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Marcela, a garota super azarada

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar.
Categoria: Grupal
Contém 1911 palavras
Data: 03/07/2026 13:27:31

Marcela, a garota super azarada

Conto n.º 230 de Marcela Araujo Alencar.

Tema: estupro, chantagem, sequestro, cativeiro, sexo grupal.

***

Marcela, devido à sua simpatia, tem uma legião de amigas e amigos. Assim, ela tem tudo para ser feliz, bem-aventurada na vida, por possuir amor de seus pais, saúde e beleza física e espiritual.

Durante o recesso de início de ano, ao lado de seus pais, decidiram passar alguns dias na fazenda da família. Na camionete cabine dupla, levavam bastante bagagem, principalmente alimentos para abastecer a despensa da casa grande da fazenda, pois a vila mais próxima fica a três horas de carro, onde poderiam, se necessário, comprar mantimentos e bebidas no pequeno comércio local.

A viagem de 560 km até a fazenda começou com os primeiros 420 km em rodovia pavimentada, seguidos de 140 km em estrada vicinal, em trechos de terra e barro. A camionete, de tração total, conseguiu vencer todo tipo de terreno, mesmo os enlameados e esburacados pela chuva.

Nos primeiros 420 km, Mathilde, a mãe de Marcela, dirigiu, enquanto Evaristo assumiu a direção ao chegar na estrada vicinal. A viagem até aqui transcorreu normalmente, mas nos últimos 80 km, o céu escureceu e um forte temporal com rajadas de vento começou a atingir a região. A chuva forte transformou a estrada de terra em lamaçal, com buracos cobertos de lama.

Súbito, a camionete começou a deslizar e tombou para o lado esquerdo, quase a 45°, em um deslizamento de terra no acostamento, causado pela enxurrada. O impacto contra as árvores ao redor foi forte, amassando a lataria.

Com um grito de susto, Mathilde se agarrou ao marido, e Marcela, apavorada, foi jogada no piso, pois à danadinha estava sem cinto de segurança. Evaristo, ao perceber a inclinação e o impacto, desligou o motor e a parte elétrica do veículo por precaução. Chamou por Marcela, que respondeu chorando:

— Estou bem… O que aconteceu

— Caímos numa vala aberta pela chuva, mas estamos seguros, presos pelas árvores. Fiquem calmas, não há água invadindo o veículo.

— Pai, como vamos sair daqui?

— Pelo que vejo, não há como sair. Estamos atolados nesta vala escondida pela lama. Só com ajuda de um trator. Vocês duas, olhem se há água penetrando.

— Aqui atrás está tudo seco, pai.

— Do meu lado também, Evaristo.

— Então, tudo bem. Só nos resta esperar a tempestade passar para avaliarmos melhor nossa situação.

Durante horas, a fúria do temporal continuou forte, e só diminuiu quando já era noite, por volta das 23:00. Foi uma eternidade de angústia para a família Alencar de Almeida, que permaneceu no veículo tombado. Com a escuridão, decidiram esperar até o amanhecer para procurar ajuda.

***

O Sol nasceu majestoso, com nuvens brancas como algodão-doce.

— Pai, estou muito apertada. Preciso urinar e defecar, caso contrário farei aqui mesmo.

— Espere um minutinho, filha. Vou abrir a porta do meu lado para você sair. Mas tem que pular, pois a inclinação deixa a porta, há um metro do chão.

— Pai, lá fora só tem barro. Vou pular agora mesmo, a coisa está feia.

Marcela, com a ajuda do pai, pula e cai sobre o barro, se atolando até quase os joelhos, mas consegue se livrar com dificuldade e corre para as árvores do lado oposto, onde o solo está mais seco. Lá, ela tira o short e a calcinha, aliviando-se, e usa folhas para se limpar. Depois, se veste e sorri satisfeita.

“Nossa, se eu não tivesse pulado fora, teria sujado toda a camionete!”

