Ficamos um tempo em silêncio, abraçados, suados. Meu corpo ainda tremia com os resquícios do orgasmo. A cabeça era uma bagunça completa. Eu acabei de deixar ele me fazer gozar esfregando o pau no meu clitóris… e eu mesma bati punheta pra ele até ele gozar em mim. A culpa batia forte, mas o tesão ainda latejava baixo.
Eduardo acariciava minhas costas devagar, quase carinhoso. Depois de um tempo, ele falou:
— Você foi incrível hoje. Mas eu ainda quero mais de você, Laura. Quero te foder de verdade. Quero sentir você apertando meu pau. Mas eu sei que não vai ser fácil… então vou esperar você estar pronta. Enquanto isso, vou te mandar fazer coisas que você gosta… coisas que te deixam molhada só de obedecer.
Eu me afastei um pouco, negando:
— Não. Isso já foi longe demais. Eu não vou transar com você.
Ele só sorriu, como se já esperasse a resistência.
Os dias seguintes foram uma tortura lenta e deliciosa.
Eduardo foi manipulador pra caralho. Ele sabia exatamente qual era meu ponto fraco: o fetiche de ser mandada. Toda viagem, toda conversa, ele dava ordens pequenas que eu acabava obedecendo. “Tira a calcinha e me entrega”, “se toca no carro enquanto eu dirijo e me conta o que tá sentindo”, “me chama de chefe enquanto goza”.
Eu brigava comigo mesma o tempo todo. Chorava no quarto depois, me sentia a pior pessoa do mundo… mas obedecia. E quanto mais eu obedecia, mais ele me elogiava, mais eu me sentia viva.
Numa noite, depois de muito vinho e muita pressão psicológica, acabei chupando ele. De joelhos no quarto do hotel, ele segurando meu cabelo, me mandando olhar pra ele. Eu gozei só de chupar, sem ele me tocar. Depois, ainda com o gosto dele na boca, ele me contou a verdade:
— Lembra que eu prometi ajudar com o Carlos? Ele quer você. E eu prometi que você ia dar pra ele. Quando você estiver pronta.
Eu fiquei brava, chorei, disse que nunca. Ele me acalmou, me abraçou, disse que era só pra fechar o maior contrato da minha vida, que eu não precisava transar de verdade, só agradar… e que ele ia estar lá o tempo todo. Acabei cedendo aos poucos. A confiança nele foi crescendo de um jeito perigoso.
A noite com o Carlos
Fomos os três num bar. Eu não queria, mas Eduardo insistiu. Bebida pra caralho. Carlos não parava de me tocar — mão na coxa, apertando minha cintura, passando a mão nas minhas costas, roçando o pau duro disfarçadamente em mim quando dançávamos. Nunca beijou na boca, nunca tocou meus seios ou minha buceta. Só muita mão, muito aperto, muito sussurro safado no ouvido.
Eu bebia pra aguentar. Me sentia suja, mas excitada. Cumprindo “minha parte”.
Quando o bar fechou, Eduardo me levou embora. Carlos ficou pra trás. Chegamos no hotel, ele subiu comigo pro quarto. Estávamos conversando, eu ainda bêbada e confusa, quando bateram na porta.
Eduardo sorriu.
— Deve ser o Carlos. Eu chamei ele.
Meu coração quase parou.
— O quê?! Eduardo, não…
Ele abriu a porta. Carlos entrou, já com aquele olhar faminto. Eduardo fechou a porta e falou calmamente:
— Hoje eu quero ver vocês dois mais íntimos. Laura, mostra pro Carlos o quanto você aprendeu a obedecer.
Carlos me olhou de cima a baixo como se eu fosse a única coisa que importava no mundo. Seus olhos estavam escuros, cheios de uma fome bruta, acumulada há semanas.
— Porra… finalmente — murmurou ele, já tirando o cinto. — Eu esperei demais por isso.
Eu dei um passo pra trás, o coração na boca.
— Eduardo… eu não quero. Por favor.
Eduardo me segurou pela cintura, me puxando contra o peito dele, protetor, mas ao mesmo tempo me mantendo ali. Sua voz saiu calma, quase doce:
— Calma, princesa. Respira. Eu tô aqui. Só deixa rolar um pouco. Você confia em mim, lembra?
Carlos já tinha tirado a camisa, revelando o peito largo e peludo. Ele se aproximou, o pau marcando forte na calça. Ajoelhou na beira da cama, segurou minhas coxas e começou a abrir minhas pernas com força.
— Eu vou te comer hoje, Laura. Vou te foder gostoso pra caralho. Você merece um homem de verdade — disse ele rouco, abaixando a cabeça entre minhas pernas, a respiração quente roçando minha pele.
