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Terror de sexo brutal para duas tias e três sobrinhas

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Um conto erótico de Marcela Araujo Alencar
Categoria: Grupal
Contém 3421 palavras
Data: 01/07/2026 03:28:03

Terror de sexo brutal para duas tias e três sobrinhas

Conto n.º 228 de Marcela Araujo Alencar

Tema: Acidente, desgarradas, sofrimento, cativeiro, estupro, sexo grupal, tortura, humilhação, prostituição.

A camionete corria macio pela rodovia 234, Bruna ao volante e ao seu lado sua irmã Flavia, ambas com longos cabelos negros descendo um palmo abaixo dos ombros e demonstrando em seus belos rostos a beleza das mulheres de sua família e isso se faz presente em suas sobrinhas, sentadas no 2º banco. Bruna tem 26 anos e Flavia 25, as jovens, Anna com 18 anos, Carla e Ligia, ambas com 19.

As cinco, convencidas por Bruna, estão viajando, com tudo preparado para acampar na Montanha das Cavernas, um lugar maravilhoso, dizia ela, tem uma área descampada onde poderemos erguer nossas barracas e passarmos uma semana, pois a menos de 100 metros há uma pequena lagoa formada por água que corre dos paredões da montanha, água mineral.

Depois da rodovia de subida, avançam por alguns quilômetros por uma estrada de barro, aberta no coração da montanha, sempre em leve ascensão, tendo à esquerda o paredão rochoso e a direita a baixada coberta por vasta floresta, onde há muitas fazendas e sítios, pois a grande baixada é rica em nutrientes e de rios que correm por toda área.

Bruna tem de prestar muita atenção, quando chega ao trecho onde a estrada se estreita bastante, ocasionada pelo desmoronamento causado pelas recentes chuvas.

— Veja Flavia! Que porcaria é esta? Acho que não podemos passar. O merda do prefeito afirmou, em recente entrevista, que ordenara consertar todas as áreas danificadas da estrada de subida da serra, mas pelo que vejo foi tudo lorota de político.

— Bruna, e agora? Não dá para darmos ré, seria muito arriscado nesta estrada muito estreita e cheia de buracos.

— Então vamos tentar passar, tia, vá bem lentamente, procurando encostar o máximo possível no paredão.

Com a concordância de todas. Bruna avança com a camionete a passo de tartaruga, enquanto Flavia observa atentamente ao seu lado. Respiram aliviadas, pois estão conseguindo passar, as rodas dianteiras já ultrapassam o trecho desmoronado e só faltam as de trás. Súbito sentem leve inclinação da camionete, que lentamente se inclina ainda mais e de ré começa a descer a encosta com o trecho de barro que vem junto.

Tão rápido foi o incidente que continuam gritando de medo quando sentem que subitamente um violento baque, interrompe a queda. O vidro do lado de Bruna é despedaçado em dezenas de estilhaços e uma lasca faz um corte na sua testa, e um filete de sangue escorre pelo seu rosto. Graças que todas estão com cintos de segurança e apesar do amassado na traseira, não ouve aparentemente danos físicos nas jovens, a não ser o corte na testa de Bruna.

Entretanto, Ligia reclama de dor no tornozelo direito. Anna e Carla, se inclinam para olhar o motivo da prima sentir dor na perna e assustadas, percebem que o piso do lado dela, foi rompido e prendeu o seu pé contra o encosto do banco da frente que cedeu alguns centímetros. O pé, até o tornozelo, ficou imprensado entre as lâminas metálicas do piso e o encosto. Graças que o tapete de borracha evitou o contato direto do metal com o tornozelo. Bruna moveu o banco para a frente e assim conseguiram soltar o pé da sobrinha.

Flavia, buscou o estojo de medicamento de urgência, item necessário que levam quando acampam. Elas tinham um, nas sacolas amontoadas no terceiro conjuntos de bancos. Flavia fez o curativo na testa de Bruna. Se inclinou e examinou o tornozelo da sobrinha e viu que estava apenas roxo, mas sem nenhum ferimento.

— Tia, mas está dolorido e formigando.

— Não acho que esteja com fratura, mas sim torcido, vou te dar um comprimido contra a dor, sobrinha.

— Vejam meninas, a nossa queda só não foi maior devido às árvores aí atrás. Senão teríamos nos espatifado lá embaixo.

— Tia, olhe melhor, não existe nenhum “lá embaixo”, já estamos na baixada.