Ela está em pé olhando ao seu redor, quando de súbito sente o chão faltar sob seus pés e começa a rolar encosta abaixo, por quase 50 metros, até cair em uma vala de cerca de um metro e meio de profundidade, carregada por galhos e folhas de arbustos que arrastou durante a queda. Assim, Marcela fica escondida na vala, inconsciente, por muitas horas, encoberta pelas folha e galhos que vieram com ela, quando rolou encosta abaixo.

***

Apesar de Evaristo e Mathilde passarem o dia procurando pela filha, não a encontram. Evaristo desce a encosta, agarrando-se às moitas, e procura por todo terreno, sem sucesso. Com o coração partido, decidem seguir a pé até a fazenda, levando comida nas mochilas, estimando estar a aproximadamente dez quilômetros de distância. Lá, podem solicitar ajuda de peões e utilizar o trator da fazenda para retirar a camionete atolada.

***

Marcela acorda com a água quase cobrindo a vala onde caiu, percebendo que está coberta por galhos, ramas e folhas. Com esforço, consegue se erguer, ficando com a cintura na água, e se desvencilha de tudo que a cobre. Muito assustada, com adrenalina a mil, ela consegue sair da vala e percebe seus múltiplos ferimentos, que, embora doloridos, não apresentam fraturas. Os cortes foram causados por galhos, espinhos e impactos contra o terreno. Ela observa dezenas de manchas vermelhas, que agora estão roxas, e sente muita dor. O céu está limpo, sem sinais de chuva, mas o sol já está baixo, indicando que passou das 17 horas. Ela ficou inconsciente por horas, o que explica por que seus pais não a encontraram na busca.

— Preciso subir esta encosta. Eles devem estar lá em cima, desesperados por não saber onde estou.

Mesmo machucada e fraca. Marcela consegue escalar a encosta, com roupas rasgadas e exausta. Com a noite chegando, mas com a lua cheia iluminando, ela se deita sobre o barro seco à beira da estrada para recuperar o fôlego, mas o cansaço a vence e ela adormece profundamente.

Acorda sobressaltada e sua primeira visão é a lua, já na sua curva descendente, indicando madrugada, e a segunda, a camionete do outro lado da estrada. Ela sorri ao ver a caminhonete, e, mancando, se dirige para lá. Ela chama pelos pais, mas percebe que eles não estão na camionete. Então, conclui que eles devem ter ido a pé para a fazenda, para buscar ajuda. Decide esperar no veículo, onde há água, comida e roupas secas, e logo adormece, confortável no segundo banco.

***

Ela acorda assustada com batidas na lataria e vozes chamando. São três homens: um idoso, com mais de 60 anos, e dois jovens.

— Moça, moça… acorde… acorde!

Marcela, ainda sonolenta, sorri aliviada, pensando serem pessoas que procuravam por ela, a mando de seus pais.

— Obrigado. Meus pais vieram com vocês?

— Seus pais? Não sabemos de nada disso, moça. Eu e meus netos estamos indo para o nosso barraco. Você está esperando ajuda de alguém, moça?

— Sim, estou esperando meus pais, que foram buscar auxílio na nossa fazenda para tirar nossa camionete do buraco.

— A mais próxima é a Fazenda Três Garças. Você está esperando ajuda de lá?

— Sim, exatamente!

— Olha, estamos indo nessa direção. Se quiser, pode vir conosco, assim vai encontrar seu pessoal no caminho.

Marcela, com muita vontade de reencontrar seus pais, que devem estar aflitos por seu desaparecimento, quase aceita a oferta do homem, mas, ao observar os sorrisos trocados entre os dois jovens, percebe algo estranho. Ela agradece e decide esperar por ajuda na camionete, preferindo não confiar naqueles homens.

— Desça e venha com a gente, senão vamos te tirar à força daí.

Marcela, com o coração na boca, luta contra os dois rapazes que entram na camionete, mas, fraca, é facilmente dominada, sendo atingida por uma pancada violenta na cabeça, que a nocauteia.

