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Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Grupal
Contém 985 palavras
Data: 27/07/2026 14:17:07

Vou contar um lance gostoso no hostel gay nudista em que me hospedo, vez em quando. Foi num sábado à tarde, estávamos na varanda, assim distribuídos: num confortável sofá, três pessoas – eu entre dois caras; mais um numa rede, outro fumando um baseado numa das espreguiçadeiras, ao lado da piscina, e mais dois dentro da piscina. Todos nós nus, naturalmente. Marcelo, o dono do estabelecimento havia saído para fazer umas compras.

Havíamos nos conhecido todos naquele dia. A conversa rolava aleatória e animada, sobre os assuntos mais díspares, de política a briga de galo. Não sei exatamente sobre o que falávamos, quando eu interrompi o rapaz ao meu lado, o Jairo, para tirar uma dúvida sobre o que ele contava, e, para isso, coloquei, despretensiosamente, minha mão na sua coxa. Ele respondeu minha pergunta, mas o relato dele estava tão interessante, que “esqueci” minha mão na sua coxa.

Quando o turno da fala passou para o cara da rede, e nos voltamos para ouvi-lo, comecei a mexer meus dedos, carinhando displicentemente a coxa de Jairo. Juro, no começo eu não tinha intenção nem tesão. Mas estava tão gostoso mexer na coxa dele – e ele também não esboçou qualquer resistência –, que eu continuei.

Num momento em que, discretamente dei uma olhada... a pica do cara estava se armando. Então senti sua mão fechando-se sobre a minha, puxando-a para cima, colocando-a sobre a rola. Quando toquei, estava já duraça. Continuei acariciando. E a conversa rolando, de boas. Os caras da piscina, apoiados na borda, também participavam do papo – acho que um estava roçando a pica na bunda do outro, se já não estivesse comendo o cu dele, sob a água.

De carícia, passei a punhetar o rapaz, bem devagar. Eu o ouvia gemer baixinho. A conversa foi naturalmente amainando, já que os interesses visuais estavam mais atrativos que os verbais. O outro cara ao meu lado, no sofá, o Agenor, acompanhava com os olhos minha broderagem, a pica dele também já crescendo. A rola de Jairo agora já palpitava e parecia me chamar, me atrair intensamente. Contorci levemente meu corpo e desci com a boca em cima daquele talo delicioso e passei a chupar devagar e sensualmente.

Agora a conversa já parara de tudo. Os da piscina já demonstravam abertamente que estavam se comendo, pelas ondas que faziam. O cara do meu lado acariciava seu próprio pau, também ereto. O da maconha continuava fumando, o pau a meio mastro.

Eu sentia meu cu piscar de desejo. Precisava fazer algo para ganhar um pau. E fiz. Com o propósito de melhor me posicionar no boquete, pus-me de quatro no sofá, a bunda pra cima se remexendo aos movimentos das chupadas que eu dava na rola de Jairo. Este gemia e acariciava minha nuca, minhas costas, chegava a minha bunda e bolinava o dedo no meu cu, depois retirava e continuava a viagem pelo meu corpo.

Eu imaginava (porque não podia ver) que o outro cara do sofá, o Agenor, agora com meu cu piscando praticamente na cara dele, a qualquer momento reagiria ativamente. Foi o que rolou: depois de uma das retiradas do dedo de Jairo do meu cu, senti outro dedo circulando meu anel, depois a língua e finalmente a rola. Eu abri mais minhas pernas, para ele se posicionar melhor e arreganhei meu cu. Em instantes, sua pica forçava a entrada e começou a se enfiar em mim. Eu gemia, com a pica de Jairo atolada toda na boca. O cara da rede se punhetava também. O da maconha tinha a rola em riste. Na piscina, um deles estava sentado na borda, olhos fixos em mim, enquanto o outro chupava avidamente sua rola.

Agenor, que me comia avidamente o cu, deveria estar muito ansioso, porque não se segurou por muito tempo. Senti quando ele retirou a rola, precipitadamente, e eu recebi a chuva de gala nas minhas costas, enquanto ele gemia grosso. Ao ver meu furico livre e aberto, Jairo falou baixinho, entre um gemido e outro, para eu sentar nele. Assim o fiz; larguei a pica dele, toda babada e pronta, apontada para cima, aprumei minha bunda e fui descendo naquela tora maravilhosa. Sentei inteiramente e passei a me requebrar, sentindo a rola de Jairo toda dentro de mim.

Eu estava tão envolvido naquela foda fantástica que não vi o dono do hostel chegar. Quando dei conta, Marcelo chupava gulosamente a rola do maconheiro, num boquete vigoroso, enquanto ele próprio se masturbava. O grito de gozo do cara da rede ecoou na varanda, enquanto seus jatos de porra cortavam o ar. O da maconha explodiu na boca de Marcelo, enquanto este gozava na sua punheta. Eu senti a rola de Jairo crescer no meu cu e se seguiu a esporrada por dentro de mim, seu sumo escapando pelas brechas e descendo pelas minhas coxas. Jairo tremia como um epiléptico, enquanto gozava.

Eu levantei de Jairo, destampando minha caverna, que vazou leite em abundância, e dei alguns passos trôpegos, enquanto várias picas descansavam meladas de gozo, em corpos ofegantes. O cara que estava sendo chupado na piscina fez sinal para mim e eu me aproximei dele, com a minha pica dura. Aproximei-me, levando minha rola aos seus lábios. Ele passou a me chupar, cadenciando com as chupadas que recebia do seu companheiro. Até que se contorceu e percebi que ele gozava alucinadamente, acelerando o boquete na minha rola, o que me fez não mais me segurar e me deixar levar pelo orgasmo, que veio intenso, na boca e no rosto do meu chupador.

Gemidos de satisfação, como se tivéssemos acabado um lauto almoço, cada um deixando seu corpo na posição que mais lhe era confortável. Alguns respiravam fortemente, ainda tomados pelos esforços da foda... Deitados pelo chão, na rede, no sofá, na espreguiçadeira, aqueles homens que, há menos de vinte e quatro horas, sequer sabiam que os outros existiam, estavam agora satisfeitos e felizes, amigos íntimos.

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