Olá leitores, vou continuar com a história do Daniel e sua turma.
Ponto de vista do YOHAN:
O hotel de convenções do Campos do Jordão exalava aquele cheiro de carpete limpo, couro e poder financeiro. As palestras de empreendedorismo ainda não tinham começado, e a gerência do evento alocou os nossos quartos no mesmo corredor do terceiro andar: eu no meio, o Henrique à minha direita e o Daniel no quarto à esquerda.
Eu estava no meu quarto terminando de ajustar a gravata borboleta, e os botões da camisa social preta quando escutei duas batidas secas na porta. Abri. Era o Henrique.
O Diretor-Geral cruzou o limiar sem pedir licença, bateu a porta com o calcanhar e me prensou contra o armário embutido. O beijo dele veio pesado, com gosto de whisky e possessão, a mão grande dele segurando a minha nuca. Caímos por cima da minha mala de viagem que estava aberta na cama, desarrumando as minhas cuecas.
— Henrique... cala a boca... — empurrei o peito dele de leve, arfando. — O Daniel tá no quarto do lado. Ele não pode nem sonhar que a gente tá se pegando no sigilo.
O Henrique ajeitou o paletó, os olhos castanhos brilhando com a marra de urso:
— Você é o parceiro mais complicado que eu já tive, sabia? Eu tô sendo paciente só porque aquele surfista passou pelo acidente. Esse fim de semana era para ser a nossa fuga privada, não pra trazer o Daniel como bagagem.
— Desculpa por não ser a tua esposinha exclusiva, Henrique — brinquei, ajustando a gola.
ele deu um sorriso irônico, ajeitando o relógio de ouro:
— Se você quiser dar uma rodada na banca e dar esse teu rabo para algum bilionário do evento, eu não vou me importar em te dividir. O nosso papo é sem compromisso, não é?
— Agora você falou a minha língua, chefe. Sinceridade acima de tudo.
O Henrique saiu do quarto. Três minutos depois, foi a vez do Daniel bater na porta, vestindo uma regata branca e short de praia:
— Que cara de tenso é essa, Yohan?
— Só o Henrique me enchendo o saco pra ajudar no camarote — menti. — E você? Tá com cara de quem precisa descarregar a adrenalina.
— Vamos dar um mergulho na piscina do hotel antes que essa porra de convenção comece — o Daniel convidou, dando um tapa no meu ombro.
Ponto de vista do HENRIQUE:
Depois de sair do quarto do Yohan, a minha cabeça estava pegando fogo. Aquele papo de "relacionamento aberto no sigilo" atiçou o meu lado predador. Fui direto para a academia do hotel para puxar ferro e queimar o excesso de testosterona. No corredor de acesso, cruzei com a minha esposa Pamela e o namorado dela, o Will — um maromba de vinte e cinco anos, sarado, rato de academia, com o corpo trincado e zero gordura.
— Henrique! O Will tá indo treinar agora. Vão juntos — a Pamela falou, ajustando os óculos de sol. — Eu vou pro spa fazer massagem.
Entramos na academia do hotel. O espaço de vidro estava totalmente vazio. O Will tirou a regata, ficando apenas com um short de ginástica fino, sem cueca por baixo. O garoto era um monumento de músculos, o suor já brilhando nos ombros largos. Começamos a revezar o supino pesado. Entre uma série e outra, eu olhava o reflexo dele pelo espelho de parede.
Depois da última série de barra fixa, fiquei parado na frente do espelho, enxugando a minha barba. De repente, o Will veio por trás. Ele colou o peito sarado e suado nas minhas costas, passando as duas mãos grandes pelo meu peitoral de urso. Senti o calor do corpo dele e as pontas dos pelos curtos da virilha dele roçando na minha bunda.
— Porra, Will... tá maluco? Você é o namorado da Pamela — rosnei, sem me mexer.
ele colou a barba rala no meu pescoço, cheirando o meu suor:
— Faz tempo que eu tô louco para sentir a pegada desse teu pau de urso, Henrique... e você fica me dando gelo.
— Eu prometi pra Pamela que não me envolveria com você, garoto. Apesar de sermos liberais, eu tenho limites.
— Foda-se a promessa — o Will sussurrou, a mão dele descendo e puxando o meu short de moletom para baixo de uma vez.
