Após o banho, Eduarda foi arrumar a cozinha para receber Clara, ainda com o coração apertado e a mente confusa. Ela não sabia explicar nem para si mesma por que havia cedido ao pedido de Tatu para masturbá-lo — sabia que aquilo era errado, uma traição ao seu casamento, à sua fé e a si própria. Enquanto organizava os pratos e preparava um lanche, as imagens do pau grosso e latejante dele não saíam de sua cabeça. Paulo chegou do trabalho, beijou a esposa com carinho e, completamente ingênuo, disse:
— Meu bem, como o irmão Reinaldo está? Espero que você tenha cuidado bem dele.
Eduarda sentiu uma pontada forte no peito. Orava silenciosamente, pensando no pobre marido — um homem bom, trabalhador, fiel, que havia caído no papo do pior tipo de homem que existia por aí. Com a voz um pouco embargada, respondeu:
— Cuidei sim, amor…
Por dentro, sentia uma tristeza profunda, como se tivesse cometido uma traição. Afinal, ela havia tocado na parte mais íntima de Tatu, algo que nem ao próprio marido ela dava com tanto desejo. A campainha tocou. Clara e Renato chegaram. Eduarda não esperava que Renato também viria. Eles se cumprimentaram com abraços e sorrisos educados. Paulo, animado, disse:
— Vou chamar o irmão Reinaldo.
Eduarda e o casal de pastores estavam conversando na sala quando Tatu veio mancando em direção à cozinha. Ele sentou-se à mesa com dificuldade e disse, com tom humilde:
— Obrigado por se preocuparem, pastores.
Olhou primeiro para Clara e Renato, depois virou-se para Paulo e completou:
— Sua esposa me ajudou muito hoje. Ela é uma excelente pessoa.
Paulo sorriu, abraçou Eduarda pelos ombros e disse com orgulho:
— Sim, ela é ótima.
O lanche foi servido: pão de queijo quentinho, bolo de fubá, café fresquinho, suco natural e algumas frutas cortadas. Todos comeram com bom humor, conversando sobre o trabalho voluntário, os progressos na pintura da igreja e os planos para os próximos cultos. Paulo contou algumas histórias engraçadas da empresa, Renato falou sobre os missionários que visitaram recentemente e Clara deu algumas sugestões para o projeto. No final do lanche, Paulo sugeriu uma oração. Todos deram as mãos ao redor da mesa. Paulo orou com sinceridade, agradecendo a Deus pela recuperação de Tatu, pela família, pela igreja e pedindo proteção e sabedoria para todos. Eduarda orou em silêncio, pedindo perdão e força para lidar com a situação.
Após o “amém”, Clara, com um tom casual mas direto, perguntou:
— Irmão Reinaldo, você já tem data para voltar para sua casa?
Ele disse:
— Sim, pastora. Amanhã é meu último dia aqui.
Paulo o interrompeu:
— Não, irmão. Você nem se recuperou ainda.
Clara completou, com tom casual:
— Só perguntei porque esse povo fofoca muito. Vão dizer que você está se aproveitando da bondade de Paulo e Eduarda.
O lanche se encerrou. Após Clara e Renato irem embora, Eduarda e Paulo buscaram os filhos na escola. Ao voltar, jantaram juntos. Paulo levou a janta para o irmão Reinaldo no quarto do quintal e, depois, eles colocaram as crianças para dormir. Mais tarde, Paulo saiu para ir à casa de um fiel orar por ele, deixando Eduarda sozinha em casa.
Ela colocou um pijama comportado — calça e blusa de manga longa —, mas mesmo assim seu corpo curvilíneo chamava atenção. Foi até a cozinha tomar água. De repente, Tatu apareceu mancando, já nu da cintura para baixo, com o pau duro e latejando para fora da calça.
— Você pode me ajudar aqui? — disse ele, ofegante.
Eduarda recuou, chocada:
— Não! Sai daqui agora!
Ele seguiu, até ela com o pau latejando de tesão:
— Pastora…
Ele se aproximou dela, ofegante. Eduarda disse, nervosa:
— O Paulo esta chegando!
Tatu sorriu, malicioso:
— Se você não me aliviar, eu vou ficar aqui até ele chegar e dizer que você me chamou, abaixou minhas calças…
Ela rebateu:
— Ele nunca vai acreditar em você.
