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No dia que a mãe da minha amiga me seduziu pela primeira vez

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Um conto erótico de Girls Family L
Categoria: Lésbicas
Contém 1310 palavras
Data: 25/07/2026 23:58:41
Assuntos: Lésbicas, sedução
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Eu estava um caco quando decidi ir pra casa da Ana. A faculdade tinha virado um turbilhão na minha cabeça: provas, trabalhos e, principalmente, aquela confusão que não saía de mim. Fazia meses que eu olhava pras meninas da turma de um jeito diferente, sentindo um frio na barriga que não era só amizade. Precisava desabafar com alguém de confiança antes que explodisse. Ana era minha melhor amiga desde o colégio, sempre aberta pra tudo. Mandei uma mensagem rápida dizendo que tava indo, e fui.

Cheguei na casa dela no fim da tarde, o sol ainda quente batendo na varanda. Toquei a campainha e, pra minha surpresa, quem abriu foi a mãe dela, a dona Maria. Uma mulher de uns quarenta e poucos, bem cuidada, com aqueles cabelos castanhos ondulados que caíam nos ombros e um sorriso acolhedor que sempre me fazia sentir em casa.

— Oi, querida! Ana não tá, foi resolver umas coisas na rua com o pai. Deve demorar um pouco. Entra, vai. Tá tudo bem?

Eu hesitei um segundo, mas o peso no peito era grande demais. Entrei, sentando no sofá da sala que eu conhecia de cor. Dona Maria me ofereceu um copo de suco de laranja geladinho e sentou do meu lado, com aquela calma de quem já viu de tudo.

— Pode falar, menina. Tá com cara de quem carrega o mundo nas costas.

As palavras saíram emboladas no começo. Contei tudo: as borboletas quando via a Juliana da turma de literatura, o jeito como meu corpo reagia quando as meninas se trocavam no vestiário depois da educação física, o medo de estar “errada” ou de perder todo mundo se descobrissem. Lágrimas escorreram sem eu querer. Dona Maria ouvia em silêncio, só passando a mão nas minhas costas de leve, como uma mãe faria.

Quando parei de falar, ela ficou quieta um tempo, olhando pro chão. Depois respirou fundo e me olhou nos olhos.

— Sabe, eu entendo mais do que você imagina. Na faculdade... eu também me descobri assim. Ficava com meninas, sim. Beijos roubados no quarto da república, noites inteiras de carinho que me faziam sentir viva de um jeito que eu nunca tinha sentido com homem nenhum. Era bom, intenso. Depois casei com o pai da Ana, construí família, e guardei tudo isso dentro de mim. Ninguém sabe. Nem ele, nem meus pais, ninguém. Achei que tinha que escolher um lado pra ser “normal”. Mas o desejo não some, né?

O jeito como ela falou, com a voz baixa e sincera, me pegou de jeito. Seus olhos castanhos estavam fixos nos meus, e ali tinha algo mais que compreensão. Um brilho. Um reconhecimento. Meu coração acelerou. Eu nunca tinha olhado pra dona Maria desse jeito — ela era a mãe da minha amiga, casada, madura, com aquelas curvas suaves que o vestido leve de casa marcava sem esforço. Mas agora... agora eu via a mulher por trás.

A gente ficou se olhando mais tempo do que devia. O ar da sala pareceu mais pesado, quente. Ela colocou a mão sobre a minha no sofá, o polegar fazendo um carinho lento na minha pele.

— Você não tá sozinha nisso, viu? — murmurou.

Eu devia ter levantado, dito que esperava a Ana lá fora. Mas não levantei. Em vez disso, apertei a mão dela de volta. Nossos dedos se entrelaçaram. Ela se aproximou um pouco mais no sofá, o perfume suave de sabonete e algo doce invadindo meu espaço. Meu corpo traía a razão: os bicos dos seios endurecendo por baixo da blusa, um calor subindo pelas coxas.

— Dona Maria... isso não é certo — sussurrei, mas minha voz saiu fraca, quase um convite.

— Eu sei. Mas às vezes o que a gente sente é mais forte que o “certo” — respondeu ela, e sua outra mão subiu devagar pro meu rosto, afastando uma mecha de cabelo.

