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O tesão da minha mulher reacendeu por outro. Ganhamos os dois.

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Um conto erótico de CaioContosReal
Categoria: Grupal
Contém 4523 palavras
Data: 24/07/2026 14:13:39

Sou o José, tenho 66 anos, tenho um corpo ainda legal, faço minhas caminhadas diárias, uso barba e meu pau é bem grande. Tenho 1,75 de altura.

Minha mulher é a Neuza, tem 65 anos, tem um corpo ainda bonito. Sua bunda é grande, não tem barriga, seus seios são grandes, já um pouco caídos, mas muito bonitos, suas auréolas são escuras e os bicos são bem grandes. Ela tem 1,72 de altura.

Até a uns 5 anos, éramos bem ativos sexualmente, mas foi raleando, Neusa havia perdido o interesse por sexo. Ela dava para mim, mas já sem prazer, dava para eu não procurar outra mulher na rua.

O que era muito bom, ficou bom e agora é ruim. Acho que me conformei com a situação. Antes eu a incentivava a procurar um médico e ver o que estava acontecendo. Ela simplesmente não quis procurar. Passava todo o tempo que antes se dedicava aos cuidados com o corpo, salões de beleza, compras de lingerie, a cuidar dos netos e dos filhos. Virou apenas uma vovó. Com certeza eu devia ter alguma culpa nisso, mas não sabia qual era.

A uns 6 meses, fomos passar uns dias no apartamento que temos em Meaípe-ES. Desta vez resolvemos não levar os netos, até porque estava fora de temporada. Eu teria que resolver alguns problemas no nosso apartamento, como a Internet. Estávamos pensando em morar lá. Como sempre fazemos quando estamos lá, fomos bem cedo caminhar na praia. Quando voltamos Neuza entrou um pouco na água e eu fiquei numa sombra de castanheira.

Antes Neuza usava biquínis mais sensuais, agora só usava maiô. Isso não fazia mais diferença para mim. Gosto muito de minha mulher, mas infelizmente este nosso afastamento sexual me deixava meio distante. Olhei para ela dentro do mar e lamentei nosso afastamento, ela é gostosa e bonita, apenas relaxou com tudo.

Sempre num final de tarde descíamos para mais um passeio na areia. Fui buscar água de coco para nós e deixei Neusa em pé olhando para o mar. Encontrei com um velho conhecido e fiquei uns 20 minutos batendo papo. Quando voltei minha mulher estava conversando com um senhor no mesmo local que a deixei. Ela sorria e brincava com os pés na areia. Fui me aproximando e ela logo me apresentou o cara como sendo morador local, mas que era de BH. Ele se chamava Celso. Ele devia ter um pouco mais de 1,80m, cabelos brancos, peito cabeludo com cabelos grisalhos, olhos claros, usava uma sunga verde que destacava um certo volume.

Tive a nítida imprensão que eles mudaram de assunto. Nunca tive ciúmes de minha mulher, mas naquela hora senti um certo incômodo.

Ele se mostrou um cara muito bom de papo.

Claramente Neuza estava nervosa.

Resumindo, ele morava lá a 3 anos junto com a esposa.

O sol já tinha sumido e a noite caia, chamei minha mulher para ir embora. Ele veio andando conosco. Celso era muito falante, minha mulher ria ou interessava em tudo que ele falava.

Celso - precisamos nos conhecer melhor, amanhã minha mulher vai descer cedo comigo, podíamos nos encontrar para bater um papo. É muito bom fazer novos amigos.

Neuza - No máximo as 6hs estaremos aqui e ficaremos até umas 9hs. Depois o sol machuca muito nossa pele.

Ele - É o horário que sempre descemos. Até amanhã.

Nos despedimos e fomos para o nosso prédio.

Chegando lá Neusa me pediu para ver no Google se tinha algum salão aberto que fizesse depilação. Disse que reparou que precisava se depilar. Eu claro estranhei, mas dei asa a ela. Achei uns 3 que funcionavam até às 21hs. Ela ligou para um deles e marcou.

Neusa - querido quer me levar lá ou prefere ficar aqui? Por mim não tem problema, vou de Uber, lá pode demorar, ainda devo passar numa lojinha.

Eu - Vou te levar até o centro de Guarapari e volto.