E completou:
— Ele sabe que você já me insultou no trabalho voluntário.
Tatu respondeu, com cinismo:
— Eu contei isso a ele… mas não disse sobre as cantadas enquanto você levava seus filhos para a escola, nem no dia do trabalho. Se contar agora, vai parecer que você quer pôr a culpa só em mim…
Eduarda sentiu um aperto no peito, mas seu corpo traía-la, dando claros sinais de excitação. Sua buceta estava molhada, pulsando involuntariamente. Ela então ouviu o som do portão automático abrir e disse, nervosa:
— Depois que Paulo dormir eu te ajudo. Tatu, fora daqui!
Ela olhou mais uma vez para aquele pau duro latejando e sua mente começou a lembrar da cena que viu dele fodendo Eliane, do boquete que Eliane deu nele e da punheta que ela mesma havia dado. Subiu rapidamente até o quarto para receber seu marido.
Ela deitou na cama, ainda com a mente confusa. Paulo chegou feliz, abraçou-a e começou a beijar seu pescoço, descendo devagar. Logo sussurrou:
— Vamos transar, amor?
Eduarda, excitada pela cena que ainda tinha na cabeça, respondeu:
— Sim…
Mal sabia o marido que ela estava molhada por causa da imagem de Tatu pelado na cozinha de sua própria casa.
Eles começaram a transar. Paulo tirou a roupa dela com desejo, beijando seus seios grandes, sugando os mamilos duros enquanto deslizava a mão entre suas pernas. Sentiu a boceta dela encharcada e gemeu:
— Amor, você está molhada…
Eduarda mentiu, com a voz rouca:
— É por você, amor…
Ele a penetrou com seu pau de 16 cm, entrando devagar no início e depois metendo com mais força. Eduarda gemia, sentindo ele preenchê-la, as estocadas ritmadas fazendo seus seios balançarem. Paulo segurava seus quadris largos, acelerava, dava tapas leves na bunda enquanto entrava e saía, o som molhado ecoando no quarto. Ela rebolava contra ele, tentando alcançar o prazer, mas a imagem de Tatu não saía de sua mente. Paulo metia cada vez mais rápido, suado, gemendo alto, até que, após alguns minutos intensos, tremeu inteiro e gozou precocemente dentro dela, jorrando forte com um gemido rouco.
Eduarda ficou ali, o corpo quente e insatisfeito, sentindo o sêmen escorrendo entre as pernas.
Eduarda e Paulo dormiram. No meio da noite, ela acordou com o coração acelerado e se lembrou da promessa que havia feito a Tatu de masturbá-lo. Por alguns minutos ficou ali, deitada, olhando o teto, lutando contra a culpa e a tentação. Mas decidiu firmemente que não iria cair nas chantagens dele. Ela era uma mulher respeitada — mãe dedicada, esposa fiel, pastora ungida e cidadã exemplar da comunidade. Não podia deixar que um homem como Tatu destruísse tudo o que havia construído com tanto esforço e fé. Com esse pensamento, virou para o lado, orou baixinho pedindo força e proteção, e conseguiu voltar a dormir.
A manhã chegou. Eduarda seguiu sua rotina normalmente, com determinação. Acordou cedo, preparou o café da manhã para toda a família, ajudou as crianças a se arrumarem, organizou as mochilas e, antes de sair, ouviu Paulo dizer que o irmão Reinaldo havia ido ao posto de saúde fazer um novo curativo no punho. Ela arrumou os filhos com carinho, levou-os até a escola caminhando pelas ruas do bairro e, em vez de voltar imediatamente para casa, decidiu correr. Vestida com roupas de academia que marcavam seu corpo curvilíneo — legging justa que valorizava suas coxas grossas e bunda arredondada, top esportivo que sustentava seus seios grandes —, colocou óculos escuros e saiu com aquela postura de elegância e superioridade que muitos no bairro comentavam e criticavam. Correu por vários quilômetros, sentindo o vento no rosto, tentando clarear a mente e afastar os pensamentos proibidos que ainda insistiam em voltar.
