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O treinador (3): Jovens e com tesão

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Um conto erótico de Técnico Barreira
Categoria: Gay
Contém 2408 palavras
Data: 26/07/2026 11:58:42

Continuei extremamente assustado. Obviamente eu já tinha excedido o limite com os alunos. Tinha falado abertamente de coisas extremamente íntimas com eles. Visto eles de cueca, visto eles com o pau pra fora enquanto assistíamos o vídeo de uma aluna de outra escola ninfetinha tirando a roupa.

Mas aquilo... Aquilo cruzava todos os limites.

Ali estava Henrique, meu aluno, o único abertamente Gay dos 5, de cueca box azul com seu pau duro marcando um belo volume, sentado no banco do vestiário dizendo que eu e ele podíamos nos aliviar ali. Juntos.

Eu: Não sei não, Henrique...

Henrique: Tá de boa, barreira. Você ficou com... Ficou excitado em ver o vídeo da guria do Gabriel. E eu... Também fiquei excitado. Ontem eu me masturbei e dormi bem melhor. Faz isso também aqui antes de voltar pro quarto... Eu não me importo.

Eu: É mas... Você é meu aluno...

Henrique: Relaxa, eu sei disso. A gente não só bater uma. Tá de boa.

Contrariando toda a minha ética, moral e até NOÇÃO, eu me sentei no banco. Ali estávamos nós dois, sentados um de frente pro outro a mais ou menos um metro de distância. Cada um com a perna para um lado do banco.

Passei minha mão por cima do meu pau na minha cueca vermelha da lupo. Era um estilo sem costura, de tecido de poliamida. Vi que Henrique não tirava o olho de mim. E eu conseguia entender o por que. Não sou nenhum velhote, sempre de boa forma, corpo definido, magro, sem pelos. Era o segundo professor mais novo do colégio, perdendo apenas para um auxiliar.

Henrique tirou seu cacete para fora. A cabeça rosinha estava pulsando. Sua virilha era lisinha, totalmente depilada. Seu pau era levemente curvado pra cima. Ele começou uma punheta, puxando devagar a pele do seu pau para baixo e voltando para cima. Ele arcou seu corpo para trás, com uma mão no pau e a outra apoiada no banco.

Não sei qual coragem - ou estupidez - tomou conta de mim, mas botei meu pau pra fora. Henrique não tirava o olho. Meu pau era maior do que o dele óbvio. Um pouco mais escuro, pois apesar de ser branco puxo mais para um moreno.

Ficamos os dois ali, cada um tocando sua punheta.

Apesar do vídeo da Mariana ser uma delícia, era não era a fantasia da minha punheta. Mas sim o meu aluno novinho, loirinho e delicioso que estava na minha frente batendo uma bronha junto comigo. Henrique mordia os lábios e olhava meu pau com um olhar de fome. Meus desejos mais lascivos percorriam minha mente. Minha vontade era agarra-lo, fazer ele chupar meu pau, comer sua bundinha, gozar no rostinho angelical dele. Nossa... Eu estava me tornando um pervertido.

Henrique: Nossa... Tá tão gostoso... Humm..

Ele gemia com aquela carinha de novinho safado. Obviamente ele também estava com tesão em mim... Não faria mal se... NÃO, não podia pensar nisso.

Henrique: Caramba Barreira. O seu pau é muito grande.

Sorri pra ele. Peguei meu pau e bati com ele na mão.

Eu: Gostou?

Henrique: Sim... O maior que eu já vi.

Eu: E você... Já viu muitos?

Decidi ir entrando no assunto, provocar ainda mais a tensão que estava rolando.

Henrique: Na verdade, eu só vi a de um menino que eu fiquei uma vez, além dos meninos de hoje.

Eu: Então você é... Virgem?

Ele riu.

Henrique: Eu transei com esse menino que eu fiquei. Gay na minha idade não pode se dar ao luxo de perder uma oportunidade.

