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Razão Perdendo Pro Desejo

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Um conto erótico de Penélope
Categoria: Heterossexual
Contém 1063 palavras
Data: 27/07/2026 07:23:37

Penso que na vida todos nós encontraremos aquela pessoa que chama a atenção, ainda que de longe, vc se sente atraída, basta passar, ouvir a sua voz, a presença do indivíduo te leva a masmorra da entrega, onde vc se sente submissa, presa as algemas do desejo que a tua mente produz, e o pior, revelo, não quero fugir ou que seja algo da minha cabeça, o cafajeste consegue absorver tudo, não sei se por algum poder sobrenatural ou osmose, mas ele faz exatamente o que eu quero.

Todo esse pano de fundo para mais uma narrativa, real, de presa nas mãos certas do meu algoz sexual.

Já o conheço há oito anos, sempre que pode ficamos e ele trabalha comigo, vou chamá-lo de Matheus, hoje ele tá casado, eu não sou mais, mas no início era o contrário, eu que era casada e ele solteiro, e a atração entre nós sempre foi explícita, a ponto de terceiros perceberem, eu sua presença me sinto quente, a buceta pulsa, e com ele não é diferente, ele sempre me provoca pra passar mão, esfrego meio que sem querer e de fato a sua piroca está dura, todas as vezes que me aproximo dele, impressionante, devo exalar o aroma do tadalafila, só pode, eu chego próximo o chouriço pula dentro das calças.

Sou negra, me chamo Penélope, tenho uma bunda bonita, meus seios são volumosos por conta da prótese e me sinto linda e gostosa.

Sim, já transamos no trabalho inúmeras vezes, antes, durante e depois do expediente, sempre lembro no dia que meu ex me esperava pra levar a nossa casa, eu resolvi passar pra dar tchau, e ele me comeu em pé , atrás da porta e eu respondendo a mensagem do esposo que ja estava saindo, e voltei pra casa toda gozada, graças a rapidinha deliciosa.

Depois que ele casou eu juro que tentei esquece -lo, ficamos algum tempo sem nos ver, eu tbm estive em outros setores que não nos víamos, e eu fazia de tudo pra fugir dele, as mensagens no whatsapp não afetam tanto quanto a presença, o nude que ele faz questão de enviar sim, mas é mister se manter firme diante do esposo da amiga.

Como o destino está sempre pronto a pregar peça, nós voltamos a trabalhar no mesmo setor, me mantive firme na luta de não procura-lo, embora soubesse que fosse inevitável, já escrevi que precisei dele e o pagamento, segundo sua safadeza, foi me masturbar na sua sala, eu não consigo resistir ao seu poder de persuasão sobre mim.

Gosto de ser mandada, que me bate, da ordens, me sinto atraída pelo macho que me domina, que prende, que abusa do meu corpo, arranca minha roupa, mesmo eu dizendo não, ele me segura forte, manda eu calar a boca, me prende de contra a parede e faz o que ele quer, isso sempre me excitou, agora vc imagina um negro, alto forte, com uma piroca linda, com olhar penetrante, mandão, de cavanhaque, cheiroso, fazendo tudo isso, DESDE A PRIMEIRA VEZ QUE FICAMOS, sem qualquer comunicação prévia, óbvio que me sinto atraída por ele, é transcendental.

Penso que algo em mim me sabotou, e no papel de espião lhe entregou todo relatório sobre mim, só pode.

Já fiquei com outras pessoas, mas a bendita química, esse entrelace de pele é diferente, inexplicável, minha irmã sempre pede pra eu me afastar dele, ela não gosta da situação, mas ela não entende o que eu passo.

No meu aniversário há algum tempo atrás, ele me comeu na sua sala, produzindo uma surpresa que nem meu esposo na época fez, até hoje eu lembro disso, mas enfim, sigamos sobre a bendita história que eu novamente vivi com esse Deus Negro.

Eu estava no término da menstruação, mês passado, junho de 2026, estava com um fogo na buceta, louca pra dar, e fiquei zanzando perto do seu setor, sabia que seria fisgada, e nos beijamos, levei várias dedadas, inclusive no rabo, pisca muito qdo ele me provoca, mas resisti e não transamos, ficamos só na mão boba e na boca boba.

Na semana seguinte, eu fui a sua sala, pq eu queria dá pra ele , e assim que eu entrei, algum sinalizador, sei lá o que aconteceu, eu fui agarrada, ele me beijou já com as mãos dentro da minha calcinha, começou a me masturbar, eu estava muito afim, logo fiquei muito molhada e pedindo pra não fazer aquilo, puro charme, ele me beijando e perguntando o que eu tinha dito, as minhas expressões faciais entregando que eu estava amando o que ocorria, senti mais um dedo junto ao primeiro bolinando meu clitóris, e eu já me contorcendo sobre seus dois dedos de olhos fechados, ele disse que eu gemi, não sei, lembro que estava êxtase em questão de segundos, ele tirou a mão de dentro da minha calcinha, seus dedos estavam untados com meu gozo, ele chupou aquela coisa gosmenta branca, me virou de contra a porta, eu pedindo pra não fazer, e ele arriou meu uniforme e me penetrou, eu debruçada sobre sua cadeira, olhando pra trás e ele me segurando pelas ancas e no vai e vem, bem rápido, produzindo mais uma rapidinha na minha memória.

As rapidinhas são maravilhosas.

Retirou o pau de dentro de mim, e não tinha o que fazer mais, sentei e chupei até ele gozar na minha boca seu esperma viscoso e saboroso, o gostinho estava doce, depois eu soube que ele tinha tomado vitamina de morango.

Com a objetividade alcançada, não serei infantil em dizer que eu queria tudo aquilo, saí do seu setor realizada, extasiada, satisfeita.

Enviei uma mensagem dizendo que ele não prestava, e fui convidada pra ver um documento, e mais uma vez nos beijamos gostoso, e os meus seios foram contemplados com uma bela chupada cada um.

Ainda fui culpada por um negão voltar a chupar o dedo depois de grande, rimos muito por conta dessa piada boba.

É isso, não quero entender a razão do que ele faz comigo, essa coisa que me domina, me faz se sentir dele, o poderio de me controlar, de mandar em mim, quero é se sentir desejada, como me sinto, e gozar, afinal, gozar faz bem

Continuamos cúmplices, dividindo olhares pelo corredor e segredos que pertencem apenas a nós dois. Afinal, certas conexões nasceram para ser indomáveis.

Até a próxima loucura

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