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VIAGEM EM FAMILIA PT 2

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Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 3112 palavras
Data: 27/07/2026 12:19:19

César desceu do volante, seus pés pesados batendo na terra vermelha. Ele deu a volta pela frente da caminhonete, seus olhos escuros fixos na janela do lado do passageiro, onde minha mãe ainda estava sentada em meu colo, meu pau mole agora escorrendo dentro dela. Roberto desceu do lado direito, a arma na cintura, e veio até a porta traseira do lado do motorista.

— Hora de sair, putas — Roberto disse, sua voz grossa ecoando estranhamente no silêncio do canavial.

Ele abriu a porta de um puxão violento. O sol forte do meio-dia entrou em rajada, iluminando o interior da cabine onde nós estávamos nus, suados, marcados pelo sexo. O calor do interior era insuportável, cheirando a couro, a fluidos sexuais e a medo.

— Fora! — César gritou do outro lado, abrindo a porta onde minha mãe estava.

Roberto enfiou a mão grossa e agarrou Sabrina pelo braço, puxando-a para fora. Ela gritou, tentando cobrir os seios com as mãos, mas ele era forte demais. Ela caiu na terra vermelha, levantando poeira, seus joelhos arranhando no chão áspero. O vestido estava no chão da caminhonete, então ela estava completamente nua, sua pele pálida contrastando violentamente com a terra escura.

— Não! Por favor! — ela chorou, tentando se afastar engatinhando.

Roberto deu dois passos e agarrou-a pelo cabelo loiro, puxando-a para cima. — Fica quieta, loirinha. Ou você vai se machucar mais.

Do outro lado, César puxava minha mãe. Angela tentou resistir, seus seios grandes balançando quando ela se agarrou no apoio da porta, mas César bateu em suas mãos com força, fazendo-a soltar um grito de dor. Ele a arrastou para fora, e ela caiu na terra, o colar de pérolas ainda no pescoço, a única peça de roupa que restava em seu corpo nu.

— Levanta, coroa — César disse, com aquele sotaque mineiro arrastado e ameaçador. — Hora de você sentir um pau experiente.

Eu fiquei paralisado no banco de trás, ainda nu, a calça e a cueca enroladas nos tornozelos. Minha mãe e minha irmã estavam sendo arrastadas para fora, expostas à luz cruel do sol, e eu não conseguia me mover. O medo e a excitação travavam meus músculos.

Roberto jogou Sabrina contra a porta traseira da caminhonete, do lado do motorista. O metal fez um som alto quando suas costas nuas bateram contra a lataria. Ele se posicionou na frente dela, bloqueando minha visão parcialmente, mas eu vi quando ele abaixou as calças largas. Seu pau saltou para fora — escuro, grosso, com veias saltadas, cerca de vinte e um centímetros de comprimento, e tão grosso quanto o meu.

— Olha isso, loirinha — Roberto disse, agarrando a base. — Você vai sentir tudo isso agora.

Ele levantou Sabrina pelas coxas, abrindo suas pernas, e a encostou no vidro da janela. Seus seios firmes foram amassados contra o vidro, achatados, os mamilos rosados esmagados contra o frio do vidro temperado. Ela gritou, batendo no vidro com as mãos, mas ele já estava posicionando-se.

— Ahh! Não! Por favor, é muito grande! — ela gritou quando ele penetrou.

A penetração foi brutal. Ele entrou de uma vez só, fundo, e Sabrina soltou um grito agudo que foi abafado pelo canavial ao redor. O carro inteiro balançou com o impacto. Roberto começou a estocar com força, cada golpe fazendo o metal ranger e os vidros vibrarem. Os seios de Sabrina esfregavam contra o vidro, sua cara pressionada contra a janela, o rosto contorcido em dor e humilhação.

— Tá gostoso, loirinha? — Roberto ria, agarrando seus quadris com força suficiente para deixar marcas vermelhas. — Tá sentindo o pau do negão?

Do outro lado, César tinha jogado minha mãe contra a porta do lado do passageiro. Ele era mais magro, mas atlético, e seu pau — que ele liberou das calças largas — era longo, talvez vinte centímetros ou menos, curvado para cima, com a cabeça roxa e brilhante.