— É mesmo! Graças a Deus! Mas prestem atenção, onde caímos não há nenhuma possibilidade de resgatarmos nossa camionete, nem trator teria condições de a remover daqui, nem por cima e nem por baixo. Acho que ela ficará aqui para sempre.

Após avaliarem a situação, Bruna falou:

— Pessoal, já que estamos em solo firme, vamos sair e procurarmos uma fazenda ou sítio, talvez possam nos ajudar a voltar para casa, o nosso acampamento de uma semana está morto.

***

Bruna, Flavia e suas sobrinhas, todas com pesadas mochilas nas costas, estão caminhando há horas pela vasta planície, se desviando de árvores, de arbustos e galhos espinhosos, mas que as protegem do Sol escaldante, que brilha majestoso, sem nenhuma nuvem para o encobrir.

Ligia com o tornozelo parecendo uma bola, tem de se apoiar nas primas Anna e Carla para poder andar, por esta razão o caminhar delas é lento, sendo obrigadas a fazerem muitas paradas para descansar. Graças que podem beber e comer, pois em suas mochilas levam muitas provisões.

No meio da tarde, por volta das 16 horas, estão caminhando por uma planície gramada com pequenas ondulações, facilitando em muito o caminhar em busca de ajuda.

É quando avistam ao longe algumas construções, parecendo que deve se tratar de um sítio. Elas apressam o caminhar, alegres pelo que estão vendo.

*********

Alexandre e seus amigos estão festejando a conquista do campeonato de futsal da cidade Entre Rios. Do grupo só 9 puderam aceitar o convite dele para celebrarem por alguns dias, no sítio de propriedade da família de Alexandre, sendo donos de quase metade da pequena cidade.

São rapazes entre 18 e 22 anos, quase todos filhos de fazendeiros da região, que quando se reúnem não costumam respeitar alguns princípios morais, se julgando donos do pedaço. Nas confortáveis instalações do sítio desfrutam de toda comodidade que o luxuoso local lhes proporciona.

No momento estão degustando um churrasco, com todos os acompanhamentos, que a esposa do caseiro se esmerou em fazer desde a noite anterior, acompanhado com muita bebida e música sertaneja em volume ensurdecedor.

O Caseiro Joaquim, que consertava o portão de acesso da propriedade, se aproxima de Alexandre e fala:

— Patrãozinho, lá adiante, no descampado, tem gente se aproximando, considero que são gurias e pelo modo estão manquitolando.

Rapaziada, vou ver algo com o Joaquim, já volto, não bebam tudo até eu voltar.

— Onde você viu as guias, homem?

— É para banda de cá, patrão. Veja, é o que falei, estão bem mais próximas.

— Puta merda! Tens razão, são garotas e parecem bastante baleadas, vou até elas, avise os outros, Joaquim.

Alexandre, corre ao encontro das garotas e observa que realmente elas estão em péssimo estado.

— Por Deus! O que aconteceu com vocês?

Bruna que tem uma bandagem que envolve a cabeça, responde ao rapaz que se aproximou delas.

— Necessitamos de ajuda. Sofremos um acidente de carro e…

— Mas como, se aqui por perto não há estradas?

— Foi na estrada de subida da Montanha das Cavernas. A nossa camionete caiu no barranco que se abriu e ficou presa entre as árvores, muitos metros abaixo.

— Mas isso fica muito longe daqui, como conseguiram caminhar pela mata feridas como estão?

— Não tínhamos outra opção a não ser caminhar em busca de ajuda, Senhor!

Bruna percebeu muito rapazes vindo correndo, aparentemente para as ajudar, olhou para sua irmã e sobrinhas e notou que elas estavam parecendo receosas e não contentes com a aproximação do grupo e ela também ficou preocupadíssima, com o procedimento deles.

— Pessoal, estas lindas jovens estão necessitando de nossa ajuda, como cavalheiros teremos o dever de as socorrer, não acham?

Numa algazarra de risos, eles fizeram cadeiras com os braços e mesmo sob tímidos protestos, foram conduzidas rapidamente para o sítio.

Alex e Pedro, a frente com Bruna nos braços. Ela sentiu o forte cheiro de bebidas neles e ficou com receio, muito mais quando Alexandre lhe falou:

— Vocês são loirinhas lindas, que mesmas baleadas apareceram para complementar nossa festinha.

— Eu e minhas e sobrinhas só queremos ajuda para podermos voltar para casa.

— Vocês terão nossa ajuda, mas primeiros terão de nos ajudar.

