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Negão do samba me levou pro motel

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Um conto erótico de Rainha da Orla
Categoria: Heterossexual
Contém 2538 palavras
Data: 26/07/2026 18:41:40

Eu gosto demais dos meus novinhos playboys e não abro mão deles, sério. Mas tem dias… tem dias que o meu corpo pede por um cria. A pele bem escura… cabelo descolorido. A coroa aqui gosta de todo tipo de novinho.

E vocês me perguntam: por que essa queda pelos crias de vez em quando? Meus amores, é a marra. Tem uma autoconfiança ali, uma ginga, sabe? Pessoal hoje em dia chama de molho. Eles não pedem licença, eles dominam o território com um olhar que te despe antes mesmo do primeiro "oi". É uma pegada mais bruta. E o contraste... ah, o visual! O cabelo "nevou" brilhando na penumbra, o preto da pele dele contra a minha pele clara... é a imagem do pecado.

Foi exatamente com esse pensamento que eu fui num samba ontem a noite. Eu estava com um vestido preto meio brilhante, daqueles que já avisa de longe que a corretora aqui não saiu de casa para brincar. O clima estava ótimo, o pagode rolando solto, e no meio daquela multidão eu bati o olho e encontrei o que eu procurava, um pretinho bem novinho.

Cabelo descoloridíssimo, cordão de prata no pescoço, essas blusas de time e um sorriso que era um convite para a perdição. Não precisei fazer muito. Dei aquela olhada de cima a baixo e ele, que de bobo não tem nada, já veio com a marra dele com a mão na minha cintura, dando dois beijinhos e perguntando meu nome no pé do ouvido.

Eu só dei aquele sorriso de lado e me apresentei, me jogando para ele. Apoiando a mão na barriga e sentindo o tanquinho por baixo da blusa.

A gente começou a dançar e, olha, o moleque mandou bem. Ele se aproximou, colocou a mão na minha cintura com aquela firmeza de quem sabe o que quer, e eu acompanhei o ritmo, colando meu corpo no dele. Sentir o calor daquela pele e o balanço da ginga dele me deixou doidinha.

A química era tão absurda que o som em volta parecia ter sumido, só existia a gente ali no meio da galera. Ele me olhou bem no fundo dos olhos, deu um sorriso de canto e me puxou para mais perto. Não teve como segurar. O primeiro beijo rolou ali mesmo, no meio do samba, um beijo quente, cheio de urgência e sabor de perdição.

O moleque não perdeu tempo. Ele me puxou pelo braço e me levou até um canto escuro, longe dos olhares, onde o som do samba chegava abafado, mas a nossa temperatura estava lá no alto.

No escuro, a pegada dele ficou ainda mais gostosa. Ele me prensou contra a parede e a mão dele já desceu direto, apertando a minha bunda com uma vontade que me fez soltar um gemido baixo no ouvido dele. Eu sentia o volume dele crescendo contra a minha perna, e o contraste daquela pele quente e escura contra o meu corpo era de enlouquecer.

O beijo era uma briga de línguas, com gosto de cerveja e desejo puro. Ele começou a morder meu lábio inferior e a descer os beijos pelo meu pescoço, enquanto eu cravava as unhas nos ombros definidos dele.

"Que beijo gostoso." Ele sussurrou com aquela voz grave, me deixando toda arrepiada.

Eu já estava completamente entregue, as mãos dele subindo pelo meu vestido colado, descobrindo cada curva que eu lapidei com tanto esforço na academia. Eu não queria saber de delicadeza, meu corpo pedia aquela urgência de cria, aquele jeito "sem filtro" que só eles têm. A gente se pegava com uma fome que parecia que o mundo ia acabar ali mesmo, naquele cantinho sujo e quente.

Eu dei aquela olhada rápida de um lado e do outro, só para garantir que a gente estava realmente na penumbra, e o tesão já estava batendo no teto. Não aguentei. O volume que eu sentia contra a minha perna me deixaram louca.

