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Sem saída

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Um conto erótico de Motoqueiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1400 palavras
Data: 27/07/2026 04:03:15
Última revisão: 27/07/2026 04:16:04

​O alarme do celular tocou logo no início da manhã de sábado, interrompendo o descanso de Mariana. Ela se levantou, preparou um café rápido e vestiu uma roupa simples para encarar mais uma jornada de trabalho. A ideia era cumprir suas obrigações cotidianas, organizar a rotina da casa e garantir que tudo ficasse em ordem até o fim da tarde.

​Ao chegar à residência por volta das oito da manhã, encontrou uma movimentação atípica. No corredor principal, os pais de Matheus e Lucas terminavam de fechar as malas para a viagem que fariam durante o fim de semana.

​— Bom dia, Mariana! Que bom que você chegou — disse a mãe dos jovens, ajeitando as bolsas na sala. — Deixamos as instruções do almoço anotadas na bancada. Os meninos ainda estão no quarto. Contamos com você para deixar a casa em ordem antes de ir embora.

​— Bom dia! Pode deixar, Dona Regina, vai dar tudo certo. Boa viagem para vocês — respondeu Mariana, mantendo o tom profissional e prestativo de sempre.

​O pai despediu-se com um breve aceno, pegou as chaves do carro e seguiu com a esposa em direção à garagem. A porta principal se fechou, e o som do motor se afastando pela rua marcou o início de uma calma aparente na casa.

​Ao longo de todo o dia, Mariana seguiu rigorosamente a sua rotina: preparou o almoço, limpou a cozinha e adiantou as tarefas domésticas. No entanto, uma atmosfera pesada e silenciosa começou a se consolidar conforme as horas passavam. Matheus e Lucas circulavam pela casa de forma reservada, trocando olhares breves e conversando em tom baixo sempre que ela se aproximava.

​Mariana notou o comportamento distante e o clima tenso entre os irmãos, mas preferiu ignorar, focando apenas em terminar seus afazeres para poder ir embora o quanto antes.

​Conforme o final da tarde se aproximava e a luz do sol começava a dar lugar à noite, ela deu por encerradas as suas obrigações e foi recolher suas coisas na área de serviço

O relógio na parede marcava o fim do expediente quando Mariana recolheu seus pertences e organizou a bolsa para ir embora. A casa estava em silêncio, mas uma atmosfera desconfortável pairava no ar desde o meio da tarde. Caminhando em direção à entrada principal, ela segurou a maçaneta e tentou girá-la, mas a porta permaneceu travada.

Mariana franziu a testa e tentou novamente, forçando o trinco. Ao se virar, deu de cara com Matheus e Lucas parados no início do corredor, observando cada gesto dela.

— A porta tá trancada? Acho que a chave emperrou... vocês podem abrir para mim? — perguntou ela, tentando manter o tom de voz calmo.

— Não emperrou nada, Mariana — disse Matheus, encostando-se na parede com os braços cruzados. — A gente só achou que você estava com muita pressa para ir embora antes de resolvermos o que conversamos mais cedo.

— O meu horário terminou por hoje, Matheus. Preciso ir para casa — respondeu ela, dando um passo à frente.

Lucas, que estava encostado na bancada servindo uma taça de vinho, bloqueou o caminho suavemente, estendendo a bebida na direção dela.

— Relaxa um pouco, você tá muito tensa — disse Lucas. — Bebe um pouco, senta ali no sofá com a gente e conversamos numa boa.

Sem enxergar uma forma imediata de reaver a chave e querendo evitar uma discussão aberta naquele momento, Mariana aceitou a taça. O sabor do líquido era ligeiramente diferente do habitual, com um fundo amargo que ela tentou ignorar enquanto dava alguns goles rápidos para tentar apressar o fim daquela situação. Em pouco tempo, porém, uma sensação estranha de tontura e peso no corpo começou a se espalhar.

Antes que conseguisse exigir novamente a abertura da porta, Matheus e Lucas começaram a discutir entre si de forma repentina. A conversa subiu de tom rapidamente, criando um clima de caos na sala. Eles trocavam acusações e trocavam farpas, deixando Mariana dividida e desorientada no meio do conflito simulado.