Eu fechei os olhos com força, tremendo:
— Não… por favor… eu não quero…
Senti a língua dele quase tocar quando Eduardo falou alto e firme:
— Carlos. Para.
Carlos parou, irritado, olhando pra cima.
— Que porra é essa, Eduardo?
Eduardo pegou o celular, que já estava gravando discretamente, e mostrou a tela pra ele. Sua voz mudou — ficou mais dura, possessiva:
— Você não vai foder a Laura. Ela não é uma puta qualquer pra você usar. Ela é minha. Eu sou apaixonado pra caralho por essa garota. Olha pra ela… tão novinha, tão obediente. Ela é diferente.
Carlos ficou vermelho, o pau ainda duro, visivelmente frustrado:
— Mas você prometeu… Eu quero foder essa novinha. Eu pago o que for.
Eduardo sorriu frio, me puxando mais pra perto, beijando o topo da minha cabeça:
— O negócio fecha amanhã com as condições que eu quero. Se você não assinar… eu mando esse vídeo pra sua esposa. Tudo. Você ajoelhado, quase chupando ela. Escolhe.
O silêncio foi longo. Carlos respirava pesado, olhando pra mim com desejo e raiva. Finalmente, ele se levantou, vestiu a camisa de qualquer jeito e cuspiu:
— Fechado, seu filho da puta.
Ele saiu batendo a porta.
Eu desabei nos braços de Eduardo, chorando de alívio, vergonha e confusão. Ele me abraçou forte, acariciando meu cabelo:
— Viu? Eu cuido de você. Ninguém te toca se eu não permitir. Você é minha agora, Laura.
Fiquei ali, nua, tremendo contra o peito dele, sem saber mais quem eu era. Ele me abraçava forte, uma mão nas minhas costas, a outra acariciando meu cabelo. Eu me sentia destruída, usada, protegida e excitada ao mesmo tempo. Era uma confusão horrível.
Ele beijou minha testa e falou baixinho:
— Você foi perfeita hoje. Eu vi como você ficou molhada quando o Carlos chegou perto. Seu corpo quer mais, né? Mas eu não deixei ele te comer. Porque você é minha.
Eu chorei baixinho contra o peito dele:
— Eu me sinto uma puta… traí o Pedro de tantas formas. O que eu tô virando, Eduardo?
Ele me apertou mais, voz calma e manipuladora:
— Você tá virando uma mulher de verdade. O Pedro nunca vai te dar isso. Eu te dou. Eu te protejo. Eu te mando fazer coisas que te deixam molhada. E amanhã, quando o contrato for assinado, você vai ganhar uma comissão que vai mudar sua vida. Tudo tem um preço, princesa.
Ficamos um tempo em silêncio. Eu ainda nua, encostada no peito dele, sentindo o calor do corpo dele contra o meu. Eduardo acariciava minhas costas devagar, quase carinhoso. Era estranho — ao mesmo tempo que eu me sentia usada, também me sentia segura ali.
Ele quebrou o silêncio primeiro, voz baixa:
— Fala comigo, Laura. Se abre. O que tá passando nessa cabecinha agora?
Eu suspirei, ainda nua contra ele, e comecei a desabafar:
— Eu não posso terminar com o Pedro… ele não merece isso. Ele é bom pra mim. Eu invento desculpas o tempo todo, digo que tô cansada da viagem, que o trabalho tá pesado… Mas eu não quero mais seguir com você também, Eduardo. Isso tá me destruindo. Eu me sinto uma pessoa horrível.
Mesmo falando isso, eu não saía de perto dele. Minha mão, sem que eu percebesse, desceu e começou a mexer devagar no pau dele, que ainda estava meio duro. Era quase automático agora.
Eduardo gemeu baixinho, mas continuou carinhoso, passando os dedos no meu cabelo.
— Eu sei que você tá confusa. Mas você precisa se libertar, princesa. O Pedro te prende numa caixinha. Eu te mostro o mundo. Olha como você tá molhada ainda… olha como sua mão tá me tocando naturalmente. Seu corpo já escolheu.
Eu continuei batendo punheta devagar, sem nem perceber direito o que fazia, enquanto falava:
— E a sua esposa, Eduardo? Você nunca fala dela. O que ela pensaria disso tudo?
Ele ficou tenso na hora. A mão dele parou nas minhas costas.
— Não fala da minha esposa — disse bravo, voz mais grossa. — O casamento já era uma merda antes de você. Ela descobriu uma traição minha há uns dois anos. Desde então virou um inferno. A gente mal se fala. É só aparência.
Eu parei a mão por um segundo, sentindo culpa:
— Meu Deus… eu tô destruindo sua vida também.
