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Noite no Trailer (camping) com meus país

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Um conto erótico de Pedro
Categoria: Heterossexual
Contém 1099 palavras
Data: 24/07/2026 14:11:39

Tudo começou quando fui viajar para a terra natal do meu pai, Recife. Morávamos em Cotia e a viagem de carro levaria pelo menos dois dias. Eu tinha 22 anos, minha mãe 56 e meu pai 58 Saímos às quatro da manhã, com a intenção de parar por volta das 21 horas em alguma cidade no caminho para dormir.

A viagem ocorreu no ano passado, em véspera de feriado. Quando chegamos à cidade onde iríamos pernoitar, não encontramos nenhum hotel com vaga. Acabamos alugando um trailer que estava disponível num camping simples à beira da estrada. Meu pai resolveu ficar com ele porque, além da cama de casal, havia um sofá onde eu poderia dormir. Estávamos cansados. Tomamos banho no banheiro apertado do trailer, comemos algumas coisas que levamos e descobrimos, num armáriozinho da cozinha, chocolates e uma caixa com sachês de mel. Eu peguei um chocolate. Minha mãe abriu a caixa — havia uns cinco sachês — e deu um para mim, um para o meu pai e outro para ela. Tomamos. Achei o gosto bom, mas diferente. Peguei a embalagem para ver o sabor e li: era um estimulante sexual, daqueles que estão na moda. Caí na risada e contei para eles. Os dois falaram, quase ao mesmo tempo:

— Puts, não acredito… kkkk

Ficamos deitados conversando por um tempo. Logo começamos a escutar gemidos altos vindos de um trailer vizinho. Como estávamos num camping, não tinha muito o que fazer. Meu pai ligou a TV pequena do trailer para tentar abafar o barulho. Quando a imagem apareceu, era um filme pornô, bem na hora em que o cara gozava na cara da mulher. Minha mãe soltou um “eita”. Meu pai tentou mudar de canal, mas só tinha canal adulto. Acabou desligando a TV.

Ficamos na meia-luz tentando dormir. Comecei a sentir um calor estranho e um desejo forte. Acredito que foi por causa do mel. Meu pau foi endurecendo, ainda mais com os gemidos do trailer ao lado. Eu estava deitado no sofá, ao lado da cama onde meus pais estavam. Puxei a coberta por cima das pernas e comecei a me masturbar devagar. Alguns minutos depois, minha mãe e meu pai comentaram que também estavam com calor. Eu falei:

— Isso é efeito do mel. Eu também estou sentindo.

Apagamos a luz. Continuei me masturbando ouvindo o casal do outro trailer. Estava com muito tesão. De repente, ouvi movimentação na cama dos meus pais. Fiquei quieto. Logo vieram os gemidos. Percebi que eles estavam transando. Fiquei gelado por um segundo, mas o tesão só aumentou. Voltei a bater punheta, agora ouvindo meus próprios pais. Já tinha escutado antes, quando eles estavam no quarto deles e eu no meu… mas nunca assim, a um metro de distância.

Tirei o short e fiquei ali, pelado, me masturbando sem disfarçar. Eles aumentaram o ritmo. Minha mãe gemia alto, sem se importar que eu estivesse do lado. Eu também já não disfarçava mais os gemidos. De repente a tela do meu celular, que estava na bancada, acendeu com uma notificação. O quarto se iluminou por alguns segundos. Vi minha mãe montada no meu pai, de costas para ele, em posição de cowgirl invertida. Consegui ver claramente o pau do meu pai entrando e saindo da buceta peludinha dela. Fiquei com o pau na mão, olhando meus pais transarem na minha frente. Eles me viram. Não falaram nada. Continuaram. Minha mãe gemia cada vez mais.

A luz do celular apagou e o trailer voltou a ficar escuro. Depois de alguns minutos ouvi a voz dela:

— Tá gostando, Gabriel?

— Sim, mãe. Estou com muito tesão. Acho que o mel fez efeito.

Meu pai completou, com a voz rouca:

— Fez mesmo.

Levantei, liguei o abajur e fiquei em pé na frente da cama, vendo meus pais meterem com vontade. Bati a punheta mais gostosa da minha vida. O pau babava de tesão. Minha mãe nunca tinha me visto duro daquele jeito e não parava de olhar. Fiquei de joelhos na cama. Ela ainda estava por cima do meu pai. Continuei me masturbando, peguei no braço dela e guiei a mão até o meu pau. Ela olhou para o meu pai. Ele acenou com a cabeça. Ela segurou e começou a bater uma punheta firme. Quase gozei na hora.

Passei as mãos nos peitos dela. Eram um pouco caídos, mas deliciosos. Levei um à boca e mamei com vontade, igual a um bezerro. Enquanto ela cavalgava no meu pai e me punhetava, eu chupava os seios dela. Depois fiquei em pé na cama e aproximei o pau da boca dela.

— Gabriel, não… isso já tá bom — ela falou.

— Tá bom, mãe. Então bate gostoso.

Ela continuou a punheta, cavalgando cada vez mais forte. Não aguentei. Gozei involuntariamente. O leite quente caiu em cima do peito e da barriga do meu pai.

— Tá gozando em mim, seu safado — ele disse.

— Tá muito gostoso… tô gozando sozinho.

Quando ela sentiu a porra quente na mão, soltou:

— Ai, Gabriel… que quentinho.

— É leitinho.

Ela respondeu na hora:

— Leitinho é pra tomar.

Abocanhou meu pau e começou a mamar com vontade. A boca dela era quente e molhada. Fiquei gemendo enquanto ela chupava. Depois me inclinei e falei no ouvido dela:

— Quero te comer.

— Me come então.

Fui para trás dela. Ela ainda estava montada no meu pai. Encostei a cabeça do pau no cuzinho apertado e fui entrando devagar. Ela gemeu alto:

— Aí… dois paus gostosos em mim… que delícia…

Meu pai gozou pouco depois, gemendo fundo. Se levantou e foi tomar banho no banheiro do trailer. Eu continuei com ela na cama. Tirei o pau do cú, virei ela de barriga para cima e enfiei na buceta. Encaixou certinho, quente e molhada. Quando a cabeça entrou, ela gemeu igual uma puta:

— Me come… vai…

Meti com força, chupando os peitos dela. Senti o gozo subindo de novo.

— Aí… vou gozar…

— Vem… me dá seu leitinho.

Fiquei em pé na cama. Ela se ajoelhou na minha frente. Gozei litros na boca dela. Parte ela engoliu; o resto escorreu pelo queixo e pelos peitos. Eu tremia tanto que mal conseguia ficar de pé.

Meu pai saiu do banho naquele momento. Viu minha mãe de joelhos, com meu pau ainda na boca e o corpo todo lambuzado de porra. Só falou, com um sorrisinho:

— Esse mel é bom, hein.

Fui tomar banho também. Depois nos deitamos e dormimos. No dia seguinte seguimos viagem. Quase não falamos sobre o que tinha acontecido. Mas depois daquela noite, outras coisas sexuais aconteceram entre a gente…

( Se você gosta de incesto Me chame no telegran @pefaria)

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