Ele me olhou nos olhos falando isso. Eu não sabia identificar se era um sinal verde ou não. O meu tesão estava muito forte. Eu queria que aquele garoto soubesse que eu também tinha tesão nele.

Eu: E você ficou com tesão nos garotos de hoje?

Henrique: Sim. Especialmente no Gabriel. Aquele bostinha é o mais gostoso, não adianta.

Eu ri. Sabia que ele tinha tesão nele.

Eu: Entendi... E no resto?

Henrique: também fiquei. Todos ali eram gostosos... Eu fico meio envergonhado com eles. Afinal eles sabem que eu... Sou gay né.

Eu: Mas eu acho que eles estão respeitando, não? Não estão te tratando diferente.

Henrique: Sim, ao menos isso. Até você tá fazendo eu me sentir bem. Obrigado.

Ele lançou um sorriso que me deixou derretido. Que novinho maravilhoso...

Eu: Pode ficar bem a vontade comigo, Henrique.

Henrique soltou uma risadinha tímida.

Eu: Que foi?

Henrique: Se eu ficar mais a vontade... Bem... Acho que não dá pra ficar mais a vontade. (Riu)

Olhei um pouco mais sério pra ele. Estava morrendo de desejo.

Eu: Pode ficar bem a vontade.

O sorriso na boca dele sumiu. A velocidade na sua punheta diminuiu. Eu fiquei com medo de ter cruzado um limite com ele. Primeiro que eu era seu professor, segundo que ele era um aluno muito querido, não seria deixa-lo desconfortável.

Henrique se aproximou uns 30 centímetros de mim. Eu fiquei sem reação. Devagarinho, ele tirou a mão do próprio pau e botou no meu. Eu soltei minha rola e deixei ele assumir.

Aquele garoto loirinho, doce e educado estava lá. Com seu pau pra fora da cueca box azul, e com meu pau em sua mão, tocando uma punheta. A mão dele quase não dava a volta no meu pau. Ele me masturbava meio sem jeito, tentando não olhar para meu olho, talvez com medo de eu brigar com ele.

Eu: Ah Henrique...

Peguei na nuca dele e apertei de leve. Ele me olhou e acabou entendendo errado.

Ele aproximou seu rosto do meu pau e colocou-o na boca. Botou a cabeça nos lábios e começou a lamber. Sua linguinha percorria todo o topo da minha rola, ele bebia do pré gozo que tinha ali. Quando completou umas 5 voltas na língua, sua saliva já escorria no resto da minha rola. Ele abocanhou e abaixou sua cabeça, colocando até metade do meu pau na boca, se engasgando quando chegou na metade.

Aquilo era errado. MUITO errado. Mas tava bom pra caralho!

Ele voltou ao topo e pegou fôlego de novo. Voltando a descer e subir. Descer e subir... Descer e subir...

Eu: Que gostoso Henrique... Chupa vai.... Mama bem gostoso no meu pau..

Ao ouvir aquilo, Henrique aumentou a velocidade. Ficou chupando mais uns dois minutos antes de eu não aguentar.

Eu: Eu vou gozar, tira da boca.

Henrique tirou da boca e me olhou para mim, seu lábio melado de saliva e mel do meu pau.

Henrique: Goza na minha boca.

Ele voltou a chupar e dessa vez bem rápido. Descia e subia, agora com uma mão dando leves apertadas nas minhas bolas.

Eu: Eu vou gozar Henrique!

Ele não parava. Sua boquinha macia e rosinha agasalhava minha rola, deixando ela toda melada de baba, escorrendo algumas gotinhas até o tecido da minha cueca box vermelha.

Não aguentei e esporrei tudo na boca dele. Ele bebia tudinho, feito um bezerrinho.

Eu: Caralho, que delícia!

Ele bebeu até a última gota. Levantou a cabeça e me olhou, seu olhar era de orgulho. Ele se aproximou, provavelmente esperando que eu o beijasse. Eu não podia negar. Não naquele momento.

