É isso mesmo, isso mesmo que você leu.
Fui na igreja assistir a missa de domingo e na saída fui trocar meu velho terço.
A lojinha da igreja estava cheia, então me virei para ir embora.
Esbarrei numa freira, e em seus fartos seios.
Ela devia ter uns 30 anos por ai.
"Oh, senhor..." Disse ela, perplexa.
"Opa, perdão... senhora." Respondi, logo me afastando.
Ela sorriu e me olhou de cima abaixo.
Ela tirou os óculos e me olhou com lindos olhos azuis.
"Senhora só no céu... ok, meu bem? Não sou tão velha assim." E deu um sorriso lindo.
Senti algo estranho na hora, como se não entendesse bem o que estava acontecendo, mas no fundo eu só não esperava. Eu estava realmente atraído pela freira.
Na real, quando fui embora, fiquei lembrando dela.
Ela não era tão velha assim, provavelmente tinha uns 30 anos, ou algo assim, próximo a minha idade.
Mas o que me deixou impressionado foi a linda pele branca bronzeada e seus olhos azuis.
Eu não pude ver seu corpo porque ela estava com aquela típica roupa de freira, que não mostra nada, mas o que eu vi já foi suficiente.
Ah, mas também, a voz.
E... que voz linda ela tinha.
Era suave, sem ser rouca.
Profunda, sem ser grave.
Como se eu fosse abraçado por uma sensação maternal que remonta a instintos primordiais há tempos esquecidos.
Não tardou, que eu, apaixonado que estava por aquele rosto, voltasse lá na igreja.
Ok, apaixonado é um exagero óbvio aqui neste caso, mas, de toda forma, eu estava fissurado nela.
E me deixava muito excitado a ideia de vê-la de novo e imaginar ela sem roupa.
Então, fui até um dia de missa da tarde, na semana, e fui atrás de uma das senhorinhas que trabalham no apoio.
"Olá, poderia me dizer como encontrar uma senhora que trabalha aqui..."
A velha beata, já quase surda, ergueu os olhos, rabugenta, e disse:
"Ahn?"
Eu suspirei e disse, direto:
"Preciso falar com uma das freiras!"
A velha riu e explicou que as freiras só iam lá para se confessar, em dias de sexta-feira.
Então, fui embora e aguardei até o dia de retornar.
Quando chegou logo cedo e fiquei aguardando para ver se ela chegava.
A ideia era bizarra, e muito errada, mas dava tesão.
Como era na igreja, resolvi que só iria lá com essa intenção mais uma vez.
Acontece que o tempo passou, e nada.
Passei o dia todo e nada de ver ela.
Então, mandei tudo à merda e me levantei para ir embora.
Foi então que eu vi a freira se aproximando de uma das laterais, juntamente com uns coroinhas.
De longe, percebi que ela me notou e trocamos um longo olhar.
Então, fui até ela.
Ela mandou os jovens embora e veio até mim.
"Olá!" Disse ela, sorrindo.
"Oi, acho que era você outro dia..."
"Humm, ah, você é aquele que quase me derrubou...", ela disse, jogando os cabelos para trás, e completou:
"Precisa de algo, meu bem?" E inclinou o rosto levemente para o lado.
"Humm, eh, eu... na verdade, acho que foi engano... Perdão."
Fiz menção de ir embora, mas ela me segurou, apertando meu braço na altura do bíceps.
"Oh, tem certeza, moço? Sabe... você parece cansado... ou melhor, carregado, sabe...?"
A mão dela era macia, mas firme. Meu pau ficou duro.
"Ahn... é. Eu... acho. Estresse do trabalho."
"Por que não nos sentamos um pouco e você põe pra fora o que tem?"
Eu posso jurar que quando ela disse isso eu entendi como um sinal.
"Ok, tipo se confessar?"
"Não, mas você pode desabafar, ou quem sabe falar algo que você tem pensado...?" Ela me olhou com seus intensos olhos azuis.
"Parece bom." Falei, já empolgado.
"Humm... perfeito. Perfeito. Venha. Tenho um escritório no centro comunitário, aos fundos."
Meus olhos não acreditavam no que estavam vendo, e minha mente não sabia se era apenas uma ilusão.
Apenas sentia um frio devorador na barriga, e meu sangue pulsando forte.
Ao entrarmos no escritório dela, ela fechou a porta.
Ela foi para atrás da mesa e tirou seu manto da cabeça, revelando imponentes cabelos negros, ondulados, que iam até a bunda.
"Está calor aqui, né?"
Ela ligou o ar-condicionado.
"Hum. É."
"Então, por que não me fala, o que se passa na sua mente?" Ela se sentou na poltrona.
"Bom, eh... eu.. acho... que gostaria de... ahn... olha ...." Gaguejei por não saber bem o que eu iria fazer.
