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Marco, o corno

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Um conto erótico de Thiago P.
Categoria: Heterossexual
Contém 2673 palavras
Data: 26/07/2026 10:00:29

​Marco tinha trinta e cinco anos, o corpo firme de quem frequentava a academia três vezes por semana sem faltar, ombros largos, peito definido, cabelo preto curto e uma barba por fazer no fim de semana. Casado há oito anos com Vanessa, trinta e dois, peitos pesados e naturais que balançavam quando ela andava, cintura fina e uma bunda grande e redonda que enchia qualquer calça jeans. Gerson, o padrasto, tinha cinquenta e oito, alto, peito largo, braços grossos de quem ainda carregava peso em obra, voz rouca e um pau que Marco já vira de relance anos atrás e preferia fingir que não existia.

​Era uma terça-feira comum quando Marco chegou do trabalho às dezenove horas. Deixou a pasta na mesa da sala, tirou o cinto e subiu as escadas sentindo o cheiro de perfume barato e suor feminino no ar. A porta do quarto estava entreaberta. Vanessa estava de pé em frente ao espelho, só de calcinha preta transparente que marcava o formato da boceta e o sutiã aberto, os peitos pesados caídos para fora, os mamilos já duros. O cabelo solto caía pelos ombros e ela se olhava de lado, girando o corpo, observando a própria bunda. Quando viu a sombra dele no reflexo, sorriu de um jeito lascivo, a língua passando lenta pelos lábios.

​— Chegou… demorou. Eu estava pensando em você desde a hora do almoço — murmurou, a voz rouca, quase um gemido. — Minha boceta está latejando, Marco. Está molhada desde as três da tarde. Eu fiquei me tocando no banheiro do trabalho, imaginando seu pau grosso me abrindo.

​Ela se virou completamente, andou até ele com passos lentos, os peitos balançando, e parou colada ao corpo dele. Sem pedir licença, desceu a mão pela calça social, apertou o volume que já começava a crescer e sussurrou no ouvido:

​— Quero rola. Quero que você me foda até eu não conseguir andar direito amanhã. Me trata como puta hoje. Me usa.

​Marco sentiu o sangue descer rápido. Não era a primeira vez que ela falava daquele jeito, mas naquela noite havia algo mais urgente, mais sujo no olhar dela. Ele a puxou pela cintura e a beijou com fome. As mãos grandes desceram pela bunda macia, apertaram com força, separaram as nádegas e escorreram o dedo pelo tecido fino da calcinha, sentindo o calor e a umidade já escorrendo. Vanessa gemeu alto no beijo, empurrando o quadril contra a mão dele.

​— Isso… mete o dedo. Sente como eu estou molhada para você.

​Ele empurrou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos de uma vez na boceta quente e escorregadia. Ela arquejou, a cabeça caindo para trás, e começou a rebolar no dedo dele como se já estivesse cavalgando. Marco a empurrou de quatro na cama sem delicadeza. Vanessa obedeceu imediatamente, arqueando as costas, abrindo as pernas, empurrando a bunda para cima. Ele tirou a calça e a cueca de uma vez, o pau já duro e latejando. Posicionou-se atrás dela, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada, sentindo o calor, e enfiou de uma vez só até o fundo.

​Vanessa gritou de prazer puro.

​— Aaaaah, caralho… isso! Me enche toda… mete forte, porra!

​Ele segurou os quadris firmes e começou a meter com força, a virilha batendo na bunda num ritmo seco e constante. O barulho molhado enchia o quarto. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem e o corpo inteiro se mover para a frente. Vanessa empurrava para trás com fome, engolindo tudo, gemendo sem vergonha, pedindo mais fundo, mais duro, pedindo para ele bater na bunda. Marco puxou o cabelo dela com uma mão, forçou a cabeça para baixo e empurrou o pau na boca aberta. Ela engasgou, mas abriu a garganta de propósito, engolindo até a base, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ele fodeu a boca dela com violência controlada, sentindo a garganta apertar, depois voltou para a boceta, metendo fundo, o pau saindo coberto de porra branca e cremosa dela.