— Não é mesmo, Pedrinho?

— Não tenham receio da gente, vocês todas terão ajuda que necessitarem, loirinha.

Numa correria louca, Simão e Edgar quase derrubando Anna, passam a frente de todo mundo. Enquanto lhe falam coisas que a deixam apavorada:

— Tu é muito gostosa garota, deve ser uma boa foda.

— Simão, ela está muito suja e deve estar cansada, vamos refrescá-la lá na piscina.

Anna esperneia, grita e tenta sair dos braços deles, mas se vê voando com eles e afunda na água fria da piscina. Engole um pouco d’água, mas logo emergiu a superfície, tossindo e mesmo com o medo a dominando, foi uma benção sentir o frescor da água em seu corpo exausto.

Nadou para a borda, quando viu Bruna “voando” por cima dela, com dois caras. Não tardou e o mesmo aconteceu com Flavia, Carla e Ligia, que mesmo com o tornozelo tumefato, inchado como uma bola, não foi respeitada.

A piscina se tornou um palco dos horrores, com as duas tias e suas três sobrinhas se debatendo tentando se livrar das garras dos dez rapazes, na maioria bêbados, que se divertiam em enorme balbúrdia, agarrando as jovens em suas intimidades.

Resultando que a água límpida da piscina logo se tornou um pouco escura, principalmente com a sujeira dos pés e das roupas das jovens e dos sapatos dos rapazes. Com quinze corpos se movendo freneticamente, mesmo de dimensões razoáveis, a piscina se tonou pequena. Uma dúzia de minutos depois, de palco dos horrores, a piscina se tonou o caldeirão do diabo para elas, para as jovens, quando suas roupas começaram a ser rasgadas de seus corpos, por mãos e dedos, tão ferozes que chegavam magoar suas carnes.

Flavia, quase sem forças para reagir num canto, exprimida na borda, tinha um homem a invadindo pela porta dos fundos e outro pela porta da frente e a todo momento, quando um saia, logo vinha outro para a penetrar e o mesmo estava acontecendo com sua irmã e com suas jovens sobrinhas.

Nenhuma delas deixou de ser fodida no mínimo 12 vezes, pelos transloucados rapazes, que agindo como lobos em matilha, as devoram por mais de cinco horas, numa libertinagem sexual aquática sem precedente.

***

Passava das 23 horas, trancadas num aposento, nuas e totalmente demolidas, tinham como único “conforto” cinco esteiras e nada mais.

A porta foi aberta e a senhora Donana, a esposa do caseiro, entrou trazendo um panelão transbordando de uma grossa sopa e cinco canecas de alumínio.

— O patrão mandou trazer de modo matar a fome de ocês.

— Por favor, senhora, nos deixe sair daqui.

— Num posso, só quando patrão deixar e achu que vai dimorar alguns dias. Ele e os outros gostaram bastante de trepar com ocês. Pra cagar, é naquela portinha, é um banheiro.

***

Algumas horas antes, Joaquim, com um gancho, tirou da piscina, uma montanha de roupas e calçados, roupas de mulher e de homem. Enquanto Donana leva para sua casa cinco mochilas e ri gostando do que encontrou e, após guardar tudo nas prateleiras de tábua corrida da cozinha, principalmente cinco celulares, foi preparar o sopão que o patrão mandou fazer pra a mulherada trancada lá na casa grande.

***

Dia seguinte, domingo, 11 horas, Edgar, Pedro e Danilo, chegam no quarto cativeiro e abrem a porta. Ficam olhando para as cinco medrosas cativas, que enroladas nas esteiras escondem seus corpos nus e após tensos momentos, Pedro, que tinha na mão um pacote volumoso, o joga para Carla, que estava mais perto dele, dizendo:

— Aí dentro tem calcinhas e porta-seios, de diversos tamanhos, que compramos na butique da nossa cidade, quero que se vistam e depois desçam para almoçar com a gente.

Esta atitude dos rapazes as surpreendeu, pois temiam que agissem como ontem. Ligia, que tinha o tornozelo muito dolorido perguntou para Bruna, o que ela acha de tudo aquilo.

— Não sei, é tudo muito estranho, nos convidam para almoçar, mas só com roupas de baixo. Ainda não estamos livres de sofrermos novas violências sexuais desses safados. De qualquer forma não temos opção.

vamos nos vestir e descermos como solicitaram.

— Vejam, deixaram até a porta entre aberta.