Ela retornou para casa e passou no quarto onde Tatu estava para ver se ele havia voltado, mas não havia sinal dele. Sentiu um alívio momentâneo — talvez ele tivesse voltado para a invasão ou ainda estivesse no posto. Porém, achou estranho, pois não demoraria tanto tempo só para trocar um curativo. Seguiu até a cozinha, tomou um copo de água gelada e foi tomar banho. A água quente escorria pelo seu corpo, levando embora o suor da corrida, descendo pelos seios grandes, pela cintura marcada, pelo quadril largo e pela bunda arredondada. Saiu do banho enrolada apenas em uma toalha branca que mal cobria suas coxas.
Seguiu até seu quarto e, ao entrar, levou um susto. Tatu estava sentado na poltrona ao lado da escrivaninha, com a Bíblia aberta no colo. Ele se masturbava lentamente com a mão que era a machucada, o pau duro e latejando para fora da calça. Olhou para ela com um sorriso safado e disse:
— Você me deve uma punheta, loira gostosa… E ainda me aparece de toalha.
Ela se assustou e disse:
— Tatu!
Ele continuou se masturbando lentamente, sem parar. Eduarda insistiu, nervosa:
— Por favor, sai daqui!
Ele respondeu, com voz rouca:
— Você me chamou de sujo imundo…
Ela pediu desculpas, quase em desespero:
— Pelo amor de Deus… me desculpa.
Tatu sorriu, os olhos brilhando de desejo:
— Eu fiquei maluco de tesão por você, loiraça. Se você me pedir para matar o papa, eu faço por você.
Ele se levantou, ainda com o pau duro latejando, e continuou:
— Eu já bati tantas punhetas por você desde que te vi com esse belo rabo…
Encurralou-a contra a parede, puxou a toalha com força, revelando seu corpo nu. Com a mão direita, agarrou o seio esquerdo dela, apertando com firmeza e dizendo:
— Eles estão duros…
Eduarda gemeu involuntariamente e sussurrou, orando baixinho:
— Por favor, não… Deus me proteja…
Tatu, colado nela, continuou:
— Na primeira vez que eu te vi, eu fiz uma promessa de te deixar louca por isso.
Apertou o próprio pau com a mão e, com a esquerda, desceu em direção à buceta de Eduarda, tocando-a por cima e dizendo:
— Eu vou tirar essa superioridade de você, sua gostosa… E será agora.
Ele a jogou na cama com desejo bruto e disse, rouco:
— Pede pra mim te comer igual você viu eu fazer com a Eliane.
Eduarda gemia baixo enquanto ele enfiava dois dedos grossos em sua buceta molhada, dando petelecos rápidos no clitóris duro e inchado. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, abriu bem as coxas e aproximou o rosto. Sua língua quente e habilidosa começou a lamber o clitóris com fome, circulando, sugando e batendo firme. Eduarda arqueava as costas, segurando os lençóis, gemendo cada vez mais alto. Tatu não parava — chupava com vontade, enfiava a língua dentro dela e voltava para o clitóris, alternando velocidade e pressão. Em poucos minutos, Eduarda gozou forte, o corpo tremendo, a buceta pulsando na boca dele enquanto ela tentava abafar os gemidos.
Ele não parou. Repetiu o oral com ainda mais intensidade, sugando o clitóris sensível e enfiando dois dedos fundo, curvando-os no ponto certo. Eduarda teve o segundo orgasmo, ainda mais intenso, o corpo convulsionando, um gemido longo escapando enquanto gozava na boca dele.
Tatu se levantou, o pau duro latejando, e disse com voz baixa e ameaçadora:
— Hoje à noite ou você passa no meu quarto… ou eu venho aqui no meio da noite te chamar, gostosa.
Ela ficou ali, ofegante, o corpo completamente excitado e a buceta ainda molhada e latejando. Mesmo assim, orava baixinho pedindo perdão a Deus, cheia de culpa e vergonha.
Eduarda não sabia o que fazer. O que acabara de acontecer era errado, imoral e ia contra tudo que ela acreditava e pregava. Sentia-se suja, culpada e profundamente envergonhada. Ficou trancada no quarto até a hora de Paulo e as crianças aparecerem. Quando eles chegaram, ela fingiu normalidade com o marido, mesmo tendo acabado de ter dois orgasmos intensos apenas com o sexo oral de Tatu. Era dia de culto. Ela e o marido arrumaram os filhos, vestiram-se e saíram para a igreja.
