Quem leu meus contos sabe do relacionamento incestuoso que tenho com minha mãe. E de como enrabei a irmã dela, Maisa, minha tia bocuda para que ela ficasse de bico fechado.
A tia nos deixou em paz, nunca mais vindo com falas maliciosas de duplo sentido. Parou de insinuar que eu e minha mãe éramos amantes. Achava que era uma história encerrada, já que ela tinha dito que nunca mais se entregaria para mim.
Continua nos visitando, sempre do seu jeito safado, falando besteiras. Aproveitando para me provocar sempre que ninguém estava vendo. Quando pedia para levá-la a algum lugar, dava um jeito de encostar seu traseiro saliente no meu baixo ventre.
Resolvi jogar lenha na fogueira. Numa das vezes que esperávamos na fila do fast food, agarrei sua cintura e dei aquela encoxada. Ela não reagiu e de forma surpreendente, ainda rebolou disfarçadamente, sentindo meu pau endurecido. Na volta, rumei para a saída de cidade. Escolada, ela já percebeu para onde eu estava indo. Protestou de imediato:
- Pode parar, Carlinhos! Meia volta já! Sei pra onde você quer me levar, seu tarado!
- Ora, tia, um passeio nada mais. Que é que tem, uai.
- Nem pensar, porra! Tá pensando o que?
- Tô pensando num trem bão, tia. Ninguém precisa ficar sabendo.
O trajeto todo ficou colocando empecilhos, soltando seu repertório de palavrões. Acho que queria, mas, lutava contra o proibido. O errado. Mandava dar meia volta e me xingava com palavras de baixo calão.
Chegamos no motel e já na garagem do apartamento, ela se recusava a descer do carro. Depois de muita luta, consegui fazê-la entrar no quarto. Ela estava com um vestido justo e decotado que a deixava ainda mais gostosa.
A beijei com ela não correspondendo. Passeei minhas mãos em seu corpo apetitoso, sem ligar para seus reclamos, fui beijando seu pescoço, orelha e colo dos seios. Ela tentava me afastar, porém, eu sentia sua reação cada vez mais fraca. Até que quando a beijei novamente na boca, ela deu retorno tímido e finalmente, moveu seus lábios de forma libidinosa.
Aproveitei aquela brecha e fui com tudo. As mãos trabalhando freneticamente, tocando todo seu corpo, começando a desnudá-la. Naquela troca insana de carinhos libidinosos, também fui me livrando as roupas. Ela com os peitos de fora e eu caí de boca mamando em seus seios pequenos. Uma delícia só chupar os biquinhos enrijecidos.
Ela ainda tentava afastar minha cara protestando sem muita convicção. Meu pau rígido e firme, pronto para o acasalamento. A luta maior foi para tirar sua calcinha. Ela tentava impedir requebrando, dificultando a retirada da peça final. Até que consegui, deitando sobre seu corpo a ponta da vara buscando sua bainha.
Para quebrar sua resistência final, abri suas pernas e caí de boca na bucetinha. Desta vez totalmente depilada, mostrando os lábios delicados. Tia Maísa dessa vez foi mais incisiva, dizendo para eu colocar a camisinha. Peguei um preservativo de mais do que depressa cobri a pica.
Ela se deixou penetrar de maneira deliciosa. Senti o avanço do meu dardo dentro dela, centímetro por centímetro, até enfiar ele por inteiro em sua gruta nessa altura totalmente molhada. Ficamos assim metendo num papai e mamãe tradicional. Ela passou a gemer se entregando por completo.
Certa altura ela se virou, ficando de quatro. Penetrei por trás e continuei metendo. Quando tirei e tentei enrabá-la, ela não deixou e disse que ela viria por cima. Peguei o celular, liguei o modo vídeo e coloquei na frente da cama para filmar a foda. Deitei e ela veio cavalgar de costas para mim.
A safada tirou a camisinha, pegou o sachê de gel lubrificante e passou no meu cacete. Untou outro tanto na entrada do cu e veio sentando devagar. Já tinha me esquecido como era gostoso o cu apertado dela. Ela ia descendo e a vara entrando cada vez mais. Certa altura passou a arfar, subindo e descendo.
Deixei que ela comandasse a transa, só saboreando os prazeres que sentia naquele momento. Ela agora só gemia com voz abafada:
- Uhhh, uhhh, ahhh, uhhhh, ahhhh, ahhh.
Rebolava, respirava forte e ia em frente. As vezes parava e jogava a cabeça para trás. Vendo o vídeo depois, vi que nessa hora, ela abria a boca como buscasse ar, especialmente quando entrava quase tudo. Serua expressão de dor ou prazer extremo? Já perto de ter o orgasmo, ela aumentou o ritmo. Agora eu escutava seus gritos e gemidos fortes:
- AHHHHHHIAI. Aahhhhhh, Hahahaha, AAA!
Ela estava uivando alto. Até que parou por completo, respiração forte. Nem esperei e ainda com meu pau atochado nela, a fiz virar e continuei bombando agora por cima. Meu gozo estava chegando e ela tentou escapar. Firmei mantendo a presa por baixo de mim e continuei metendo até gozar horrores, enchendo seu cu de porra.
Mais uma foda incrível com a tia Maísa. Dessa vez bem mais gostoso que na primeira vez. Espero que venha muitas outras daqui para frente...
*************************************************
VÍDEO: Deixe e-mail nos comentários para a Fantasy Island enviar o vídeo.
