🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Serviço Completo e Sem Direito a Reclamação

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Motoqueiro
Categoria: Heterossexual
Contém 1368 palavras
Data: 26/07/2026 04:09:34

A viagem dos pais estava marcada para durar uma semana inteira. Antes de fecharem as malas, eles conversaram com os dois filhos sobre a organização da casa durante os dias em que estariam ausentes. Os rapazes insistiram com veemência para que Mariana fosse contratada novamente para cobrir o período. Para a família, a escolha era natural: ela era eficiente, simpática e trazida uma leveza para o ambiente que agradava a todos.

​A mãe de fato entrou em contato com Mariana e fez a proposta para cuidar da casa durante os sete dias, oferecendo um valor atraente. Mas, querendo se afastar daquela dinâmica perigosa após os acontecimentos anteriores, Mariana recusou educadamente, inventando uma desculpa sobre falta de disponibilidade e compromissos inadiáveis.

​Decepcionados, os pais comunicaram aos rapazes que ela não iria trabalhar naquela semana. O que a família não imaginava, porém, era o nível de obsessão que a dupla havia desenvolvido. Assim que a casa ficou vazia, o irmão mais velho, Matheus, pegou o celular e enviou uma mensagem direta para Mariana, acompanhada de duas fotos explícitas tiradas escondidas durante os encontros anteriores.

​O celular de Mariana apitou. Ao abrir a mensagem e ver as imagens, o mundo desabou ao seu redor. Um pânico gélido a atingiu. Ela sabia o que aquilo significava: se aquelas fotos vazassem, ela perderia o emprego recém-conquistado — o sustento crucial para ajudar a família em uma época em que seu pai estava com dificuldades para achar trabalho —, além de destruir seu relacionamento com o namorado.

​A chantagem foi direta: ou ela aceitava cobrir a semana inteira, ou tudo seria publicado. Sem saída para proteger o que mais importava, Mariana engoliu o desespero, fingiu aceitar por mensagem e combinou tudo com os pais, fingindo ter mudado de ideia de última hora para que ninguém desconfiasse de nada.

​Assim que Mariana cruzou o portão e abriu a porta da casa, ela ainda trazia consigo a esperança de conseguir negociar ou apelar para o bom senso deles.

​No entanto, a ilusão de controle desmoronou no exato segundo em que pisou na entrada.

​Assim que ela passou pelo hall, Matheus — o de 21 anos — bateu a porta e girou a chave na fechadura, trancando-a por fora. O estalo seco do metal ecoou pela sala. Antes que ela pudesse reclamar, o mais novo, Lucas, de 19 anos, puxou o celular e abriu uma pasta de arquivos, espalhando na tela não apenas fotos estáticas, mas gravações completas e detalhadas de tudo o que havia acontecido antes.

​Ao ver a profundidade da exposição, o chão sumiu debaixo dos seus pés.

​— O que é isso... Vocês gravaram tudo? — Mariana gaguejou, sentindo o pânico e a raiva se misturarem. — Apaguem isso agora! Eu vim para trabalhar!

​Matheus deu um sorriso cínico, guardando o celular no bolso enquanto se aproximava devagar, encurralando-a contra a parede.

​— Apagar? Calma, Mariana. A gente pode até apagar... mas tudo tem um preço. E agora que você tá aqui com a gente a semana inteira, as regras mudam. Ou você colabora e faz tudo o que a gente quiser durante esses sete dias, ou essas fotos e vídeos vão parar no celular do seu namorado e na empresa onde você trabalha. Escolhe aí.

​A ameaça era devastadora. Mariana ensaiou uma resistência física, mas eles a agarraram com firmeza pelos braços, puxando-a sem cerimônia em direção ao centro da sala.

​— Seus desgraçados... — sussurrou ela, com os olhos ardendo de ódio e as lágrimas contidas.

​— Menina boa — provocou Matheus. — Já que entendeu como funciona, vamos começar. Primeira ordem: tira a roupa. Toda.

​Mariana arregalou os olhos, recuando um passo com o rosto pálido.

​— O quê?! Nem pensar! Eu não vou fazer isso!

​Lucas puxou o celular do bolso imediatamente, destravando a tela e apontando o visor para ela.

​— Quer que eu mande agora? O dedo tá no "enviar". Um, dois...

​— Para! Para, seu maldito! — gritou Mariana, com o desespero tomando conta de cada centímetro do seu corpo.

​Tremendo de raiva e humilhação, sem nenhuma saída para proteger seu emprego e sua vida, ela começou a puxar a blusa, tirando-a em seguida, e desabotoou o resto das peças até ficar completamente nua no meio da sala, sentindo o peso dos olhares dos dois rapazes.

