Aviso: Este é o vigésimo capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 19: A Mendiga Imunda!
O Salão de Festas da Alexa Corp brilhava sob grandes lustres caros, o ar carregado de perfume, champanhe gelado e um leve cheiro de suor rico misturado a excitação.
O Baile Beneficente anual acontecia com a desculpa de arrecadar fundos para o Orfanato Feminino de Noctham, mas todos sabiam a verdade: o dinheiro ia quase todo para os bolsos de Alexa e seus projetos obscuros — agora, mais do que nunca, para financiar novas armas contra Putty.
Políticos barrigudos riam alto demais, velhos bilionários babavam em taças de cristal, esposas esnobes trocavam olhares venenosos enquanto enchiam a cara com bebidas exóticas.
Alexa circulava entre as dondocas, com sorriso plástico perfeito estampado no rosto, agradecendo doações com voz melosa:
— Querida, sua contribuição vai mudar vidas... — sussurrava ela, tocando o braço de uma senhora com colar de diamantes no pescoço.
Iza seguia um passo atrás, como uma sombra silenciosa, seus olhos verdes fixos na mestra, pronta para qualquer ordem.
Peggy corria de um lado para o outro, com sua voz esganiçada e anasalada característica esticando as vogais:
— Senhora Alexaaah! Os canapés de caviar estão acabandooo... e o champanhe da safra 98 tá quase no fiiimmm! O que eu façooo?
Alexa acenava sem olhar:
— Resolve, Peggy. Eu te pago muito bem para isso. E sorria mais, querida... parece que você engoliu um limão.
No canto mais escuro, atrás de uma coluna, Bertha estava meio escondida.
Alexa a avisara antes do evento começar:
— Fica longe de todo mundo, sua porca asquerosa. Não quero ninguém vomitando porque te viu toda ensebada.
Bertha obedecia, mas não resistia... já estava com uma mão dentro da buceta pelancuda e gosmenta, a outra apertando o peito flácido, fazendo leite e gozo pingarem no chão enquanto se masturbava devagar.
— Ahhh... isso estarr muito gostosa... — murmurava ela baixinho, com o dedo girando dentro da buceta que fazia sons molhados a cada movimento.
— Esses ricaças serr muito gostosa... que tesão...
Do lado de fora, grudada na janela como uma aranha tarada, Putty observava tudo. Nua, com a buceta pingando e a mão já enfiada fundo no cu, socando devagar e revirando com os dedos a merda pastosa no interior do próprio corpo, enquanto via a elite se embebedar.
— Caralho! Olha só quanto rico filho da puta num só lugar...
De repente, Iza a viu. Ela arregalou os olhos, aproximou-se discretamente de Alexa e sussurrou no ouvido dela:
— Mestra... a alienígena. Na janela. Está nos observando.
Alexa sorriu discretamente, como se já esperasse por isso. Subiu no palco central, e pediu um momento de silêncio no microfone. A música parou de repente.
— Senhoras e senhores... obrigada pelas generosas doações. Mas agora, a verdadeira surpresa da noite.
Ela bateu palmas duas vezes. As luzes mudaram para um tom de rosa forte. De portas laterais saíram dezenas de mulheres nuas, com corpos esculturais, dançando ao som de uma batida lenta e obscena. Algumas subiram nas mesas, arreganharam as pernas, oferecendo bucetas molhadas e cus piscando para os convidados mais próximos.
— Vamos... provem o que o dinheiro de vocês pode comprar — disse Alexa ao microfone, com a voz sedutora.
O salão explodiu em gemidos. Um político barrigudo meteu a piroca na boca de uma dançarina loira, gemendo:
— Isso... chupa meu pau, sua puta de luxo! Engole ele inteiro!
Com o piru mole e muxibinha do gordo na boca, ela pensava:
— Engolir isso inteiro? Como se essa minhoquinha ridícula fosse grandes coisas...
Uma madame de vestido dourado caiu de boca nos peitos de outra dançarina, sugando seus mamilos com um barulho alto:
— Mmm... que tetas gostosas... me dá mais... lambe minha buceta enquanto eu mamo você!
Ricos chupavam cus, dondocas se masturbavam com taças de champanhe na mão, as risadas e gemidos se misturavam.
Putty, na janela, socava o cu com mais força, gemendo baixo e espirrando merda contra o vidro:
— Porra... que putaria linda... tenho que admitir que aquela careca filha da puta sabe se divertir...
Scarlett, uma ruiva voluptuosa, aproximou-se de Alexa, rebolando devagar, com os peitões quase saltando do decote vermelho enorme. Com uma voz sussurrada, rouca e sexy, quase um ronronar, ela disse:
— Querida... sua festa está divina. Mas eu e LaCroix não nos contentamos com prostitutas comuns. Queremos o prato principal... você.
LaCroix estava ao seu lado, a pele branca quase albina brilhando sob a luz rosada, longos cabelos negros escorrendo pelo corpo e cobrindo metade do rosto maquiado de preto. Com uma voz baixa, ela ameaçou:
— Deixe-nos provar a anfitriã. Ou prefere que nossas doações diminuam este ano?