Nossa boca se envolveu, nossa língua dançava dentro da boquinha pequena dele. Era delicioso sentir meu aluno me beijando depois de me chupar.

Após nosso beijo gostoso, olhei para ele e ele ainda estava com seu pau super duro.

Eu: Vem cá, precisas de aliviar também.

Puxei ele para mim. Segurei em sua bunda por cima da cueca e o grudei em mim. Seu pau ficou bem na altura da minha boca. Em um único movimento botei ele quase todo na boca. Engoli a cabeça fazendo caber toda sua rola.

Henrique: Caralho! Porra barreira!

Fui chupando seu pau enquanto apertava sua bunda. Coloquei minha mão dentro da sua cueca, tateando sua bunda redonda e gostosinha. Fui chegando perto do seu cuzinho até sentir suas preguinhas. Não passava de um buraquinho apertado.

Tirei o pau dele da boca e chupei meu dedo.

Henrique: Ah... Isso...

Voltei a mamar gostoso naquele novinho delicioso, enquanto meu dedo voltava para seu cuzinho, dessa vez com a minha saliva. Fui encontrando caminho, forçando ele para dentro. Após entrar a ponta, fui massageando lá dentro.

Henrique: Porra... Que gostoso.

Henrique instintivamente fazia um vai e vem na minha boca, metendo seu pau e fazendo meu dedo ir mais fundo na sua bunda.

Henrique: Puta merda, eu vou gozar.

Ele mal terminou de falar e já começou a esporrar na minha garganta. Bebi toda a porra gostosa dele.

Henrique: Meu deus, que gostoso!

O pau dele foi amolecendo na minha boca enquanto eu ainda apertava sua bunda gostosa. Desejando profundamente meter no seu cuzinho apertado. Mas ele não iria aguentar meu pau, parecia virgem de tão apertadinho.

Henrique: Agora sim. Os dois estão aliviados.

Henrique se sentou na minha frente ainda sem fôlego. Automaticamente me veio uma ressaca moral enorme.

"Puta merda, eu fiz isso com o meu aluno" - Pensei.

Henrique era inteligente. Sabia codificar meu olhar e saber o que estava pensando.

Henrique: Ei... De boa professor. Ninguém vai saber não. Foi só pra gente se aliviar, nada mais.

Ele sorria como quem realmente estava tranquilo. Aquilo me deu uma aliviada.

Eu: Foi mal Henrique, eu não devia ter deixado.

Henrique: Não se preocupa. Eu que fui atrás. Eu que queria... Eu já tava com tesão em você já faz tempo.

Colocamos as cuecas e voltamos para o quarto. Os garotos ainda dormiam. Henrique se deitou e pelo que vi logo pegou no sono.

Eu demorei para dormir... A culpa ainda estava no meu peito.

-

Na manhã seguinte, acordei super tenso com a ideia do que havia feito... Se fosse com um outro aluno de outro colégio era uma coisa. Aquilo não iria voltar junto comigo durante horas em um ônibus. Além disso, ele ainda é meu aluno na escola.

Minha culpa me consumia intensamente. Não tinha como não consumir.

Os garotos iam acordando aos poucos. Henrique acordou e sorriu para mim de forma descontraída.

Eu fiquei com bastante medo de ele acabar falando algo para alguém, não com o intuito de dedurar ou algo, mas como quem conta uma fofoca. O fato é que até hoje (esse campeonato foi ano passado) até onde eu sei ninguém mais ficou sabendo disso. Nem o que aconteceu com o Henrique nem o que aconteceu no resto da viagem.

A tarde ia passando, eu ficava mais quieto para fazer a digestão do almoço, um luxo que os alunos não tinham, já que a maioria tinha jogos a tarde. Fui dar uma olhada no Theo, ele estava com os outros meninos do karatê treinando. Theo era forte e habilidoso, tinha todas as qualidades de um lutador disciplinado. O treino dele já estava quase acabando.

