Na manhã seguinte lá estava ela, linda como sempre, de top e saia como eu tinha solicitado, trocamos um abraço protocolar e novamente me foi oferecida uma carona que aceitei de bom grado. Carol tinha se preparado, o cabelo estava feito, as unhas pintadas e estava super cheirosa, as coxas torneadas ficavam à mostra conforme a saia subia com os movimentos. Sua postura estava mais confiante como se aceitasse estar naquele carro indo direto pro abate. Curioso, levantei um pouco a saia para verificar o produto.
-Deixa eu ver como ela está, falei.
Obediente, não usava calcinha, a buceta raspadinha e sem nenhuma imperfeição e lábios fechados era bonita e apetitosa me deixando duro na hora.
-Que coisa linda, Carol!
-Obrigada!
-Não vejo a hora de provar essa delícia.
Ela apenas riu.
Paramos no mesmo local e dessa vez foi diferente, demos nosso primeiro beijo com muita paixão, nossas línguas se entrelaçavam de forma intensa.
-Mostra ele, disse pra mim.
Não havia mais dúvidas ou hesitação, apenas desejo e confiança. Carol estava pronta e ansiosa por tudo que viria a seguir.
Baixei as calças até os tornozelos e o bichão surgiu impávido e colosso causando mais uma vez a admiração de Carol que sem delongas botou na boca e começou a chupar. Fui as nuvens com seu boquete super molhado, a danada estava com fome pois mamava com vontade, a boca quente engolia tudo e sua língua percorria meu pau, do saco até a cabeça com a competência de alguém que sabe o que está fazendo. Fiquei apenas aproveitando Carol se dedicando de corpo e alma ao saborear meu cacete, tão formosa enchendo a boquinha com uma trolha cheia de veias que parecia ter vida própria, o contraste entre a delicadeza dela e a rudeza da cena quase me fizeram gozar.
-Vem aqui.
Começamos a nos beijar novamente enquanto acariciava sua bunda durinha abrindo ela a cada apertada e meu pau roçando em sua bucetinha que já estava melada e pronta pra ser fudida, o clima pegava fogo e eu queria desesperadamente meter .
-Senta! Falei.
Carol ergueu um pouco seu corpo e senti a cabeça encostar na entrada e sua xoxota descer e engolir meu pau. Ela soltou o gemido mais genuíno que ouvi na vida, algo contido em seu ser por muito tempo, quase como um desabafo e ficou ali engatada em mim por alguns segundos, de olhos fechados e respiração ofegante apenas curtindo meu pau pulsar dentro dela e começou a cavalgar bem gostoso e com habilidade. Minhas mãos seguravam sua cintura ajudando no movimento de sobe e desce ao mesmo que ela colocava os braços ao redor do meu pescoço e me beijava apaixonadamente.
A treapada estava alucinante e Carol gemia cada vez mais e sua buceta apertava meu pau com força num claro sinal de que chegaria no clímax em breve.
-Goza no meu pau, Carolzinha!
Com os olhos semicerrados e suspirando ela flexionou as pernas para frente e dobrou os joelhos ficando de cócoras e começou a quicar no meu cacete, e devo confessar que era uma sensação diferente pois nunca tinham quicado em mim, o prazer de saborear a bucetona suculenta da Carol nessa posição era uma delícia.
A cada quicada as reboladas e os gritos de excitação aumentavam, ela sentava com uma brutalidade nunca vista até aquele momento e enfim explodiu num orgasmo quase cósmico, gemendo sem parar de quicar, no que eu aproveitei e liberei toda minha porra dentro dela enchendo sua buceta. Ficamos imóveis nos recuperando da gozada e Carol respirava fundo com o corpo colado ao meu em uma sintonia tão grande que os pequenos espasmos que tinha percorriam meu corpo também e por um bom tempo trocamos carícias e beijos lentos e carinhosos, aquele momento era só nosso. Quando saiu de cima de mim parte do gozo escorreu pelas suas pernas e meu pau muito melado.
-Limpa seu pauzão com a boquinha.
Carol sorriu ao ouvir que meu pau era dela e ficou de quatro no banco curvando-se deixando o rabo escorrendo porra empinado, que seria uma visão incrível para quem estivesse do lado de fora do carro se o local não fosse deserto, e deu um trato com a boca devorando todo leite sem deixar nenhum vestigio.
-Como você é deliciosa, Carol.
-Obrigada!
-Quero você pra mim! Brinquei.
Ela deu risada e pegou uma bolsa no banco de trás de onde tirou um short de academia.
-Vai trocar de roupa? Perguntei.
-Você me encheu! E como não estou de calcinha vai vazar tudo aqui embaixo.
Dessa vez fui eu que sorri triunfante enquanto ela se vestia.
-Pronto, assim consigo chegar em casa e tomar um banho, temho um monte de coisa pra fazer na rua, completou Carol.