​— Goza dentro… enche essa puta — ela pediu, a voz embargada. — Quero acordar amanhã com sua porra escorrendo pela coxa.

​Em poucos minutos Marco gozou fundo, gemendo baixo, enchendo a esposa enquanto ela apertava o pau com a boceta em espasmos violentos, gozando junto, o corpo inteiro tremendo. Vanessa ficou de quatro, a porra dele escorrendo pela coxa interna em fios grossos. Marco beijou a nuca dela, ainda ofegante, e murmurou que a amava. Ela sorriu de lado, ainda ofegante, e respondeu baixinho:

​— Eu também… mas amanhã eu vou querer de novo. E de novo. Eu sou uma puta, Marco. Você sabe disso.

​Naquela noite ainda não havia desconfiança verdadeira. Só o desejo dela que parecia nunca se saciar e o corpo dele que ainda conseguia acompanhar.

​Os dias passaram. Vanessa começou a chegar mais tarde. O celular ficou com senha nova. Às vezes o cheiro no cabelo dela não era só o perfume dela — havia algo mais masculino, mais suado, que sumia depois do banho. Marco notou. No começo tentou ignorar. Inventava desculpas na cabeça: ela estava estressada no trabalho, estava cansada, estava naqueles dias. Mas a desconfiança cresceu como uma bola de fogo no peito. Ele começava a imaginar coisas quando ficava sozinho no escritório. Imaginava outro homem tocando naqueles peitos, outro pau entrando naquela boceta que ele conhecia tão bem. À noite, quando ela chegava, ele a fodia com mais força, quase com raiva, tentando marcar território. Ela gemia mais alto, pedia mais, e isso só aumentava a paranoia. Será que ela gemia daquele jeito com outro? Será que aquele cu apertado já tinha engolido outro pau?

​A humilhação imaginária o consumia. Ele se olhava no espelho do banheiro e se perguntava se ainda era homem o suficiente. Se o pau dele ainda bastava para aquela mulher que a cada dia parecia mais faminta. Às vezes, no meio do sexo, ele puxava o cabelo dela com força demais e perguntava se ela gostava de ser tratada como puta. Ela respondia que sim, que adorava, que queria ser usada. E Marco gozava com um gosto amargo na boca.

​Naquela sexta-feira a desconfiança venceu. Ele saiu do escritório às quinze horas sem avisar ninguém. Dirigiu em silêncio, as mãos apertando o volante, o coração batendo no peito como se quisesse sair. Chegou em casa e viu o carro de Gerson na garagem ao lado do de Vanessa. O sangue gelou. Subiu as escadas em silêncio absoluto, cada degrau um peso a mais no peito. A porta do quarto do casal estava entreaberta.

​Vanessa estava de quatro no meio da cama, o vestido de trabalho erguido até a cintura, a calcinha preta rasgada e jogada no chão. Gerson estava atrás dela, nu, o corpo grande e suado, as mãos enormes segurando os quadris dela com força. O pau grosso e veioso estava enterrado até o saco no cu de Vanessa. Ela gritava, a voz rouca e quebrada de prazer e dor misturados.

​— Aaaaaaah! Porra, Gerson… está rachando meu cu… mais fundo… destrói essa puta…

​Gerson metia com violência, cada estocada fazendo a bunda dela tremer e o corpo inteiro se mover para a frente. O cu de Vanessa estava aberto, vermelho, a pele esticada ao redor da grossura do pau do padrasto. A cada retirada o buraco tentava se fechar e era forçado a engolir tudo de novo, fazendo um som viscoso e cru. A boceta dela pingava, molhada, a porra anterior de Gerson ainda escorrendo misturada com a saliva que ele tinha cuspido ali. Ele falava baixo e grosso enquanto fodia, dizendo que aquele cu apertava gostoso, que o marido dela nunca a tinha fodido daquele jeito, que ela era uma puta de primeira que precisava de pau de verdade. Vanessa só gemia, a cara enterrada no travesseiro, saliva escorrendo pelo queixo, empurrando a bunda para trás como se quisesse engolir o homem inteiro. Gerson tirou o pau do cu, enfiou de uma vez na boceta e meteu com força bruta, o saco batendo nela com estalos secos. Depois voltou para o cu e enterrou tudo de uma vez. Vanessa uivou, o corpo inteiro estremecendo.