Ela - Ótimo, volto de Uber e trago uma pizza para nós.

Quando voltei do salão vi o Celso passando com uma mulher. Guardei o carro e resolvi ir para uma pizzaria e tomar algo.

Assim que entro escuto alguém gritar meu nome. Olhei e vi o Celso e uma mulher numa mesa. Ele acenou e me chamou até a mesa.

Celso - Deixe-me te apresentar minha esposa. Está é Aparecida. Amor, este é o marido da Neuza o José.

Fui até ela e a cumprimentei. Ela me deu dois beijinhos.

Aparecida - Faço questão que fique conosco. Onde está sua linda esposa?

Eu - Salão de beleza e compras.

Pensei, como assim linda esposa, o que ele falou com ela. Estranho.

Aparecida - Oba! Já gostei dela, é das minhas. Fique aqui conosco, ou ela é ciumenta?

Eu - Não temos ciúmes, só não quero atrapalhar vocês, só vou tomar uma cerveja, Neuza vai trazer pizza de Guarapari.

Celso – tome sua cerveja aqui conosco, faço questão.

Sentei e ficamos conversando.

Aparecida - Celso me disse que tem uma linda esposa. Também falou que marcou com vocês uma caminhada na praia.

Eu - Claro, vamos caminhar amanhã bem cedo. Em matéria de esposas bonitas a um empate técnico.

Celso - São mais que bonitas. Falei com Aparecida, como já disse que não são ciumentos, sua mulher é muito bonita.

Aparecida - Acredito na avaliação do meu marido. Precisamos conhecer pessoas da nossa faixa etária, principalmente as bonitas. (riu) Você é um homem muito bonito.

Eu - Obrigado! Mas vocês também formam um lindo casal.

Aparecida - Podíamos marcar algo amanhã à noite. Que tal vinhos e queijos no nosso apartamento. Podia ser depois das 22hs, adoro este horário para encontros, podemos estender pela madrugada. Madrugada as bruxas estão soltas. (Gargalhou)

Eu - Você além de bonita é espirituosa. Gostei de sua esposa Celso.

Ele - Temos esposas muito interessantes.

Eu - Achou mesmo minha mulher interessante, né?

Aparecida - Essa eu respondo. Ele achou e muito.

Celso - Aparecida está exagerando, disse que havia conhecido uma mulher da idade dela que era tão bonita quanto ela.

Aparecida - Amor, também disse que ela é muito gostosa.

Eu - Ela realmente é muito gostosa, mas parece que você também não fica atrás.

Ela - Amanhã à noite se quiser pode provar. Celso não vai importar. Eu adoraria que me provasse.

Eu - Então, estão nos convidando para uma troca de casais?

Celso - Amigo, isto se quiserem. Ela já apertou minha perna por debaixo da mesa. É sinal que ela gostou de você. Mas não sabemos a opinião da Neuza.

Eu - Converso com ela hoje à noite e nos falamos amanhã na praia.

Aparecida - Aí vai ver se interessa por mim. (Riu)

Despedi deles. Na hora de despedir da Aparecida ela me deu um selinho.

Mais tarde quando Neusa chegou, eu quase não a conheci. Cabelos arrumados e unhas feitas. Devia estar depilada e tinha feito compras. Mais estranho ainda foi que me deu um beijo ao chegar e me chamou de amor.

Uai, alguma coisa aconteceu naqueles 20 min que ela conversou com o Celso.

Resolvi não falar com ela sobre o meu encontro com o casal, pelo menos por enquanto.

Quando eu ia tomar um banho ela me disse que havia comprado um pijama novo para mim e que estava dependurado no banheiro. Agradeci e fui tomar banho, quando acabei fui direto para o quarto.

Ela me olhou e disse: O pijama ficou lindo em você amor.

Me deu um beijo e foi com as sacolas para o banheiro.

Eu fiquei lendo e escutando música. Depois de muito tempo Neusa coloca a cabeça entre a porta e o batente e fala: Amor, não ria de mim, mas comprei 2 biquínis e quero que veja se ficou bom. Não ria.

Ela entrou no quarto e até deixei o livro cair. Ela estava linda. Era um biquíni preto, pequeno, seus seios estavam quase saindo para fora, sua xoxota estava marcadinha e pelo jeito depiladinha. Ela deu uma volta e vi aquela bunda linda mal coberta por um minúsculo biquíni.