O meu caralho de vinte centímetros saltou para fora, completamente ereto, a cabeça roxa babando pré-gozo. O Will desceu o short dele e começou a roçar a pica dura dele nas minhas pernas, enquanto batia uma punheta rápida e apertada na minha rola.
— Caralho, Will... que golpe baixo, seu puto... — gemi abafado, vendo pelo espelho o rato de academia me dominando por trás.
Antes que a gente pudesse ir para o chão, escutamos passos de um grupo de executivos chegando na porta do salão. Ajeitamos as calças no segundo exato e sentamos nos aparelhos para disfarçar nossa ereção. O perigo só deixou o tesão mais violento.
Ponto de vista do DANIEL:
Enquanto o Yohan subiu para uma reunião de consultoria freelance, fiquei sozinho na borda da piscina térmica do hotel, vestindo apenas uma sunga preta apertada. O sol da tarde batia direto no meu peito de surfista trincado.
Um cara alto, loiro, de cabelos lisos na altura dos ombros, com um físico atlético e marcado, aproximou-se da minha espreguiçadeira, vestindo uma sunga azul.
— Posso me sentar aqui? — ele perguntou, com um tom de voz direto e sem vergonha.
— Fica à vontade — respondi.
— Meu nome é Jhon. Aquele coreano que estava com você é seu namorado?
— Não. É só o meu parceiro de agência — sorri.
— Excelente. Faz meia hora que eu tô medindo o teu corpo de longe. O que um homem gostoso desse tá fazendo solteiro num evento de gravatas?.
Ele jogou a cantada sem cerimônias, Fiquei surpreso com a audácia do cara.
— E um loiro desse tamanho tá solteiro por quê? — devolvi no mesmo tom.
— Trabalho como corretor de imóveis de luxo, vim fazer networking. E você... deixa eu adivinhar: dono de agência de publicidade? — ele apontou para a minha pasta no chão. — A pulseira VIP entrega.
Tomamos duas doses de gin na borda da piscina. O papo fluiu rápido. O Jhon puxou um bloco de notas, anotou o número do telefone dele e me entregou:
— Me liga quando a palestra ficar chata. Eu te dou um tour particular pelo meu quarto.
Mais tarde, no salão principal de conferências, eu não conseguia focar em nada do que o palestrante dizia. Fui até o bar dos fundos servir uma taça de espumante e dei de cara com o Jhon, que vestia um terno preto impecável, mas com os primeiros botões da camisa abertos.
— Me procurando, surfista? — ele me encarou, com um sorriso debochado.
— Você é convencido pra caralho, né? — respondi, roçando o meu ombro no dele. — Vamos subir pro meu quarto agora?
— Pensei que você nunca ia pedir.
Pegamos o elevador em silêncio, a tensão sexual quase rasgando os nossos ternos. Assim que a porta do meu quarto trancou, o Jhon arrancou a gravata e a jogou no chão. Eu avancei no peito dele, desabotoando a camisa dele enquanto ele puxava a minha polo branca.
Ele me prensou contra a parede, segurando o meu queixo e colando os lábios nos meus num beijo quente, demorado, com gosto de gin e fome. O Jhon ajoelhou-se na minha frente, abriu o meu cinto e puxou a minha calça e a cueca de uma vez. Ele abocanhou a minha tora até a base, como se fosse um picolé.
— Porra... caralho, Jhon... que boca deliciosa... — segurei os cabelos loiros dele, socando a minha pica na garganta dele.
Fomos para a cama de casal, ficando apenas de cueca box. Deitei o Jhon de costas e comecei a beijar o peitoral dele, que tinha pelos loiros e curtos. Quando puxei os braços dele para cima da cabeça, expondo a axila lisinha e suada dele, passei a língua no centro do suvaco dele.
— AHHH! CARALHO! — o Jhon deu um pulo na cama, o quadril dando um espasmo violento. — Puta que pariu, Daniel... você achou o meu ponto fraco!
— Gosta de uma chupada na axila, é? — passei a língua de novo, sugando o suor e o cheiro do desodorante dele.
— Caralho... isso me faz gozar de verdade... continua! — ele implorou, a cueca dele já completamente encharcada de pré-gozo transparente.
