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Parte 7: A Primeira Provação

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Um conto erótico de Clara
Categoria: Heterossexual
Contém 451 palavras
Data: 25/07/2026 14:49:04

No quarto de hóspedes, a luz entrava fraca pela cortina semi-fechada. Meu coração batia tão forte que eu mal conseguia respirar. Fechei a porta atrás de nós e fiquei de frente para Lucas, corada, tímida, mas com o corpo queimando de vontade.

— Lucas… — murmurei, voz baixa e trêmula — realiza a minha fantasia primeiro. Eu quero… ver você. Só ver por enquanto. Quero matar essa curiosidade que não me deixa em paz.

Ele assentiu, respirando pesado. Abriu o zíper da calça devagar e puxou o pau para fora. Era jovem, duro, latejando levemente no ar. Eu arregalei os olhos, sentindo um calor subir pelo ventre.

Sentei na beirada da cama e puxei ele para ficar de pé na minha frente. Com as mãos tremendo, segurei o pau dele pela base. A pele era quente, macia por cima da rigidez. Fiz carinho devagar, de cima a baixo, sentindo cada veia.

— É tão… diferente — sussurrei, quase para mim mesma.

Passei o dedo indicador na cabeça rosada, circulando devagar, espalhando a gotinha brilhante que escapou. Lucas soltou um gemido baixo. Eu sorri por dentro.

Arrumando meu cabelo longo para trás da orelha com uma mão, me inclinei mais perto. Olhei bem de perto, admirando cada detalhe. Me aproximei ainda mais e inspirei o cheiro dele — masculino, quente, levemente almiscarado. Fechei os olhos por um segundo, sentindo a excitação me molhar inteira.

Então, tímida, estiquei a ponta da língua e encostei na base do pau, bem devagar. Botei e tirei, como se testasse. Subi lentamente, lambendo uma linha quente até a cabeça. Quando cheguei lá, olhei para cima, direto nos olhos dele, vendo a cara de prazer e surpresa do Lucas. Seus lábios entreabertos, a respiração acelerada… aquilo me deu uma satisfação enorme.

Subi beijando a barriga dele, o peito, até chegar no pescoço. Dei beijos molhados ali, sentindo ele arrepiar, e sussurrei bem no ouvido, voz doce e submissa:

— Agora… manda em mim, Lucas. Por favor. Me diz o que fazer.

Ele não esperou. Com a mão firme na minha nuca, empurrou minha cabeça para baixo. Eu me ajoelhei rapidamente no chão do quarto. Ele segurou meu cabelo e começou a passear o pau quente nos meus lábios, esfregando devagar, depois batendo de leve na minha bochecha, depois no outro lado. O barulhinho molhado me deixava ainda mais encharcada.

Eu olhei para cima com um sorrisinho tímido, mas cheio de satisfação. Sentia-me usada, desejada, exatamente como eu fantasiava. A Clara certinha estava de joelhos, com o pau de um garoto mais novo roçando no seu rosto… e ela estava adorando.

— Assim… — ele murmurou, voz rouca. — Abre a boca, Clara.

Eu obedeci, entreabrindo os lábios, esperando o próximo comando, o coração disparado de medo e tesão.

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