Ela estava muito gostosa.

Ela - fala o que achou.

Eu - ficou linda, muito gostosa.

Ela - Não está indecente?

Eu - não achei. Te achei muito gostosa.

Ela saiu e colocou outro. Este era um verde claro. Idêntico ao primeiro. Também disse a ela que estava muito bonita. Ela voltou ao banheiro e desta vez demorou um pouco mais.

Ela voltou maquiada, perfumada e usando uma camisola curta e transparente. Claramente estava sem sutiã e sem calcinha.

Como eu havia me levantado para guardar o livro ela parou na minha frente e me beijou. Fazia anos que ela não me beijava daquele jeito.

Eu - Meu amor, o que aconteceu com você hoje, o que aquele homem estava te falando quando cheguei que mudaram de assunto.

Ela continuando abraçada comigo e com suas mãos em volta do meu pescoço, disse: Está com ciúmes? Logo você que nunca teve. O que ele disse não importa muito, importa? O que importa é que eu quero fazer amor com você. Olha como seu pau está enorme, será que ficou assim por ciúmes ou por vontade de entrar na minha xoxota?

Não falei mais nada, a beijei muito e acariciei sua bunda. A deitei e abri suas pernas. Sua xoxota estava lisinha, depois de anos ela estava molhada. Lambi seu grelo, acariciei seu clitóris até ela começar a suspirar. A xoxota estava linda, toda molhadinha. Fiz sexo oral nela até gozar na minha boca. Quanto tempo eu não sentia o prazer de tomar seu melzinho. Virei ela de bruços e lambi seu cuzinho depiladinho. Ela rebolava e pedia para eu enfiar a língua dentro dele. A virei novamente e chupei seus seios, os bicos estavam maiores que a ponta dos dedões da mão. Ela estava com o corpo completamente arrepiado.

Eu - onde quer que eu goze primeiro?

Ela - quero papai e mamãe, seu pintão vai me dar muito prazer.

Assim foi. Meti até ela gozar. Ela cravou as unhas nas minhas costas e apertou suas pernas em torno de mim. Eu não tinha gozado. Coloquei ela de quatro e comi seu cu até ela gozar tocando siririca e eu encher sua bunda com minha porra. Ela tirou meu pau e o chupou. Eu lambi sua xoxota e seu cuzinho esporrado. Finalizamos num beijo de língua.

Eu - A quanto tempo amor. Seja o que for que ele te falou, preciso agradece-lo.

Ela - Mesmo que ele tenha dito que o deixei com tesão? Viu que o pau dele estufou a sunga?

Eu - Fdp, pelo jeito ele mexeu com você. A quantos anos não fazemos amor assim.

Ela - Mexeu viu amor. Minha xoxota melou na hora que vi o volume na sunga dele.

Eu - Então comprou os biquínis para provocá-lo?

Ela - Também, primeiro foi para te provocar. Confessa que ficou com ciúmes.

Eu - É, fiquei.

Ela - E se ele me cantar? Vai brigar com ele? Eu se fosse você não brigaria. Ele acendeu meus desejos.

Eu - olhando por este lado foi bom. Mas ele pode querer mais.

Ela - Amor, tenho 65 anos, antes de você o único pau que conheci foi de um namoradinho que gozou em 2 minutos na minha mão. Nesta idade já vovó, se ele quiser algo mais que um elogio, vamos ter que ter uma conversa séria.

Eu - Então daria para ele?

Ela - Se concordasse, sim, daria. Amor, minha buceta melou. Ele é bonito, gostoso, pelo jeito tem uma pica do tamanho da sua. Amor mais uma vez, tenho 65 anos, qual a chance de acontecer novamente? José não fale nada com ele.

Eu - Neuza, pode parecer loucura, mas meu pau esta duro de novo. Só de você falar isso. Se forem discretos eu deixo. Mas tenho que saber tudo.

Ela - Quer ver sua velhinha entrar numa vara? Quer? Fala amor.

Ela pegava no meu pau enquanto falava. Meu pau estava muito duro.

Eu - Se quiser eu aceito.

Ela começou a me chupar e fez um boquete até eu gozar na sua boca.