Iza avançou furiosa, mas Alexa segurou seu braço com firmeza.
— Calma, Iza. Elas são generosas. Deixe-as brincar. É só uma noite.
Scarlett sorriu, agarrou o rosto de Alexa e enfiou a língua na boca dela em um beijo molhado e babado. Suas línguas se enroscavam com barulho alto. As mãos da ruiva agarraram um peito e a bunda da careca com força, apertando.
— Mmm... você tem gosto de poder, Alexa... — sussurrou Scarlett entre beijos.
— Deixa eu sentir esses peitos enquanto você geme pra minha língua... ahhh... que delícia...
Alexa gemeu no beijo, sua língua respondendo com fome.
LaCroix virou-se para Iza, agarrou-a pelo queixo e lambeu o rosto inteiro dela , devagar, como se fosse açúcar.
— Sua mestra me autorizou... então abra essa boquinha linda.
Iza olhou para Alexa, que fez um sinal positivo:
— Entre no jogo.
Iza relaxou, deixou LaCroix fazer o que quisesse.
Scarlett tirou os peitões para fora do vestido vermelho, expondo seus mamilos duros e rosados. Ela segurou o rosto de Alexa e o forçou entre os seios enormes.
— Sufoca aí, sua careca deliciosa... chupa minhas tetas até eu gemer alto. Sente como elas são pesadas... ahhh... chupa o mamilo, vai... mais forte!
Alexa enfiou o rosto nos peitões, chupando os mamilos carnudos com força, sugando e lambendo enquanto Scarlett gemia sussurrado:
— Isso... chupa mais... sente o leite vazando... ahhh... bebe tudo... que delícia... você é uma vadia gulosa, hein?
LaCroix deitou Iza sobre uma mesa próxima, subiu em cima dela, ajoelhada sobre o rosto, esfregando a buceta carnuda e inchada na sua boca, melando tudo com gozo grosso e pegajoso.
— Chupa! Chupa minha buceta, sua gostosinha sem alma! Mete a língua dentro e... ohhh! Espera aí... lá vem...
LaCroix relaxou e começou a mijar um jato quente e dourado direto na boca aberta de Iza, que engolia sem expressão, deixando um pouco escorrer pelos lábios e pescoço.
— Bebe tudo... bebe meu mijo fedido... isso... boa menina... ahhh... mais fundo com a língua! Engole cada gota, sua putinha muda!
Scarlett, vendo a cena, empurrou Alexa para baixo, forçando-a a se ajoelhar, abriu as pernas e enfiou a buceta na cara dela.
— Agora chupa minha xota, Alexa... rebola a língua aí dentro! Quero sentir você me foder com a boca!
Alexa agarrou a bunda da ruiva, e enterrou a língua fundo, chupando e lambendo enquanto Scarlett rebolava o quadril para frente e para trás, fodendo a boca da careca como se sua buceta fosse um pau.
— Isso... fode minha buceta com a boca... ahhh... mais fundo, sua vadia... isso... que língua gostosa! Chupa meu clitóris inchado... ahhh... vou gozar na sua cara!
Iza, vendo a mestra ajoelhada com a cara enfiada na buceta de Scarlett, empurrou LaCroix da mesa e tentou se levantar indignada, mas a ricaça branquela a segurou pelos cabelos.
— Ei, onde você vai? Deixe elas se divertirem. Você agora é minha.
LaCroix colocou uma perna sobre a mesa ao lado de Iza, e ordenou com a voz fria:
— Lamba! Passe essa sua linguinha na minha perna e depois limpe o meu pé.
Iza retirou o sapato preto de LaCroix, desamarrando as tiras que subiam cruzando suas pernas até os joelhos. Depois a meia de nylon, revelando o pé pálido, com unhas negras, sola fria e suada.
Ela começou a lamber a coxa branca como neve, descendo devagar até o pé. Abocanhou a sola, com a língua lambendo o suor azedo, entre os dedos, sorvendo um chulé leve, mas intenso.
— Isso... chupa meu pé... lambe entre os dedinhos... sente o gosto do meu suor... ahhh... esfrega essa língua... boa menina... agora chupa o dedão como se fosse uma piroca! Mais forte... ahhh... que delícia!
Iza chupava obediente, com os olhos vazios, mas seu corpo tremendo de tesão contido, o gozo escorrendo pela própria buceta.
LaCroix não parou por aí. Ela tirou o sapato e meia do outro pé, o ergueu, e pressionou a sola suada contra o rosto de Iza enquanto o primeiro ainda estava na boca dela.
— Os dois... quero os dois pés na sua boca ao mesmo tempo... chupa, sua vadiazinha! Sinta meu chulé... lambe entre todos os dedos... ahhh... que boquinha gulosa!
Iza abriu a boca o máximo possível, tentando abocanhar os dois pés pálidos. Sua língua dançava entre os dedos frios, sugando o suor azedo, a baba escorrendo pelos cantos da boca.
