Ainda era vívida a recordação da manhã em que meus tios Dante e Diogo me usaram como seu depósito de esperma. Eu não fazia planos de esquecer aquele episódio de jeito nenhum e inclusive estava ansioso para que houvesse outras vezes, só não conseguia pensar em uma oportunidade perfeita para isso. Mesmo desejando isso, minha mente não havia assimilado por completo a informação. Era algo surreal saber que poderia encontrar tamanho prazer sexual em meus parentes, embora já acostumado com o sexo com meus primos. Enquanto não se repetia o ato, eu me contentava em imaginar e relembrar o ocorrido.
Nos dias que se decorreram, minha relação com Denis, Antônio, Joel e Samuel tinha se estreitado ainda mais, principalmente depois que vivenciamos nossa experiência. Eu sentia que todos se aceitavam e se compreendiam melhor. Parecia que estávamos mais à vontade uns com os outros e todos os medos, preocupações e barreiras sobre o que falaríamos não existiam mais. Era tudo mais leve. Fazíamos rodas de conversa constantemente e meus primos me perguntavam coisas relacionadas à sexualidade. Algumas delas eu sequer tinha vivido ainda, mas a curiosidade ficava aguçada e prometíamos testar depois com quem perguntasse. Foi em uma dessas que todos assistiram o momento em que eu mamei o Denis e massageei sua próstata ao mesmo tempo com os dedos até ele gozar. Depois que terminamos, conversamos sobre qual fora sua sensação e ele foi nos explicar com entusiasmo. Então, falar e fazer sexo com meus primos já era bastante natural.
Tio Dener me procurava com mais frequência e meu corpo se acostumava cada vez mais com o ato. Inclusive, sentava, quicava e rebolava sobre seu pau sem dificuldade, e não era mais necessário ficarmos na posição de lado para que eu aguentasse entrar tudo até o talo. Na verdade, já pedia sedento para que meu tio fosse fundo sempre. Seu membro gigante e grosso esmagava minha próstata e tocava o mais profundo do meu ser. Aquela sensação que antes me causava dor e demorava a se tornar em prazer, agora me trazia arrepios e ereções só em imaginar senti-la. Sua respiração pesada, o toque do seu corpo quente e suado roçando contra o meu, o barulho dos testículos grandes encostando-se à minha bunda redondinha, as mãos grandes me segurando e me abrindo sempre mais, saber que meu próprio tio se satisfazia sexualmente ali, fodendo o cuzinho jovem, apertado e macio do seu sobrinho até ejacular múltiplas vezes e enchê-lo com seu esperma... Era indescritível!
Na quarta-feira de manhã, os meninos e eu estávamos jogando futebol no campinho. Tio Dener e tio Dante conversavam no alpendre e percebi quando ele olhou na minha direção rapidamente. Em seguida, tio Dante fez o mesmo e saiu em direção à sua casa. Tio Dener entrou e saiu também pouco depois. Inventei uma desculpa para ser mandado para o banco do reserva só para segui-los. Saí disfarçadamente para meus primos não darem por minha falta e fui me guiando pelo som da conversa deles. Pude identificar que falavam sobre a cerca de tio Dante que precisava ser reforçada e tio Dener oferecia sua ajuda. Tio Dante explicava que tio Diogo avisara que terminou o último serviço na oficina e estava a caminho para ajudá-los também. E eu fiquei de longe escutando o que conversavam, até que tio Diogo chegou e começaram a obra.
— Vou buscar uma garrafa d’água e outra de café. Não dá pra se sustentar nesse calor com sede não! — Disse tio Dante se afastando dos irmãos. Cheguei mais perto para ouvir melhor o que tio Dener e tio Diogo conversavam e percebi que falavam de suas famílias. Tio Diogo afirmava que Joel e Samuel estavam diferentes de alguns dias atrás. Eles passavam menos tempo separados e brigavam cada vez menos. Agora, quase tudo que faziam, queriam fazer juntos.
