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Desejo pela minhã irmã: enviei um nude pra minha irmã e tentei transar com ela

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Um conto erótico de apenas um anônimo
Categoria: Heterossexual
Contém 1901 palavras
Data: 26/07/2026 15:29:19

Antes de começar de fato a compartilhar a história que tenho a vocês, preciso deixar algumas coisas claras: esse fato ocorreu na vida real e, portanto, irei usar o nome dela verdadeiro (pois é bem comum então ninguém saberá quem é) e eu me chamarei aqui de Adenor (fictício); Segundo, acredito fielmente que essa situação ocorreu devido a eu me autoconstatar viciado em pornografia (estou tentando sair desse vício, mas o tópico discutido não será esse); e terceiro é que de forma alguma recomendo reproduzir essa situação. Peço desculpa de antemão caso percebam algum erro gramatical, o site recomenda a revisão do texto em programa, mas preferi deixar o texto exatamente como escrevi.

Sempre fui (e sou) um cara tranquilo na vida. Nunca me meti em confusão e nunca corri desesperadamente atrás de mulheres. Já fiquei com algumas garotas mas nunca havia namorado de forma séria. Sempre fui dedicado aos estudos e objetivos que eu almejava (até hoje). Acredito que por causa disso, acumulei muito estresse e acabei vendo a pornografia como uma saída pra me aliviar de toda essa tensão que minha rotina projetava. Desde pequeno sempre gostei de assistir. Quando mais novo, eu chegava a bater 5 a 6 punhetas seguidas (rs). Eu via muitas mulheres lindas fodendo de várias formas na tela do meu celular. Tenho algumas irmãs e já bati punheta pensando em cada uma delas quando eu era moleque. Hoje, na casa dos 20 anos (omitirei minha idade exata), não tenho mais toda essa intensidade pra ficar batendo a mesma quantidade (felizmente). Comecei assistindo os vídeos comuns, mas com o tempo passei a conhecer outros tipos de temas, foi somente aí que conheci e aprendi o que seria incesto.

A princípio, eu assistia com mais frequência incesto entre irmãos, era o que mais me chamava a atenção. Depois vi que havia incesto com todo tipo de parente. Cheguei a assistir todos, mas a maioria eram fakes e eu torcia muito pra que fossem de fato falsos. Mas entre irmãos e entre primos, eu sempre procurava os que eram de fato reais.

Tendo conhecimento desse tipo de relação sexual, depois de adulto, me veio à tona a sensação e imaginação de transar com minhas próprias irmãs. Mas dessa vez, somente com uma específica, a Camila.

A Camila é uma morena (tem na casa dos 30 anos), não pratica exercícios físicos mas tem o corpo bem desenhado, atualmente mãe solo, sempre trabalhou. Depois que ela separou do ex, começou a ser "livre". Adotou um certo comportamento de vaidade exacerbada. Mas acredito que era devido a ter ficado muito tempo solteira e sem relação sexual (o que influencia esse tipo de comportamento). A princípio ela tinha somente um filho, mas depois desse comportamento, passou a engravidar de mais dois totalizando três filhos (meus sobrinhos), cada um de um pai diferente mas nenhum deles chegou a assumir ela ou ela também não quis saber deles. Eram homens bem medíocres e que não iria acrescentar em nada na vida dela e das crianças. Ela tá levando a vida dela dessa forma até hoje. Nesse meio tempo ela até chegou a ficar com alguns outros caras, mas apenas por diversão. Ela não parecia mais querer algo sério e sólido novamente. Ela até já chegou a viajar pra outras cidades por causa de ficante. Sem dúvidas já meteram muito nela. Certo tempo, com todos os filhos na escola, ela usava o horário de almoço do trabalho dela pra vir almoçar na casa dos meus pais (moro com eles). Então ela almoçava, descansava e retornava pro trabalho. Ela economizada tempo e distância, pois o trabalho dela era perto da casa dos meus pais também.