​Foi nesse momento que Marco empurrou a porta. O mundo parou por um segundo. Os dois se viraram. Vanessa ficou com o cu ainda aberto, o buraco pulsando, a porra de Gerson escorrendo em fios brancos pela boceta e pela coxa. Gerson não tirou o pau. Continuou metendo devagar, olhando para o enteado com um sorriso torto, perguntando se ele queria assistir ao resto, se queria ver de pertinho como uma puta de verdade era fodida. Marco avançou, o rosto vermelho de raiva e algo pior — uma vergonha que queimava por dentro. Gritou para ele tirar aquele pau dela naquela hora, a voz saindo mais fraca do que ele gostaria. Gerson riu, tirou o pau do cu de Vanessa com um estalo molhado e se levantou da cama. O pau dele estava duro, brilhante de porra e saliva, pingando no chão. Ele era mais alto, mais largo, e a expressão no rosto não era de medo. Falou que o corno tinha um mulherão daqueles e não dava conta, que ele só estava treinando a puta direito, que um homem de verdade sabia usar uma boceta e um cu daquele jeito.

​Marco deu o primeiro soco. Foi desajeitado, cheio de raiva cega. Gerson desviou com facilidade e respondeu com um tapa no rosto que fez Marco cambalear, o gosto de sangue na boca. Em segundos a briga virou domínio. Gerson empurrou Marco contra a parede, deu uma joelhada na barriga que tirou o ar e o jogou de bruços na cama, ao lado de Vanessa, que ainda estava ofegante, o cu aberto e sujo, observando tudo com os olhos brilhantes de excitação.

​Gerson ordenou que ele tirasse a roupa ou ele a rasgaria. Marco tentou se levantar, o orgulho gritando mais alto que o medo. Gerson segurou o pescoço dele com uma mão e com a outra rasgou a camisa social, os botões voando pelo quarto. Puxou a calça e a cueca para baixo de uma vez. O pau de Marco estava semi-duro, traído pelo corpo de um jeito que o envergonhou profundamente. Gerson riu alto, dizendo que até o pauzinho tinha ficado duro, que o corno gostava de ver a mulher sendo arrombada, que no fundo ele era um viado que precisava de pau também. Cuspiu no cu fechado de Marco, abriu as nádegas com as mãos grandes e enfiou a língua fundo, lambendo e cuspendo, o barulho molhado ecoando. Depois usou os dedosAbrindo o buraco sem nenhuma delicadeza, torcendo, esticando. Marco gritava, tentando se contorcer, dizendo que era homem, que parasse, que aquilo era errado. Gerson respondeu que homem não ficava parado enquanto o padrasto comia a esposa, que homem não tinha o cu tremendo quando ele enfiava o dedo, que homem de verdade não deixava a mulher virar puta de outro.

​Posicionou a cabeça grossa do pau no cu de Marco e empurrou. O anel apertado resistiu. Gerson não esperou. Com um movimento seco e brutal enterrou metade de uma vez. Marco gritou de dor verdadeira, o corpo inteiro se contraindo, as unhas cravadas no lençol, lágrimas queimando os olhos. A dor era aguda, quente, como se algo dentro dele estivesse sendo rasgado. Gerson continuou, centímetro por centímetro, forçando a entrada até o saco bater nas nádegas do enteado. O cu de Marco estava esticado ao máximo, a pele branqueando nas bordas, o ardor se espalhando pela coluna. Gerson começou a meter, no começo lento só para sentir o buraco se abrindo à força, depois mais rápido. Cada estocada fazia Marco gritar contra o colchão, a humilhação se misturando à dor física de um jeito que o deixava nauseado. Ele segurava o cabelo de Marco com uma mão e a cintura com a outra, puxando o corpo do enteado contra o pau a cada investida, mandando gritar mais alto para a mulher ouvir o marido sendo arrombado pelo padrasto.