-E se eu pedir para você fazer as coisas que precisa assim, toda gozadinha?
-Tá falando sério?
Sua risada gostosa ecoava pelo veículo que cheirava a sexo e seu olhar era de surpresa.
-Com certeza! Você é toda fechadinha, não vai escorrer nada. Além disso, esse tecido é bem resistente também.
-Tá bom, acho que dá pra ir assim mesmo.
-Não faz ideia do quanto é excitante saber que você vai andar por aí com meu leite dentro de você.
Carol me fitou com cara de sapeca e nos beijamos mais algumas vezes e fui para o trabalho enquanto ela ia passar a manhã toda na rua recheada com a minha porra.
Depois desse dia passamos a nos encontrar duas vezes na semana, dependo das oportunidades até mais, e deixamos de usar o carro e passamos a frequentar motéis e o sexo rolava solto e ficava mais intenso conforme o tempo seguia. Carol ficou mais desinibida e mostrou-se uma safada insaciável que trepa muito, cada foda nossa era algo absurdo de esgotar a energia de ambos. Ver seu corpo perfeitamente esculpido totalmente nu e disponível para poder comê-la do jeito que eu quiser era a melhor das experiências e explorei cada parte aproveitando ao máximo, inclusive seu cuzinho foi uma conquista memorável pois tive a honra de ser o primeiro a comer porque o marido dela não curtia anal, e foi delicioso pegar ela de quatro e sentir meu pau invadindo e cravando território no anelzinho de carne enquanto ela gritava de dor e prazer e eu estourava as pregas a deixando arregaçada despejando minha porra toda dentro do seu cu apertadinho em uma gozada monstra.
Passamos a fazer algumas loucuras controladas, como por exemplo, usarmos nossas residências para nos encontrarmos, eu comia a Carol em todos os cômodos da sua casa e fizemos o mesmo na minha. Não falávamos sobre nossos parceiros na transa mas dava um tesão a mais saber que a cama que ela dividia com Pablo era a mesma que eu a pegava de quatro puxando seus cabelos loiros como se fossem rédeas estapeando seu rabo e socando o pau até encher sua buceta de porra quente, e acredito que com ela acontecia o mesmo, já que na cama que eu dividia com minha esposa Carol rebolava mais e ficava mais faminta gemendo loucamente. E não só no sexo, ela adorava desfilar nua pela casa e usar a cozinha para preparar alguma comida, como se me servir além da foda lhe desse mais prazer e mostrasse que ela era mais poderosa que minha mulher.
Conforme nossa cumplicidade crescia desenvolvemos brincadeiras entre nós com o intuito de provocar um ao outro e apimentar o que já era apimentado. Eu adorava encher sua buceta e vê-la ficar o dia inteiro gozada, inclusive em casa com o marido e dormir com meu leite dentro de si. Houve ocasiões que ela foi para festas de família com a pepeca recheada me deixando doido de saber que ela estava interagindo e se divertindo com os familiares dela e de seu marido enquanto meu leite fermentava em seu ventre. Por sua vez, Carol adorava me dar sabendo que no mesmo dia eu comeria minha esposa, já que temos datas meio que programadas pra transar, e com isso ela parecia ficar no cio fodendo gostoso e por exigência tinha que ficar com a rola sem lavar, pois segundo ela, minha esposa teria que usar a peça usada, então Patrícia entrava na rola e o néctar das duas se misturavam e teve vez dela sentir meu pau com um gosto diferente durante o boquete e quando relatava essas coisas Carol se molhava de tesão.
Juntos a alguns meses nossa rotina seguia firme e tínhamos estabelecido uma relação de casal, certa vez disse que Patrícia era minha esposa e que ela, Carol, era minha mulher e seu sorriso angelical brotou em seu rosto de olhos marejados e da mesma forma me consagrou como seu homem. Porém, confiança demais dá brecha para falhas e cometemos um erro dos mais juvenis. Era final de tarde, não tínhamos nos encontrado neste dia e o telefone começou a tocar, algo incomum, já que esse celular era pré pago e foi comprado exclusivamente para conversar com Carol e nossa dinâmica consistia em usar em horários específicos com frases objetivas e logo depois apagadas de forma bem cuidadosa. Olhei o visor e era o número dela, eu tinha decorado, atendi e sua voz veio acompanhada de um choro desesperado e as palavras chegavam soltas.
-O Pablo...vídeo.
Um frio percorreu minha espinha porque sabia do que se tratava. Em nossa última transa eu estava metendo nela de quatro e fiquei admirando sua bunda perfeita rebolando e recebendo meu pau até o talo e disse a frase que nos traria até esse momento fatídico.
-Você não faz ideia da visão maravilhosa que tenho quando pego você desse jeito, sua raba fica linda assim.
-Então deixa eu ver! Respondeu.
