Marco tinha trinta e cinco anos, o corpo firme de quem frequentava a academia três vezes por semana sem faltar, ombros largos, peito definido, cabelo preto curto e uma barba por fazer no fim de semana. Casado há oito anos com Vanessa, trinta e dois, peitos pesados e naturais que balançavam quando ela andava, cintura fina e uma bunda grande e redonda que enchia qualquer calça jeans. Gerson, o padrasto, tinha cinquenta e oito, alto, peito largo, braços grossos de quem ainda carregava peso em obra, voz rouca e um pau que Marco já vira de relance anos atrás e preferia fingir que não existia.
Era uma terça-feira comum quando Marco chegou do trabalho às dezenove horas. Deixou a pasta na mesa da sala, tirou o cinto e subiu as escadas sentindo o cheiro de perfume barato e suor feminino no ar. A porta do quarto estava entreaberta. Vanessa estava de pé em frente ao espelho, só de calcinha preta transparente que marcava o formato da boceta e o sutiã aberto, os peitos pesados caídos para fora, os mamilos já duros. O cabelo solto caía pelos ombros e ela se olhava de lado, girando o corpo, observando a própria bunda. Quando viu a sombra dele no reflexo, sorriu de um jeito lascivo, a língua passando lenta pelos lábios.
— Chegou… demorou. Eu estava pensando em você desde a hora do almoço — murmurou, a voz rouca, quase um gemido. — Minha boceta está latejando, Marco. Está molhada desde as três da tarde. Eu fiquei me tocando no banheiro do trabalho, imaginando seu pau grosso me abrindo.
Ela se virou completamente, andou até ele com passos lentos, os peitos balançando, e parou colada ao corpo dele. Sem pedir licença, desceu a mão pela calça social, apertou o volume que já começava a crescer e sussurrou no ouvido:
— Quero rola. Quero que você me foda até eu não conseguir andar direito amanhã. Me trata como puta hoje. Me usa.
Marco sentiu o sangue descer rápido. Não era a primeira vez que ela falava daquele jeito, mas naquela noite havia algo mais urgente, mais sujo no olhar dela. Ele a puxou pela cintura e a beijou com fome. As mãos grandes desceram pela bunda macia, apertaram com força, separaram as nádegas e escorreram o dedo pelo tecido fino da calcinha, sentindo o calor e a umidade já escorrendo. Vanessa gemeu alto no beijo, empurrando o quadril contra a mão dele.
— Isso… mete o dedo. Sente como eu estou molhada para você.
Ele empurrou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos de uma vez na boceta quente e escorregadia. Ela arquejou, a cabeça caindo para trás, e começou a rebolar no dedo dele como se já estivesse cavalgando. Marco a empurrou de quatro na cama sem delicadeza. Vanessa obedeceu imediatamente, arqueando as costas, abrindo as pernas, empurrando a bunda para cima. Ele tirou a calça e a cueca de uma vez, o pau já duro e latejando. Posicionou-se atrás dela, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada, sentindo o calor, e enfiou de uma vez só até o fundo.
Vanessa gritou de prazer puro.
— Aaaaah, caralho… isso! Me enche toda… mete forte, porra!
Ele segurou os quadris firmes e começou a meter com força, a virilha batendo na bunda num ritmo seco e constante. O barulho molhado enchia o quarto. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem e o corpo inteiro se mover para a frente. Vanessa empurrava para trás com fome, engolindo tudo, gemendo sem vergonha, pedindo mais fundo, mais duro, pedindo para ele bater na bunda. Marco puxou o cabelo dela com uma mão, forçou a cabeça para baixo e empurrou o pau na boca aberta. Ela engasgou, mas abriu a garganta de propósito, engolindo até a base, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ele fodeu a boca dela com violência controlada, sentindo a garganta apertar, depois voltou para a boceta, metendo fundo, o pau saindo coberto de porra branca e cremosa dela.
— Goza dentro… enche essa puta — ela pediu, a voz embargada. — Quero acordar amanhã com sua porra escorrendo pela coxa.
