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Vitoria - A casada do tinder 02

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Um conto erótico de Amante Baiano
Categoria: Heterossexual
Contém 498 palavras
Data: 25/07/2026 00:28:59

Continuando o caso da Vitória, a casada do Tinder...

Ela estava balançada. Na dúvida entre sair com um estranho, alguém que ela nunca tinha visto, mas que a colocou em uma situação de tesão extremo. Juntou a vontade de viver algo perigoso, o marido que não comia ela havia muito tempo e aquela foto de pau no WhatsApp.

— Você pode ficar aí, com a buceta toda molhada, ou simplesmente viver algo novo.

— Você está me deixando doida. Realmente, minha buceta está cheia de tesão. Fazia tempo que eu não sentia ela tão molhada. Mas eu nem te conheço. Me mande suas redes sociais e seu endereço. Ao menos quero saber com quem, de fato, estou falando.

Naquele momento, senti que ela iria aceitar o convite. Fiquei empolgado. Comer uma casada na mesma noite em que a conheci no Tinder é uma sorte para poucos!

Logo enviei o que ela pedia. Tínhamos alguns amigos em comum. Eu aceitei a solicitação dela na minha rede social, mas ela não me aceitou. Disse que tinha medo de que eu pudesse falar com o marido. Logo eu, que queria era abrir uma sociedade com ele!

Já eram quase 23h. Após enviar algumas fotos e vídeos, ela finalmente topou. Morávamos perto. Quem conhece Salvador sabe que, entre dois bairros, às vezes a distância é de apenas 15 minutos.

— Estou pronta.

— Já desça sem calcinha.

— Oi? Você está louco? Eu não vou sair sem calcinha.

— Então vá de saia, sem calcinha— Vou pensar.

Fui buscá-la e, ao vê-la descendo do prédio, percebi que ela estava de saia. Ela era alta, branca, com um corpo desenhado. Cabelos longos e ondulados, um rosto de princesa. As coxas chamavam atenção. Era o tipo de mulher que gosta de treinar e se cuidar.

— Oi, moça.

— Oi! Nossa, eu estou muito sem jeito.

— Não fique. Vamos só conversar um pouco.

Ela claramente estava sem jeito, mas era linda, uma mistura de princesa com rosto de menina. No auge dos seus 25 anos, com tesão acumulado. Eu podia sentir o cheiro da buceta dela molhada dentro do carro. Foi quando comecei a fazer um carinho na perna dela, que foi se abrindo e permitindo que eu fosse tocando ela pouco a pouco. Quando finalmente toquei aquela buceta, ela estava muito molhada. As pernas já estavam molhadas. Quando toquei, senti ela suspirar e inclinar a cabeça para trás.

— Nossa, você está muito molhada.

— Faz tempo que não fico assim. É muito bom, não para.

Foi todo o caminho brincando com o grelo naquela buceta molhada. Vitória, a cada movimento, se contorcia de prazer. Era muito bom assistir àquela mulher recebendo tanto prazer. Fiz questão de ir bem devagar durante o percurso. Até que, próximo da minha casa, ela gozou. Gozou bastante. Gemendo, travando as pernas. A buceta ficou ainda mais molhada.

Chegamos no condomínio. Ela ainda estava envergonhada, mas com aquela cara de prazer. Minha mão estava com puro cheiro de buceta, de tesão e luxúria.

Chegamos ao meu apartamento.

Continua...

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