Fui olhar Pedro e ele estava na pista correndo com um outro garoto de outra escola. Os dois revezaram a pista e ficavam conversando nos intervalos. Depois de uns 20 minutos, Pedro pegou sua bolsa e saiu.

Pedro: Barreira, vou tomar um banho e ir pro quarto fazer a tarefa atrasada beleza?

Eu: Tranquilo.

Mesmo em campeonato, eles recebiam as atividades da escola para botar em dia. Já que era quase uma semana de campeonato, não podiam atrasar muito.

Após ele ir para o prédio, fui atrás de Gabriel na área do judô.

Não o encontrei.

Mas eu já sabia onde encontra-lo.

Iria encontra-lo atrás de um dos 3 ginásios, no caso o ginásio do vôlei feminino, onde Mariana treinava. Fui prontamente até lá, meu sangue até fervia de imaginar o que os dois safados podiam estar fazendo, já que da última vez não tiveram nenhum pudor de um chupar o outro praticamente. No caminho, encontrei um outro professor que conhecia. Ele se chama Sérgio, um pouco mais novo que eu. Eu tentava sair do assunto pra fazer logo o flagra, mas ele estava insistindo na conversa. Ele era gente boa, nos conhecemos quando éramos mais novos. A conversa fluia tranquila. Até que ele tocou em um ponto que me chamou a atenção.

Sérgio: Caramba... As meninas daqui são muito gatinhas né?

Fitei ele, com um olhar meio assustado e meio confuso. Ele me devolveu o olhar. Seu rosto mais redondo com uma barba cheia mas bem feita demonstrava uma certa graça no olhar. Ele era mais baixo que eu, mas mais musculoso.

Sergio: Relaxa poh, só tô comentando (riu)

Eu ri de volta, meio sem jeito.

Eu: Ah sim, as meninas são bonitas.

Sergio: Cara, eu jamais faria uma loucura nem nada. Mas não dá pra não olhar, olha a isa por exemplo.

Ele indicou para uma garota que era fã escola dele. Isabella tinha cabelos cacheados, pele levemente morena, um tom meio café com leite, seios grandes e cintura fina, além de um bumbum bem redondo e quadril largo. Ela era realmente uma gata.

Eu: ela é... Bem...

Sergio: Relaxa Poh, pode falar. Ela é gostosinha. É minha aluna, mas é sim.

Eu: É... Não dá de negar. É gostosinha sim.

Isabella se alongava para ir para o ginásio. Com uma blusa fina onde dava para ver o formato de seus peitos. Short curto desenhando bem sua bunda grande e marcando o desenho de sua pequena calcinha. Meu pau chegou a dar sinal de vida.

Aquela conversa me deixou relaxado. Sergio me fez perceber que não tinha problema em ter esse tesão. Mas obviamente eu tinha passado dos limites com o Henrique.

Sergio foi chamado por um aluno. E eu quase que esqueci o que iria fazer. Ia lá atrás do ginásio.

Fui olhando ao redor para ver se ninguém me seguia. Me seguirei pelo espaço curto entre o muro e a parede do ginásio, até chegar na "casinha de gás". Levantei de leve a cabeça para olhar ao outro lado.

Bingo.

Lá estava Mariana de pé. Seus cabelos levemente ondulados e loiros por cima de seu sutiã, já que estava já sem blusa. Olhos fechados por receber em seus lábios o beijo molhado do Pedro.

PEDRO?

Pedro com seu corpo mais musculoso, beijava Mariana com vontade. Sua mão já estava dentro do short dela, mas não dava para ver se era por dentro também de sua calcinha ou por cima dela.

"A safada tava chupando o Gabriel e mandando vídeo para ele até ontem. Que putinha safada!" - pensei

Continua...

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Galera, comentem o que estão achando, por favor. Isso motiva a escrever mais rápido. Acreditem, a putaria tá só começando...

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