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Como Eu Fodi Com Meu Neto - Capítulo 07

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Um conto erótico de Maria, a Avó Perversa
Categoria: Heterossexual
Contém 2672 palavras
Data: 27/07/2026 06:15:31

A madrugada já avançava pesada e o silêncio da cabine só era quebrado pelo rosnar surdo dos motores do navio. Eu estava deitada na cama, vestindo apenas o meu roupão de seda, encarando o teto no escuro. As horas se arrastavam. A sensação da boca do Miguel na minha e o atrito do corpo dele ainda queimavam na minha pele, mas a ausência dele começava a transformar o meu triunfo numa incerteza incômoda. O guri tinha disparado pelo salão como se fugisse do próprio diabo.

De repente, a trava eletrônica do quarto apitou.

A porta se abriu devagar e a figura do Miguel surgiu na penumbra. Ele parecia um trapo: o cabelo desgrenhado, a camisa de linho amassada, os óculos tortos e os olhos vermelhos, marcados pelo desespero e pelo álcool que devia ter bebido sozinho em algum canto escuro do convés. Ele entrou pisando em ovos, tentando não fazer barulho, achando que eu estava dormindo.

Sentei-me na cama devagar, cruzando os braços.

— Onde é que você estava até agora, Miguel? — perguntei, a voz calma, mas cortante feito lâmina.

O guri deu um pulo de susto, travando no meio do quarto. Ele olhou para mim, olhou para a porta atrás de si e o pânico voltou a dominar a cara dele.

— Vó... eu... eu preciso sair daqui — ele gaguejou, dando um passo para trás, a mão já buscando a maçaneta novamente. — Eu não posso ficar no mesmo quarto que a senhora. O que a gente fez... lá embaixo... isso é loucura! É errado, é doentio! Eu vou pedir pra me trocarem de cabine amanhã bem cedo!

Antes que ele pudesse girar a tranca, levantei-me da cama num salto. A seda do meu roupão esvoaçou enquanto eu atravessava o quarto e me plantava com firmeza entre ele e a porta de saída, bloqueando a passagem com o meu próprio corpo.

— Você não vai a lugar nenhum, guri — decretei, encarando-o de baixo para cima, o peito subindo e descendo com força.

— Sai da frente, vó, por favor! — ele pediu, a voz embargada, tentando não me tocar, mas mantendo os braços erguidos em puro desespero. — A senhora é minha avó! O que a minha mãe diria se soubesse? O que as pessoas do navio vão pensar?! O que a gente fez não está certo!

— Certo? Errado?! — soltei uma risada amarga, balançando a cabeça. — Você se preocupa muito com o que os outros pensam, Miguel! Quando é que você vai entender que o mundo não tá nem aí pra você?

— Mas existe um limite! — ele gritou baixinho, a mandíbula tremendo. — O que a gente tá fazendo é pecado!

— Pecado é perder o meu pouco tempo de vida preocupada com o que os outros vão pensar — cortei-o, aproximando o meu rosto do dele.

Segurei as golas da camisa dele com força, impedindo que ele desviasse o olhar. Fechei os olhos por um segundo longo, soltando o ar devagar. Soltei o tecido da camisa dele. A minha mão tremeu de leve antes de recolher ao meu corpo. Quando voltei a encará-lo, mantive apenas o olhar fixo no dele.

O guri piscou, congelando com os braços no ar. Ele deu meio passo para trás.

— Do que... do que a senhora tá falando...? — ele perguntou numa voz fraca.

Hesitei. Passei a língua pelos lábios secos e engoli em seco. Uma lágrima quente escorreu pelo meu rosto, brilhando sob a luz fraca da entrada.

— Eu estou doente, Miguel.

O silêncio que se seguiu na cabine foi absoluto, quebrado apenas pelo chiado distante do ar-condicionado.

O Miguel não se moveu. Os olhos dele foram da minha boca para os meus olhos, estáticos. Passaram-se longos segundos.

