Vou contar para vocês sobre uma aventura deliciosa que aprontei no meu antigo condomínio.
Era uma daquelas tardes quentes de verão. Eu tinha acabado de sair da piscina, o corpo ainda brilhando com gotas d’água, o cabelo molhado grudado no pescoço. Subi pro apartamento só de biquíni, aquele pretinho pequeno que mal cobria alguma coisa, e assim que fechei a porta, a fome bateu forte. Não era só fome de comida. Mas resolvi começar pelo básico.
Peguei o celular e pedi o lanche de sempre, aquele que o pessoal do condomínio vende. Já conhecia o entregador: um coroa de uns cinquenta e poucos, corpo ainda firme, olhar safado, mãos grandes. Sempre vinha ele. Naquele dia, porém, algo no ar já parecia diferente.
Não queria correr o risco de estar no banho quando ele batesse. Então fiquei esperando, andando de um lado pro outro na sala, o tecido molhado do biquíni grudado na pele, marcando os seios e o contorno da bunda. Quando a campainha tocou, meu coração deu um pulinho.
Abri a porta só de biquíni. O olhar dele desceu imediatamente, devagar, como se estivesse saboreando cada centímetro. Peguei o lanche, virei de costas pra pegar o dinheiro no balcão e senti o peso do olhar dele na minha bunda. Quando voltei e estendi as notas, ele não pegou o dinheiro de imediato. Segurou minha mão com firmeza, o polegar acariciando a parte interna do meu pulso.
— Nossa… você tá muito linda — murmurou, a voz rouca, os olhos escuros fixos nos meus.
Sorri, meio sem jeito, meio provocante. Agradeci baixinho. Ele não soltou minha mão.
— Você mora sozinha?
— Não — respondi, ainda com o sorriso no rosto.
Ele inclinou a cabeça, aquele sorrisinho safado aparecendo no canto da boca.
— Mas tá sozinha agora?
Hesitei só um segundo. Depois confirmei com a cabeça. O sorriso dele se alargou. Não precisei de mais nada. A pergunta saiu da minha boca quase num sussurro:
— Quer entrar?
Ele só acenou, já entrando. A porta se fechou atrás dele com um clique suave. No mesmo instante ele puxou minha mão até a boca e beijou os nós dos dedos, devagar, enquanto a outra mão já subia pela minha cintura.
— Que corpo delicioso… — resmungou contra a minha pele.
Me encostou contra a porta com uma ânsia contida, o corpo quente pressionando o meu. As mãos dele desceram pelas minhas costas, apertaram minha bunda por cima do biquíni e depois subiram, afastando as alças dos ombros. O tecido escorregou, liberando meus seios. Ele soltou um gemido baixo e caiu de boca em cima de mim.
Chupou meu bico com fome, a língua quente e úmida girando em círculos, sugando com força enquanto a mão livre descia pelo meu ventre e entrava por baixo da calcinha do biquíni. Os dedos dele encontraram minha bucetinha já molhada, escorregadia. Ele abriu os lábios da minha xota com dois dedos e penetrou o terceiro devagar, sentindo o quanto eu estava apertada e quente.
— Porra… tá pingando — rosnou contra o meu peito, mamando mais forte enquanto metia os dedos fundo, curvando-os pra achar aquele ponto que me fazia tremer.
Eu já estava ofegante, as costas batendo levemente na porta a cada movimento da mão dele. Ele metia os dedos com ritmo, o polegar esfregando meu grelo em círculos firmes, enquanto a boca não largava meus seios. Chupava um, depois o outro, deixando os bicos inchados e vermelhos. Eu gemia baixinho, tentando não fazer barulho demais, mas era impossível. Cada estocada dos dedos mandava um choque direto pro meu baixo-ventre.
Ele ficou ali longos minutos, só me fodendo com a mão, ouvindo meus gemidos, sentindo minha buceta apertar e se molhar cada vez mais. Quando senti o orgasmo chegando, agarrei o ombro dele com força.
— Assim… não para… — pedi num fio de voz.
Ele acelerou, metendo os dedos mais fundo, o polegar pressionando meu clitóris com precisão. Gozei em pé, contra a porta, as pernas tremendo, a bucetinha contraindo forte nos dedos dele enquanto um gemido longo e rouco escapava da minha garganta. Ele continuou mexendo os dedos devagar enquanto eu gozava, prolongando cada espasmo.
Quando as contrações diminuíram, ele tirou os dedos encharcados e os levou à boca, chupando tudo com gosto, os olhos fechados de prazer. Depois se ajoelhou na minha frente, puxou o biquíni completamente pro lado e passou a língua quente pelo meu grelo inchado, lambendo cada gota do meu gozo, sugando devagar como se quisesse beber tudo.
Fiquei ali, ofegante, as pernas ainda bambas, a mão nos cabelos dele. Ele deu mais algumas lambidas lentas, como se se despedisse, e depois se levantou, limpando a boca com o dorso da mão.
— Tenho outras entregas… mas porra, que delícia — disse, a voz ainda rouca, ajustando a roupa.
Me beijou no pescoço uma última vez, pegou o dinheiro que ainda estava no chão e saiu, deixando o cheiro dele e o gosto do meu próprio prazer no ar.
Depois daquele dia, pedi o mesmo lanche várias vezes. Sempre o mesmo coroa. Sempre a mesma fome. E ele nunca se importava de “atrasar” um pouco as outras entregas… desde que eu abrisse a porta só de biquíni.
CONFIRA MINHAS AVENTURAS NO MEU VIP PRIVACY.COM.BR/PROFILE/KRISSHOTWIFE