— Acredita que a mãe deles mandou o Joel ir lá na casa do Dante pedir um pouco de sal e ele perguntou se o Samuel podia ir junto?
— Acredito sim, Diogo. O Denis também tá mais obediente a mim e à mãe dele. Se oferecendo pra ajudar direto sem a gente pedir — tio Dener respondeu e continuou: — Eu acho que tem a ver com o filho do Dimas.
— Tu acha, irmão? — Perguntou tio Diogo.
— Eu acho sim — respondeu ele. — Desde que o menino chegou eu já prestei atenção: o Denis tá mais interessado nos deveres da escola, mais obediente, mas não é só isso.
— Como assim? — Tio Diogo perguntou novamente.
— Bom, você disse que os seus tão menos brigões um com o outro e até o filho do Dante tá mais calmo esses dias. E eu lembro que eles não eram assim. Era cada briga que a gente tinha que apartar...
— É verdade, — concordou tio Diogo — eles mudaram mesmo.
— É e tudo começou quando o filho do Dimas chegou nessas férias — concluiu tio Dener. Fiquei contente por saber que havia algo de bom na minha amizade com os meus primos. Mas aí a conversa tomou outro rumo:
— Tu acha que ele tá dando pros meus meninos também, Dener? — Ouvi a voz de tio Diogo perguntar.
— Claro que tá — respondeu tio Dener. — Toda noite eu espio pela brecha da porta do quarto de Denis e ele tá lá com o rabinho empinado recebendo pica. Tenho certeza que o Joel e o Samuca já se esbaldaram naquela bunda grande dele.
— O melhor é que parando pra pensar, aquela bunda dele é uma delicinha, né Dener? — Perguntou tio Diogo.
— Com certeza! — Respondeu meu outro tio.
— Aquela bunda ali deve aguentar pica, porque vou te contar, o pau do Samuel é grande, viu? — Tio Diogo falou — E o do Joel não fica pra trás, eu já vi eles tomando banho pra conferir e são duas toras.
— O do Denis não é pequeno também não. — Disse tio Dener. — E o do Toninho, filho do Dante, é grande e grosso.
— Pois então. O menino aguenta rola. — Disse tio Diogo pegando no pau. Tio Dener deu uma gargalhada e disse:
— Se eu pego um rabinho daquele, eu só paro quando encher ele umas cinco vezes. — Tio Diogo também gargalhou e completou:
— E vai dizer que tu nunca nem dedou o cuzinho dele?
— Ah, irmão, tu sabe que eu te conto tudo, né? — Disse tio Dener.
— Hm, então já! — Respondeu tio Diogo.
— Ih, não vem não, que eu vejo teus olhares pra ele, viu safado! — Tio Diogo fez um muxoxo e disse:
— Ah, quer saber, Dener? Eu e o Dante já metemos até umas horas naquele cuzinho dele. Pronto!
— Hahahahaha! — Gargalhou tio Dener — Eu sabia!
— O Dante te contou, num foi? Aquele pilantra!
— Contou sim — E depois de mais risadas ele continuou:
— E quer saber mais? Eu também já enchi aquele rabinho de leite.
— E vamo continuar metendo! — Disse tio Dante por trás de mim. Nessa hora, eu gelei e abri a boca para dizer algo em minha defesa, mas não saiu som algum. Meu tio me levou pelo braço até perto dos outros dois irmãos e eu percebi o volume grande em suas bermudas.
— Ora, ora, ora... — Tio Diogo começou e tio Dener emendou:
— Chegou na hora certa!
Tio Dener desabotoou a roupa, arriando até a altura dos joelhos, revelando sua pica imensa e toda melada de baba.
