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Helena, a jovem bela de corpo, que despertou para a bestialidade do sexo incestuoso em sua própria casa

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Heterossexual
Contém 2408 palavras
Data: 26/07/2026 05:20:35

Helena, a jovem bela de corpo, que despertou para a bestialidade do sexo incestuoso em sua própria casa

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Conto n.º 240 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Tara, tesão, sexualidade doentia, incesto, pornografia,

***

Sexta-feira, por volta das 12:00 Helena chega em casa e encontra a mesa pronta para o almoço. Sua família enorme, já está reunida em torno da comprida mesa de retangular. Seu pai, Ricardo, viúvo, com seus três irmãos, Leo, Manoel e Thiago, com o tio, Leônidas , irmão de seu pai, seu avô, Manoel. Helena é a única mulher no meio de seis homens e o membro mais novo, com apenas 18 anos, sendo por isso paparicada por todos; que fazem todas as suas vontades.

Boa estudante, sempre obtém boas notas, verdade com assistência de seu tio Leônidas , que é professor universitário e sempre se prontificou ir ao seu quarto para a ajudar em seus estudos.

Entretanto, ultimamente vem observando um comportamento nada decente dele. Leônidas a posiciona sentada em seu colo enquanto a ajuda com os deveres escolares. Ela sente o volume cutucar sua bunda, mas faz de conta que não percebe nada, pois seu empenho é o manter interessado nela e contar com sua ajuda nos estudos. Mas a verdade é que ela gosta imensamente de o sentir em sua macia e carnuda bunda.

Conforme os dias vão transcorrendo ela sente prazer crescente com o volume do tio no vão de suas nádegas. Até que em uma noite com o tio, e ela também, se mexendo, a cabeça do membro desliza para o meio de sua grutinha, ainda que por cima da calcinha e do pijama dele.

Ambos têm noção do que está ocorrendo, mas fingem que não. Entretanto, a constante safadeza deles, desperta em Helena, uma, até então desconhecida fome, quase que incontrolável de sexo. Mas como é virgem e já tinha notado o tamanho do tio, ficou com medo de sentir dor e recuou, antes que fizesse “besteira”.

Leônidas não suporta mais o desejo que sente por sua sobrinha e naquela noite, já passando das meia-noite desce com as mãos para o vértice das suas coxas e com um violento puxão arranca sua calcinha, fazendo com que o delicado tecido, ficasse cada pedaço em suas mãos.

Ela se assusta com a brutal atitude do tio, pois apesar de sua tesão, imaginava, em sua tola e vã esperança, de que ficassem somente naquele roça-roça. Porém, no momento, o que sente é o roçar da cabeça do pau no meio de sua babada vagina. Mas antes que tenha tempo de a penetrar, apavorada, com a adrenalina a mil, salta de um só pulo do colo do tio e corre para o banheiro anexo e se tranca.

Ela está disposta a somente sair do banheiro após ter certeza de que o tio foi embora de seu quarto. Entretanto, isso, Leônidas estava disposto a não fazer, pois a tara por sua tinha chegado ao limite e não haveria mais retorno.

Ele bateu a porta, de modo que ela escutasse e pensasse que tinha saído, mas o que fez foi se esconder atrás da cortina da janela e ficar quietinho, a espera que saísse do banheiro.

Foi o que ela fez, muitos minutos depois, olhando desconfiada para todo lado. Graças que não por trás da cortina da janela.

Leônidas, ficou quase dois anos, pacientemente escondido, vendo Helena se desnudar e, com o mastro duro como um poste de concreto, ela se apoiar na cabeceira da cama e com as coxas arreganhadas, usar os dedos para aliviar sua vontade e depois, ainda nua como veio ao mundo, se cobrir com uma grossa manta e minutos depois lhe pareceu estar dormindo, soube disso pelo leve ressonar que se fazia ouvir, na escuridão do quarto.

Pisando em ovos, Leônidas começou a se mover. Retirou do cortinado, os dois compridos puxadores de tecido e prendeu cada um com um nó, nas laterais do pé da cama de Helena. Após o que deu laços folga dos nas outras pontas dos puxadores e os passou com o muito cuidado, para não a acordar, pelos seus tornozelos.

Sua intenção era evidente, tão logo acordasse e se movesse, os laços se fechavam e ela ficaria presa pelas pernas distendidas na lateral da cama.

Agora, só faltava o último e mais importante ato. A fronha em sua cabeça. Num movimento rápido, enterrou a fronha na cabeça de sua sobrinha. Ela acordou sobressaltada e fez dois movimentos reflexos, os esperados por Leônidas. Os laços se fecharam e ela ficou manietada pelos tornozelos à cama. Levou as mãos para retirar “aquela coisa” de seu rosto. Ele moveu a fronha até pouco abaixo do pescoço e deu um nó bem justo.