O primeiro beijo foi hesitante. Nossos lábios se tocaram leves, testando. Depois ela inclinou a cabeça e aprofundou, a língua roçando na minha com uma fome contida por anos. Eu gemi baixinho contra a boca dela, as mãos subindo pros seus ombros. Ela era macia, quente, cheirando a lar e segredo. A gente se beijou ali no sofá por um tempo que pareceu eterno, corpos se aproximando até eu estar quase no colo dela.

As mãos dela desceram pras minhas costas, puxando minha blusa pra cima. Eu ajudei, tirando a peça e revelando o sutiã simples. Seus olhos brilharam ao ver minha pele. Ela beijou meu pescoço, descendo pros ombros, enquanto eu abria o zíper do vestido dela. Os seios dela eram cheios, pesados, com mamilos escuros que endureceram quando eu os toquei com os dedos trêmulos. A gente se despiu devagar, peça por peça, no meio da sala iluminada pela luz dourada da tarde, com o risco de alguém chegar a qualquer momento tornando tudo mais urgente.

Deitamos no tapete macio, corpos nus se encontrando. Ela era linda, pele morena clara marcada pelos anos, quadris largos e coxas fortes. Eu me sentia pequena e faminta ao lado dela. Nossas bocas se encontraram de novo enquanto as mãos exploravam. Toquei os seios dela, apertando de leve, sentindo o peso. Ela desceu a boca pro meu peito, chupando um mamilo com carinho, a língua girando devagar até eu arquear as costas.

O desejo cresceu rápido. Nossas pernas se entrelaçaram, peles suadas deslizando. Ela me virou de lado e se encaixou contra mim, uma perna entre as minhas. Começamos a nos mover juntas, devagar no início, sentindo o calor úmido e macio uma da outra. Nossos sexos se encontraram, lábios inchados se abrindo e se pressionando. Ela segurou minha coxa, puxando mais pra perto, e eu fiz o mesmo. Nossos quadris começaram a rebolar em um ritmo lento, molhado, o atrito delicioso fazendo a gente gemer juntas. Cada movimento mandava ondas de prazer pelo meu corpo inteiro — o clitóris dela roçando no meu, nossas umidades se misturando, escorregadias.

— Assim... devagar, deixa eu sentir você — ela sussurrou no meu ouvido, a voz rouca.

Eu obedeci, apertando mais as coxas ao redor dela, aumentando a pressão. Nossos corpos dançavam, suados, os seios se espremendo um contra o outro enquanto os quadris iam e vinham. O prazer subia em espiral, intenso, profundo. Ela acelerou um pouco, esfregando com mais força, e eu segui, perdida na sensação de estar tão conectada, tão exposta. Nossos gemidos enchiam a sala baixa. Eu sentia ela pulsando contra mim, molhada e quente, e isso me deixava ainda mais excitada.

A gente trocou de posição várias vezes, sempre voltando pra aquele encaixe perfeito. Eu por cima dela, sentindo o controle, rebolando mais fundo, sentindo nossos sexos se abrirem e se esfregarem sem parar. Depois ela por cima, prendendo minhas pernas abertas com as dela, movendo os quadris em círculos lentos e firmes que me faziam ver estrelas. O suor escorria entre nossos corpos, facilitando tudo. Cada deslize, cada pressão no ponto mais sensível, me levava mais perto da borda. Não tinha pressa — a gente saboreava, prolongando, os olhares presos o tempo todo.

Quando o orgasmo veio pra mim, foi como uma onda que me derrubou. Meu corpo inteiro tremeu contra o dela, os músculos contraindo enquanto eu gemia alto, apertando as coxas ao redor dos quadris dela. Ela não parou, continuando o movimento até gozar também, o corpo se sacudindo sobre o meu, um gemido rouco escapando da garganta.

Ficamos ali, abraçadas no tapete, respirando pesado, corpos ainda entrelaçados. A mão dela acariciava minhas costas com carinho. O peso do que tínhamos feito começou a chegar — a mãe da minha amiga, o segredo, o risco —, mas naquele momento só existia a paz de ter sido vista, desejada e satisfeita.

— Isso fica entre nós — ela disse baixinho, beijando minha testa.

Eu assenti, apertando ela mais forte. Sabia que as coisas nunca mais seriam as mesmas. Mas, pela primeira vez, eu não me sentia sozinha.

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