Mariana começou a sentir seu corpo estranho. Uns arrepios percorreram seu corpo e um estado de excitação começou do nada. Sua vagina começou a ficar úmida e seus seios começaram a endurecer. Ela não estava entendendo nada. Matheus e Lucas perceberam qie o líquido misturado ao vinho começou seu efeito e Mariana estava ficando extremamente excitada

Se aproximaram dela, mas Mariana apenas reclamou qie desejava ir embora. Colo ela estava sem soutien por causa do modelo da blusa, perceberam logo a extrema excitação dela. Se aproximaram e a tocaram suas pernas e seios

Mariana percebeu que sei corpoxa traía, querendo algo que ela sabia qie era errado. Pedi para eles pararem mas a voz era de quem queria mais. Ela sentiu sua vagina ficar ainda mais excitada com esse toque e aos poucos foi cedendo.

Aproveitando o estado de confusão dela e o impacto do desconforto físico, Lucas a conduziu pelo braço de volta para a cama de casal, enquanto Matheus se aproximava para fechar o cerco.

Matheus começou a baixar as alças da blusa de Mariana. Ela tentou uma reação mas Lucas a impediu. Como ela não passou pela cintura a retiraram por cima. Depois foi a vez do short e calcinha. Eles começaram a beijar e alisar todo seu corpo. Quando tocaram em sua vagjna, perceberam que estava úmida. Mas Lucas colocou um gel para ajudar Mariana a ficar excitada mais rápido

Ela estranhou mas Matheus falou para ela relaxar, afinal era eles que mandavam no corpo dela. Mariana não teve outra opção. O corpo dela já reagia de forma involuntária.

— No vinho que você tomou tinha um produto para te deixar excitada, mais esse gel duvido que você consiga resistir. Falou Matheus em seu ouvido

E ele estaca certo. Mariana já estava perdendo todo o controle do seu corpo quando foi conduzida até a cama de casal. Lá Lucas sentou na cabeceira e puxou a para fazer um oral nele, quando ela começou parecia um bezerro faminto. Matheus foi por trás e em uma estocada penetrou sua vagina já ardendo de tesão.

— Mete com força, vai.... Mariana falou e voltou a mamar Lucas.

Não demorou e ela deu uma parada. Foi seu primeiro orgasmo da noite. Depois eles trocaram de posição. Mariana nem se importou do mastro de Matheus estar melado de seus líquidos. Caiu de boca como se sua vida dependesse disso. Ela estava explodindo de tanto tesão por causa da bebida.

Logo Matheus a puxou e ela sentou em seu colo. Quando tentou rebolar Lucas se encaixou por trás formando uma dupla penetração. Ela o abraçou e, virando o pescoço, deu um beijo profundo. Levava seu quadril pasa frente e para trás, para sentir os dois dentro dela. Matheus chupava seis seios e Lucas a beijava. Mariana teve seu segundo orgasmo ainda mais intenso que o primeiro.

Foi quando Lucas pediu. Após a troca, Mariana se concentrou em seu quadril, acelerando os movimentos até Matheus gozar em eu cuzinho, virgem até aquele momento. Quando ele saiu, Mariana começou a cavalgar loucamente até que gozou junto de Lucas. Foi quando ela desmoronou sobre ele, completamente exausta.

Quando a exaustão física finalmente passou, Mariana tentou se levantar para ir ao banheiro e tentar se limpar antes de sair. No entanto, os dois a proibiram imediatamente, bloqueando o caminho e exigindo que ela recolhesse suas coisas e fosse embora sem demora. Sem forças ou condições de contestar, ela vestiu as roupas de forma automática, com as mãos ainda trêmulas, e caminhou em direção à saída.

Ao cruzar a porta e se ver na rua, o ar frio da noite atingiu seu rosto. O silêncio e o vazio das calçadas trouxeram um pequeno alívio no meio de tanto caos; a última coisa de que precisava era cruzar com algum conhecido ou ter que encarar o olhar de qualquer pessoa naquele estado.

A caminhada até sua residência pareceu um arrastar de passos sem fim. Ao girar a chave na fechadura, Mariana encontrou a casa em absoluto silêncio. As luzes estavam apagadas e a família já dormia profundamente em seus quartos, poupando-a da necessidade de inventar justificativas para o atraso ou disfarçar a voz embargada.

Caminhando na ponta dos pés, ela foi direto para o banheiro e trancou a porta. Deixou a água quente do chuveiro cair sobre o corpo por um longo tempo, esfregando a pele com força em uma tentativa desesperada de remover qualquer vestígio daquela noite e afastar a sensação sufocante de estar completamente imunda.

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