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Eu Tenho Tesão nas Amiga da Minha Esposa parte 4

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Um conto erótico de Julia
Categoria: Heterossexual
Contém 2065 palavras
Data: 24/07/2026 20:35:31

Oiii, gente, sou a Júlia! O César me disse que estava escrevendo um conto das nossas aventuras. Iria ficar com receio, pois fiquei com medo de alguém descobrir, mas isso é tão excitante que, só de lembrar, já fico com tesão. Vamos lá ao conto!

Na semana passada, no último churrasco na minha casa, o César me deixou bastante excitada quando a gente dançou. Ele sarrou aquele pau grosso em mim e minha bucetinha ficou toda molhada.

Aí fomos dormir. Tive que sentar no pau do meu marido, pois eu estava cheia de tesão, e saber que eles estavam no nosso quarto me deixou mais doida ainda. O Paulo tem um pau gostoso de 18 cm, e eu comecei a gemer devagar.

Logo a Rafaela também já sentava no do César. Mas eu fiquei só imaginando o César me comendo. Gozei bem gostoso, mas fiquei na mão pois ele gozou rápido e tive que me tocar, pois a Rafaela ainda gemia com aquele pau.

Passei a semana pensando no ocorrido, liguei para Bruna no meio da semana para contar o ocorrido, ela sem saber quem era o cesar já queria dar pra ele.

Até que fim chegou sábado meu aniversário.

Já na entrada fiquei com ciúmes da forma que ele olhou para Bruna , aí já falei para ele tirar os olhos dela.

A noite seguiu até um momento que Rafaela me chamou para ir no banheiro com ela.

Rafaela:

— Amiga, você tá muito linda hoje, sério?

— Obrigada, você que está uma gata!

Ela veio e me beijou, eu não resisti. Foi muito gostoso. Logo ele já estava com a mão por dentro da minha calcinha que tava molhada, eu falei:

— Ei, assim eu não aguento!

Ela tirou os dedos e chupou, e falou:

— Vamos, temos uma festa para curtir! — e saiu sorrindo.

Fomos para a sala, o pessoal estava bem se divertindo. O César olhava pra gente.

Fiquei próxima à Bruna num canto, dançando. A Bruna falou:

— Amiga, você vai me ajudar com o gostoso?

Eu falei:

— Você tem que pedir à mulher dele, kkk!

A Bruna disse:

— Tá doida? Não quero apanhar!

Kkkk.

A Júlia disse:

— Sei quê, eu preciso de um tempo com ele.

A Bruna disse:

— Seu marido te mata!

— Mata nada, olha ele secando a Rafaela, nem disfarça.

A Bruna comentou:

— A Rafaela é muito bonita, que belo corpo ela tem!

Alguns casais estavam indo embora. Aí fui falar com o Paulo para ver se ele queria ir embora, mas ele já estava um pouco bêbado.

A Rafaela já veio logo dizendo:

— Vocês não vão embora, é longe, tem onde dormir aqui!

Aí ficaram só nós cinco, bebemos mais um pouquinho e dançamos.

A Rafaela disse:

— Gente, vocês querem deitar? A cama está pronta.

Nisso, fomos trocar de roupa. A Rafaela falou:

— Vocês dormem aí, e a Bruna pode dormir no nosso quarto, pois é grande e tem ar-condicionado.

Eu pensei: *"Nossa, que sortuda!"*

Eu estava louca para dar, pois, quando bebo, fico bem soltinha mesmo. Chegamos no quarto e começo a chupar o Paulo. Parei antes que ele gozasse, já fui sentando e comecei a gemer. O Paulo tem 18 cm, e eu pedi para me foder gostoso.

Mas não durou muito, ele gozou e já dormiu. Nossa, já estava ouvindo o outro quarto transando — a Bruna foi primeiro que eu. Tive que me tocar, pois o gemido estava mais alto.

O safado do César comendo as duas e eu aqui com a minha bucetinha pegando fogo. Se pudesse, eu entraria lá e dava para ele também!

Não sei quantas horas se passaram, eles ainda estavam fudendo. A Bruna gemia alto, eu ouvia ela:

— Aiiiii, aiiii, hummm...

E a cama fazendo barulho. Se eu estivesse em casa, pegava meu vibrador. Acabou que todos dormiram.

Eu acordei de manhã, olhei o celular e tinha mensagem do Paulo:

*“Amor, fui na feira com a Bruna e a Rafaela, eu te chamei mas você não respondeu. Eu imaginei que o César estaria aqui.”*

Levantei devagar, fui na sala e ele não estava. Aí fui até o quarto, abri a porta devagar, entrei e fui até a cama:

— César, você está acordado?