Sem pensar duas vezes, eu me ajoelhei ali mesmo, naquele chão cimento. Ele soltou um "Que isso..." quando eu abri o zíper dele. Quando eu coloquei pra fora, meus amores, que espetáculo! Aquela piroca preta com a cabeça roxa, já meio babada... não perdi tempo.

Mamei com vontade, olhando para cima para ver aquela cara de prazer dele, o cabelo descolorido brilhando no pouco de luz que chegava. Eu queria sentir cada centímetro, queria mostrar que essa coroa aqui sabe muito bem o que faz. Ele enterrava a mão no meu cabelo, puxando com força, soltando uns palavrões baixinhos que só me deixavam com mais sede de leite.

Eu me entreguei àquele momento. Chupei o novinho com uma intensidade absurda.

De repente, senti o corpo dele dar aquela última tremida e, sem aviso, ele gozou na minha boca, bem fundo na minha garganta. Eu saboreei cada gota, olhando bem nos olhos dele, mantendo aquele contato visual que deixa qualquer homem de pernas bambas.

Me levantei devagar, limpando o canto da boca com o polegar, sem tirar aquele sorriso vitorioso do rosto. Ele ainda estava lá, meio ofegante, tentando recuperar o fôlego e arrumando a bermuda.

Eu me aproximei, encostei meu corpo no dele e sussurrei no ouvido, com a voz carregada de segundas (e terceiras) intenções: "O aperitivo foi divino, negão... Mas agora eu quero o prato principal. Vamos continuar isso aonde?"

Ele deu aquela risada gostosa, limpando o suor da testa. Me puxou pela cintura, colando o corpo dele no meu, e falou que ele estava de moto e que queria me levar para um motel ali perto.

Gente, eu confesso que a ideia de subir na moto dele me deixou ainda mais elétrica. Imagina a cena: Eu, toda arrumada, agarrada na cintura de um pretinho gostoso desses.

Claro que eu topei.

Ai, gente, vocês não têm noção da adrenalina! Saímos do samba e ele me levou direto para a moto dele. Quando ele montou e deu aquela acelerada, o barulho do motor subiu pelas minhas pernas e me deixou ainda mais acesa.

Eu montei na garupa, dei um jeitinho no meu vestido pra não mostrar tudo logo de cara, e colei o meu corpo inteiro nas costas dele. Minhas mãos foram direto praquela cintura firme, e eu sentia cada músculo dele trabalhando enquanto ele costurava o trânsito. O vento batia no rosto, mas o calor que vinha dele era o que me interessava. Eu apertava o corpo dele com as minhas coxas e sussurrava no ouvido dele pra ele ir logo, porque a "coroa" aqui não estava com paciência para sinal vermelho.

Quando chegamos na porta do motel, ele nem hesitou. Entrou com tudo, parou a moto na vaga da suíte e, antes mesmo de desligar o motor direito, já me puxou pela nuca pra um beijo que quase me fez perder o equilíbrio.

Ele abriu a porta do quarto e me jogou lá dentro. Ele nem esperou eu tirar o salto, já veio me prensando contra a porta, as mãos dele levantando o meu vestido, descobrindo o que eu tinha guardado pra ele. O novinho me jogou na cama e, sem muita cerimônia, me virou de quatro, abaixou a minha calcinha até o meio das minhas coxas.

Quando ele veio por trás e deu aquela primeira estocada funda, eu senti até a minha alma vibrar. A pegada dele é diferenciada, meus amores. É uma força bruta, uma urgência que não te deixa respirar. Eu cravava as unhas nos lençóis, sentindo o impacto de cada investida dele. O contraste daquela pele retinta com o meu corpo era a coisa mais linda de se ver no espelho da suíte.

E sim, sem camisinha, eu sei. Preciso voltar a ser mais rígida com isso.