Ele segurou meu queixo, me fazendo olhar pra ele:
— Você não tá destruindo nada. Você tá me dando vida. Eu quero transformar você, Laura. Quero fazer de você a minha putinha obediente. Quero que você obedeça tudo que eu mandar. Quero te fazer chupar outros caras na minha frente enquanto eu assisto. Quero te foder gostoso quando eu quiser. Quero te usar e te cuidar ao mesmo tempo. Isso é o que eu quero de verdade.
Fiquei brava, excitada e perdida ao mesmo tempo. Minha mão, sem eu perceber, voltou a mexer no pau dele, agora mais firme.
— Você é louco… eu não sou isso. Eu não posso ser sua putinha. Eu tenho namorado, eu…
Mas eu não parava de tocar ele. Ele gemia baixinho, olhando nos meus olhos.
— Você já é, princesa. Só falta aceitar.
Eu estava confusa, molhada, com raiva e tesão. Não sabia se queria bater nele ou continuar batendo punheta.
Eu ainda estava com a mão nele, mexendo devagar, quando soltei o que estava preso na garganta:
— Eu quero casar um dia, Eduardo. Quero ter filhos, uma família… uma vida normal. Não posso ser sua… putinha. Isso não combina comigo.
Ele sorriu, quase carinhoso, e passou a mão pela minha barriga, descendo devagar até entre minhas pernas. Começou a me tocar com calma, dedos circulando meu clitóris inchado.
— Você pode ter tudo isso, princesa. Pode casar, ter filhos, ter uma vida “normal”… e ainda ser minha putinha obediente por trás. Eu te dou as duas coisas. Eu cuido de você. Te protejo. Te mando fazer o que eu quero. E você vai amar.
Eu gemia baixinho, as pernas abrindo um pouco mais contra a vontade.
— Não… eu não posso…
Ele tirou a mão e me olhou nos olhos, desafiador:
— Vamos apostar então. Eu vou te chupar agora. Se você gozar na minha boca… é porque você me ama. Se não gozar, a gente para por aqui. Pra sempre.
Eu hesitei muito. Sabia que era armadilha. Mas acabei concordando, voz fraca:
— Tá bom… mas só isso.
Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e desceu a boca em mim. Começou devagar, lambendo, chupando, enfiando a língua. Depois ficou mais intenso, sugando meu clitóris, dois dedos entrando em mim. Eu tentei segurar, mas não consegui. Em poucos minutos comecei a tremer forte, gritei, e esguichei na boca dele, molhando todo o queixo e a cama.
Ele levantou o rosto molhado, sorrindo vitorioso:
— Viu? Você gozou gostoso pra mim. Você é minha, Laura.
Eu estava ofegante, tremendo, envergonhada:
— Eu sei que sou sua… mas precisamos parar. Eu não aguento mais isso.
Ele subiu, deitou do meu lado e falou calmamente:
— Se é o que você quer… tudo bem. Agora me faz gozar. Depois a gente toma banho juntos, dorme abraçado e amanhã continuamos.
— Eu não vou… — comecei a dizer.
Mas aos poucos fui descendo. Acabei deitada de bruços, o rosto entre as pernas dele, chupando o pau dele devagar, com vontade. Ele gemia, acariciando meu cabelo.
Enquanto eu chupava, ele falou baixinho, voz rouca:
— Amanhã a gente vai finalmente transar, Laura. Vou te foder bem gostoso. E você também vai dar pra o Carlos. Vai obedecer seu chefe e dar essa bucetinha pra ele.
Eu gemi com o pau dele na boca, sem conseguir responder. Meu corpo traía de novo.
Eu continuei chupando ele, mais fundo, a mão acompanhando. Eduardo gemia, segurando meu cabelo, até que puxou minha cabeça e gozou forte na minha boca. Engoli quase tudo, o resto escorrendo no queixo. Ele me puxou pra cima e me beijou na testa.
— Boa menina.
Fomos pro banho. A água quente caiu sobre nós. Eduardo me ensaboou todo, mãos grandes passando pelos seios, pela bunda, entre as pernas. Ele me encostou na parede e começou a esfregar o pau entre meus lábios, a cabeça passando na entrada da buceta, subindo e descendo no clitóris.
— Eu vou te foder amanhã, Laura. Você sabe que vai — murmurou no meu ouvido.
— Não vou transar com você… você sabe que não posso — respondi, gemendo, mas sem afastar.
Nós brigávamos com palavras, mas os corpos se esfregavam cada vez mais. Ele ficava mais louco, esfregando mais rápido, a cabeça do pau quase entrando. Eu gozei de novo, tremendo, esguichando na mão dele. Ele gozou logo depois, lambuzando meus lábios e minha barriga.
Terminamos o banho em silêncio. Fomos dormir abraçados, pelados, exaustos.