— O... o quê? — ele murmurou num fio de voz, piscando rápido. — Como assim... doente?

— Eu não tenho muito tempo — disse baixinho, espalmando a mão no peito dele. O coração do guri batia descontrolado debaixo da minha palma. — Os médicos me deram meses. Esse cruzeiro... essa viagem... era a minha última chance de te ajudar. Quando eu olho pra você, vendo esse rapaz inseguro, travado, morrendo de medo das mulheres e da vida, o meu coração sangra. Eu não podia ir embora desse mundo te deixando assim. O meu plano... a minha única vontade era usar os meus últimos dias pra te ensinar a ser homem de verdade. Pra te libertar dessas tuas amarras.

A mandíbula do Miguel soltou. Os óculos escorregaram um milímetro pelo nariz e o peito dele começou a inflar e murchar num ritmo desordenado.

— N-não... — ele balbuciou, a voz quebrando. Ele balançou a cabeça. — Não... vó... não fala uma coisa dessas... diz que é mentira... por favor, diz que é mentira!

— Não é mentira, meu bem — murmurei, subindo a mão para afagar o rosto quente dele.

As pernas do guri fraquejaram e ele pendeu para a frente, desabando contra o meu corpo. Ele me abraçou com força, enterrando o rosto na curva do meu pescoço, o corpo inteiro tremendo enquanto soltava um choro pesado contra a minha pele.

— Me desculpa... me desculpa, vó... — ele soluçava contra o meu pescoço, os dedos cravados na seda do meu roupão, apertando a minha cintura. — Eu sou um idiota...

— Psiu... tá tudo bem, meu querido... — murmurei, enlaçando a nuca dele, sentindo a respiração molhada dele no meu colo.

Ficamos ali até o choro dele abrandar para uma arfada lenta. Quando o Miguel afastou o rosto devagar, os olhos dele, vermelhos e úmidos, fixaram-se nos meus.

Ele me puxou pela nuca e nos colamos num beijo desesperado.

Desta vez não havia hesitação. O beijo começou profundo, doloroso, mas rapidamente foi tomado por um fogo avassalador. A língua dele invadiu a minha boca com uma fome bruta, chupando a minha com força enquanto ele me prensava contra a madeira da porta. Sentir o desespero dele virando desejo puro fez a minha buceta pulsar de novo.

No meio daquela entrega cega, o guri espalhou as duas mãos grandes e quentes na minha bunda por baixo do tecido fino, cravando os dedos na minha carne farta e me erguendo levemente nas pontas dos pés para colar a sua rigidez direto na minha pélvis. A boca dele foi descendo pela minha bochecha, roçando a barba rala e quente contra a minha pele, descendo pelo meu queixo até alcançar o meu pescoço, onde ele cravou beijos famintos e úmidos, sugando a minha carne com desespero.

— Vó... meu Deus, vó... você é perfeita... gostosa demais... — Miguel balbuciou contra a minha pele, a voz entrecortada por arfadas pesadas, desorientado pelo calor do meu corpo. — ... esse teu corpo...

Aproveitei o transe do guri e, num movimento sutil dos ombros, deixei o roupão de seda escorregar pelos meus braços. O tecido fluido caiu pelo meu corpo e se acumulou nos meus cotovelos, escancarando o meu colo, o meu decote profundo e os meus seios fartos, que pularam para fora, nus, com os mamilos eretos e escuros brilhando de suor na penumbra da cabine.

O Miguel deu um arquejo sufocado ao sentir a minha pele nua colar no peito dele. A boca dele desceu do meu pescoço direto para o meu colo, distribuindo beijos molhados e mordidas leves pela minha pele até roçar a ponta do nariz na curva macia dos meus seios.

— Isso, meu neto... aproveita... — murmurei com a voz embargada de tesão, enfiando os dedos nos cabelos da nuca dele e puxando a cabeça dele com força direto contra o meu peito fartamente exposto. — Chupa, guri... chupa o peito da tua avó...