Em poucos minutos Marco gozou fundo, gemendo baixo, enchendo a esposa enquanto ela apertava o pau com a boceta em espasmos violentos, gozando junto, o corpo inteiro tremendo. Vanessa ficou de quatro, a porra dele escorrendo pela coxa interna em fios grossos. Marco beijou a nuca dela, ainda ofegante, e murmurou que a amava. Ela sorriu de lado, ainda ofegante, e respondeu baixinho:
— Eu também… mas amanhã eu vou querer de novo. E de novo. Eu sou uma puta, Marco. Você sabe disso.
Naquela noite ainda não havia desconfiança verdadeira. Só o desejo dela que parecia nunca se saciar e o corpo dele que ainda conseguia acompanhar.
Os dias passaram. Vanessa começou a chegar mais tarde. O celular ficou com senha nova. Às vezes o cheiro no cabelo dela não era só o perfume dela — havia algo mais masculino, mais suado, que sumia depois do banho. Marco notou. No começo tentou ignorar. Inventava desculpas na cabeça: ela estava estressada no trabalho, estava cansada, estava naqueles dias. Mas a desconfiança cresceu como uma bola de fogo no peito. Ele começava a imaginar coisas quando ficava sozinho no escritório. Imaginava outro homem tocando naqueles peitos, outro pau entrando naquela boceta que ele conhecia tão bem. À noite, quando ela chegava, ele a fodia com mais força, quase com raiva, tentando marcar território. Ela gemia mais alto, pedia mais, e isso só aumentava a paranoia. Será que ela gemia daquele jeito com outro? Será que aquele cu apertado já tinha engolido outro pau?
A humilhação imaginária o consumia. Ele se olhava no espelho do banheiro e se perguntava se ainda era homem o suficiente. Se o pau dele ainda bastava para aquela mulher que a cada dia parecia mais faminta. Às vezes, no meio do sexo, ele puxava o cabelo dela com força demais e perguntava se ela gostava de ser tratada como puta. Ela respondia que sim, que adorava, que queria ser usada. E Marco gozava com um gosto amargo na boca.
Naquela sexta-feira a desconfiança venceu. Ele saiu do escritório às quinze horas sem avisar ninguém. Dirigiu em silêncio, as mãos apertando o volante, o coração batendo no peito como se quisesse sair. Chegou em casa e viu o carro de Gerson na garagem ao lado do de Vanessa. O sangue gelou. Subiu as escadas em silêncio absoluto, cada degrau um peso a mais no peito. A porta do quarto do casal estava entreaberta.
Vanessa estava de quatro no meio da cama, o vestido de trabalho erguido até a cintura, a calcinha preta rasgada e jogada no chão. Gerson estava atrás dela, nu, o corpo grande e suado, as mãos enormes segurando os quadris dela com força. O pau grosso e veioso estava enterrado até o saco no cu de Vanessa. Ela gritava, a voz rouca e quebrada de prazer e dor misturados.
— Aaaaaaah! Porra, Gerson… está rachando meu cu… mais fundo… destrói essa puta…
Gerson metia com violência, cada estocada fazendo a bunda dela tremer e o corpo inteiro se mover para a frente. O cu de Vanessa estava aberto, vermelho, a pele esticada ao redor da grossura do pau do padrasto. A cada retirada o buraco tentava se fechar e era forçado a engolir tudo de novo, fazendo um som viscoso e cru. A boceta dela pingava, molhada, a porra anterior de Gerson ainda escorrendo misturada com a saliva que ele tinha cuspido ali. Ele falava baixo e grosso enquanto fodia, dizendo que aquele cu apertava gostoso, que o marido dela nunca a tinha fodido daquele jeito, que ela era uma puta de primeira que precisava de pau de verdade. Vanessa só gemia, a cara enterrada no travesseiro, saliva escorrendo pelo queixo, empurrando a bunda para trás como se quisesse engolir o homem inteiro. Gerson tirou o pau do cu, enfiou de uma vez na boceta e meteu com força bruta, o saco batendo nela com estalos secos. Depois voltou para o cu e enterrou tudo de uma vez. Vanessa uivou, o corpo inteiro estremecendo.