Ele respondeu:

— Oiii, Júlia... E você?

— Posso tomar um banho?

Ele:

— Claro, você está em casa. Se precisar de algo, pode me chamar, tá bien?

Entrei no banheiro do quarto dele, tirei meu pijama e comecei a me esbarrar, já com aquele pressentimento de fuder com ele.

— César, pode vir aqui?

Ele:

— Oii, já vou.

— Eu esqueci de pegar a toalha!

Ele disse:

— Vou pegar para você, já vou.

Ele entrou no quarto. O box estava com a porta um pouco aberta, mas ele não olhou direito para mim de primeira.

Falei:

— Coloca aqui na porta do box, por favor.

Ele entrou. Eu, já na maldade, soltei:

— Ei, já que você está aqui, você pode passar a bucha nas minhas costas?

Ele me olhou:

— Mas eu posso fazer isso?

Nisso, ele já olhou para o meu corpo que estava tampado com as mãos, bancando uma de tímida, mas sou uma putinha. Ele veio só com um short, mas eu percebi que ele estava sem cueca. Ele ficou na porta do box e eu falei:

— Entra para não molhar o chão.

Ele disse:

— Tá bem.

Nisso, virei de costas e olhei para trás: ele estava mordendo os lábios, olhando para a minha bunda. Eu sorri de leve, seu pau já estava ficando duro.

Falei:

— Toma a bucha.

Ele foi passando. Eu falei:

— Mais embaixo.

Ele desceu e já foi bem perto da minha bunda. Eu dei uma empinada. Nisso, fui encostando para trás e aquele pau estava bem duro. Eu já fui rebolando, e ele já foi passando a mão na minha barriga e logo apertou meus peitos.

Ele falou:

— Nossa, meu short já está todo molhado.

Eu falei:

— Vou tirar para você.

Eu virei, abaixei o short... Nossa, meu Deus... que pau grosso!

Eu olhei para ele e já fui colocando a boca na cabeça do pau.

Ele falou:

— Aí, você me mata, Júlia!

Eu fui chupando o pau dele, que já preencheu minha boca inteira. Que delícia! Fui chupando e ele já segurava meu cabelo. Eu engasgava naquele pau grosso.

Ele falou:

— Júlia, a gente tem que sair, eles já vão chegar!

Eu falei:

— Calma! Eu sei o que você fez com a Bruna ontem; hoje ela vai retribuir o favor e vai enrolar eles. Então você tem tempo para me fuder igual você fez com elas!

Ele me levantou e disse:

— Vem cá.

Ele me colou na parede, levantou minha perna e já foi me chupando. Que língua gostosa! Eu já gozei logo:

— Hhhhaiiiii, César, não para!

Ele me virou de bruços e chupou meu cuzinho. Nossa, que sensação gostosa! Eu já piscava em cima da língua dele:

— Assim eu não aguento, César!

Ele ficou alternando. Minha buceta estava pegando fogo. Ele subiu, começou a me beijar, e o seu pau já esbarrava na minha buceta. Ele levantou minha perna de novo e foi passando ele ali. Eu, louca para ele enfiar, falei:

— Soca em mim, vai, por favor!

Ele pressionou a cabeça. Como eu sou bem apertadinha, ele falou no meu ouvido:

— Você é muito gostosa, Júlia...

Ele foi enfiando.

— Nossa, que pau grosso você tem, vai me rasgar! — eu disse.

Eu já gemia:

— Ai, vai devagar, por favor, ela é bem apertadinha!

Ele colocou a cabeça e tirou; eu já estava quase gozando. Ele foi empurrando mais e tirando, eu já estava toda melada.

— Ai, César! Ai, hamm... caralho, você está me abrindo! O pau do Paulo é bem mais fino... Que pau gostoso, vai, me fode, vai! — eu gritava.

Ele me pegou no colo. Eu segurei no pescoço dele e fui descendo e subindo. Eu já gemia alto, ele me segurava na minha bunda e eu já quicava no pau dele.

Ele dizia:

— Vai, sua putinha!

Ele começou a esfregar o dedo no meu cuzinho, que estava piscando. Eu pensei o quanto adoraria dar meu cuzinho — nunca dei antes, mas aquilo parecia não caber em mim.

Ele falou:

— Só quero colocar um pouquinho.

Eu falei:

— Vamos para a cama, quero te dar de quatro!

A gente se enxugou e foi para o quarto. Dei mais uma chupada naquele pau duro, e ele me deu um tapa na cara.