O guri não precisou de segundo aviso. Ele abriu a boca e abocanhou um dos meus seios com fome, abocanhando a aréola inteira e chupando com força, fazendo a língua trabalhar no meu mamilo duro enquanto a outra mão dele continuava apertando e moldando a minha bunda contra a virilha dele. Um gemido alto e arrastado escapou da minha garganta, o som ecoando pela cabine enquanto a boca quente do meu neto me devorava.

— Gostoso... que peito gostoso, vó... macio demais... — ele balbuciou entre uma chupada e outra, sem soltar o meu bico, a respiração quente e descontrolada queimando na minha carne.

— Continua, Miguel... não para... — incentivei, cravando as unhas nas costas dele, rebolando o quadril lento sobre o volume rígido da calça dele enquanto sentia a minha buceta ensopar completamente de desejo.

Sem quebrar a fome daquele contato, desci a mão direita pela barriga dele, tateando o linho grosso da calça. Espalmei os meus dedos macios direto sobre o volume armado debaixo do tecido, apertando a haste ereta e volumosa por cima do pano.

— Olha como você tá duro... duro feito pedra... — murmurei baixinho no ouvido dele, deslizando a mão para cima e para baixo, moldando o contorno grosso da sua ereção. — Tudo por causa da tua vó...

O Miguel soltou um gemido abafado contra o meu peito, mantendo a boca cravada no meu mamilo duro enquanto a virilha dele dava um solavanco para frente, buscando mais pressão contra a minha mão. A respiração dele veio descontrolada, quente e molhada na minha carne.

Segurei o guri pelos ombros e, num movimento firme, inverti as posições, prensando as costas dele com força contra a madeira fria da porta, mantendo o meu corpo colado ao dele. O metal da fivela do cinto cedeu rápido sob os meus dedos hábeis. Desabotoei o linho, abaixei o zíper e puncionei o elástico da cueca dele, puxando o membro ereto para fora.

O pau do Miguel saltou quente, rígido e pulsante contra a minha mão. Envolvi a haste grossa com os dedos, apertando desde a base até a cabeça grande que roçava na minha palma.

— Nossa, querido... que tamanho... — soltei um suspiro abafado, os olhos fixos na firmeza do membro dele. — Grosso e comprido... você puxou o pau do teu pai.

O Miguel travou por um segundo. A menção ao pai caiu nele como um solavanco de água fria, e os olhos dele piscaram, confusos, uma sombra de hesitação cruzando o seu rosto.

— O... o que a senhora falou...? — ele balbuciou, a voz fraquejando.

Antes que a dúvida pudesse se instalar na cabeça dele, apertei a haste firme e comecei a deslizar a pele para cima e para baixo num ritmo lento e impiedoso, espalhando a umidade da cabeça do membro pelo comprimento. O Miguel soltou um arquejo alto, a cabeça tombando para trás contra a porta enquanto os olhos dele se fechavam e qualquer pensamento racional evaporava na hora.

— V-vó... ah, meu Deus... — ele balbuciou, a voz embargada, completamente entregue ao toque da minha mão.

Comecei a masturbá-lo ali mesmo, em pé, com os nossos corpos prensados contra a madeira dura da porta. A minha mão macia envolveu a carne firme do guri, deslizando para cima e para baixo num ritmo firme e contínuo. A sensação do membro dele na minha palma era avassaladora: a pele era quente, aveludada e esticada ao limite pela erupção de sangue, revelando as veias calibrosas que pulsavam no ritmo desordenado do coração dele. A cabeça grossa e arroxeada, já melada por um líquido transparente e pegajoso, roçava no meu punho molhado a cada subida, deixando um rastro quente na minha pele.