Foi nesse momento que Marco empurrou a porta. O mundo parou por um segundo. Os dois se viraram. Vanessa ficou com o cu ainda aberto, o buraco pulsando, a porra de Gerson escorrendo em fios brancos pela boceta e pela coxa. Gerson não tirou o pau. Continuou metendo devagar, olhando para o enteado com um sorriso torto, perguntando se ele queria assistir ao resto, se queria ver de pertinho como uma puta de verdade era fodida. Marco avançou, o rosto vermelho de raiva e algo pior — uma vergonha que queimava por dentro. Gritou para ele tirar aquele pau dela naquela hora, a voz saindo mais fraca do que ele gostaria. Gerson riu, tirou o pau do cu de Vanessa com um estalo molhado e se levantou da cama. O pau dele estava duro, brilhante de porra e saliva, pingando no chão. Ele era mais alto, mais largo, e a expressão no rosto não era de medo. Falou que o corno tinha um mulherão daqueles e não dava conta, que ele só estava treinando a puta direito, que um homem de verdade sabia usar uma boceta e um cu daquele jeito.
Marco deu o primeiro soco. Foi desajeitado, cheio de raiva cega. Gerson desviou com facilidade e respondeu com um tapa no rosto que fez Marco cambalear, o gosto de sangue na boca. Em segundos a briga virou domínio. Gerson empurrou Marco contra a parede, deu uma joelhada na barriga que tirou o ar e o jogou de bruços na cama, ao lado de Vanessa, que ainda estava ofegante, o cu aberto e sujo, observando tudo com os olhos brilhantes de excitação.
Gerson ordenou que ele tirasse a roupa ou ele a rasgaria. Marco tentou se levantar, o orgulho gritando mais alto que o medo. Gerson segurou o pescoço dele com uma mão e com a outra rasgou a camisa social, os botões voando pelo quarto. Puxou a calça e a cueca para baixo de uma vez. O pau de Marco estava semi-duro, traído pelo corpo de um jeito que o envergonhou profundamente. Gerson riu alto, dizendo que até o pauzinho tinha ficado duro, que o corno gostava de ver a mulher sendo arrombada, que no fundo ele era um viado que precisava de pau também. Cuspiu no cu fechado de Marco, abriu as nádegas com as mãos grandes e enfiou a língua fundo, lambendo e cuspendo, o barulho molhado ecoando. Depois usou os dedosAbrindo o buraco sem nenhuma delicadeza, torcendo, esticando. Marco gritava, tentando se contorcer, dizendo que era homem, que parasse, que aquilo era errado. Gerson respondeu que homem não ficava parado enquanto o padrasto comia a esposa, que homem não tinha o cu tremendo quando ele enfiava o dedo, que homem de verdade não deixava a mulher virar puta de outro.
Posicionou a cabeça grossa do pau no cu de Marco e empurrou. O anel apertado resistiu. Gerson não esperou. Com um movimento seco e brutal enterrou metade de uma vez. Marco gritou de dor verdadeira, o corpo inteiro se contraindo, as unhas cravadas no lençol, lágrimas queimando os olhos. A dor era aguda, quente, como se algo dentro dele estivesse sendo rasgado. Gerson continuou, centímetro por centímetro, forçando a entrada até o saco bater nas nádegas do enteado. O cu de Marco estava esticado ao máximo, a pele branqueando nas bordas, o ardor se espalhando pela coluna. Gerson começou a meter, no começo lento só para sentir o buraco se abrindo à força, depois mais rápido. Cada estocada fazia Marco gritar contra o colchão, a humilhação se misturando à dor física de um jeito que o deixava nauseado. Ele segurava o cabelo de Marco com uma mão e a cintura com a outra, puxando o corpo do enteado contra o pau a cada investida, mandando gritar mais alto para a mulher ouvir o marido sendo arrombado pelo padrasto.