Ao chegarem à igreja, o ambiente já estava movimentado. Fiéis conversavam na porta, crianças corriam pelo pátio e o louvor começava a ecoar lá dentro. Renato, ao vê-los, aproximou-se e perguntou a Paulo e Eduarda:
— Por que o Tatu não apareceu hoje?
Paulo respondeu naturalmente:
— Ele estava com dores na perna.
Eduarda, em pensamento, achava que era mentira. Sabia que Tatu estava perfeitamente capaz de vir, mas preferiu ficar calada, disfarçando o desconforto. O culto começou com um louvor poderoso, vozes unidas e mãos levantadas enchendo o templo de adoração. A palavra foi pregada com unção, trazendo conforto e exortação para os presentes. Eduarda participou, mas sua mente ainda estava perturbada pelos acontecimentos do dia. Sentia culpa, vergonha e uma excitação residual que lutava para afastar. Mesmo assim, manteve a postura de pastora, orando internamente por força e perdão, enquanto o culto seguia com momentos de profunda emoção e presença de Deus.
Após o culto, Eduarda e Paulo voltaram para casa. Eles colocaram os filhos para dormir, jantaram rapidamente e foram se deitar. Era de madrugada quando Eduarda acordou com um barulho. Levantou-se com cuidado e foi até a cozinha. Tatu estava lá, esperando. Ela sussurrou, assustada:
— O que você tá fazendo aqui?
Ele respondeu baixinho, com voz rouca:
— Eu disse: ou você ia ou eu vinha te pegar.
Eduarda, nervosa, respondeu:
— Vou para lá agora… depois que eu tiver certeza que Paulo está dormindo profundamente.
Eduarda olhou para o marido dormindo profundamente ao seu lado. Sentiu sua buceta molhada, latejando de excitação e culpa. Orou baixinho pedindo perdão a Deus, mas o corpo traía sua fé. Levantou-se com cuidado e foi até o quarto no quintal onde Tatu estava. Ao chegar, o cheiro forte de bebida invadiu suas narinas — o tarado havia bebido. Se Paulo soubesse, o expulsaria na hora. Tatu estava completamente nu, o pau duro e latejando, apontando para cima. Ele fechou a porta do quarto e disse, rouco:
— Ajoelha e bate uma punheta pra mim.
Eduarda, tremendo, ajoelhou-se. Com a mão direita, envolveu aquele pau preto grosso e venoso, sentindo o calor intenso e a rigidez impressionante. Começou a mover a mão para cima e para baixo, lentamente no início, apertando a base e subindo até a cabeça roxa inchada, espalhando o pré-gozo que escorria. Tatu gemia baixo, os olhos semicerrados de prazer. Ela acelerou o ritmo, girando a mão no topo, apertando a glande sensível e voltando até as bolas, massageando-as com a outra mão. O pau latejava forte em sua palma, as veias pulsando visivelmente. Tatu segurou a cabeça dela e murmurou:
— Isso… mais rápido… aperta mais…
Eduarda obedeceu, masturbando com mais vigor, o som molhado da mão subindo e descendo ecoando no quarto. Ela sentia o pau inchar ainda mais, quente e pesado. Tatu respirava pesado, o corpo tensionado, até que com um gemido rouco gozou forte — jatos grossos e quentes de porra branca jorraram com força, acertando o peito e o pescoço de Eduarda, escorrendo pela mão dela em quantidade abundante enquanto o pau pulsava repetidamente.
Após Tatu gozar na punheta, jorrando porra quente na mão e no peito de Eduarda, ele não parou. Com um olhar faminto, a despiu completamente, tirando a camisola e a calcinha com urgência. Beijou seu pescoço, descendo devagar pelos seios grandes, sugando os mamilos duros com fome, mordiscando levemente enquanto as mãos apertavam sua bunda. Continuou descendo, beijando a barriga, o quadril largo, até chegar à buceta molhada e inchada. Ajoelhou-se, abriu bem as coxas dela e enfiou primeiro um dedo grosso, depois o segundo, curvando-os para tocar o ponto G enquanto sua língua atacava o clitóris. Chupou ferozmente, sugando o clitóris inchado, lambendo com pressão forte, alternando entre círculos rápidos e chupadas longas. Os dedos entravam e saíam molhados, fazendo um som obsceno enquanto Eduarda gemia, tentando abafar a voz, as pernas tremendo. Tatu não dava trégua — chupava com mais força, enfiava a língua fundo na buceta e voltava para o clitóris, sugando até ela gozar forte, o corpo convulsionando, a buceta pulsando na boca dele enquanto um orgasmo intenso a dominava.
