Quinta-feira no hotel
Carla chegou ao hotel às 14h em ponto. O vestido leve mal conseguia disfarçar a barriga enorme de sete meses. Assim que entrei no quarto, ela tirou o vestido e ficou nua na minha frente.
— Meu marido sabe de tudo agora — disse ela, acariciando a barriga. — E ele quer que eu volte pra casa cheia.
Não esperei. Empurrei ela na cama, abri suas pernas e enfiei o pau na buceta já molhada com uma estocada só. Carla gemeu alto.
— Isso… me fode forte. Quero levar bastante porra pra ele hoje.
Fodi ela em várias posições. Primeiro de lado, segurando a barriga pesada enquanto metia fundo. Depois de quatro, batendo forte contra a bunda. Ela pedia sem vergonha:
— Me arromba o cu também! Quero os dois buracos cheios.
Enfiei no cuzinho dela devagar no começo, depois com força. O cu apertado engolia meu pau enquanto ela gritava de prazer. Gozei primeiro no cu, enchendo tudo. Depois voltei pra buceta e continuei metendo até gozar pela segunda vez, jorrando fundo.
Carla estava destruída: buceta aberta e vermelha, cu piscando, porra escorrendo dos dois buracos. Ainda chupei seus peitos, tirando leite enquanto ela gozava pela última vez.
Antes de sair, ela vestiu a calcinha por cima da bagunça.
— Quero sentir escorrendo no caminho inteiro pra casa — disse, me dando um beijo sujo. — Meu marido tá esperando.
Chegada em casa
Quando Carla abriu a porta de casa, o marido estava na sala, exatamente como combinaram. Ela caminhava devagar, pernas um pouco abertas. A cada passo, porra escorria pela coxa.
— Cheguei… — anunciou, com a voz rouca.
O marido se aproximou imediatamente. Levantou o vestido dela e viu o estado: a calcinha estava encharcada, quase transparente, com fios grossos de sêmen branco escorrendo.
— Porra… olha o estado da sua buceta — murmurou ele, excitado.
Carla abriu as pernas ali mesmo na sala.
— Ele me fodeu por quase duas horas. Gozou primeiro no meu cu, depois duas vezes na buceta. Tá tudo misturado aí dentro… quer sentir?
O marido não respondeu com palavras. Puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos, tirando uma boa quantidade de porra grossa.
— Tá quente ainda… — disse ele, cheirando os dedos antes de lamber.
Carla gemeu.
— Ele apertou minha barriga o tempo todo… disse que eu sou uma puta grávida perfeita. Metia fundo e falava que meu marido ia comer essa buceta cheia depois.
O marido tirou o pau para fora, já duro, e sentou no sofá. Puxou Carla para cima dele, fazendo ela sentar devagar. O pau deslizou facilmente na buceta encharcada.
— Conta tudo enquanto eu te como — pediu.
Carla começou a quicar, a barriga balançando entre eles.
— Ele me colocou de quatro e meteu no cu primeiro… disse que meu cuzinho tava piscando pedindo porra. Gozou tanto que quando tirou, escorria pelo meu rabo. Depois virou pra buceta e me fodeu mais forte. Falou que ia me deixar bem cheia pra meu marido ver o trabalho dele.
O marido metia para cima com força, segurando a barriga dela.
— Sua vadia… tá sentindo minha rola na porra dele?
— Tô… e tô adorando — gemeu Carla. — Da próxima vez você pode assistir ele me fodendo. Quer?
— Quero — respondeu ele, acelerando. — Quero ver esse cara enchendo você enquanto eu assisto.
Carla gozou primeiro, apertando o pau dele. O marido logo em seguida explodiu dentro dela, adicionando mais porra à mistura.
Quando terminou, Carla ficou sentada no colo dele, porra escorrendo abundantemente sobre as coxas dele e no sofá.
— Quinta que vem de novo? — perguntou ela, beijando o pescoço dele.
— Quinta que vem — confirmou o marido, ainda dentro dela.
P.S.: Para alguns desavisados de plantão, se não curte não lê, mas se dá ao trabalho de ler para comentar m****, deve estar bem incomodado.