Era preciso fugir do cotidiano e viver as nuances do casamento, algo que, infelizmente, a rotina corrida não nos permitia. Embora estivéssemos muito bem, eu queria passar alguns dias a sós com o meu homem, uso esse substantivo pra definir macho, queria estar com ele como fêmea, não a esposa, estava querendo sacudir o pé da formalidade no nosso relacionamento. Com a chegada do feriado prolongado e o desejo incontrolável de ir para um local estilo bem longe de casa, longe do barulho da cidade em que moramos, lancei-me nessa empreitada de forma unilateral, contando com a cumplicidade da minha sogra, que prontamente cuidaria das crianças, nisso a sogra fecha comigo, e aí da chama o filho de parado, a velha é tão safada que sugeriu pra ele me puxar me cabelo, falar que quem manda é ele na hora que tiver me comendo, outro dia, almoço de família, eu no quarto, ouvi ela mandando ele enfiar o pau no meu cu pra me acalmar, tudo pq estava estressada por conta do trabalho, até que a coroa não é burra não, gosto de tomar no cuzinho mesmo.
Garantida a estadia, arrumei as malas e o marido foi comunicado em cima da hora, pego totalmente de supetão. Quando ele começou a listar os percalços, eu fui revelando as soluções. O neguinho ficou louco; parecia uma partida de tênis, o saque vinha e eu devolvia a bola com a mesma precisão, em respostas secas e incisivas, e dei um ace dizendo que iria sozinha se ele não fosse.
Alcon a concordância compulsória, sentei no seu colo, falei bem perto do seu ouvido:
— Nestes quatro dias, eu quero ser só tua. Trabalho, obrigações do lar e qualquer pressão externa vão ficar na casa do caralho, não nesses dias sabáticos. Será apenas você, eu e o que o universo programar para nós, quero aprontar, Paulo ficou assustado.
Dito isso, nos beijamos e ele chupou meu peito com vontade. Depois arrancou minha camisetinha, a rapidinha foi de lei, enquanto eu quicava no seu colo, adoro com dois dedinhos no meu rabo bem enfiado.
Até a viagem, faltavam vinte dias, e foram os mais intensos de nossas vidas. Sexo todos os dias, brincadeiras picantes e ousadas, enviava nudes com contagem regressiva. Dei até beijo grego no meu maridão; tão machão, deixou eu enfiar o dedinho de leve no seu cuzinho apertado e saboroso. Posso falar com propriedade: enfiei a língua com vontade mesmo. O safadinho ficava arrepiado e gemia manhoso.
Desenterrei o meu brinquedo, coloquei na lista para viagem, mas antes precisava testar e o maridão enfiou tudo no meu cuzinho enquanto eu rebolava em cima dele, sempre fantasiando uma terceira pessoa e chamando o nosso pau de borracha pelos apelidos mais torpes. Em suma, a lua de mel já havia começado muito antes de chegarmos ao nosso refúgio.
O Paulo já confessou que tem uma queda por ver outros homens comigo, só quando tá bêbado que solta essas pérolas, eu vou aproveitando, também pudera o pobre coitado nunca teve um cu duas vezes na mesma semana que não fosse preciso pagar. E eu só não tirei a obrigação de pagar porque sempre jogo a minha chave pix pedindo um mimo, um presente, algo que me remeta a valor, só para ter aquela sensação deliciosa de puta, pagava na rua pra não perder costume, paga pra esposa agora. Graças a Deus o meu homem é sempre generoso. Embora eu queira dar o cu de graça para ele, receber faz parte de uma fantasia implícita: sempre quis me sentir no mundo das profissionais do sexo, sinto-me uma verdadeira ninfomaníaca. Se tem pagamento envolvido, o prazer triplica. O maridão entrou nesse joguete sem entender muito bem, mas o importante é que está funcionando a meu favor. Por outro lado, o dinheiro dele é nosso, e a minha grana segue sendo só minha e da prole.
A viagem seguia à risca o roteiro planejado: pausa estratégica na estrada para uma mamada no acostamento, confesso que a sogra já falou isso pra ele e na estrada lembramos, pena que ela não saberá que seguimos o seu prazeroso conselho. Com o pisca-alerta ligado, aproveitei o mastro dele, que já estava teso de tanto eu vir massageando durante o percurso. Afinal, boquete e copo de água a gente não nega a ninguém, e eu queria ver meu mozão seguindo viagem relaxado, engoli todo o seu leite e dividindo o gosto que ainda restava na minha boca com um beijo de agradecimento por ter topado essa loucura.
— Suzane, eu vou onde você quiser e farei o que você mandar. Para isso, sou teu homem, respondeu Paulo, ajeitando a roupa.
De volta a estrada, falávamos de tudo. Eu, com um fogo insaciável, afinal, só ele tinha gozado, assistia a filmes adultos no celular e me masturbava no banco do carona. Em um dos vídeos, o tema era troca de casais. Joguei o verde e perguntei se ele teria coragem de me ver com outro homem, ou com um casal. Paulo ponderou e resumiu: aceitaria, desde que fosse algo exclusivo da viagem, sem trazer nada daquilo de volta para o nosso casamento.
Aquelas palavras me deram um tesão avassalador. Chegando à pousada, desci do carro, ajeitei o vestido que havia subido e tentei disfarçar os meus dedos, que ainda traziam o aroma e a umidade dos meus próprios toques . Beijei meu marido e, de mãos dadas, fomos à recepção fazer o check-in. Malas na suíte, fomos explorar o lugar, que lugar chinfrim, não tinha nada, mas estava limpinho e organizado e vazio em uma véspera do feriado. Era exatamente o cenário perfeito para o que eu planejava.