Eu - Mas ele é casado, será que a mulher dele aceita?

Ela - Amor, aí é problema dele, o meu é você e aceitou. Dou para ele até aqui no nosso quarto. Você deixou. Amor fiquei com muito tesão como viu. Vontade de pegar naquele volume.

Eu - Então tem um programa para amanhã à noite.

Ela - Como assim?

Contei toda a minha conversa com o casal.

Ela - Filho de uma puta, estava me testando né. Achou que eu não assumiria que queria dar para ele. Viu como sua mulher é honesta.

Eu - Nunca duvidei de sua honestidade, queria saber se concordava com a troca.

Ela - Na verdade nunca tinha pensado nisso, mas aquele cara mexeu com meus hormônios. Vamos dormir que o dia amanhã vai ser longo. Boa noite meu gostoso.

Ela me deu um beijo e dormiu.

Acordamos bem cedo tomamos banho e descemos. Ela usava o biquíni verde com uma canga transparente.

Chegamos lá Celso já estava com sua esposa na praia. Celso apresentou sua mulher a Neuza.

Aparecida - tem bom gosto amor, ela é linda e muito gostosa.

Neuza - obrigada, mas você é um espetáculo.

Aparecida tem seios grandes e lindos, talvez com silicone, sua bunda é menor que a de minha mulher, mas não menos bonita, é dura, suas coxas são grossas. Seu biquíni era quase um fio dental. Ela é muito gostosa.

Fomos caminhando pela areia e conversando.

Aparecida - Não me deixe aflita Neuza. Aceitaram nosso convite para hoje à noite?

Neuza – Sim, aceitamos!

Aparecida - Seu marido te falou que podemos fazer uma festinha os quatro.

Neuza - Sim. Só que não temos experiência. Nunca nem pensamos nesta possibilidade. Foram os elogios de seu marido a mim que mexeu comigo. E por sorte se encontraram ontem.

Aparecida - Também não temos tanta experiência. Já fizemos uma vez aqui. Foi com um casal de amigos cariocas que estavam nos visitando. Depois de umas cervejas todo mundo meio que de fogo, acabou acontecendo. Foi bom, mas o cara ficou muito nervoso ao ver meu marido transando com a mulher dele. Me fodeu gostoso, mas não conseguiu dar a segunda. Meu marido comeu o cuzinho dela e ele broxou vendo. Ficamos com vontade de conhecer outro, mas não deu certo. Aí Celso te viu na praia e ficou com tesão em você.

Elas passaram em nossa frente e continuaram a conversa.

Elas estavam muito gostosas. Não dava para saber qual tinha o rabo mais lindo.

Eu e Celso caminhávamos em silêncio, não dava para escutar a conversa das duas.

Resolvemos falar de outras coisas.

Na volta entramos os quatro na água. Neuza foi em direção ao Celso e o beijou. Aparecida veio até mim e olhando para os dois disse: "Foi a primeira vez que o Celso me disse que queria comer uma mulher. Ele ficou com muito tesão nela. Está com ciúmes?" Eu: "Não, ciúmes não, achei estranho, sei lá. Neste momento penso mais em você." Ela: "Quer me foder?"

Perguntou já me abraçando e beijando. Sentir aquele corpo diferente encostar em mim me excitou muito.

Ela tirou a língua de minha boca e disse: 'Não precisa de responder, já senti esse pau enorme."

Continuou a me beijar e a se esfregar em mim. Minha mulher também estava colada ao Celso.

Neuza veio com o Celso até nós.

Ela - Vamos sair daqui e vamos embora. Senão tenho que dar aqui e agora. Estou com muito tesão.

Aparecida - Sabia decisão amiga, eu já ia arredar o biquíni, e a praia está enchendo. Vamos para a casa descansar, tenho que arrumar umas coisas para a noite.

Neusa - Precisa de ajuda?

Aparecida - Minha funcionária me ajuda. Gente, nada de transar agora e nem masturbar. Deixa tudo acumulado para noite.

Rimos e saímos da água com nossas mulheres na nossa frente.

Em nosso apartamento, fizemos uma refeição bem balanceada. Dormimos um pouco. Acordamos e conversamos sobre tudo que estava e iria acontecer. Ambos estávamos excitadíssimos.