Helena, em desespero, tentava livrar seus braços e a cabeça da apertada “máscara de pano o” que a cobria.

Mas ele não lhe deu tempo para pensar no estava acontecendo. Ele mergulhou no meio de suas coxas, e enterrou a boca em sua depilada bocetinha. Por dois séculos ficou chupando até a alma de Helena, que pouco a pouco, parou de se debater e ficou só sentindo.

Tão alucinada ficou, com os múltiplos e consecutivos orgasmos, que nem se deu conta, que era seu tio que estava ali, a possuindo a força e que retirou a boca de sua boceta e foi deslizando ventre acima, deixando marcas de dentes por passou. Gemeu de prazer e dor com os dentes deixando marcas em seus salientes mamilos e depois nos ombros e pescoço.

Seu tio é longo e grosso e ela pequena e virgem, sentiu dor quando ele a fez mulher, mas o prazer que sentiu, a tudo suplantou. Desde este momento, noite, sim, noite não, ela gemia, búfala e galopava, como eximia amazonas sobre o poste ereto do seu amado tio.

Helena gostou tanto de se divertir com ele, que decidiu fazer o mesmo com seus irmãos, mas agora, esperta, nenhum poderia saber de nenhum, pois a graça de tudo, estava no segredo que só ela conheceria.

**

Já passava da 01:00, quando Thiago, se irmão mais velho, chegou da farra em que compartilhou sua namorada com seus três amigos. Estava bastante feliz, pois nunca pensou que Marina aceitasse dividir a cama com seus amigos. Certo que dopada como estava, nem sabia o que fazia.

Ele foi direto para o banho, sem olhar para o volume que se sobressaia sob o lençol em sua cama. Só quando voltou peladão, do banheiro anexo, foi que viu, surpreso, que alguém dormia em sua cama. Devia ser Manoel ou Leo. Disposto a expulsar quem quer fosse de sua cama, arrancou lençol de cima do intruso. Ficou de boca aberta ao se deparar com um bunda, branca, lisa e redondinha.

Helena!!!

“Caralho! Puta que pariu!! Que coisa mais linda!!!!?

Seu aríete, que dormia, de imediato acordou e sem nem pestanejar se jogou por cima da mana e usou as mãos para direcionar sua ferramenta.

Helena, que fingia dormir, soltou um berro de dor quando sua porta dos fundos, com apenas dois empurrões, foi arrombada. Ela não esperava assalto tão violento pela sua área dos fundos e assustada tentou escapulir, mas com peso quatro vezes maior que o seu, ficou achatada no colchão, até quase o amanhecer e Seu mano, a virando e revirando, a invadindo pelas duas portas.

Apesar de bastante ardida, ela gostou e gostou muito da fome de Thiago e com a luz do dia, se infiltrando pela janela, ele, mandão que era, ordenou:

- Lena, neste sábado, por volta das 14:00, vá neste endereço aqui e leve aquela tua inseparável amiga, a Fátima contigo.

- O que vamos fazer lá, mano?

- É surpresa, vocês vão adorar

No sábado, no endereço fornecido por Thiago, Lena e Fátima, chegam de táxi, um pouco antes da 14:00. Ele lhe deu dinheiro para pagar a corrida. É um sobrado, fora dos limites da cidade. Fátima está receosa, assim como Helena. Não sabem que surpresa Thiago preparou para elas.

***

O salão é enorme, com sofás e poltronas espalhados por todo canto, no centro uma grande cama redonda com dúzias de almofadas multicoloridas, ocupa quase todo ambiente. Mas o que realmente as fez tremer de medo, foi ver, calmamente sentados nas poltronas e sofás, nada menos que uma dúzia de homens brancos, todos parecendo serem jovens, com copos de bebidas em suas mãos e alguns fumando.

Não precisava de muito mais, para saberem o que as esperava e como que movidas por instinto, se movem de costas, para a grande porta por onde entraram, mas logo o som da porta sendo fechada se fez ouvir e a voz de Thiago soou atrás delas:

- O que é isso, meninas? Nem bem chegaram e já querem ir embora!

**

Foi a deixa. Como se movidos por um único comando, todos se levantam e as cercam, fazendo com que tropecem e caiam sobre a cama, com mil mãos e dedos as desnudando. Não são violentos, apenas as imobilizam e com a maior calma do mundo em poucos minutos, Helena e Fátima estão nuas sobre os almofadões. Pior que são apenas duas, e eles mais de doze, se revezam as chupando pela boceta, ânus, mamilos, lábios, olhos, pescoço, ventre e coxas, Nenhum pedacinho de seus corpos, deixa de ser beijando, lambido e mordido

Durante todo o processo, que dura intermináveis, a duas jovens são obrigadas a ingerir uma bebida amarga que lhes causa enorme excitação e aos poucos elas acabam colaborando na incrível invasão de suas mais íntimas partes de seus corpos.