Ela me escaneou e depois sorriu, olhando para o lado.
"Humm..."
Ela se levantou e riu:
"Está um pouco nervoso, né?"
"Talvez..."
Ela trancou a porta e então se aproximou de mim.
"Não precisa disfarçar. Sei como me olha."
Puta que pariu, aquilo estava mesmo acontecendo.
"Ah, é? E como eu te olho?"
"Com fogo. Um fogo ardente e perigoso..."
"Ah..."
Ela continuou se aproximando.
Eu me afastei um pouco e acabei sentando na outra poltrona.
Ela se aproximou e se aproximou e abriu minhas pernas e se aproximou até que eu sentisse suas coxas nas minhas.
Meu coração acelerado parecia querer falar.
"Então, meu bem, é melhor não deixar esse fogo te consumir..."
"Humm. E como?"
"Bem, o fogo precisa queimar algo."
Ela pegou minha mão e levou até um seio. Ela revirou os olhos.
Meu pau ficou extremamente dilatado.
"Basta você querer. Você... quer?"
Na mesma hora eu puxei-a para mim e a beijei.
Sua boca estava quente, seu corpo estava bastante quente.
Abri a sua roupa, que era abotoada, revelando uma mulher muito bem encorpada e voluptosa.
Ela tinha 1,70 de puro deleite.
Arranquei seu sutiã e comecei a chupar aqueles peitos gostosos.
Ela arfava e gemia baixinho quando eu mordia seus mamilos.
Então, ela me empurrou e me fez sentar na poltronada dela.
Ela puxou minha calça e começou a chupar meu pau com voracidade.
"Calma, calma. Oh..." Falei.
Ela continuou enquanto massageava meu saco.
Nunca tinha recebido uma chupada tão deliciosa e dedicada.
Gozei ali mesmo na boca dela.
Ela engoliu tudo.
"Vem, eu quero mais, me dá mais."
Meu pau continuou ainda tão duro quanto.
Ela ficou de quatro sobre a grande mesa de madeira.
Comecei a empurrar naquela buceta como se não houvesse amanhã.
E menos de cinco minutos ela estava jorrando líquidos e melando a mesa toda.
"Delícia... ah... me fode. Me faz sua."
Cada gemida dela me fazia ficar mais louco.
Tive que enfiar a calcinha dela na sua boca para que ela não fizesse barulho. Tudo isso enquanto socava tão forte que sentia meu pau atolando a buceta dela.
Então, quando disse que ia gozar, ela se afastou e se virou:
"Não, ainda não, ainda não."
Ela me fez deitar no carpete da sala e começou a quicar de forma selvagem, como se a vida dela dependesse daquilo.
Quando não aguentei mais, não teve jeito, virei-a para mim, e comecei a bombar nela estilo mamãe e papai. Eu queria olhar bem naqueles olhos lindos.
Depois, comecei a apertar seus grelo gostoso e enquanto empurrava nela.
Ela estava gozando tanto que fluia um rio.
Ela era branquinha e bronzeada. Seus pezinhos e mãos eram bem cuidados, todos com solas rosinhas e macias. Seus seios eram grandes e naturais, bem firmes e suculentos.
"Eu preciso tirar de dentro..."
"Não, goze dentro. Quero você dentro!"
"Mas..."
"Cala a boca e me enche de leite, porra! Me faz mulher, gostoso!"
Ela me puxou para perto com as suas pernas fortes e carnudas.
Falou sussurrando no meu ouvido, entre as estocadas:
"Jorra em mim, vai, jorra na sua freira putinha..."
Tentei me desvencilhar mas a buceta quente e melada me chamava.
Então, larguei tudo nela.
Saía tanta porra e não parava.
Então, fiquei louco de tesão, vendo ela toda melada. Coloquei-a de lado e melei seu cuzinho lindo de gala e cuspe.
Ela se arrepiou:
"Vai, me usa, me me come toda."
Enfiei meu pau no cu dela sem cerimônia.
Comecei a bombar lentamente enquanto masturbava sua buceta.
"Gostosa, você gosta de dar o cuzinho?'
"Adoro, adoro, amor."
"Quer leite, quer?"
"Quero, amor, enche meu cu de leite...."
Então, gozei tudo o que restava nela. Gozei tento que saía leite do cu.
Fiquei exausto e ela também.
Gozamos muito.
Ela olhou ao redor e disse:
"Adorei, meu bem. Se sente melhor?"
"Com certeza."
"Ótimo. Quando quiser... podemos ter essa conversa de novo..."
"Maravilha."
Ainda labi sua buceta cheia da minha porra e fui embora. Comi ela mais duas vezes naquela noite, e na última ela chamou sua outra amiga freira para participar, mas isso é história para outra hora, haha.
Forte abraço!
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Mulheres e cornos: t.me/Lost_Living