Descemos e tomamos uma cerveja na beirada da praia. Engraçado que nos comportávamos como dois namorados. Não nos desgrudávamos mais. Algo que fazia anos que não acontecia. Subimos e dormimos abraçadinhos. Só não fizemos amor por causa do combinado. Fazia anos que não ganhava tantos beijos de minha mulher. Ela me deixou dormindo e foi rápido ao centro de Guarapari comprar um vestido.

Chegou a tão esperada 22hs.

Minha mulher usava um vestido soltinho e curto. Ela estava linda.

Ela - Amor, estou sem calcinha e sutiã. Acha que estou muito safada?

Eu - Está amor, está bem safadinha. Adoro!

Ela - Vai ver sua mulherzinha levar aquele pauzão na buceta, está nervoso?

Eu - Não, só com muito tesão.

Ela - A outra safadinha também vai estar sem calcinha. Ela vai levar este pauzão no rabo. Ela disse que adora tomar no cu.

Eu - Então são duas putinhas.

Chegamos lá fomos recebidos por eles com entusiasmo. Aparecida estava com um vestido bem parecido com o de Neuza. Claramente haviam combinado.

Subimos para o terraço do apartamento que tinha uma visão do mar espetacular. Assim que subimos já estávamos com o par trocado. Sentei em uma imensa poltrona com Aparecida e Neuza via o mar com Celso a segurando pela cintura.

Aparecida pegou as taças de vinho, nos serviu e voltou a sentar ao meu lado. Começamos a nos beijar. Ela é uma mulher linda e beijava maravilhosamente bem. Hora suave, hora com volúpia. Repousou a mão sobre meu pau. Por cima da bermuda o acariciava. Dava leves apertos ao mesmo tempo que me beijava suavemente. Minha mão estava nas suas coxas firmes e grossas. Meu carinho chegava até quase sua xoxota. Ela suspirava e contorcia seu lindo corpo. Na nossa frente, Aparecida continuava em pé voltada para o mar. Celso a abraçava por trás e acariciava seus seios ainda por cima do vestido. Ele beijava o pescoço e a nuca de minha mulher que suspirava e se contorcia.

Aparecida - É libertador quando a gente pode ver a pessoa que amamos recebendo prazer de outro sem sentirmos traídos ou humilhados. Meu tesão é tanto por estar aqui sentindo você, quanto por ver meu amor proporcionando prazer ao seu amor. Olhe como ela suspira, olhe como ela se contorce de prazer. Toque na minha xoxota e verá o quanto estou excitada. Sinto o meu grelinho duro, o bico dos meus seios duros, minha xoxota melada. Tudo isso por sentir um enorme prazer.

Eu - Você está certa, olho para eles e não me sinto dono dela. Sinto que ela está amando ser mulher de outro homem, mas vai continuar me amando. Realmente é libertador. Devia ter tentado antes.

Ela me beijou com mais volúpia.

Ela - Olhe amor, olhe a sua esposa conhecendo pela primeira vez um outro homem.

Celso tirou seu pau para fora, levantou o vestido de Neuza e foi introduzindo seu cacete na xoxota de minha mulher. Ela gemia e rebolava. Ele fazia movimentos de tirar e por.

Celso - Isso delícia, rebola na minha vara, que xoxota quente e melada. Eu sabia que ia ser muito bom te foder. Tá gostando amor?

Neuza - Muito, muito, minhas pernas estão bambas, me segura, estou bamba.

Ele a segurou, mas não tirou o pau de dentro dela. Ela gemia e parecia que ia cair.

Ele tirou o pau, virou ela, a beijou e a carregou. Disse que a levaria para a suíte. Fomos atrás deles. Aparecida me colocou na sua frente e beijava meu pescoço.

Lá ele a deitou na cama, levantou seu vestido e começou a chupar sua xoxota. Ela rebolava e segurava a cabeça dele. Suas pernas estavam dobradas. Ela suspendia os seus quadris.

Aparecida - Que delicia de chupada ela está ganhando. Ela vai gozar.

Aparecida, tirou minha roupa e me abraçou por trás, ela queria que eu visse minha mulher sendo arrombada por seu marido. Ela segurou no meu pau e apertava ele. Senti que ela tinha ficado nua. Seus seios roçavam minhas costas. Ela sussurrava no meu ouvido que eu era gostoso.