"Me fode, meu negão! Fode minha buceta!" Eu gritava, sem nenhum filtro, completamente entregue ao prazer que só um novinho com aquela disposição tem. E eu sei que eles adoram ouvir uma coroa branquinha falando essas coisas.

Ele não falava muito, só soltava uns gemidos graves e apertava a minha cintura com tanta força que eu sabia que ia ficar com a marca dos dedos dele. Ele acelerava o ritmo, suado, o cabelo descolorido bagunçado, me dando exatamente o que o meu corpo estava pedindo desde o samba. Eu estava ali, a corretora, sendo totalmente dominada por um cria que sabia exatamente onde estava investindo. Que loucura, que delícia de noite!

O clima naquele quarto estava insuportável de tão quente, mesmo com o ar no talo. O pretinho me comia sem pena. Ele segurou meu cabelo com uma mão, puxando minha cabeça para trás, enquanto a outra mão espalmava nas minhas costas, me empurrando contra o colchão para entrar ainda mais fundo.

"Ai, caralho... isso, vai! Não para, negão!" Eu gemia alto, com o rosto enfiado no travesseiro, sentindo cada centímetro daquela força dele.

O som da carne batendo era o único ritmo que importava agora. Vapo, vapo... Aquele barulho seco, ritmado, que deixava a minha cabeça zonza. Ele era uma máquina, sem descanso, parecia que queria me atravessar.

"Puta que pariu... você é muito gostosa, coroa... olha essa bunda..." A voz falhava e aquilo me dava um tesão que eu não conseguia controlar.

Eu comecei a rebolar contra ele, tentando buscar cada vez mais, me oferecendo toda. Eu queria que ele sentisse que, por mais que eu fosse a "patroa" lá fora, ali dentro eu era dele.

"Isso... me come, seu gostoso! Fode com força essa sua coroa!" Eu gritava, já sentindo aquele aperto no pé da barriga, as pernas tremendo.

Eu já não sabia mais onde eu estava, meus amores. A minha visão começava a ficar embaçada e o meu corpo inteiro parecia uma corda de guitarra esticada, vibrando a cada estocada dele. Ele sentiu que eu estava no limite e, em vez de aliviar, ele meteu ainda mais pressão, cravando as mãos na minha cintura com uma força que me deixava louca.

Ele deu três estocadas tão fundas que eu achei que ia perder os sentidos. Na última, ele me puxou pelo quadril com tudo e eu travei. Meus músculos da vagina começaram a esmagar o pau dele numa pulsação frenética.

"AAAHHH! CARALHOOO!" O grito saiu do fundo da garganta enquanto o meu orgasmo vinha como uma avalanche.

Foi uma explosão que parecia não ter fim. Eu sentia tudo formigar, meu útero contraindo com uma força absurda em volta dele. Eu desabei com o rosto no colchão, tremendo igual a uma vara verde, enquanto ele dava as últimas metidas, bufando como um touro no meu ouvido, até que ele também gozou e descarregou tudo dentro da minha buceta, pesando o corpo suado em cima do meu.

Ficamos ali, ofegantes, o silêncio do quarto só quebrado pelo barulho do ar-condicionado e as nossas respirações pesadas. Eu estava em frangalhos, mas com a alma lavada. Que "investimento" bem feito, viu?

Depois de tanta intensidade na cama, a gente precisava de uma pausa, mas o tesão não deixava. Ligamos a banheira, a água começou a encher bem quente, cheia de espuma, com aquela luz neon vermelha do quarto refletindo na água. Eu achei que ia ser um momento para relaxar, mas o cria não me deu descanso.

Eu entrei primeiro, deitando na espuma, e ele veio logo em seguida, sentando atrás de mim. Sentir o corpo dele, aquela pele escura e molhada colada nas minhas costas dentro da água morna, foi um negócio de outro mundo. Ele começou a passar as mãos ensaboadas pelos meus peitos, descendo pela minha barriga, até que me puxou pela cintura e me sentou de frente para ele, no colo dele.