— Chupa o titio, vem! — Ordenou ele. E eu, sem pensar duas vezes, abocanhei seu membro como de costume, matando minha fome de pica. Tio Dante e tio Diogo, já de calças baixas, batiam punheta enquanto tio Dener gemia de prazer. Aquilo era incrível! Mamar meu tio no meio do mato, correndo o risco de alguém ver e ouvir, e saber que talvez não parasse só na mamada, eram de enlouquecer de excitação. Tio Dante arrancou minha roupa com um movimento rápido, cuspiu nos dedos e começou a enfiá-los no meu cu. Ele batia punheta e me dedava e eu, já acostumado, fui abrindo meu pequeno orifício, que piscava ansioso para receber um de seus membros. Tio Dener se deitou no meio do capim alto e me arrastou por cima dele, beijou meus lábios com lascívia e começou a encaixar sua rola salivada no meu rabo. Foi entrando tudo até o talo enquanto eu gemia de prazer. Tio Dante e tio Diogo se revezavam com as rolas imensas na minha boca e em minhas mãos, até que ouvimos a voz de tio Dener:
— Vem Diogo! Depois o Dante vem também. — E o que eu jamais imaginava aconteceu: tio Diogo cuspiu várias vezes no seu pau e começou a forçar a entrada junto com o tio Dener. Eu gemi mais alto quando senti a cabeça da sua rola entrar e tio Dante enfio todo o seu membro na minha boca para abafar o grito que quase soltei. Em um instante, eu já estava com dois paus, de mais de 20 centímetros cada, completamente atolados no meu cu, e aquela sensação era completamente nova para mim. Eu sentia dez vezes mais prazer do que antes e meus tios já tomados de tesão não mediam a força com que investiam em mim. De repente, tio Dener anunciou:
— Aaaahhh... Caralho... Tô gozando porra! — E eu senti seu leite sendo despejado, me esquentando por dentro. Ele então tirou seu pau, me deixando com a tora de tio Diogo. Tio Dante, que recebia meu boquete, tomou o lugar de tio Dener. Primeiro, ele enfiou todo o seu membro e me comeu sozinho por alguns instantes, depois tio Diogo veio novamente por trás e entrou com tudo. Ficaram ali por quase duas horas me comendo e eu já imaginava que meus primos dariam por minha falta no campinho. A pica gozada de tio Dener já estava completamente limpa por minha língua e tio Diogo anunciou seu orgasmo:
— Ooohhh... Tô gozando caralho... Tô gozando porra! — Ele metia forte e fundo, igual a tio Dener antes, quando chegou ao ápice também. Pareciam três cavalos de raça se satisfazendo com o meu corpo e eu estava totalmente entregue. Queria que eles me usassem até estarem cansados de gozar. Em seguida, tomando o lugar de tio Dener, eu chupei a pica melada de tio Diogo até não sobrar vestígios de esperma ali. Então, tio Dante me vira de quatro e entra até não poder mais dentro de mim. Ele fodia com tanta voracidade e força que senti meus joelhos fraquejarem quando finalmente gemeu arrastado.
— Porra, caralho... Toma leite no cu, toma! Ooohhh... — E repeti o processo que fiz com meus dois tios, degustando cada gota daquele sêmen grosso e adocicado. Me levantei e enquanto vestia minhas roupas novamente, meus tios me disseram:
— Isso putinha, tem que dar o cuzinho sempre pros titios! — Disse tio Diogo.
— É. Você agora é o sobrinho favorito da gente, sabia? — Disse tio Dante.
— Tá vendo, Theozinho? Você é o nosso sobrinho preferido. — Concluiu tio Dener. Eles me abraçaram e me mandaram voltar ao campinho antes que alguém visse que sumi.
Quando cheguei lá, meus primos perguntaram onde eu tava. Expliquei que ouvi nossos tios conversando e fui conferir se eles precisavam de alguma coisa ou de ajuda com o serviço. Voltamos para jogar uma partida de queimada. Depois entramos para nos aprontarmos para o almoço e combinamos de nos encontrarmos à noite para nossos jogos de praxe.