— Vira de costas, coroa — ele ordenou, virando Angela com brutalidade.

Ele a empurrou contra o vidro, seus seios grandes sendo esmagados contra o frio, exatamente como os de Sabrina. Mas César era mais cruel. Ele não penetrou vaginalmente de imediato. Em vez disso, ele cuspiu na mão, esfregou em seu pau, e posicionou-se atrás dela.

— Não! Por favor, não ali! — minha mãe gritou quando sentiu a pressão em sua bunda.

— Cala a boca — César disse, e empurrou.

Ele penetrou sua vagina primeiro, com um golpe seco que fez Angela gritar. Ele estocou algumas vezes, fazendo seus seios balançarem contra o vidro, e então, sem aviso, retirou-se e forçou a entrada em sua bunda.

— AHHHH! MEU DEUS! — minha mãe gritou, um som de dor pura que ecoou pelo canavial.

César riu, um som rouco e sádico. — Apertada, hein, coroa? Relaxa que vai entrar tudo.

Ele forçou mais, empurrando seus quadris contra as nádegas macias de minha mãe, até que seu pau desapareceu completamente dentro dela. Angela estava gritando, as mãos apoiadas no vidro, os seios esmagados, o rosto contorcido em uma máscara de dor. O carro tremia com a violência das estocadas.

Eu estava vendo tudo pelo para-brisa traseiro e pelas janelas laterais. Minha mãe e minha irmã, nuas, sendo violentadas contra a nossa caminhonete, seus corpos brancos contrastando com a pele negra dos agressores. Eu deveria ter sentido apenas terror, mas meu pau começou a endurecer novamente, apesar das duas ejaculações recentes.

— Troca! — Roberto gritou de repente, saindo de Sabrina com um som úmido de sucção.

Ele deu a volta pelo carro, seu pau vermelho e brilhante, pingando fluidos. César saiu de minha mãe — ela gemeu quando ele retirou o pau de sua bunda — e os dois se encontraram na frente da F250, rindo e trocando comentários em um dialeto mineiro que eu não entendia completamente, mas que soava como "cêis viu o tamanho daquela bunda, cumpadi?"

— Agora é minha vez na loirinha — César disse, indo para onde Sabrina estava caída contra a porta, ofegante, as pernas trêmulas.

Ele a virou, jogando-a de costas contra a lataria, e penetrou-a vaginalmente sem cerimônia. Sabrina gritou novamente, seus olhos azuis arregalados, enquanto César — mais ágil e sádico — estocava com uma velocidade brutal, seus quadris batendo contra ela em uma cadência violenta.

Roberto foi para minha mãe. Ele a pegou pelos cabelos castanhos e a arrastou para a frente do carro, jogando-a de bruços no capô quente da F250. O metal fez um som surdo quando seu corpo pesado caiu sobre ele.

— Vamos ver esses peitões balançarem de verdade, coroa — Roberto disse, subindo atrás dela.

Ele penetrou-a vaginalmente, profundamente, e começou a foder com uma força que fazia o carro inteiro balançar sobre as molas. Angela estava deitada de bruços no capô, os seios grandes pendendo para os lados, balançando descontroladamente com cada estocada. Ela gemia, um som abafado pelo metal, enquanto Roberto a possuía, suas mãos grandes agarrando suas nádegas.

— Agora vocês chupam — César ordenou, saindo de Sabrina e puxando-a pelo braço.

Ele a arrastou para a frente do carro, onde Roberto ainda estava em minha mãe. Os dois homens se posicionaram lado a lado, encostados na grade da F250, e ordenaram que as mulheres se ajoelhassem na terra vermelha.

— Chupa, suas putas — Roberto ordenou. — Alternem. Quero ver língua.

Sabrina e Angela foram forçadas a se ajoelhar na terra, entre as pernas abertas dos dois homens. Elas olharam para os paus — enormes, escuros, pingando dos fluidos delas mesmas — e hesitaram.

— Agora! — César gritou, dando um tapa na cara de minha mãe.

Angela abriu a boca primeiro, tomando o pau de César em sua boca. Sabrina, chorando, fez o mesmo com Roberto. Elas chupavam alternadamente, trocando de homem quando ordenadas, seus rostos sujos de terra vermelha e lágrimas, os cabelos bagunçados, enquanto o sol escaldante do interior de Minas batia sobre o cenário de degradação no meio do canavial.