Nessa rotina, quando ela acabava de almoçar, ela se deitava (descansando) na cama do quarto ao lado do meu. Eu sempre ouvia ela conversando com as amigas e ficantes dela. Depois que eu assistia os vídeos de incesto entre irmãos, eu passei a ver ela com olhos de desejo. Ela deitava e sempre eu a observava. Me deixava um pouco excitado porque ela, às vezes, deitava em uma posição sugestiva. Em um desses dias, ela virou de lado deixando as costas pra mim. Eu, deitado na minha cama no outro quarto, conseguia ver perfeitamente ela. Cheguei a me levantar com bastante cuidado e sem fazer barulho, e tirei uma foto dela. A foto não tinha ficado como eu realmente gostaria mas tinha ficado legal. Em outro desses dias, ouvi ela falando com uma amiga dela algo relacionado a um certo cara que gostava que outros homens pegassem a própria mulher (acredito que fosse um cuckold). Eu já sabia do mundo liberal, mas ouvindo isso dela, minha imaginação foi ainda mais longe, pensei: "será que ela já se aventurou no meio liberal?" Apesar de ter sido uma dúvida, ela me fez pensar que ela era uma puta safada discreta. Depois passei a observar melhor ela. Tempo depois fui à casa dela resolver alguma coisa, e ela abriu a porta com o lençol todo enrolado nela, como se ou estivesse completamente nua ou somente com as roupas de baixo. Ela não tava transando porque não havia nenhum cara lá. Mas certamente pensei que ela tava tirando foto de si própria pra enviar pra algum marmanjo. Já fiquei ligado. Eu via algumas postagens dela com roupa de praia, de marquinha (mesmo que de roupa normal) e também postava foto vestida só com blusa de time e aqueles anel de coxa que tem em lingerie. Fica ainda mais atrativa pra mim. Imaginava ela nua toda de marquinha na minha frente. Meu pau subia rapidamente. Uma vez não aguentei e gozei vendo uma foto dela assim de marquinha feita.

Bom, até então, nunca interagi de forma sexual com ela. Sempre foi uma verdadeira relação de irmãos. No dia 30 de setembro de 2025, ela foi na casa dos meus pais pela manhã, normal. Determinado momento ela foi tomar banho e, quando saiu, ela havia saído sem vestir a blusa, meio que quase vi os seios dela. E adivinhem, a safada tava de marquinha feita. Na hora me imaginei comendo ela ali. Brinquei com ela dizendo que ela tinha que se vestir antes de sair do banheiro, ela respondeu com outra brincadeira também. Pela tarde, ela já estava na casa dela, mas aquela cena que vi, não saía da minha cabeça. Nesse mesmo dia, ainda a tarde, minha adrenalina e nervosismo estavam altos, pois botei na minha cabeça que eu deveria mandar mensagem pra ela e tentar, por fim, comer ela. Em algum momento de inquietude, mandei. Perguntei primeiro se ela estava em casa, ela respondeu que sim. Em seguida enviei um nude meu pra ela (modestia parte falando, a foto tinha ficado ótima. Sou moreno também então falta de cacete não foi, caso tenham dúvidas rs). Mandei pra ela mas ela respondeu com uma figurinha engraçada e aleatória. A resposta dela não foi tão negativa quanto eu pensei que seria, mas também deixava claro que ela não tinha interesse. Eu disse a ela pra isso ficar só entre nós dois (óbvio). Mas ela continuou respondendo só com figurinhas, sem responder nada com palavras. Depois que pedi pra ela deixar de mandar figurinha e responder direito, ela parou de me responder. Se ela gostou ou não da foto, não sei. O que eu sabia naquele momento é que tinha ficado um climão. Fiquei com medo dela contar a alguém da família e desencadear um clima extremamente ruim em todos. Mas, pelo que aparenta, ela nunca contou. Eu não sabia como reagir e muito menos olhar pra cara dela. Passado alguns dias sem termos contato, ela foi à casa dos meus pais. Fiquei o tempo todo dentro do meu quarto com vergonha kk. Passado mais dias, finalmente nos vimos frente a frente. Tentamos agir normalmente como se nada tivesse acontecido. E com o tempo, conseguimos retomar nossa antiga relação de irmãos. Atualmente nos falamos normalmente e fingimos que nada disso aconteceu. Depois, com essa situação toda tendo ocorrida, eu percebia que ela passou a sempre olhar pro volume no meu short. Em casa, fico sem cueca por achar melhor. Então eu pegava rapidamente ela observando meu pau balançando enquanto eu andava. Não sei se ela também se imaginou me dando ou se depois passou a ter interesse. Independente, eu gostaria de ter ciência dos pensamentos dela, mas se ela teve, obviamente não me falou por já termos encerrado o assunto constrangedor.