Sentir a juventude e a força bruta do meu neto se rendendo ao meu domínio fez o meu próprio corpo responder de imediato. Um calor denso desceu pelo meu ventre e a minha buceta pulsou forte, encharcando a seda do roupão que ainda pendia na minha cintura. Dominar o garoto daquela forma, ver a inocência dele ser desmantelada pelo toque experiente das minhas mãos, trazia um orgulho sombrio e um prazer quase doentio que me consumia inteira.

Com a mão livre, segurei os cabelos da nuca dele e puxei a cabeça do guri para o meu peito, fazendo-o afundar o rosto no meu decote fartamente exposto enquanto eu acelerava a pegada, ritmada e impiedosa.

— Isso, meu neto... chupa o peito da tua avó e sente como você me deixa louca... — provoquei, a voz rouca e sussurrada bem ao pé do ouvido dele, enquanto torcia levemente o punho na subida para roçar a gola da minha mão na aréola sensível da cabeça do pau dele. — Olha o tamanho desse pau... todinho meu. Solta esse tesão de menino guardado...

— A-ah... vó... meu Deus... — o Miguel balbuciou contra a minha carne nua, a voz sufocada pelo meu peito e embargada por uma satisfação absurda. — A senhora... a senhora vai me matar... tá bom demais... caralho, vó...

O Miguel perdeu o controle por completo. As mãos dele cravaram nas minhas costas nuas, cravando as unhas na minha pele e me apertando contra si com força desesperada, enquanto o quadril dele começou a rebolar e dar golpeadas para a frente contra a minha mão num ritmo frenético, desajeitado e faminto. A cada deslizada da minha palma besuntada pela pré-ejaculação dele, o corpo do garoto dava um solavanco involuntário, os joelhos fraquejando e a virilha tremendo sem parar. A respiração dele virou um arfar rasgado, os gemidos roucos e graves saindo da sua garganta e ecoando descontrolados pelo silêncio da cabine.

— Isso, meu neto... solta tudo... — sussurrei no ouvido dele, acelerando a pegada, sentindo a virilha dele tremer.

— Eu vou... vó... eu vou...! — ele urrou baixinho, a voz rasgada pelo prazer absoluto.

A musculatura do guri se tensionou inteira, rígida como uma corda esticada. O Miguel deu um último impulso forte para a frente, cravando a virilha na minha mão, e gozou violentamente. Senti o primeiro jato quente e abundante espirrar com força contra a minha palma, derramando uma viscosidade espessa que melou os meus dedos e espirrou na barra do meu roupão de seda. O corpo dele entrou em espasmos contínuos, a carne do membro pulsando forte na minha pegada a cada nova golpada de esperma, enquanto ele descarregava todo o estresse, a dor do choro e o tesão acumulado daquela noite.

— Isso, meu querido... goza pra tua vó... — murmurei, mantendo o movimento firme, ordenhando os últimos jatos daquela ejaculação quente e fartíssima.

Deslizei a mão besuntada mais algumas vezes pela haste para limpar o excesso do sêmen, sentindo o membro dele perder a rigidez, fraquejar e amaciar lentamente sob os meus dedos.

Assim que a onda do orgasmo passou, as pernas do Miguel simplesmente cederam. O peso do corpo dele tombou para a frente e ele caiu desfalecido sobre o meu ombro, com a cabeça pesada largada na minha curva do pescoço, a respiração profunda e exausta ecoando no silêncio da cabine.

Ajeitei com carinho os fios de cabelo suados que grudavam na testa do meu neto, sentindo o peito dele subir e descer devagar e o coração, antes descontrolado, começar a bater calmo contra o meu corpo. Passei os dedos pelos fios desgrenhados dele, ajustando o topete com um gesto suave e maternal, antes de sussurrar bem no ouvido dele:

— Vai precisar aprender a se segurar se quiser acompanhar o meu ritmo, guri... — dei um sorriso mansa e vitorioso, dando um leve tapa carinhoso na bunda dele. — Agora, vai tomar um banho e vem pra cama descansar. Você teve um longo dia... mas a nossa viagem ainda está muito longe de terminar.

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