Gente, com a água batendo e a espuma subindo, ele me segurou pelas coxas e me suspendeu um pouco, me encaixando com tudo. Eu soltei um gemido que ecoou no banheiro todo. A hidro ligada, os jatos de água massageando a gente por fora enquanto eu sentava naquela pica.

"Vai, cachorra... Senta, vai!" Ele sussurrava, com o cabelo descolorido todo molhado e os olhos fixos nos meus.

Eu jogava a cabeça para trás, segurando nas bordas da banheira, movendo o quadril pra frente e pra trás enquanto ele agarrava a minha bunda. A gente transou ali até a água quase transbordar, num ritmo delicioso, terminando com mais um orgasmo daqueles de tremer as pernas quando ele explodiu outra vez dentro de mim.

Depois da banheira, a gente voltou para a cama e eu achei realmente que iramos dormir. Tanto é que vesti a minha calcinha, mas quando ele começou a passar a mão em mim, a massagear por trás com calma, mas com aquela firmeza, percebi que tinha mais por vir.

O meu corpo já estava tão entregue, tão anestesiado de tanto tesão, que quando ele pediu com aquele sotaque de cria no meu ouvido, eu não consegui dizer não. "Eu quero comer seu cuzinho." Tenho que admitir que estou cada vez gostando mais de fazer anal.

Ele me virou de costas, me ajeitou na cama e veio vindo devagar, no puro sapatinho. Quando ele começou a entrar, eu soltei um gemido longo, cravando as unhas no lençol com força. Ele foi botando com paciência até entrar todo.

"Isso, meu negão... devagar..." Eu pedia, enquanto tentava relaxar para receber aquela intensidade toda.

À medida que ele ia deslizando para dentro, centímetro a centímetro, a sensação de preenchimento era absurda. Quando ele encaixou totalmente, o quarto pareceu ficar ainda mais quente. Ele esperou uns segundos, dando tempo para acostumar, e depois começou a ditar o ritmo, primeiro com movimentos curtos e profundos, e logo em seguida acelerando com a energia.

O impacto a cada botada me fazia gemer alto, sem qualquer filtro ou vergonha. A força dele batendo contra mim, o som da carne e os palavrões que ele soltava baixinho no meu pescoço me faziam delirar. Fui completamente dominada ali na cama, entregando o último pingo de controle que me restava, até sentirmos juntos a explosão final daquela noite inesquecível.

Meus amores, quando o dia clareou por completo e os raios de sol começaram a passar pela fresta da cortina blecaute, a coroa aqui acordou naquele quarto parecendo que tinha sido atropelada por uma escola de samba inteira.

Eu tentei me mexer e cada músculo do meu corpo deu um grito de protesto. Minhas pernas pareciam duas gelatinas de tanto que eu tinha gozado no pau do moleque e a minha bunda... bom, estava bem dolorida depois do anal, mas de um jeito que me dava até um arrepio gostoso só de lembrar. Meu cabelo estava um ninho, rímel todo borrado, a verdadeira imagem da destruição.

Mas ó? Eu olhei pro lado, vi aquele pretinho gostoso com o cabelo descolorido todo bagunçado no travesseiro, dormindo feito um anjo depois de ter trabalhado igual a um homem feito a noite toda, e soltei um sorriso de orelha a orelha. A sensação de satisfação era plena.

Me levantei bem devagar para não acordar o rapaz, juntei minhas roupas do chão e fui direto tomar um banho. Quando saí, vesti meu vestido e fui direto na recepção fechar a conta.

Fiz questão absoluta de passar o meu cartão e pagar por tudo, a suíte master, o consumo, tudo! E sinceramente, meus amores? Aquele investimento na minha própria felicidade e no meu prazer valeu cada centavo.

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