Ainda ofegante, Tatu se levantou, o pau duro novamente, e disse com voz rouca:
— Hoje eu vou arrombar sua buceta.
Ele posicionou seus 25 cm grossos e pretos na entrada da buceta dela. Eduarda, suada pelo sexo oral intenso que acabara de sofrer, tinha o corpo brilhando, os seios grandes subindo e descendo com a respiração acelerada, os mamilos duros e vermelhos, a pele morena clara corada de excitação e vergonha. Tatu, musculoso, com o corpo definido e suado, o pau venoso latejando com a cabeça roxa inchada, começou a penetração. Ela sentiu a buceta se alargar lentamente, a grossura impressionante forçando suas paredes internas. Doía, mas um tesão proibido tomava conta. Ele empurrou mais e disse, rouco:
— Loira, não entrou nem metade… Deve ter uns 15 cm aqui.
E então passou a estocar com força, enfiando os 25 cm quase inteiros. Eduarda gemeu alto, sentindo ele chegar em lugares onde Paulo nunca havia alcançado, tocando fundo, roçando pontos sensíveis que a faziam tremer. Tatu controlava o ritmo, segurando seus quadris largos com as mãos grandes, metendo fundo e ritmado, fazendo os seios dela balançarem a cada estocada forte. A buceta dela pulsava ao redor do pau grosso, molhada e apertada, o som molhado ecoando no quarto. Ele acelerava, diminuía, girava os quadris, dominando completamente o corpo dela. Eduarda sentia dor misturada com um prazer intenso e proibido, gemendo, arranhando as costas dele, o corpo suado colado ao dele. Tatu não parava, estocando cada vez mais fundo, controlando o ritmo com maestria, fazendo-a sentir cada centímetro daquele pau preto que a preenchia como nunca antes.
Tatu a fodia com força bruta, segurando seus quadris largos com as mãos grandes e calejadas, metendo fundo e rápido. O pau preto grosso de 25 cm entrava quase inteiro na buceta molhada de Eduarda, esticando suas paredes internas ao máximo, batendo fundo em lugares que ela nunca havia sentido antes. Cada estocada forte fazia um som molhado e obsceno ecoar no quarto, os seios grandes dela balançando violentamente enquanto ele a dominava. Eduarda gemia alto, o corpo suado colado ao dele, sentindo dor misturada com um tesão proibido e avassalador. Ela tentava resistir mentalmente, orando baixinho entre os gemidos:
— Deus… me perdoa… por favor… me perdoa…
Mas o prazer crescia. Tatu acelerava o ritmo, metendo com mais violência, a cabeça roxa do pau batendo fundo no colo do útero, roçando o ponto G com precisão. Eduarda sentia a buceta pulsar ao redor dele, cada vez mais molhada, o clitóris inchado roçando contra o corpo dele a cada estocada. O tesão tomou conta, mais forte que a culpa. Ela começou a rebolar contra ele, as unhas cravadas nas costas musculosas de Tatu, gemendo cada vez mais alto. Ele segurou seus cabelos loiros, puxando a cabeça para trás enquanto metia sem piedade, sussurrando safadezas no ouvido dela. O orgasmo veio forte e avassalador — Eduarda tremeu inteira, a buceta contraindo violentamente ao redor do pau grosso, gozando com intensidade, jorrando um líquido quente enquanto gritava abafado, o corpo convulsionando de prazer.
Eduarda ficou ali na cama velha que rangeu durante todo o sexo, suada, ofegante, com porra escorrendo da buceta. Sentia que sua buceta estava mais alargada, latejando, sensível após ser tão bem fodida. Tatu estava mole, mas o tamanho ainda era impressionante, pesado entre as pernas. Eduarda se virou para se vestir, ainda tremendo. Ele deu um tapa forte na bunda dela e disse, com voz rouca e segura:
— Isso é só o começo, gostosa. Você vai implorar pelo meu pau preto.