Por fim peguei o celular e gravei comendo ela por trás e a safada remexia gostoso e acabei socando bem forte ejaculando em sua buceta com direito a filmagem do meu gozo escorrendo de dentro. A foda terminou tão boa que esqueci de mostrar o vídeo e no dia seguinte ela cobrou e acabei enviando depois mas ao que parece o marido dela chegou mais cedo e vou a filmagem. A sorte é que só aparecia meu pau entrando e saindo e a Carol de quatro sendo sapecada e eu pensei rápido.
-Calma! Faz o seguinte, nega até a morte que é você no vídeo e segue minhas instruções.
Eu orientei Carol a dizer que não sabia do que se tratava a filmagem e que deveria ser montagem e o fato do vídeo ter sido enviado por um celular de número desconhecido alimentava essa possibilidade. Depois ela comentaria com seu marido que eu trabalhava com inteligência artificial, o que é verdade, e poderia ajudar a esclarecer a situação. É óbvio que essa etapa do plano não foi tão simples assim, Carol ficou super mal chorando pelos cantos e Pablo ficou transtornado saindo de casa e retornando somente alguns dias depois, e mais calmo entrou em contato e pediu para eu ir na casa deles pois tinha um assunto para tratar comigo.
Deu uma dor no peito encontrar os dois e ver Carol naquele estado, cabisbaixa com olheiras e sem o sorriso encantador que me fascinava, e ao me ver seus olhos encheram de água e sua expressão aflita me chamava e eu só queria envolvê-la em meus braços e dar a segurança que ela precisava naquele momento. Pablo me contou o que eu já sabia, com um olhar vazio e amargurado mas que no fundo tinha esperanças daquilo tudo ser uma brincadeira de mal gosto de algum filho da puta querendo tirar vantagem.
Expliquei que existiam grupos que achavam imagens de pessoas aleatórias na Internet e faziam vídeos eróticos com uso de programas especializados e ferramentas avançadas de inteligência artificial para fazer chantagem e receberem dinheiro das vítimas e parecia ser o caso deles e como não tinham respondido aos criminosos eles geralmente não prosseguem com o golpe e nem divulgam o vídeo já que não compensa para eles. Tratei de tranquilizar o casal mas disse que poderia analisar o vídeo se fosse da vontade deles e Pablo mesmo frustrado pegou o celular e colocou o vídeo para rodar.
A cena seria cômica se não fosse trágica, Pablo segurando o telefone e nós três juntos assistindo eu arrebentando a mulher dele de quatro, o pau penetrando ela pos trás com força e cuspindo porra quente que jorrava da buceta, tudo sob o olhar atento de Pablo que nem em seus piores pesadelos imaginaria que aquele cacete que invadia sua amada Carol era justamente do cara para quem ele estava pedindo ajuda. Solicitei que ele me passasse o vídeo, para analisar com as ferramentas adequadas e assegurei que todo o ocorrido seria sigiloso e aconselhei a não tocarem nesse assunto com ninguém já que no fim das contas não seria nada demais. Todos concordaram e Pablo foi para a sala atender um telefonema dando oportunidade para falar com Carol.
-Você tá bem?
-Isso vai dar certo mesmo?
-Vai sim, Carol. Confia em mim. Não se preocupa.
Dias depois retornei ao lar do casal, oficialmente era a segunda vez, mas a verdade é que conhecia cada canto daquele lugar onde memórias surgiam vivas, como a mesa em que aguardava meu notebook ligar, que num passado não muito distante eu fodia a Carol, ou no sofá trepando gostoso dando meu leite quente na boca dela que e bebia tudo. A tensão tomava conta do ambiente e Pablo parecia uma pilha de nervos e Carol estava travada de tanta apreensão e sem delongas comecei a falar sobre minha análise do vídeo. Fiquei a noite em claro trabalhando feito um condenando e o resultado ficou excelente, para não entrar em termos técnicos já que esse não é o foco aqui, eu basicamente peguei atores de filme pornô e joguei em cima do nosso vídeo depois coloquei o vídeo por cima sobrepondo camadas e depois de uma explicação esdrúxula simplesmente tirei a camada que tinha colocado e em nosso lugar ficou os atores, provando para o Pablo que ninguém estava comendo sua mulher. Ele apenas suspirou a agradeceu muito que o casamento dele não iria acabar e quando Carol me abraçou em agradecimento e nossos corpos se tocaram seu corpo enfim relaxou e ela chorou copiosamente e Pablo prontamente veio em seu amparo e no momento em que Carol me olhou com ternura nos braços do seu marido eu entendi que a história que construímos tinha se encerrado ali.
Obviamente tivemos uma conversa amigável para não deixar em aberto algo tão importante assim e seguimos nossas vidas. Ainda nos encontrávamos esporadicamente em festas e algumas ocasiões em que a turma de pais da escola se reuniam e sempre que nossos olhares se cruzavam havia uma cumplicidade de uma paixão que um dia foi avassaladora e que aconteceu por um caso do acaso.