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Colega de trabalho

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Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 432 palavras
Data: 27/07/2026 15:23:04

No mês passado, uma mulher nova entrou no meu setor. Assim que soube, imaginei que vários caras iriam para cima dela, como costuma acontecer com qualquer recém-chegada. No entanto, para a minha surpresa, não foi o que aconteceu — tudo porque ela está acima do peso. Para mim, porém, ela era perfeita: sempre fui fã de mulheres gordinhas, e ela ainda tinha seios e bumbum fartos. Achei uma maravilha.

Um dia, vi que ela estava almoçando sozinha no refeitório e pensei: é a minha chance. Fui até a mesa, perguntei se podia me sentar e ela aceitou com um sorriso. Começamos a conversar e, desde aquele dia, nos aproximamos muito, almoçando juntos praticamente todos os dias.

Na última sexta-feira, ela me chamou para fazer algo depois do expediente. Topei na hora e sugeri um barzinho para tomar uma cerveja e jogar conversa fora. O papo estava fluindo tão bem no bar que, do nada, ela me puxou e me deu um beijo. Tomei um susto, mas correspondi imediatamente — afinal, já estava desejando aquela mulher há tempos.

Depois de uns dez minutos de beijos intensos, perguntei se ela não queria ir para um lugar mais reservado. Ela olhou para mim e mandou a real: “Olha, eu quero muito dar para você, mas não estou depilada, então prefiro deixar para outro dia”. Aquilo me deu um tesão absurdo. Cheio de ousadia, peguei a mão dela, coloquei sobre o meu pau por cima da calça e disse: “Eu amo buceta peluda. Você falar isso só me deixou com mais vontade ainda”. Ela ficou vermelha de vergonha, mas aceitou a proposta e fomos direto para o motel.

Chegando lá, tirei a minha roupa e a dela sem perder tempo. Ao ver aquela buceta peluda e maravilhosa, deitei ela na cama e comecei a chupar. A cada lambida, ela dava um gemido alto. Chupei tanto até ver ela gozar na minha boca. Em seguida, ela se posicionou para me mamar — nunca vi alguém fazer um boquete com tanto prazer.

Coloquei ela de quatro e comecei a meter com força e pressão. Ela gemia alto, totalmente entregue, até que olhou para mim e pediu: “Come meu cu e enche de leite”. Sem pensar duas vezes, me abaixei, dei uma linguada no anal dela e fui entrando devagarinho. Comecei a meter no ritmo, sentindo meu saco batendo na bunda dela. Não demorou muito e gozei fundo no cu dela, tanto que a porra chegou a escorrer pelas pernas.

Passamos a noite toda transando. Nem sei de onde tirei tanta força e energia, mas a química entre a gente foi surreal.

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