Naquela tarde, depois que Lucas apertou meus seios com mais fome e eu recolhi a blusa com as mãos trêmulas, nós nos sentamos no sofá. O silêncio da casa parecia mais pesado que nunca. Meu rosto queimava de vergonha, mas o desejo era maior. Respirei fundo e perguntei, com a voz quase inaudível:
— Lucas… qual é a sua fantasia? Aquela que você assiste escondido, que te deixa mais excitado que tudo…
Ele hesitou, olhando para o chão por um segundo antes de responder, a voz rouca:
— Eu… assisto muito vídeo de uma mulher sendo comida por dois caras ao mesmo tempo. Um amigo e eu… juntos. Eu quero ver uma mulher casada, certinha, se entregando pra dois paus. Quero ver ela gemendo, cheia, sendo usada pelos dois. É isso que me deixa louco.
Eu corei violentamente, sentindo um frio na barriga misturado com um calor intenso entre as pernas. Baixei os olhos, mordendo o lábio com força. A imagem invadiu minha mente e me deixou ainda mais molhada.
— Eu… não sei se consigo isso agora — murmurei, tímida. — Mas… se você prometer guardar segredo absoluto, nunca contar pra ninguém… a gente pode fazer um acordo. Você realiza a minha fantasia… e eu realizo a sua. Devagar.
Lucas me olhou, surpreso e excitado.
— Qual é a sua, Clara?
Eu respirei fundo, a voz tremendo de vergonha e excitação:
— Sentir outro pau na minha boca novamente. Desde aquela vez com o meu primo… eu nunca mais fiz. Quero sentir o gosto, quero chupar devagar, quero que você segure minha cabeça e me use como ele usou. Quero me sentir submissa, usada… uma vadiazinha só pra você. Mas ainda tenho muito medo. Sou casada, tenho família… não posso perder tudo.
Ele engoliu em seco, o volume na calça evidente.
— Então… você chuparia outro cara enquanto eu assisto? Ou os dois juntos?
— Eu… não sei ainda — respondi baixinho, corando mais ainda, sem dar certeza total. — Mas se for nosso segredo… eu posso começar com você. Quero realizar o que você quiser, e você me domina do jeito que eu preciso. Eu me entrego… mas devagar. Promete que vai ser paciente?
Lucas se aproximou e segurou meu rosto com as duas mãos. Me deu um beijo mais profundo dessa vez, a língua invadindo devagar. Eu gemi baixinho contra a boca dele, correspondendo com timidez.
Quando nos separamos, eu sussurrei, o corpo todo latejando:
— Amanhã… se você voltar, a gente pode começar no quarto de hóspedes. Eu posso te mostrar como eu chupo… e você me diz o que quer fazer comigo. Mas por favor… mantenha nosso segredo. Fora daqui, eu continuo sendo a Clara de sempre.
Ele apertou minha coxa, possessivo, e assentiu.
— Eu prometo. Nosso segredo.
Quando ele saiu, eu fiquei sentada no sofá, as pernas fracas e a calcinha encharcada. Tinha acabado de propor algo perigoso demais. Meu corpo queria desesperadamente sentir outro pau na boca, ser dominada, talvez até realizar a fantasia dele um dia… mas a mente ainda gritava de medo.
Eu estava no limite. E mal podia esperar para cair.