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Danças Proibidas #2 Corpos Indecentes

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Um conto erótico de Diabo
Categoria: Heterossexual
Contém 1243 palavras
Data: 25/07/2026 14:29:43

Chegado o dia, as coisas ficaram ainda mais intensas, o professor estava ensinando novas evoluções e charmes (termos de dança) que mais pareciam uma introdução do Kama Sutra. Novamente, na aula do intermediário, só eu assistindo, o professor ensinando, Sávio e minha namorada recebendo as instruções.

Tinha uma coreografia nova que ele estava ensinando que devia ter sido criado pelo próprio Diabo, era pura luxúria. Natasha fazia a base da dança, alguns giros, e logo em seguida, de frente pro condutor, ela descia rebolando até o chão apoiada nele, que guiava ela com a mão sobre sua cabeça, simulando perfeitamente um boquete.

Depois ela subia e ficava de pé, de costas para Sávio, ele levantava os braços dela juntando-os no alto e segurando pelos pulsos, enquanto ela rebolava igual uma puta fazendo caras e bocas, daí ele descia as mãos deslizando pelo corpo dela até a cintura.

Meu ciúme que de vez em quando aparecia lutava com o tesão que estava louco pra explodir. Foi então que Matias interrompeu a coreografia, pois disse que tinham errado alguns detalhes. Mentira. Ele, assim como eu, estava cheio de tesão e queria tirar uma casquinha. Disse para Sávio se afastar e pegou minha namorada pra refazer os passos. Na parte em que ele descia as mãos, os invés de fazer pela lateral do corpo, como tinha feito Sávio, ele passou sobre os seios de Natasha!! E ainda subiu novamente apalpando os peitos dela!! Nesse momento fiquei de olhos arregalados, em choque! Então a girou e começou a dançar com a testa colada na dela, a encarando enquanto seus corpos se pressionavam e ele sarrava a coxa na buceta dela. Girou-a mais uma vez, colocou-a de costas pra ele, segurando firme pela cintura, encoxando ela e dançando em movimentos quentes e sinuosos.

Matias: – Viu Sávio. É assim que se faz.

O próprio Sávio ficou um pouco chocado com a “coreografia”, mas logo esse choque deu lugar pra um tesão nele também. A tensão sexual no ar daquele ambiente era imensa.

O professor que era todo brincalhão e “disfarçadamente” safado, chegou a virar pra mim e dizer:

Matias: –Fica com ciúme não, hein! É só a coreografia da dança. – Disse gargalhando.

Eu: –Relaxa. Tô de boa. Tudo pela arte.

Matias: –Que bom que seu namorado tem a cabeça aberta. – Disse ele para Natasha.

Natasha: –Você não sabe quanto! – Respondeu rindo.

Essas falas fizeram com que Matias se sentisse à vontade pra continuar com as suas investidas voluptuosas na aula. Sávio só ia aproveitando de tabela as safadezas do professor.

Natasha e Sávio voltaram pra postura inicial para fazer a base, Matias disse que queria ver mais uma vez como estavam fazendo. Fizeram e ele os interrompeu. Disse que tinha uns pequenos movimentos que precisavam ser ajustados. Disse que os acompanharia para corrigir. Foi então que, estupefato, vi Matias se posicionar atrás da minha namorada, encoxando ela. Agora os dois faziam um sanduíche com Natasha!! E assim, bem coladinhos, começaram a dançar o tempo todo espremendo e roçando nela. Meu pau que já estava inquieto ficou muito duro. Minha putinha rebolava no pau dos dois sendo sarrada numa dança lasciva.

Deu o tempo da aula e precisaram parar com as brincadeiras indecentes. Sávio foi embora. Já estávamos de saída também quando Matias perguntou se não gostaríamos de passar em algum lugar pra tomar uma, já que era uma sábado à noite. Minha namorada ficou animada, pois ele sugeriu um bar que daria pra dançar, além de beber. E quando se trata de dança, Natasha é inimiga do fim. Fomos.