LaCroix gemia baixo, com a voz ameaçadora:
— Isso... engole meus pés... sinta o gosto do meu suor... ahhh... vou mijar na sua cara enquanto você chupa... toma!
Outro jato quente de mijo dourado saiu da buceta de LaCroix, molhando o rosto de Iza enquanto ela continuava chupando os pés, engolindo a urina misturada à saliva.
Enquanto isso, Gertrude, uma loira ricaça magrela e pelancuda, geralmente evitada pelas outras por ser considerada de aspecto asqueroso, viu Bertha se masturbando escondida.
Ela aproximou-se com uma voz estridente e desesperada:
— Quer provar essas carnes deliciosas, sua gostosona alemã? Vem... me usa... ninguém mais quer!
Bertha, ao contrário das dondocas esnobes, a achou extremamente atraente e voou em cima dela. Beijaram-se com violência, trocando saliva grossa, baba e catarro numa melação bizarra cheia de sons pegajosos.
Os corpos das duas se esfregavam, as tetas pelancudas de Gertrude batendo nas de Bertha, suas bucetas moles se chocando, gozo e sebo pingando no chão.
— Ahhh... teu xota estarr todo pegajosa... — gemeu Bertha, com o punho enfiado fundo na buceta de Gertrude.
— Você estarr todo ensebada... marravilha! Esfrrega no meu carra esses peitola que parrecerr dois gelatina pendurrado!
— Me fode com essas tetas nojentas... enfia elas na minha boca... — implorava Gertrude, com a voz rouca.
— Ahhh... que tesão... meu cu tá vazando... mete a língua nele agora!
Bertha virou Gertrude de bruços no chão, abriu as nádegas magras e enterrou o rosto no cu arrombado. Sua língua invadia fundo, sugando a diarreia pastosa que escorria sem parar, fazendo barulhos molhados e nojentos.
— Mmm... teu cu estarr toda cagado... muito gostosa... — gorgolejou Bertha, engolindo bosta cremosa enquanto Gertrude gemia alto.
— Isso... engole minha merda... ahhh... enfia a língua mais fundo... vou cagar mais pra você... toma!
Gertrude relaxou e soltou outra cascata de diarreia direto na boca de Bertha, que engolia tudo, vazando leite dos próprios peitos enquanto se masturbava.
As luzes mudaram para um vermelho sangue profundo, e a música tornou-se mais obscena. Os gemidos intensificaram. As dançarinas começaram a mijar e cagar nos convidados — jatos quentes espirrando nos rostos, dentro das bocas abertas, os corpos se lambuzando, o ar impregnando com um forte odor de merda pastosa, fazendo o vômito subir pela garganta de muitos convidados.
Scarlett, agora de quatro sobre uma mesa, empinou a bunda. Alexa enterrou a cara, chupando a bosta do cu da ruiva, com a língua invadindo fundo, sugando a diarreia cremosa com barulhos molhados.
— Isso... come minha bosta... ahhh... engole tudo... mais fundo... que língua tarada! Sente o gosto... ahhh... continua chupando! Quero sentir você engolindo minha merda quente!
Alexa lambia com avidez, girando a língua dentro do cu de Scarlett, sugando a diarreia grossa que escorria pela garganta.
Scarlett rebolava, gemendo alto:
— Ahhh... que delícia... puxa mais do fundo... enfia o nariz também no meu cu e enche ele de catarro... entope meu rabo de ranho... isso... você é mesmo uma porca nojenta!
Iza e LaCroix, sobre a mesa, chupavam os pés uma da outra, salivando e mijando de prazer, enquanto gemiam.
Bertha e Gertrude rolaram no chão com as bucetas moles se esfregando, as carnes flácidas se embolando, tetas pelancudas balançando como borracha derretida, fazendo sons molhados.
— Ahhh... seu buceta mole estarr deixando eu louca — gemia Bertha.
— Esfrega mais forte... ahhh... vou gozar dentro dessa tua bucetona esbagaçada! — respondia Gertrude.
De repente, um grito histérico de orgasmo explodiu pelo salão.
Todos pararam, olhando para a janela: Putty gozava descontroladamente com um punho enterrado no rabo, fazendo uma cachoeira de bosta líquida escorrer pelo vidro.
Alexa aproveitou o silêncio:
— Senhoras e senhores... aquela é Putty. Uma alienígena infiltrada entre nós, com poderes sobre-humanos. É para combater ameaças como ela que peço suas doações generosas. Para nos manter seguros de ameaças bizarras vindas do espaço... como ela.
Pânico! Ricaças cobertas de bosta corriam gritando, políticos guardavam seus paus melados de gozo, as dançarinas desciam das mesas aos berros, ainda se cagando.
Putty pensou em desmentir Alexa, mas viu o caos que estava rolando ali e percebeu que ninguém a escutaria, ou sequer acreditaria nela.
A alienígena, sentindo-se derrotada, apenas saiu voando com um jato de diarreia propelindo-a pelo céu da noite.
Alexa e Iza se entreolharam, sorrindo satisfeitas.
Continua...