— Isso, isso — Roberto gemia, segurando a cabeça de Sabrina. — Chupa bem, loirinha. Limpa tudo.

Eu estava saindo do carro, trêmulo, ainda nu, meu pau ereto apontando para cima enquanto eu via minha mãe e minha irmã sendo usadas daquela forma. O cheiro de sexo, suor e terra molhada impregnava o ar. O canavial abafava todos os sons, tornando tudo íntimo e claustrofóbico, como se o mundo inteiro tivesse encolhido para aquela trilha de terra onde nossa família estava sendo destruída.

César agarrou minha mãe pelo cabelo e a puxou de joelhos, trocando-a com Sabrina novamente. — Agora você chupa o meu, coroa. E você, loirinha, volta pro Roberto.

Elas obedeceram, submissas, suas bocas se movendo nos paus grossos. Eu podia ouvir o som úmido das chupadas, misturado aos gemidos dos homens e aos soluços abafados das mulheres.

— Agora vamos para o capô — César disse, puxando minha mãe pelos cabelos. — Quero ver essa coroa de costas no carro.

Eles as arrastaram para cima do capô quente da F250, preparando-se para a segunda rodada de violência, enquanto eu ficava parado na terra vermelha, impotente, excitado e envergonhado, assistindo ao espetáculo de minha mãe e irmã sendo possuídas no meio daquele oceano de cana-de-açúcar.

— De costas, coroa — Roberto ordenou, agarrando Angela pelos tornozelos.

Ele a virou de costas no capô, puxando-a para a beirada, e ergueu suas pernas longas acima da cabeça dela, dobrando-a ao meio como uma tesoura humana. Angela gemeu, desconfortável, seus seios grandes caídos para os lados, escorregando sobre o metal suado. Roberto posicionou-se entre suas coxas abertas, seu pau escuro e grosso pulsando contra a entrada dela.

— Agora você vai sentir tudo — ele gemeu, e penetrou com força.

Foi profundo. Angela soltou um grito que pareceu rasgar a garganta, seus olhos azuis arregalados, o colar de pérolas ainda no pescoço balançando com o impacto. Roberto começou a estocar com uma violência mecânica, cada golpe fazendo o carro balançar sobre as molas, os seios de Angela balançando descontroladamente para os lados — esquerda, direita, batendo um contra o outro, as aréolas escuras visíveis e os mamilos grossos eretos apesar da dor.

Do lado, César tinha posicionado Sabrina de costas também, mas de forma diferente. Ele a puxou para a beirada do capô, deixando suas pernas pálidas penduradas para fora, e segurou seus ombros contra o metal frio com uma mão enquanto com a outra guiava seu pau curvado para cima.

— Segura firme, loirinha — César sussurrou, com aquele sotaque mineiro arrastado e ameaçador.

Ele penetrou-a de uma só vez, e Sabrina gritou, sua cabeça jogada para trás, o cabelo loiro espalhado sobre o capô como um leque dourado. César estocava com uma velocidade brutal, seus quadris batendo contra as coxas dela, fazendo a carne pálida tremer a cada impacto. Os seios firmes de Sabrina balançavam rapidamente, para cima e para baixo, os mamilos rosados apontando para o céu.

— Ei, garoto! — Roberto gritou para mim, sem parar de foder minha mãe. — Vem cá! Sua vez de participar dessa festa!

Eu estava parado na terra vermelha, ainda nu, meu pau ereto apontando para cima, vermelho e pulsando. Eu hesitei, mas César levantou a cabeça e apontou a arma que estava no capô para mim.

— Vem logo, porra! — ele gritou. — Ou eu atiro nessa sua perna e você fica manco!

Eu me aproximei, trêmulo, o calor do sol queimando minha pele. O cheiro era insuportável ali — suor masculino, fluidos sexuais, o metal quente da caminhonete, e o perfume residual de minha mãe misturado com o odor animal do sexo.

— Sobe aqui — Roberto ordenou, indicando o espaço entre as duas mulheres no capô. — Vira de costas pra nós, deixa o pau pra elas.