Nos pacotes elas encontram duas dúzias de calcinhas e sutiãs, de tamanhos diversos, acham um exageram, mas procuram encontrar o que melhor se ajustam a elas, por serem do tipo que suas avós vestiam. O que ocasionou um comentário de Anna.

— Nas lojas desta cidade, nem devem saber o que é calcinha fio dental ou do tipo, mas melhor assim, por esconder melhor nossos corpos da gula destes caras.

Vinte minutos depois chegam ao salão onde estão os dez rapazes, que não desgrudam os olhos de cima delas. Numa grande mesa quadrada, rodeada por quatro bancos compridos de madeira, estão espalhados muitos pratos de louça, com garfos e facas os guarnecendo.

Tias e sobrinhas comem tudo que lhes são servidas, mas o mais terrível é que são obrigadas a beber muitas canecas de cachaça misturada com mel, fazem isso obrigadas por tapas nos rostos, seios e regiões genitais. Embriagadas, as, cincos, tias e sobrinhas, ficam à mercê da rapaziada, que combinam, “distribuir” as gurias, cada uma, para dois deles.

Edgar e Pedro escolheram Bruna. Carla, por Danilo e Joaquim. Alex e Simão pegaram Ligia, Jorge e Heleno, com Flavia e Anna por Léo e José.

***

Em um quarto, no segundo pavimento, Anna está nua, sendo chupada por José, enquanto Léo lambe e dá leves mordidas em seus mamilos. Ela tem 18 anos, não é virgem, mas até agora, só fez sexo com dois colegas do colégio e foi tipo papai e mamãe. Agora está sendo estuprada por dois caras, zé-tatu, do fim do mundo, verdadeiros animais que a machucam com mordidas, beliscões e chupões.

Ela está embriagada, mas isso não impede que sinta o que estão fazendo com ela. Entretanto, algo muito especial está acontecendo, apesar de toda sua revolta, com eles a chupando e lambendo, principalmente em sua boceta, está ficando excitada. Não queria que acontecesse, mas o safado, bolindo com a língua no seu clitóris, foi impossível se manter passiva.

Em uma dezena de minutos, a jovem Anna, se transforma numa fêmea, se desmanchando nos prazeres do sexo, em múltiplos e consecutivos orgasmos.

Ela grita e geme, de dor e prazer quando sente sua vagina e ânus serem invadidos por grossos pênis. O álcool praticamente evapora de seu cérebro, que no momento só tem lugar para o prazer sexual.

***

No mesmo quarto, na cama ao lado, sua tia Flávia, de 25 anos, noiva de Marcelo, está com o pau de Heleno quase todo enterrado em sua boca, enquanto Jorge, praticamente engole sua boceta, com violentos chupadas. Não é a primeira vez que ela chupa um pênis, mas sexo com dois nunca experimentara, apesar que no campus universitário onde estuda, rola de tudo nas “festinhas” que é costumas frequentadora. Apesar desse sexo duplo ser forçado, o sujeito que chupa sua buceta, é bom no que faz, já o pau que está em sua boca, se assemelha à de um moleque, pois é pequeno e apesar de caprichar o chupando, ele só fica a meia-bomba.

Quando ele a penetra, sua vagina, menina faminta, se decepciona, pois não lhe dá nenhum prazer. Já com o outro, a coisa é bem diferente, além de excelente chupador, ele a fode como gente grande e lhe dá enorme prazer, a fazendo sentir excelentes orgasmos. Ele é bom a fodendo até pelo rabo, a fazendo ter saudade de Marcelo, seu noivo, e de seu avantajado pênis.

***

Em outro aposento, onde igualmente há duas camas. Em uma, Edgar e Pedro fazem sexo duplo com Bruna, de 26 anos, casada com Fernando há 4. Ela depois que casou, nunca foi infiel ao marido, deixando para trás seu “histórico“ do tempo de universitária, nada lisonjeiro. Agora com dois rapazes dentro dela ao mesmo tempo, tudo lhe volta à memória, e ela está se deliciando, sendo participe ativa, no duplo, deixando até “encabulados” os rapazes. Bruna, sabendo que eles farão sexo forçado com ela, apesar de bêbada, e talvez até por isso, quando os vê pelados, toma logo a iniciativa e se posiciona por cima de Edgar e lhe fala, sem rodeios, que quer um 69 “delicioso” com ele.