Já passa das 23:00 quando dois últimos rapazes, as deixam em paz. Felipe do cu Helena e Noel da boceta de Fátima. Nando que a tudo apreciava, Fala para as duas:

- Garotas, façam novamente o 69 de horas atrás.

Fátima, olha para Lena e pergunta que ela toma repetir.

Ela nem espera que a amiga responda e se posiciona entre as coxas de Lena e enterra boca na sua boceta. Em questão de minutos elas estão envolvidas se chupando, sob os olhares dos três caras.

**

A luz do domingo já se faz presente quando Helena e Fátima, cambaleando saem do sobrado.

- Agora, o que vamos dizer em casa? Olhe nossas caras, não coo negar que fomos fodidas por um exército de homens!

- Não foi um exército, mas quase isso. Então vamos contar meia verdade.

- Meia verdade! O que quer dizer isso, amiga?

- Simples, Fátima. Ontem, quando voltávamos para casa, fomos emboscadas por alguns homens. Eles nos levaram para um matagal e abusaram da gente por toda noite.

Mentira contada e aceita como verdade. Foram levadas a um hospital e examinandas, onde receberam medicamentos para DTS. Até registraram BO, mas se mantiveram firmes na sua versão dos fatos.

***

Dois meses depois desta extraordinária aventura Helena conversa com Fátima. Ambas com medo que Thiago comentasse com alguém do acontecido com elas, isso por ser ele e mais uma turma grande de seus amigos que sabiam a verdade. Apesar de Lena estar com enorme vontade de voltar a dar a periquita, não o fazia temendo dele contar para os outros manos do acontecido com ela e Fátima.

Com o desejo sexual, a corroendo, Helena, pesquisou e descobriu um lugar, onde mulheres e jovens da cidade, iam para se prostituir, a grande maioria a troco de dinheiro.

Não perdeu tempo, ligou para madame Curie, a dona do bordel e a informou que desejava ser uma das suas garotas.

- Minha jovem, eu não faço nenhum negócio por telefone. Se queres falar comigo a respeito de alguma coisa, marque um lugar para conversarmos.

Lena compreendeu que a madame estava sendo precavido, agindo assim. Marcaram um encontro numa lanchonete, distante de sua casa e do apartamento dela.

Helena foi direta, disse que não faria a troco de dinheiro, mas por gosto. Mas que tinha condições, não queria ser reconhecida por seus possíveis clientes e que só poderia estar disponível nas tardes de sábados e dos domingos.

Madame Curie, não viu nenhum impedimento e somente indagou:

- Se não necessitas de dinheiro, tudo bem, mas eu ficarei com o teu cachê. E você usará uma máscara de silicone azul, que cobrirá tua cabeça, para encobrir estes teus cabelos vermelhos.

***

Foi assim que duas semanas mais tarde, Lena atende no celular uma simples mensagem de um número conhecido:

S15, D16

Madame Curie a informação que ela tinha um cliente para o sábado as 15:00 e outro no domingo as 16:00. Helena, eufórica, se depilou, para ficar. bastante lisinha. Sábado, 14:30 estava chegando ao apartamento da madame, que escolheu seu cliente muito bem. Um Homem de meia-idade, que sabia a foder bastante gostoso e que ainda tinha uma língua maarraviilhoosaa.

**

Semanas, meses se passaram e Helena, ou melhor dizendo, a fama da garota da máscara azul, só crescia. Seus clientes se tornaram fiéis e vinham se acumulando, às vezes Curie implorava que viessem, nos dias de semanas e ela, nunca se negava e ficou tão viciada em sexo, que ela fez uma proposta para sua alcoviteira:

- Madame, eu quero sair de minha casa e morar aqui, com a senhora.

Curie se viu envolvida em um mar de alegria, pois a garota da máscara azul, se tornara sua galinha de ovos de ouro.

Foi assim, que a fome, se misturou com a vontade de comer.

Helena passou a atender de dois a três clientes todo santo dia e, ela não se cansa nunca, pois sexo é o que mais gosta de fazer. Até convenceu sua amiga Fátima a morar com ela, agora, como, a garota da máscara verde. E a casa das mascaradas tornou famosa e clientela se multiplicou.

Foi assim que para sua surpresa, numa noite de sábado, quando percebeu quem era o homem que chegou no quarto, disposto a passar os próximos 90 minutos fodendo a famosa Garota da Máscara Azul. Era seu pai, cambaleou e quase desistiu da noitada de sexo, mas se recuperou, pois pai ou não, ele é homem e tem o que ela mais gosta de comer, caralho e, ela provou e gostou, pelas duas portas de baixo e pela de cima e como saideira, um demorado e delicioso 69. Ela não tinha como negar, a foda com seu pai, foi uma das melhores que teve no último ano. pois quase que alucinou dos múltiplos orgasmos que a tomou de assalto.

FIM

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