Eu falei:

— Bate de novo na sua puta, bate!

Eu virei de quatro para ele, e ele me deu mais tapas — *paf, paff* —, sei que fiquei toda vermelha.

— Ai, bate mais forte, acaba comigo, vai! Eu quero te dar todo dia! — eu implorava.

Ele foi e colocou o pau de novo na minha bucetinha de uma vez e começou a bombar com força. Eu já gritava:

— Ai, me come, vai, acaba com a puta safada, eu quero você para mim!

Eu tive um orgasmo e fiquei toda mole. Ele, socando em mim, falou:

— Aí, vou gozar nessa buceta!

Ele gemia igual a um animal. Eu falei:

— Vai, enche ela, vai!

Ele parou um pouco, abaixou e cuspiu no meu cuzinho que piscava, e começou a massagear.

Eu falei:

— César, ai, não, eu não aguento, hoje não!

Ele foi mexendo o dedo, e eu comecei a rebolar no dedo dele. Ele foi entrando, logo eu já estava empurrando no dedo dele:

— Ai, César, vai fundo!

Ele colocou outro dedo. Estava doendo, mas ele deixou parado e eu fui mexendo devagar; ele foi empurrando:

— Ai, tá doendo, mas tá gostoso!

Eu comecei a esfregar minha buceta, que tava bem molhada. O César pegou um gel, passou no meu cuzinho e empurrou os dedos de novo.

— César, por favor, não me machuca! — eu pedi.

Ele disse:

— Só vou colocar a cabeça; se você não aguentar, eu tiro. Mas esse cuzinho tá doido para sentir meu pau. Eu comi bem gostoso o cuzinho da Bruna, agora vou colocar no seu!

Eu disse:

— Eu quero, vai, coloca!

Ele passou o pau bem na pontinha e pressionou...

— Aiiii, tá doendo! — eu disse, enquanto ele ia empurrando devagar. A cabeça começou a entrar: — Ai, tira, para, aiiii, não dá!

Ele falou:

— Você vai gostar, nossa, sentiu meu cu rasgar?

Ele colocou a cabeça inteira.

— Que dor é essa?! — eu gemia.

Ele ficou parado e começou a falar:

— Tava doido para te comer faz dias!

Eu comecei a massagear minha buceta, e ele falou:

— Dá uma reboladinha.

Nisso, a dor já diminuiu um pouco.

— Ai, César, tá machucando meu cuzinho!

Ele foi, tirou e passou mais gel.

Nisso, chegou uma mensagem da Bruna no celular:

*“A gente vai sair ali para pegar o carro e já vamos embora.”*

Eu olhei e falei:

— Temos 20 minutos! Coloca de novo, vai!

Ele foi colocando, e eu já comecei a rebolar na cabeça. Logo ele pegou no meu cabelo e começou a mexer:

— Sua putinha, que cuzinho apertado! Quero gozar aqui dentro, lá no fundo! — ele dizia.

Ele foi empurrando. Eu senti um tesão absurdo:

— Aiii, que gostoso! — Eu já estava gozando de novo, enquanto ele começava um vai e vem...

Eu sentia o pau dele bem fundo, e eu estava louca:

— Aiiiiii, puta que pariu, acaba com o meu cuzinho, vai! O Paulo nunca vai me comer assim, agora eu sou toda sua, soca!

Ele já socava com força:

— Goza no meu cuzinho!

Ele me deu tantos tapas na bunda e disse:

— Ai, vou gozar, hummmm...

Senti ele gozar, mas ele continuou e me encheu de porra. Tirei o pau de dentro e caí na cama toda mole do jeito que estava.

Pouco antes de o pessoal chegar, o quarto ainda estava com aquele forte cheiro de sexo. Ele abriu a janela para ventilar, eu vesti minha roupa e fui para a cozinha; o César foi para a sala. Eu estava sentindo meu cuzinho dolorido, mas pensando: *que sexo gostoso!*

A porta abriu. A Rafaela veio na cozinha:

— Dormiu bem, amiga?

Eu respondi com voz de bebê e sorri para ela.

O Paulo veio e me deu um beijo:

— Nossa, amor, você dormiu muito, está com a cara vermelha!

Ele nem deve imaginar que eu estava me acabando no pau minutos antes.

Fui até a sala. A Bruna estava sentada, e a Rafaela estava no colo do César, dando beijos nele. Eu continuava toda mole, sabendo que aquele homem tinha acabado comigo.

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### Próxima História

Na próxima história: **César teve um final de semana com a Bruna e a Júlia.**

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