Eu obedeci, subindo no capô quente, deitando-me entre minha mãe e minha irmã, de costas para o céu azul claro, olhando para os dois homens negros que dominavam nossas vidas naquele momento. Minha cabeça ficou perto da virilha de Sabrina, meus pés perto da de Angela.

— Agora vocês duas — Roberto disse, sem tirar o pau da minha mãe, — se ajeita ai e chupem esse garoto enquanto a gente fode vocês. Alternem. Quero ver boca no pau dele o tempo todo.

Angela e Sabrina, já ofegantes, obedeceram. Sabrina se inclinou para o lado, pegando meu pau com a mão direita, e colocou a boca na cabeça. Ela chupou com desespero, a língua girando, enquanto César continuava a penetrá-la violentamente por trás, fazendo seu corpo todo se mover. A vibração das estocadas dele passava para minu através da boca dela.

— Isso, loirinha, chupa bem — César incentivava, agarrando seus cabelos por trás. — Chupa seu irmão enquanto eu como essa sua boceta apertada.

Depois de alguns minutos, Roberto ordenou a troca. — Agora a coroa. Vai, Angela, chupa seu filho.

Minha mãe se virou, com dificuldade, pois Roberto não saía de dentro dela, apenas inclinou seu corpo para o lado. Ela abaixou a cabeça e pegou meu pau, que estava coberto de saliva de Sabrina. Quando ela colocou na boca, eu senti a diferença — Angela chupava com mais experiência, mais profundidade, levando mais da metade do meu comprimento, engasgando-se, mas continuando. O calor da boca dela, misturado à sensação de Roberto estocando-a por trás, fazendo seu corpo todo tremer, era surreal.

Eles estabeleceram um ritmo brutal. Quando César estocava Sabrina profundamente, ela era empurrada para a frente, engasgando-se no meu pau. Quando Roberto puxava Angela para trás, ela sugava meu pau com mais força. Eu estava sendo chupado por minha mãe e minha irmã alternadamente, enquanto dois homens as violentavam no mesmo ritmo.

— Toca nos peitos da outra! — Roberto ordenou de repente. — César, pega os peitões da coroa enquanto eu fodo ela.

César estendeu a mão esquerda, agarrando um dos seios grandes de Angela que balançavam ao lado, e apertou com força. Roberto fez o mesmo, estendendo o braço para agarrar um dos seios firmes de Sabrina.

— Olha isso, cumpadi — Roberto riu, falando no dialeto mineiro. — Tô comendo a coroa e apertando os peitinhos da filha. Que delícia, sô!

— É bom demais, cumpadi — César respondeu, ofegante. — A loirinha é apertada que só. Vai gozar, loirinha? Vai gozar no pau do negão?

Sabrina estava gemendo ao redor do meu pau, sua boca vibrando. De repente, ela soltou meu pau e gritou:

— Ahh! Meu Deus! Estou gozando! Não! Para! Ahh!

Seu corpo inteiro se contraiu em espasmos violentos. Eu vi sua vagina pulsando ao redor do pau de César, a carne pálida se apertando em contrações rítmicas. Fluidos claros escorreram pelo capô, pingando na minha perna. Ela tentava disfarçar, virando o rosto, mordendo o próprio braço para não gritar, mas o orgasmo forçado era evidente — seu corpo trêmulo, as pernas trêmulas, os olhos revirando.

— Hahaha! Gozou sim, a putinha! — César riu, batendo em suas nádegas. — Gozou no pau do preto, sua puta loira!

— Agora a coroa — Roberto disse, acelerando as estocadas em Angela. — Vai, coroa, goza pra mim. Goza no pau do seu filho na boca e no meu pau na buceta.

Angela estava sendo penetrada profundamente, seu corpo dobrado ao meio, os seios balançando descontroladamente. Ela tentou continuar chupando-me, mas os gemidos tomaram conta. De repente, ela arqueou as costas, soltou meu pau, e gritou:

— Não! Não! Ahh! Meu Deus!

Seu orgasmo foi violento. Ela se contorceu no capô, seus quadris balançando, a vagina apertando o pau de Roberto em espasmos que pareciam dolorosos. Fluidos escorreram abundantemente, misturando-se ao suor que cobria seu corpo. Ela tentou esconder o rosto no ombro, envergonhada, mas Roberto puxou seu cabelo, obrigando-a a olhar para cima.