Chupei a axila dele com vontade, enquanto descia a mão e arrancava a cueca dele. A pica dele de dezoito centímetros saltou para cima, dura e veiosa, encostando no umbigo. Me abaixei e engoli o pau dele, sentindo o gosto forte e excitante da virilha dele.
Peguei o preservativo e o lubrificante na mesa de cabeceira.
— Posso rasgar esse teu rabo loiro? — perguntei, encapando o meu caralho.
— Fode logo essa porra! — ele virou de quatro na cama, empinando a bunda rosada e sem pelos.
Ajoelhei atrás dele, passei o lubrificante na entrada do cu dele e enterrei o meu pau de uma vez só. O Jhon soltou um urro, cravando os dentes no travesseiro para não acordar o andar inteiro.
— ISSO! ME FODE, SEU SURFISTA SAFADO! SOCA COM VONTADE! — ele gritava abafado.
Comecei a bombar com força, o meu suor pingando nas costas dele. Segurei o quadril dele com as duas mãos e comecei dando estocadas brutais: VRACO, VRACO, VRACO.
Mudei a posição dele, jogando as pernas dele para o alto no formato de frango assado. Deitei por cima do peito dele e voltei a chupar a axila dele enquanto metia com fúria naquela bunda.
O estímulo duplo foi avassalador. Sem nem encostar no próprio pau, o Jhon soltou um urro estridente e disparou cinco jatos massivos de porra branca que voaram alto, sujando o próprio peito e o meu rosto.
— CARALHO! EU FALEI QUE GOZAVA CHUPANDO A AXILA! — ele gritou, ofegante.
Gozei segundos depois dentro da camisinha, me esvaziando por inteiro naquele loiro de elite.
Ponto de vista do YOHAN:
Enquanto o Daniel estava no quarto, eu fui ao encontro do palestrante principal do evento, o Igor — um empresário bilionário do setor de tecnologia que o Henrique tinha me indicado.
Quando entrei no camarim privativo do galpão, fiquei sem fôlego. O Igor parecia uma versão brasileira do Henry Cavill: um monumento de homem, quarenta anos, sem camisa, mostrando um peitoral largo, ombros volumosos e sem nenhum pelo, com uma barba rala impecável. A voz dele era um trovão grave:
— Yohan... o Henrique me falou muito bem da tua competência. Fiquei impressionado com a tua coordenação da equipe hoje.
Ele trancou a porta por dentro e colocou a placa de Ocupado na maçaneta.
— Servido um espumante? — ele ofereceu, servindo duas taças de cristal. — Eu tô procurando um analista executivo pra cuidar da expansão da minha marca. Um jovem com a tua ambição e com esse teu físico... seria um investimento perfeito.
A mensagem estava clara. Era o "pau de herdeiro" e o passaporte corporativo que eu tanto procurava.
— Eu aceito a proposta, Igor... se os benefícios do contrato forem extraordinários — brinquei, dando um passo na direção dele.
O Igor não perdeu tempo. Ele me puxou pela cintura e colou os lábios nos meus. O beijo dele tinha gosto de poder e champanhe. Ele tirou a minha camisa social, nos jogando no sofá de couro do camarim. Ficamos apenas de cueca.
O Igor tinha uma carcaça de trinta quilos a mais de músculo do que eu. Ele baixou a minha cueca e começou a chupar o meu pau com uma habilidade inacreditável. Em seguida, para a minha surpresa, o gigante tirou a própria cueca, revelando um caralho monumental de vinte e três centímetros, grosso e veioso, e se posicionou de costas no sofá.
— Senta na minha pica ou me fode, Yohan... eu adoro levar rola de moleque ambicioso — ele revelou o fetiche passivo.
Fiquei de queixo caído. O titã da tecnologia era um passivo faminto. Lambuzei o meu pau com o lubrificante que ele tinha me dado, posicionei atrás dele. Enterrei o meu caralho no cuzinho do Igor.
— AHHH... ISSO, YOHAN! ME FODE! SOCA COM VONTADE! — o executivo urrava no sofá do camarim, a pica dele de 23 cm batendo na própria barriga a cada estocada que eu dava.
Eu segurava a cintura larga dele e bombava com fúria, aproveitando a oportunidade de arrombar um dos homens mais ricos do país. O suor dos nossos corpos pingava no couro. O Igor batia uma punheta rápida no pau gigante dele enquanto eu escorria no rabo dele.