O marido dela colocou as pernas de minha mulher sobre seus ombros e alojou a cabeça de seu pau na entrada da buceta dela.

Neuza - Empurra amor, empurra este pau em mim.

Ele foi empurrando. Ela rebolava e segurava nas mãos dele. Ele empurrou tudo. Ela deu um gemido alto e estremeceu. Ele começou a meter nela. Ela pedia mais. Ela o chamava de macho gostoso. Pedia ele para gozar na buceta dela. Ele socava. Minha visão e de Aparecida era privilegiada. Fomos chegando para perto deles. Aparecida deitou ao lado de Neuza. Começou a chupar os seios de minha mulher. Eu comecei a chupar o grelo grande e duro de Aparecida, parecia um pintinho. Ela estremeceu e abandonou os seios de minha mulher. Ela gritava e pedia para eu morder seu grelo. Mordi e ela levantou os quadris gemendo. Coloquei dois dedos em sua vagina massageei ela por dentro. Senti ela suspirar mais forte. Ao mesmo tempo acariciava seu clitóris com minha língua. Ela começou a apertar seus peitos. Ela torcia os bicos deles. Ela gemia mais e suspirava acelerada. Logo ela estremeceu, senti mais líquido sair de sua xoxota. Ela tinha gozado. Eu continuei a chupar sua xoxota. Puxei seu corpo e coloquei ela igual estava minha mulher. Suas pernas estavam sobre o meu ombro. Peguei o meu pau e passei a cabeça na entrada de sua xoxota. Ela levantava os quadris como se estivesse querendo sentir logo meu pau dentro dela. Coloquei a cabeça e ela gemeu, coloquei mais um pouco e ela começou a rebolar rapidamente. Enfiei e ela gemeu alto.

Ela - Porra que cacete grosso. Vou gozar de novo neste pau.

Eu, com o dedão acariciava seu clitóris. Ela gozou. Agora era um gozo mais forte e bem mais molhado. Continuei a meter. Ao lado Neuza apertava os seus seios. Celso empurrou o corpo de minha mulher para cima e deitou sobre ela acelerando a metida. Ela passou as pernas por trás da bunda dele, e o puxava para dentro dela.

Neuza - goza amor, goza que vou gozar, goza amor, ai aiiiiiiiii

Ele gozou na mesma hora que ela.

Ficaram abraçados. Ele com o pau dentro dela.

Virei Aparecida e coloquei ela de quarto, beijei seu cu, enfiei um depois dois dedos naquele cuzinho lisinho. Ela piscava ele para mim. Molhei meu pau na xoxota dela e coloquei bem na portinha do cuzinho dela.

Eu - vai aguentar sem lubrificante?

Ela - Empurra para ver.

Empurrei e não entrava, ela bufava, gemia, mas a cabeça não rompia. Peguei o gel que estava em cima da cama e passei no cuzinho dela.

Ela - Tá bom, quero sentir ele me rasgando.

Coloquei novamente a cabeça e empurrei, ela gritou, empurrei novamente e senti a cabeça rasgando suas pregas. Ela gemeu alto e empurrou a bunda.

Eu tirava até a portinha e empurrava, a cada empurrada entrava mais, foi assim até meus bagos bater na sua xoxota. Regacei o cu da Aparecida. Meti muito. Suávamos em bica. Coloquei um dedo no grelo dela e apertei. Ela gemia e eu socava. Ela começou uma siririca. Quando ela disse que queria gozar, eu acelerei e derramei muito porra dentro dela. Também caímos deitados. O suar escorria entre nós. Meu pau ainda pulsava dentro dela. Ela apertava o meu pau com seu cu. Ao lado Celso ainda estava sobre minha mulher. Eles se beijavam. Saímos de cima delas. Uma de bruços com o cu aberto escorrendo porra, outra com a buceta minando porra. Minha mulher passou a mão na bunda da Aparecida. Aparecida virou e começou a beijar minha mulher. Era o primeiro beijo que minha mulher trocava com outra. Elas se beijaram. Depois ficaram na posição de alicate. Uma esfregando na buceta da outra. Se melaram todas. Depois começaram a lamber uma à outra. Ficaram transando até ambas gozarem. Celso tomou banho, logo após eu fui e elas ainda continuavam a transar. Eu e Celso abrimos umas cervejas e ficamos tomando na sala.