​— Ótimo. Agora senta ali no sofá — ordenou Matheus, apontando para o centro.

​Com os braços cruzados na frente do corpo numa tentativa inútil de se cobrir, Mariana obedeceu e sentou-se na ponta do estofado.

​— Agora abre as pernas — pediu Lucas, com um sorriso debochado.

​Ela hesitou, mantendo os joelhos unidos, abrindo apenas um pouquinho, a contragosto.

​Matheus deu um passo à frente, erguendo o telefone.

​— Eu falei: abre tudo.

​Sem ter para onde fugir, Mariana cedeu, escancarando as pernas diante deles.

​Matheus se abaixou, ajustou o ângulo e começou a tirar várias fotos dela daquele jeito, o flash estourando na penumbra da sala.

​— Olha pra câmera, Mariana. E abre um sorriso — pediu ele em tom de zombaria. — Um sorriso bem bonito e natural.

​Mariana engoliu o choro de raiva, forçando os lábios a se curvarem. Ela tentou relaxar a expressão e fingir um sorriso sincero, engolindo a humilhação enquanto o obturador continuava disparando em várias posições diferentes que eles iam exigindo, sempre forçando-a a olhar para a câmera com aquela expressão cordial e forjada.

​Eles continuaram tirando fotos em diversos ângulos e poses, acuando-a completamente, sabendo que ela não tinha absolutamente nenhuma saída.

​Logo em seguida, eles a deitaram no chão. Matheus encaixou-se entre as pernas dela, chupando sua vagina com intensidade, enquanto Lucas se inclinava sobre seu corpo, alternando beijos em sua boca e sugando seus seios com avidez. Mariana, por mais que tentasse lutar contra a situação mentalmente, sentia o corpo traí-la; cada toque despertava uma excitação profunda, um desejo latente que ela sempre guardara para si.

​Deixando que eles comandassem o ritmo, ela gemia baixinho, entregando-se ao estímulo. Quando Mariana já estava à beira de um orgasmo intenso, eles inverteram as posições rapidamente. Lucas assumiu o lugar entre as pernas dela, enquanto Matheus subiu para beijá-la. Quase sem tempo de respirar com a troca, Mariana fechou com força as pernas ao redor da cabeça de Lucas, que continuava a chupando, e cravou os dentes de leve nos lábios de Matheus, soltando um gemido abafado e atingindo um orgasmo estrondoso que estremeceu todo o seu corpo.

​Aproveitando o momento de vulnerabilidade e entrega, eles a levantaram e a colocaram sentada no colo de Matheus, enquanto Lucas a penetrava por trás com firmeza. A combinação dos ângulos e do ritmo acelerado não demorou a surtir efeito: impulsionados pelo calor do momento, os dois irmãos gozaram copiosamente em poucos minutos.

​Exaustos, os três desabaram juntos ali mesmo no chão da sala, recuperando o fôlego aos poucos. Minutos depois, enquanto Mariana se levantava com o corpo mole para ir se lavar no banheiro, eles recolheram a câmera e o celular que haviam filmado tudo, transferindo os arquivos para o computador antes de apagarem os vestígios dos aparelhos móveis, garantindo que o controle sobre ela continuasse absoluto.

— Onde você pensa que vai? Perguntou Matheus olhando para Mariana.

— Vou me lavar para ir embora. Não vou desse jeito. Mariana respondeu segurando sua roupa, sentindo o gozo escorrer pelos seus buracos já descendo pelas pernas.

— Você vai assinar mesmo. Pode se trocar e ir com essa nossa lembrança. Mariana ficou paralisada com o medo de alguém ver ela daquela forma. Tentou esboçar uma reação mais Matheus voltou sua atenção para o computador, onde ela sabia que eles estavam armazenando mais uma prova de seu pecado

Mariana caminhou lentamente para um canto da sala, sentindo o gozo escorrendo e melado tudo. Colocou suas roupas e foi para casa, se sentindo em um labirinto sem saída.

Chegou em casa e todos estavam dormindo. Retirou os sapatos para não fazer barulho e tomou um banho demorado, tentando se limpar e pensando em como ela entrou nisso e em como sair. Depois de um choro contido, sem deitou para dormir, ainda sentindo as dores da transa qie teve e as dores em seu ânus, pois havia sido a primeira vez que deu seu cuzinho e já em conjunto com sua bucetinha, que apenas seu namorado havia conquistado.

O que virá a seguir? Mariana adormeceu pensando nisso.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Motoqueiro a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →