não sei se vou aguentar disfarçar da próxima vez.

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