Um tempo recente, fui à casa dela novamente. Dessa vez, eu tinha uma entrevista de emprego (não lembro direito). Eu havia pedido pra eu ir à casa dela realizar essa entrevista porque não tinha ninguém lá e o silêncio seria melhor que na casa dos meus pais. Assim foi. Certo momento que fiquei de bobeira lá, me subiu uma sensação estranha, de me imaginar novamente transando com minha irmã na casa dela. Fui em direção ao quarto dela e procurei por roupas sexy que ela certamente teria. Felizmente só encontrei um tipo de macacão transparente. Enquanto eu pegava ele, meu cacete rapidamente subiu, baixei meu short e deixei ele pra fora pulsando. Peguei a parte que fica na buceta e no rabo e cheirei pra ver se ele tinha sido usado, mas não tinha sido. Mesmo assim, peguei ele e enrolei no meu cacete que já estava babando um pouco com toda aquela adrenalina.

Nessa situação, fiquei pincelando meu pau na parte da frente e de trás deixando um pouco de baba nele e me imaginando metendo nela usando esse macacão de ladinho. Eu certamente gozaria fácil ali, mas me contive, guardei e voltei ao meu estado normal (rs).

Atualmente, às vezes, ainda me pego olhando ela de forma sexual. Às vezes acho que ela fica sem calcinha também no dia a dia. Acredito que esse desejo meu por ela não acabou, apenas diminuiu (o que me faz ficar feliz e um pouco triste), pois eu definitivamente não pretendia ter esse desejo, mas a pornografia ilude minha mente a achar isso normal. Estou tentando há muito tempo largar esse vício, mas é foda. Espero que um dia eu consiga me livrar disso. E apesar disso tudo, se ela viesse me procurar atualmente tendo esse interesse sexual, acredito que eu cederia. Não me orgulho de dizer isso, mas como falei, esse desejo ainda não saiu 100% de dentro de mim.

Então, Camila, se algum dia você ler isso, vou acreditar que você teve, no mínimo, a curiosidade de como seria se transássemos (rs). Se você se sentir ainda curiosa, me mande mensagem que conversamos melhor que dessa vez do relato sem precisar transar (ou se quiser também. Podemos tentar ao menos um oral se preferir). Nossa conversa será sigilosa. Não vou de forma algum te julgar, pode ficar tranquila.

Esse relato não é conselho, sugestão ou orientação. É apenas um relato do que aconteceu comigo na vida real. Na verdade o único conselho que dou é, se você tá passando por uma situação dessas já nesse estado, tente ficar somente em imagens ou vídeo. NUNCA tente interagir dessa forma com seus parentes. Pode dar certo? Sim! Mas se der errado, tu ia preferir ter dado errado em qualquer outra coisa, menos nisso. Então tomem cuidado. Obrigado por lerem até aqui.

Esse é um relato individual e único. Não haverá outros. Meu relato junto ao meu perfil certamente se perderá dentro os diversos que aqui existe. Novamente obrigado.

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