Vamos à última parte da casada do Tinder.
Vitória me chupou gostoso. Claramente era uma casada sedenta por sexo, que estava esperando um homem para fazer dela uma puta, dominar aquela mulher na cama. Ela engolia meu pau enquanto dizia que ele era maior do que o do corno.
— Vem, quero provar dessa buceta.
— Me come de quatro. Me come lá no fundo, de quatro. Por favor, me come gostoso.
— Vai, minha puta. Empina esse rabo. Deixa eu ver essa buceta aberta para o seu amante.
Ela estava com o rabo empinado, a buceta molhada e o cu que claramente já tinha recebido pica, mas que estava sem ser usado havia muito tempo. Fui metendo aos poucos, até que ela falou:
— Não precisa ter pena. Pode colocar para machucar a buceta. Quero me sentir usada.
— Mas ele chega amanhã.
— Meu marido não vai...
Foi quando a interrompi com um belo tapa em sua bunda, forte e com maldade, para deixá-la marcada.
— Ai, minha bunda! Por que fez isso?
— Você não falou da forma correta.
— Desculpa. Tinha esquecido. Pode machucar. Aquele corno não vai me comer quando chegar.
Por ser branca, ela estava com a bunda vermelha. Então comecei a meter nela. Coloquei a pica na entrada da buceta, fui enfiando devagar e, depois, meti tudo de uma vez.
— Filho da puta, você está lascando minha buceta!
— Você veio para cá para isso, para ser usada. Virar puta de comer, porque em casa o corno não dá conta.
— Isso! Fode minha buceta. Preciso sentir que sou desejada. Come essa casada, puta. Mete a pica na minha buceta.
Ela gemia alto. Eu metia sem pena. Queria sentir aquela mulher sendo bem comida. A cada estocada, eu sentia que a buceta já estava aceitando meu pau. Coloquei ela sentada no meu pau. A buceta molhada, o tesão estampado no rosto. Ela colocou o peito na minha boca, e eu comecei a mamar bem gostoso, enquanto sentia ela sentando no meu pau.
— Seu pau é muito gostoso. Ele está lascando minha buceta com muita força.
— Você agora vai ser minha puta.
— Vou sim. Sempre que o corno viajar, eu venho para cá para você me usar, me deixar lascada.
— Isso. Vou deixar essa buceta cheia de porra.
— Vai. Quero gozar no seu pau.
Comecei a estocar cada vez mais forte, para ela sentir meu pau pulsando dentro dela. Foi aí que ela começou a gemer ainda mais alto. Estoquei aquela buceta cada vez mais rápido até perceber que ia gozar. Mandei ela sair, porque queria gozar em sua buceta.
— Não. Você vai gozar dentro dessa buceta.
— Mas estamos sem camisinha.
— Foda-se. Quero porra na buceta.
— Então toma, puta.
Continuamos até que gozamos muito. Ela gemia, apertava meu pau, que pulsava, deixando muita porra naquela buceta. Gozamos bastante. Ela ficou um tempo em cima do meu pau e depois saiu. A porra escorria da sua buceta.
— Vou tomar um banho. Você vai comigo?
— Não. Meu corno chega nesta madrugada. Quero que ele sinta o cheiro da porra dentro de mim.
— Você quer que o corno descubra que você está dando para outro?
— Ele não vai desconfiar. Mas quero ter o prazer de dormir ao lado dele com a porra de outro homem na buceta que ele tanto acha que é só dele.
Ficamos ali conversando na cama. Ela contou um pouco sobre o casamento dela, e também falamos sobre sair outra vez.
Deixei ela em casa e voltei para a minha. Pela manhã, ela mandou mensagem dizendo que o corno tinha chegado e não havia desconfiado de nada. Disse que já estava com saudade de sentar e que iria esperar o corno viajar novamente para me mandar mensagem.
Será que ainda vem mais contos com Vitória?
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