Fomos turistar pela cidade, um lugar lindo no Rio de Janeiro que, mesmo sendo cariocas, nós não conhecíamos. Aproveitamos para comprar lembranças, almoçamos e passamos em um sexy shop. Eu estava literalmente pro crime. Na volta para o hotel, tiramos um tempo para descansar, porque a noite prometia fortes emoções.
Após o banho, fiquei completamente nua na cama e pedi uma massagem de bruços, só queria sentir as mãos pesadas sobre mim, mas massagem para homem é desculpa para dedadas o tempo todo, e de fato estava delicioso. Como pagamento pelo carinho, engoli o leite que ele depositou na minha boca, recém-adornada com preenchimento labial.
À noite, vestida em um belo tubinho preto, salto alto e sem calcinha, fomos direto a uma balada liberal. O marido estava um pouco ressabiado, mas eu estava louca para aprontar. Com duas taças de vinho já fazendo efeito na minha mente, cruzamos aquela porta.
O ambiente era repleto de casais e pessoas deslumbrantes. Logo fomos abordados, eles pareciam sentir a áurea de quem vinha de fora, carne fresca no mercado. Como sempre fui muito comunicativa e aberta as novas amizades, me interessei por um casal que também demonstrou interesse imediato em nós. Passamos a beber na mesma mesa, foi atração no primeiro olhar.
Dei o ultimato para o meu marido:
— Solta esse corpo, esteja mais empenhado na conversa, porque eu vou aprontar hoje. Vou dar para você e para ele, embora quisesse chama-lo de corno, havia receio dele murchar. Mas na mente falei kkkkkk.
O fogo era tanto que eu só sabia beber e fumar cigarro atrás de cigarro. O maridão olhava para mim com uma expressão que misturava concordância e puro pânico, mas eu só queria curtir. Dancei, bebi e me esbaldei com a esposa do bonitão. Nos pegamos no banheiro, fingindo que íamos retocar a maquiagem, mas o que fizemos foi borrar tudo e ajustar os detalhes para o "after" na nossa suíte, que por coincidência, eles estavam hospedados no mesmo local que nós.
Assim que voltamos para a pousada, avisei a Carla que eles podiam subir. Abri a porta já beijando a amiga e puxei o esposo dela, o Marcos, pelo braço, tascando-lhe um beijão também. Passei a Carlinha para os braços do Paulo, que já não demonstrava nenhuma indecisão: agarrou-a com mãos bobas e beijos vorazes.
Enquanto Paulo chupava os seios da Carla, eu colocava a mão do Marcos direto nos meus. A Carla era uma mulher escandalosa: bastou o Paulo enfiar o pau nela para que começasse a gemer alto, rebolar e narrar em alto e bom som que estava dando o rabo para o meu marido. E o Marcos, a essa altura, já me comia de quatro na cadeira, em um ritmo frenético. O clima de putaria era tão contagiante que começamos a dialogar em meio aos gemidos, explanando em voz alta tudo o que estávamos sentindo.
Carla deu um verdadeiro jato de squirt quando o Paulo enfiou três dedos fundo na sua entradinha, masturbando-a sem dó. Nesse momento, decidi brincar no chafariz: saltei do colo do Marcos e caí de boca na bocetinha doce da Carla, enquanto os dois machos se revezavam, abusando sem piedade do meu furiquinho.
Beijei os seios da Carla, chupei com vontade, e nada era mais excitante do que erguer os olhos e ver meu próprio marido admirando tudo aquilo. Eu entre uma mulher e o marido dela, outro macho abusando do meu corpo sob o olhar fascinado do meu esposo.
Fiz um pedido para não ser interrompida, queria curtir o casal, pausa estratégica no ritmo dele: pedi que fosse até o bar da pousada buscar mais espumante. Era distante o local.
Assim que ele saiu, continuei aproveitando meus novos amigos. Quando ele voltou com as taças e as garrafas, contei com todos os detalhes sórdidos o que havia acontecido na ausência dele. Não era difícil adivinhar: eu estava de quatro e ele chegou bem na hora em que o Marcos gozava na minha cara, dividindo o gozo comigo em um beijo guloso e gostoso com a Carla.
O Marcos continuava com o pau duro, mesmo depois de já ter gozado. Enquanto o Paulo nos servia, peguei o membro do Marcos e ofereci para o meu marido, querendo ver se ele teria coragem de chupar o negão. Embora o Marcos não se opusesse nem um pouco, o Paulo recusou timidamente, mas fiz questão de fazer com que ele sentisse o gosto, chupando-o logo em seguida e o beijando com a boca. A Carla amou a cena e fez o mesmo.
Carla era maravilhosa: linda, gostosa e extremamente sexy. O marido dela também não ficou atrás. Eu amei viver essa insanidade completa. A única coisa que faltou foi ver o meu marido rendido, dando para o negão, mas quem sabe na próxima lua de mel? Até lá, vou infernizar a vida dele em casa, enfiando o dedo, chupando seu pau e massageando sua próstata com meus dedinhos, até ele ceder de vez, ela vai aprender que quem dita as regras sou eu, e eu quero ver meu macho debaixo de outro.
Não tivemos mais contato com os amigos da lua de mel, mas preparo a próxima fuga da realidade.
Até a próxima