Celso - José, que mulheres temos. Amigo, talvez eu não fui legal em cantar sua esposa na praia. Desculpa pelo começo errado.

Eu - Tudo bem, você a reacendeu, estávamos fazendo sexo por obrigação. Ontem transamos como não transávamos a uns 5 anos. E eu só contei sobre a nossa conversa da noite depois que transamos. Ela estava louca de tesão que você despertou nela.

Ele - Legal, ainda bem. Cara, mas ela é muito gostosa. Que mulher incrível.

Eu - Amigo, mas a sua também é maravilhosa. Minha vontade é comê-la a noite toda.

Quando ele ia falar algo elas vieram, ainda suadas e cheirando a sexo. Minha mulher me abraçou e me beijou com cheiro de xoxota e porra. Elas estavam destruídas. Foram tomar banho juntas.

Saíram do banheiro e vieram até nós.

Minha mulher: Amor, estou muito feliz. Nunca gozei tanto na minha vida e não é culpa sua. Você é muito bom de cama. Eu que não me entregava. Ontem à noite gozei muito com você. Desculpa, a culpa era minha.

Eu - Que isso amor, nunca a culpa é de um só, tem sempre algo que o outro pode fazer. Talvez faltasse você se sentir desejável. E sou eu que tenho que te fazer sentir assim.

Ela me deu um beijo apaixonado, me puxou pela mão e me levou para o quarto. Coloquei ela de quatro e comi sua xoxota. Ela melou em segundos. Ela gemia e dizia que me amava.

Ela - Me fode amor, seu pau é muito gostoso. Que rola gostosa.

Ela gozou, sentou na cama e mamou na minha rola. Celso começou a acariciar suas tetas. Ela o puxou, deitou ele na cama, sentou sua xoxota na rola dele e me ofereceu o cuzinho. Passei um pouco de gel e fui empurrando no seu cu, era uma briga para dividir o espaço com o pau do Celso que estava socando na sua buceta. Conseguimos nos sincronizar e demos a minha mulher a sua primeira DP. Ela gozou e ficou molinha. Eu a segurava pelos peitos. Ela realmente amoleceu. Celso saiu de baixo e ela deitou. Eu ainda tinha meu pau cravado no seu cu.

Eu - Quer que tire amor?

Ela - Não, mete até querer gozar, mas tire para eu tomar sua porra.

Assim eu fiz comi por muito tempo o seu cu. Quando fui gozar eu tirei meu pau. Ela e a Aparecida dividiram minha porra. Celso também gozou na boca das duas.

Já amanhecendo o dia fizemos uma DP na Aparecida.

Hoje, estamos morando em Meaípe-ES, mantemos a discrição, mas somos amantes. Tem dia que encontramos os quatro, tem dias que três, tem dias que eu vou lá na casa deles comer a Aparecida e ele vem comer a Neuza. São poucas as regras. A primeira é que respeitamos os nossos filhos e netos. Só encontramos quando estamos sem a companhia deles. Segunda, tudo que acontecer de sexo só vai ser entre nós quatro.

Este diálogo abaixo acontece muito.

Eu pego o celular e ligo para a Aparecida.

Eu - Tudo bem amor?

Ela - Tudo paixão.

Eu - Celso está legal?

Ela - Sim, ótimo.

Eu - Estou com saudade.

Ela - Vem para cá amor, pergunta Neuza se Celso pode dormir aí?

Eu - Ela falou que pode e deve.

Ela - Lá pelas 21hs você vem e ele vai. Beijos

Eu - Beijos.

Aí eu vou e durmo com ela e ele com Neuza.

Simples, sem brigas, sem comparações ou traições.

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Comentários

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Que história maravilhosa. Tb sou casado, 65 anos, minha esposa 63 anos, e está acontecendo exatamente isso, sem interesse por sexo. Parabéns por terem conseguido romper essa barreira dos preconceitos de nossa sociedade, e terem conseguido realizar essa fantasia, e o melhor, continuam desfrutando desse prazer. Nota 10. ksado44sp@bol.com.br

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