No bar, dancei com minha gostosa algumas músicas e depois dei a oportunidade para Matias que, para surpresa de zero pessoas, estava esperando ansiosamente a sua vez. Então eles começaram a dançar e logo começaram os movimentos sensuais exagerados, o primeiro que chamou a atenção, foi quando os dois desceram rebolando fazendo uma ralação de coxa descarada, então, ainda coladinhos, mantiveram por um longo tempo um movimento básico, nesse momento Matias colocou levemente a mão sobre a bunda da minha namorada e começou a apalpar “discretamente” enquanto seus corpos se movimentavam como duas línguas de fogo.

Agora a dança tinha um tempero novo, estavam os dois animados pela bebida, a noção de limite estava indo por terra, numa das evoluções, Natasha ficou de costas para Matias rebolando com a raba no pau dele. Ele, já muito louco, colocou a mão e começou a acariciar a buceta dela! Meu ciúme voltou em forma de taquicardia e o tesão veio junto com força. Então, o tarado falou no ouvido dela:

Matias: –Você é muito gostosa. Será que o seu namorado deixa eu te foder um pouco?

Natasha: –Olha, eu acho que pedindo com jeitinho ele deixa. - Respondeu com um sorriso de piranha.

Matias: –Pergunta, lá então.

Minha putinha veio da minha direção e falou no meu ouvido:

Natasha: –Amor, o Matias quer me comer. Você deixa?

Meu coração quase parou por um minuto. Mas um êxtase de tesão me tomou.

Eu: –Não sei…

Minha namorada sabia que minha resposta hesitante era praticamente um sim. E continuou:

Natasha: –Ah, deixa amor. Tô com muito tesão. Quero que você veja outro macho me torando.

Eu: –Tá bom vai. Pode dar pra ele.

Natasha: –Obrigado, amor. Por isso que eu te amo.

Fomos então pra um motel não muito longe dali. Ficamos todos nus. Eu me deitei na cama, Natasha ficou em pé de frente pra mim, enquanto Matias se posicionou atrás dela, beijando seu pescoço, apertando seus seios, e esfregando o pau no meio da sua raba. Minha putinha então subiu na cama de quatro, deitou do meu lado, agarrou meu pau e começou a bater uma pra mim, a expressão da cadela era impagável. Então, arreganhou as pernas e olhou com o mesmo olhar de vagabunda para Matias, que veio se debruçar sobre ela, e finalmente, a penetrou.

Na primeira estocada daquela pica inédita, a vadia já soltou um gemido profundo seguido de vários outros. O pau que a invadia tinha um comprimento normal, na média, mas era bem grosso. As estocadas começaram lentas e Matias aproveitava para beijar minha namorada com volúpia sugando seus lábios e sua língua. Ela, por sua vez, com a mesma lentidão lasciva apertava meu pau e me masturbava com dedicação. Virou-se pra mim:

Natasha: –Tá gostando de me ver ser fodida, seu safado?

Eu: –Uma delícia, minha cadelinha.

Natasha: –O pau dele é tão grosso, amor. Tá me arrombando todinha. Aaahhh…Aaahhh…Aaahhh…

Fiquei então de pé ao lado da cama, mandei a vagabunda ficar de bruços e coloquei ele para mamar minha rola até engasgar. Matias veio novamente por cima dela, apertou com força a raba, afastou as bandas e se debruçou fodendo com força. Era gostoso demais ver o quadril dele batendo da raba branquinha dela enquanto ela me chupava gemendo. A foda foi acelerando e acelerando, os gemidos foram evoluindo até quase virarem gritos. Matias então tirou o pau e gozou na bunda e nas coxas dela que já se tremia nos seus próprios orgasmos. Nosso convidado se afastou exausto, eu joguei ela no centro da cama e fui por cima, enfiei meu pau e comecei a bombar com firmeza olhando nos olhos da vadia. Gozei. Quando terminamos tinha porra nela por toda parte, na bunda, nas coxas, nas costas e escorrendo da buceta. Depois desse dia, as aulas de dança na escola não foram mais as mesmas.

...continua.

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