​Vanessa se levantou um pouco, ainda mole, e olhou. O cu do marido estava destruído, aberto ao redor do pau grosso de Gerson, a pele vermelha e brilhante de saliva. A cada retirada profunda o buraco tentava se fechar e era forçado a engolir tudo de novo. A porra anterior de Gerson ainda escorria do cu dela enquanto ela assistia, uma mão descendo entre as próprias pernas, tocando a boceta inchada. Gerson aumentou a velocidade. O barulho de pele batendo era seco e violento. Ele cuspia na coluna de Marco, puxava o cabelo até a cabeça virar de lado e metia fundo, fundo, fundo, o saco batendo com força, dizendo para ele sentir o pau do padrasto destruindo aquele cu, que nunca mais ia conseguir cagar direito sem lembrar dele, que agora ele sabia o que era ser usado de verdade. Marco chorava de dor e humilhação, o orgulho em frangalhos, mas o pau dele estava duro de novo, balançando a cada estocada, pré-gozo pingando no lençol. O corpo o traía de um jeito que o fazia querer morrer. Gerson notou e riu, falando que o viado estava gozando de ser comido, perguntando se queria a porra do padrasto no intestino, se queria ser marcado por dentro.

​Meteu ainda mais forte, as mãos cravadas nos ombros de Marco, o peso do corpo inteiro empurrando. O cu de Marco já não resistia, estava aberto, molhado, fazendo um som contínuo de sucção a cada retirada profunda. A dor tinha se transformado num ardor constante e quente, e em algum lugar escuro da mente de Marco havia uma vergonha ainda maior: a excitação involuntária, o pau latejando, o desejo sujo de que aquilo acabasse e ao mesmo tempo continuasse. Gerson tirou quase todo o pau e enfiou de uma vez até o fundo, gemendo grosso e baixo. Gozo quente e grosso jorrou dentro do intestino de Marco, enchendo, escorrendo pelas laterais do pau. Continuou metendo enquanto gozava, forçando a porra a entrar mais fundo, o cu do enteado engolindo tudo, as contrações involuntárias sugando até a última gota.

​Quando finalmente tirou, o buraco de Marco ficou aberto, pulsando, a porra branca escorrendo em fios grossos pela virilha, pelo pau ainda duro e pelas bolas. Gerson limpou o pau no rosto do enteado, passando a cabeça suja pelos lábios e pela bochecha, mandando lamber e limpar o pau do homem que tinha comido a mulher e agora tinha comido ele também. Marco, destruído, o corpo tremendo, a mente em frangalhos, abriu a boca. Gerson enfiou o pau ainda semi-duro e forçou a garganta. Marco engasgou, lágrimas escorrendo, saliva e porra misturadas no queixo. Gerson fodeu a boca dele por alguns segundos, o gosto amargo e salgado invadindo a língua, depois tirou e deu um tapa seco na bunda aberta, dizendo que da próxima vez que desconfiasse chegasse mais cedo, porque ele ainda não tinha terminado de treinar aquele cu.

​Vanessa, ao lado, passou a mão no cabelo do marido e sussurrou, a voz rouca de tanto gritar, que agora ele sabia o que ela sentia quando Gerson a fodia, que agora ele entedia por que ela precisava de mais. Gerson se vestiu devagar, pegou a toalha que estava no chão e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. O som dos passos dele descendo a escada ecoou pela casa. No silêncio que ficou, só se ouvia a respiração pesada dos três e o barulho molhado da porra escorrendo dos dois buracos destruídos: o cu de Vanessa ainda aberto e sujo, e o cu de Marco, arrombado, cheio, pulsando. Marco ficou de bruços na cama, o corpo inteiro doendo, a humilhação queimando mais que a dor física, a mente girando em círculos de raiva, vergonha e um desejo sujo que ele não queria admitir. Vanessa se encostou nele, a boca ainda suja de saliva, e beijou a nuca dele com uma ternura cruel, dizendo baixinho que ele voltaria amanhã e que Marco ficaria de quatro de novo. E, Marco não soube se o nó no peito era só de ódio… ou de algo muito pior.

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