Vanessa se levantou um pouco, ainda mole, e olhou. O cu do marido estava destruído, aberto ao redor do pau grosso de Gerson, a pele vermelha e brilhante de saliva. A cada retirada profunda o buraco tentava se fechar e era forçado a engolir tudo de novo. A porra anterior de Gerson ainda escorria do cu dela enquanto ela assistia, uma mão descendo entre as próprias pernas, tocando a boceta inchada. Gerson aumentou a velocidade. O barulho de pele batendo era seco e violento. Ele cuspia na coluna de Marco, puxava o cabelo até a cabeça virar de lado e metia fundo, fundo, fundo, o saco batendo com força, dizendo para ele sentir o pau do padrasto destruindo aquele cu, que nunca mais ia conseguir cagar direito sem lembrar dele, que agora ele sabia o que era ser usado de verdade. Marco chorava de dor e humilhação, o orgulho em frangalhos, mas o pau dele estava duro de novo, balançando a cada estocada, pré-gozo pingando no lençol. O corpo o traía de um jeito que o fazia querer morrer. Gerson notou e riu, falando que o viado estava gozando de ser comido, perguntando se queria a porra do padrasto no intestino, se queria ser marcado por dentro.
Meteu ainda mais forte, as mãos cravadas nos ombros de Marco, o peso do corpo inteiro empurrando. O cu de Marco já não resistia, estava aberto, molhado, fazendo um som contínuo de sucção a cada retirada profunda. A dor tinha se transformado num ardor constante e quente, e em algum lugar escuro da mente de Marco havia uma vergonha ainda maior: a excitação involuntária, o pau latejando, o desejo sujo de que aquilo acabasse e ao mesmo tempo continuasse. Gerson tirou quase todo o pau e enfiou de uma vez até o fundo, gemendo grosso e baixo. Gozo quente e grosso jorrou dentro do intestino de Marco, enchendo, escorrendo pelas laterais do pau. Continuou metendo enquanto gozava, forçando a porra a entrar mais fundo, o cu do enteado engolindo tudo, as contrações involuntárias sugando até a última gota.
Quando finalmente tirou, o buraco de Marco ficou aberto, pulsando, a porra branca escorrendo em fios grossos pela virilha, pelo pau ainda duro e pelas bolas. Gerson limpou o pau no rosto do enteado, passando a cabeça suja pelos lábios e pela bochecha, mandando lamber e limpar o pau do homem que tinha comido a mulher e agora tinha comido ele também. Marco, destruído, o corpo tremendo, a mente em frangalhos, abriu a boca. Gerson enfiou o pau ainda semi-duro e forçou a garganta. Marco engasgou, lágrimas escorrendo, saliva e porra misturadas no queixo. Gerson fodeu a boca dele por alguns segundos, o gosto amargo e salgado invadindo a língua, depois tirou e deu um tapa seco na bunda aberta, dizendo que da próxima vez que desconfiasse chegasse mais cedo, porque ele ainda não tinha terminado de treinar aquele cu.
Vanessa, ao lado, passou a mão no cabelo do marido e sussurrou, a voz rouca de tanto gritar, que agora ele sabia o que ela sentia quando Gerson a fodia, que agora ele entedia por que ela precisava de mais. Gerson se vestiu devagar, pegou a toalha que estava no chão e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. O som dos passos dele descendo a escada ecoou pela casa. No silêncio que ficou, só se ouvia a respiração pesada dos três e o barulho molhado da porra escorrendo dos dois buracos destruídos: o cu de Vanessa ainda aberto e sujo, e o cu de Marco, arrombado, cheio, pulsando. Marco ficou de bruços na cama, o corpo inteiro doendo, a humilhação queimando mais que a dor física, a mente girando em círculos de raiva, vergonha e um desejo sujo que ele não queria admitir. Vanessa se encostou nele, a boca ainda suja de saliva, e beijou a nuca dele com uma ternura cruel, dizendo baixinho que ele voltaria amanhã e que Marco ficaria de quatro de novo. E, Marco não soube se o nó no peito era só de ódio… ou de algo muito pior.
