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Dificuldades no scat

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Um conto erótico de Svc
Categoria: Lésbicas
Contém 842 palavras
Data: 24/07/2026 12:06:56

Eu acho incrível a dificuldade de encontrar outras mulheres que também curtem scat... eu sei que é um tabboo, mas devíamos nos apoiar mais. Tenho 23 anos e consigo contar nos dedos quantas mulheres já conversei que também curtem... queria conhecer alguma para fazer amizade, trocar experiências, e quem sabe algo a mais... Para deixar o texto mais longo e interessante, vou deixar abaixo um conto ficcional que criei, espero que gostem rsrs

Sofia tinha 23 anos e morava sozinha num apartamento pequeno no centro da cidade. Sua pele era cor de paçoca, macia e dourada, com um tom quente que brilhava sob a luz do sol que entrava pela janela. Seus cabelos cacheados castanhos caíam em cachos volumosos até os ombros, sempre um pouco bagunçados, como se ela nunca tivesse tempo (ou vontade) de domá-los. Os peitos eram médios, firmes, com mamilos escuros que ficavam sensíveis ao menor toque. A bunda era grande, redonda e empinada, o tipo que chamava atenção mesmo quando ela usava calça jeans folgada.

Aos 18 anos, Sofia tinha descoberto o scat quase por acidente. Um vídeo aleatório no celular, uma curiosidade que virou obsessão. Ela passou semanas experimentando: cagando na mão, cheirando, lambendo, esfregando na buceta enquanto gozava. Era sujo, humilhante, proibido. E isso a fazia gozar como nunca. Mas o medo, a vergonha e o nojo a fizeram parar. Durante quase cinco anos ela se afastou do fetiche, se contentando com pornô mais “normal”.

Até aquela noite.

Ela chegou do serviço exausta, tirou o uniforme de atendente, tomou um banho rápido e se jogou na cama só de calcinha. Pegou o celular para relaxar vendo alguns vídeos pornô leves. Rolou o feed sem prestar muita atenção, até que um thumbnail chamou sua atenção: uma mulher de quatro, rosto sujo, comendo merda com um olhar de puro tesão.

O clique foi automático.

O vídeo começou a rodar. A mulher gemia enquanto pegava a própria merda quente com as mãos e enfiava na boca, mastigando devagar, babando, esfregando o resto na buceta inchada. Sofia sentiu um calor subir pela barriga. A buceta pulsou. Ela tentou fechar o vídeo, mas o tesão já tinha dominado. O corpo inteiro esquentou, os mamilos endureceram, a calcinha ficou molhada em segundos.

— Porra… — murmurou ela, mordendo o lábio.

Ela tirou a calcinha, abriu as pernas e começou a se tocar devagar. Dois dedos deslizando pela buceta molhada enquanto o vídeo continuava. A mulher no vídeo engolia um pedaço grande, gemendo de prazer. Sofia sentiu o cu piscar. Fazia anos que não cagava de propósito pra brincar.

Mas agora o desejo era incontrolável.

Ela parou de se tocar, foi até a cozinha, bebeu dois copos grandes de água gelada e voltou pro quarto. Deitou de lado na cama, com o espelho grande ao lado, e começou a empurrar. O cu se abriu devagar. A merda saiu quente, mole, cremosa — um cocô marrom-claro, bem pastoso, exatamente como ela lembrava que gostava.

Sofia pegou um pedaço grande com a mão direita, tremendo de tesão e nojo ao mesmo tempo. O cheiro forte, doce e terroso invadiu o quarto. Ela aproximou o nariz e inalou fundo, sentindo o cheiro subir direto pro cérebro.

— Meu Deus… como eu senti falta disso — sussurrou.

Ela levou o pedaço até a boca. Primeiro só encostou na língua, sentindo o gosto amargo, terroso, forte. Depois abriu mais a boca e colocou um pedaço inteiro. Mastigou devagar, sentindo a textura pastosa se desfazer na língua. O gosto era intenso, nojento e viciante. Ela gemeu alto, a buceta latejando.

Enquanto mastigava, a mão esquerda desceu pra buceta. Dois dedos entraram fundo, molhados de tesão. Ela começou a se masturbar devagar, esfregando o clitóris inchado enquanto continuava comendo a própria merda.

Pegou mais um pedaço, maior. Enfiou na boca, encheu as bochechas. Mastigou com a boca aberta, babando, deixando um pouco escorrer pelo queixo. A mão na buceta acelerou. Três dedos agora, entrando e saindo com força, fazendo barulho molhado. O gosto forte de merda na boca misturado com o prazer na buceta a deixou completamente louca.

Ela engoliu o segundo pedaço com dificuldade, sentindo ele descer pela garganta. Pegou mais merda, esfregou nos peitos médios, nos mamilos duros. Depois passou a mão suja na buceta, usando a merda como lubrificante. Dois dedos entraram fundo, misturando merda com a lubrificação natural. O cheiro era insuportável e delicioso ao mesmo tempo.

Sofia se deitou de costas, abriu bem as pernas, e começou a se masturbar com força. Quatro dedos agora, fodendo a buceta enquanto a outra mão levava mais merda pra boca. Ela mastigava, engolia, babava, gemia como uma animal. O orgasmo veio forte, violento. O corpo inteiro tremeu, a buceta apertou os dedos, esguichando um pouco de squirt misturado com merda. Ela gritou, com a boca cheia, engolindo o último pedaço enquanto gozava.

Ficou deitada por minutos, ofegante, o corpo todo melado de merda, o queixo sujo, a buceta latejando, o quarto cheirando a cocô fresco. O gosto forte ainda na boca.

Ela sorriu, exausta e feliz.

— Eu voltei… e nunca mais vou parar.

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