Depois de muito gozar, fala para Pedro: — Agora é tua vez de fazer 69 comigo, garotão, ou será que tu tem nojinho de buceta babada. Ele diz que não tem nojo, mas que não quer 69 e sim comer o rabo dela, que deve ser bastante apetitoso. Ela logo se vira com a bunda para ele.

— Então venha me provar “meninão”, mas de lado, que quero foda dupla com seu amigo na minha boceta.

Nas duas horas seguintes, Bruna, deu uma surra de boceta, nos dois rapazes. e fez isso não só para seu próprio prazer, mais com raiva que possou a ter do bando que abusaram de suas três sobrinhas anteriormente.

Na outra cama, perto onde está Bruna, sua sobrinha Carla de 19 anos é duplamente penetrada por Danilo e Joaquim, e eles trocam de posição a todo momento. Carta, como suas irmãs, há muito não é virgem, mesmo antes de ingressar na faculdade.

Em outro quarto, também com duas camas, mas ocupada somente por Alexandre, o filho do dono do sítio e por seu primo Simão, onde levaram Ligia, que apesar de ter 19 anos, esconde de sua família que é Frequentadora semanal da “Casa da Tiazinha” uma sofisticada cobertura de alto padrão, onde jovens da classe média fazem sexo em troca de dinheiro. Utilizando uma máscara de acrílico azul que rosto, com abertura somente para os olhos, boca, narinas e orelhas, cobra hum mil por cada programa, duas vezes por favor semana, sendo 200 da casa. Ligia só atende clientes de posses. É tão safadinha, no seu ofício, que seu cliente mais assíduo é seu tio, Leonel, pai de sua tias Bruna e Flávia.

Lígia é a loirinha mais safada da família Schwarz anyeele. Apesar de que nenhuma das cinco, serem santas.

Durante quatro meses, tias e sobrinhas, foram submetidas a sanha dos dez rapazes, que as viciam em álcool e drogas. Demonstrando perversidade extrema, eles as levam em duas camionetes para uma cidade da região, e as deixam na área rural, famintas e praticamente nuas, com as mentes dominadas pelo excesso de bebidas e drogas.

Dois meses depois

Cinco mulheres vestidas com trapos, que pouco cobrem seus corpos, chegam nos arredores de uma cidade de porte médio da região, calçam sandálias velhas e estão bêbadas e famintas e quando se aproximam das pessoas, solicitando ajuda, todos se afastam delas, menos duas senhoras que aparentam ter, mas de 50 anos e um homem moreno, um pouco acima do peso. Os três, após as examinar, as levam para sua residência, um velho sobrado, há poucos metros da estrada de terra por onde caminhavam. Eles são os proprietários do lugar, que é um conhecido bordel da região. As cinco mulheres, se mostram viciadas em álcool e contam coisas confusas, que sofreram acidente de carro, que ficaram aprisionadas de um grupo de rapazes. Com suas mentes confusas pela ingestão de tanta bebida e principalmente drogas, que ingeriam durante os meses que permanecem cativas pelo grupo de transloucados rapazes.

Bruna Carla, Ligia, Flavia, Anna, se tornam escravas sexuais, garotas do bordel, trancadas em quartos do segundo pavimento, onde eram forçadas a receber clientes em seis dias da semana.

Esta situação perdurou até que Flavia conseguiu convencer um “cliente” que utilizasse o seu celular e mesmo com a mente confusa conseguiu fornecer, para sua mãe, apenas o endereço de onde restavam cativas e implorou que ela viesse com a polícia as buscar. Ao escutar a palavra “polícia”, o homem arrancou o celular das mãos de Flavia, se vestiu e, sem uma palavra saiu rapidamente do quarto.

dias depois, Flavia e sua irmã Bruna e suas sobrinhas, Anna, Carla e Ligia, estavam internadas numa conceituada clínica de tratamento da saúde mental, para se recuperar de todo o drama que passaram.

As cinco, com a convivência de alguns enfermeiros, que na calada da noite, visitavam seus quartos, conseguiram fugir e foram se refugiar em um bordel de quinta categoria, na região do baixo meretriz, do caís do porto, onde atendem estivadores e marinheiros, seis dias por semana, há 80,00 por hora, sendo 50% da casa.

Fim

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Foto de perfil genéricaMarcela Araujo AlencarContos: 228Seguidores: 285Seguindo: 15Mensagem Mulher, 35 anos

Comentários

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Que delicia de conto, meu sonho uma toda gozada de vários machos dotados, cheia de porra dele pra mim chupaf depois 🤤

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