— Gozou, hein, coroa? Gozou feio — ele zombou. — Agora vocês duas vão tomar o nosso leite. Abaixa aí, de joelhos na terra.

Eles saíram das mulheres — os paus escuros, brilhantes, pingando dos fluidos delas — e puxaram Angela e Sabrina para o chão. As duas caíram na terra vermelha, ofegantes, suadas, os cabelos bagunçados, o corpo marcado por mãos grandes e fortes, vermelhões nos seios e nas coxas.

— Abre a boca — César ordenou, segurando a cabeça de Angela. — Vai tomar tudo, coroa. Engole direitinho.

— Você também, loirinha — Roberto disse, posicionando-se na frente de Sabrina. — Abre essa boquinha rosada.

As duas abriram a boca, submissas, derrotadas. César começou a se masturbar freneticamente na frente do rosto de minha mãe, seus dedos escuros envolvendo seu pau curvado. Roberto fez o mesmo com Sabrina, agarrando seu cabelo loiro com a mão esquerda para mantê-la no lugar.

— Vou gozar, cumpadi — César avisou, ofegante.

— Eu também, vamos juntos da leitinho pra elas — Roberto respondeu.

Eles gozaram quase simultaneamente. César soltou um rugidoo profundo e jorros grossos de esperma escuro começaram a atingir o rosto de Angela. Ele mirava diretamente em sua boca aberta, enchendo-a de porra quente, branca e espessa. Angela engasgou, tentando engolir, mas havia muito. O esperma escorreu pelo queixo, pingou no colar de pérolas, sujou seu rosto.

Roberto gozou na boca de Sabrina, empurrando a cabeça dela para frente para que ela engolisse. Ela engasgou visivelmente, os olhos azuis marejados, enquanto jorros quentes enchiam sua boca. O esperma escorreu pelos lábios rosados, pingou nos seios firmes, misturando-se à terra vermelha em seu corpo nua.

— Engole tudo, suas putas — César ordenou, batendo no rosto de minha mãe com o pau mole. — Limpa bem.

Angela e Sabrina engoliram, engasgando-se, o rosto contorcido em nojo e exaustão. Elas estavam cobertas de suor, terra, esperma — vasando porra tanto dos bandidos quanto minha (que ainda escorria de suas vaginas), marcadas por mãos fortes, os seios vermelhos, as coxas com arranhões.

— Agora sobe todo mundo na caminhonete — Roberto ordenou, guardando o pau nas calças. — César, amarra aquele corno no banco da frente bem amarrado.

César foi até o lado do motorista, onde meu pai Carlos ainda estava caído, semi-inconsciente. Ele o amarrou com um pedaço de corda que encontrou no porta-malas, amarrando seus pulsos e tornozelos, deixando-o no banco do passageiro, ainda desorientado, com um galo na cabeça onde fora atingido.

— Sobe, sobe — Roberto nos empurrava. — Vocês três, lá no banco de trás. Nu. Quero ver vocês descansando.

Nós subimos — minha mãe tropeçando, minha irmã segurando o estômago, eu ainda ereto e confuso. O banco de trás estava sujo de fluidos, quente. Nós nos sentamos lá, nus, suados, o cheiro de sexo impregnado no couro.

César ligou o motor. A F250 rugiu de novo, ecoando pelo canavial.

— Agora a gente vai pra um lugar bem isolado — Roberto disse, sorrindo para nós pelo retrovisor, ainda com o pau meio duro para fora da calça. — Um sítio que a gente conhece. Lá ninguém vai ouvir vocês gritar, nem que gritem até perder a voz. Vai ser três dias de festa, cumpadi — ele disse para César, rindo.

— Três dias de putaria — César concordou, engrenando a caminhonete e avançando pela trilha de terra, mais fundo no canavial, onde a escuridão das folhas altas começava a fechar o cenário ao redor de nós.

A luz do sol foi diminuindo à medida que entrávamos mais fundo na plantação, e a escuridão verde-amarelada do canavial nos engoliu, enquanto minha mãe e minha irmã se encolhiam em meus braços, suadas, marcadas, vasando porra, indo para um destino desconhecido.

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