***

A carroça, puxada por uma parelha de bois, carregando tudo que foi roubado da camionete, malas, caixas e pacotes, transporta uma jovem amarrada pelos pés e mãos com cordas de sisal, envolta por um grosso cobertor retirado de uma das malas. Inconsciente e seminua, ela permanece por horas na carroça, puxada pelos bois.

***

Joaquim, o idoso, devendo ter mais que sessenta anos, demonstrando vigor físico, coloca Marcela sobre o ombro, como se fosse um saco de batatas e a leva para a cabana onde os três residem. É um lugar pequeno, sala, cozinha, banheiro e apenas um quarto, com três estrados de madeira, com colchão de palha.

- Vou levar a garota para o quarto para brincar um pouco com ela.

O velhote coloca Marcela sobre um dos colchões de palha e a despe das últimas peças de poupas.

***

A jovem acorda sentindo-se incomodada e percebe que está nua e pior um homem está entre suas coxas com a boca na sua boceta, a chupando. Assustada tenta se livrar, mas o homem é forte e a segura com as mãos em volta de sua cintura e assim seus esforços são inúteis. Marcela é virgem. Nunca nenhum homem a tocou abaixo da cintura e agora com este estranho, com a boca e a língua roçando seu clitóris, mesmo se odiando, começa lentamente a sentir uma forma intensa de prazer que só vai aumentando de intensidade, pois o sujeito não para nunca de a chupar. Até que em certo momento, ela explode num violento orgasmo, o primeiro em seus 18 anos.

Continua se recuperando do forte orgasmo, quando Joaquim, o idoso de 62 anos, deslisa o corpo sobre o de Marcela e encosta a cabeça do pau na babada boceta dela, que só tem tempo de gritar quando ele, com um empurrão, está todo dentro dela. É assim que Marcela deixa de ser virgem, estuprada por um homem mais velho que seu avô.

Ela continua dolorida com o estupro sofrido, quando é segura por um dos netos, o Juca e levada ao seu estrado e ele fala para o irmão.

— Pedro, se tu estiveres muito afim, podemos fazer uma dupla.

— Nada de dupla, rapazes, é um por vez, não podemos maltratar muito a rapariga,

***

Durante onze meses, Marcela virou escrava sexual do avô e dos seus dois netos. Não acontecia uma noite, que ela estivesse livre, geralmente era dois, mas algumas vezes vinham os três. Marcela, após alguns meses se acostumou com o sexo diário dos “seus três homens”

Era inevitável, escravizada sexualmente, pelo velho e seus netos, a jovem sucumbiu ao vício da carne e passou a gostar de foder com eles., principalmente quando vinham em dupla e chupada na boceta e nos mamilos ao mesmo tempo.

***

Durante este tempo, um dos raros visitante da cabana, por um descuido do trio, viu pela janela do quarto o rosto de Marcela, com sua vasta cabeleira loira. Como todos da região, ele conhecia a história da menina loira, filha dos donos da Fazenda Três Garças, sumida misteriosamente há quase um ano. O homem sabia da gorda recompensa para quem desse uma pista do paradeiro da jovem. Tendo certeza de que a moça loira só podia ser a filha desaparecida, foi até a Três Garças e disse o que viu.

***

Dias depois, uma força tarefa, composta de 20 peões da Fazenda Três Garças, tendo à frente Evaristo e Mathilde, chegou à cabana e Joaquim e sem perda de tempo de reagir, invadiram a cabana e trancada no quarto estava Marcela, bem diferente da jovial garota de meses atrás. Magra, cabelos quase chegando as nádegas e o diferencial, uma barriga enorme de seis meses.

***

Finalmente a filha à casa torna.

Mas não foi fácil este retorno, Marcela, desnutrida, com carência de vitaminas, ficou internada em um hospital particular, onde teve aborto espontâneo e numa clínica, por quatro meses para recuperação físico/mental, pois como é lógico, ficou muito abalada com o terrível drama sofrido.

Mas, só teve condições de voltar à universidade, quase dois anos depois.

FIM

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Foto de perfil genéricaMarcela Araujo AlencarContos: 230Seguidores: 286Seguindo: 15Mensagem Mulher, 35 anos

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