— ENCHE O MEU CU DE PORRA, YOHAN! VEM! — ele pediu.
Acelerei as estocadas e gozei fundo no cuzinho do Igor, enquanto ele disparava jatos de porra que melou o sofá inteiro.
Ponto de vista do HENRIQUE:
A noite chegou em Campos do Jordão. A Pamela precisou viajar às pressas para São Paulo para um jantar de emergência com os acionistas, deixando o namorado dela, o Will, sozinho no hotel. Ela deixou um jantar de luxo com vinho importado pago no quarto deles e me pediu para fazer companhia ao Will.
Subi para o quarto. O Will estava deitado na cama, vestindo apenas um short de moletom, com o corpo sarado exalando o cheiro de banho tomado.
— A Pamela disse pra jantarmos juntos — avisei, sentando na mesa de centro.
Depois do jantar Abrimos as duas garrafas de vinho. À medida que o álcool entrava nos baixávamos a guarda, a conversa mudou de tom. O Will me confessou que tinha inveja da minha liberdade executiva e que o preconceito dele o mantinha preso numa vida de aparências com a Pamela.
— Henrique... você é versátil, né? — o Will perguntou, com os olhos fixos nos meus.
— Sou. Por quê?
— Eu nunca fui passivo na minha vida... a Pamela tentou chamar um cara uma vez, mas eu tive medo. Se eu te pedir para tirar a minha virgindade de rabo agora... você aceita?
Olhei para aquele rato de academia de vinte e cinco anos, com o corpo perfeito, totalmente entregue à minha autoridade de urso.
— Se ficar no sigilo absoluto entre nós dois... eu te ensino como é que um homem de verdade fode — respondi.
Levei o Will para a cama de casal. Tirei a roupa dele devagar, admirando aquele peitoral sem gordura e o abdômen trincado. Comecei a beijar o peito dele, chupando os mamilos dele, arrancando gemidos manhosos daquele maromba.
Desci a língua para o cuzinho dele, que era extremamente apertado e rosado. Chupei aquele rabo até o Will começar a contorcer as pernas na cama de puro tesão. Encapei o meu caralho de vinte centímetros com a camisinha, passei lubrificante e me posicionei entre as coxas saradas dele.
— Olha para mim, Will — ordenei, segurando o queixo dele. — Relaxa o corpo e aceita o teu dono.
Enterrei a cabeça da pica devagar. O Will soltou um grito abafado, os olhos lacrimejando pelo impacto inicial do arrombamento:
— AHHH... CARALHO, HENRIQUE! DÓI...
— Respira... foca na minha voz — passei a mão no rosto dele, dando beijos calmos na boca dele enquanto empurrava o quadril.
O pau entrou inteiro. O cuzinho virgem do novinho maromba agarrou a minha tora com uma força absurda. Comecei a bombar devagar, num ritmo profundo, tocando a próstata dele a cada estocada. A dor do Will se transformou rapidamente numa onda de prazer desconhecido. Ele abriu as pernas no formato de frango assado, jogando os braços pelo meu pescoço.
— ISSO, HENRIQUE! ME FODE! QUE DELÍCIA DE PEGADA, PORRA! — o rato de academia gemia alto, totalmente corrompido na minha mão.
Acelerei o ritmo. Minhas estocadas ficaram brutais, o meu peitoral peludo de urso esmagando o peito sarado dele. O suor dos nossos corpos se misturava no lençol. Segurei os pulsos dele acima da cabeça e cravei os olhos nos dele enquanto me afundava no rabo dele.
Sem sequer tocar no próprio pau, o Will teve um orgasmo violento. O corpo dele estremeceu inteiro, as pernas tremeram e ele disparou jatos de porra que sujaram a própria barriga.
— VOU GOZAR TAMBÉM, CARALHO! — urrei.
Aprofundei a tora até o osso e preenchi a camisinha com a minha carga quente, desabando por cima do peito do Will.
Ficamos abraçados na cama, sentindo o cheiro de vinho, suor e sexo. O maromba encostou a cabeça no meu peito peludo e adormeceu profundamente em menos de dez minutos, inteiramente entregue ao seu novo senhor.