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Helena finalmente se tornou instrumento de prazer

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Um conto erótico de Motoqueiro
Categoria: Grupal
Contém 1834 palavras
Data: 24/07/2026 05:05:58

O trajeto até o Motel Dunas foi uma tortura psicológica. Sem calcinha, Helena sentia o couro do banco do carro diretamente na pele depilada a cada pisada no acelerador.

​Ao estacionar no box do Quarto 12, ela tomou a decisão que selaria seu destino: soltou o casaco longo no banco do passageiro. Não haveria disfarces.

​Ela abriu a porta do carro. O salto agulha de 10 centímetros estalou firme no cimento frio da garagem privativa.

​Helena estava completamente exposta à luz da manhã. Vestia apenas a blusa de seda branca transparente — que deixava seus seios totalmente visíveis —, a meia 7/8 preta fio 15 que parava no meio das coxas e os sapatos de verniz.

​O vento fresco da garagem bateu em sua intimidade desprotegida. O choque térmico e a descarga violenta de adrenalina fizeram seus mamilos enrijecerem na hora, marcando o tecido fino de seda.

​— Parada aí, meu brinquedinho — a voz do homem mais novo cortou o silêncio. Ele surgiu de trás da escada com o celular apontado para ela. — Nem pense em se cobrir.

​Ele e o mais velho a cercaram ali mesmo na garagem, transformando o espaço de cimento em um estúdio improvisado de humilhação.

​— Afaste as pernas. Segure na estrutura metálica do toldo e empine bem o bumbum para trás. Não se mexa — ordenou o mais novo.

​A humilhação era palpável. Helena obedeceu, os músculos das coxas tremendo pela curvatura forçada do salto alto. O rapaz abaixou-se atrás dela, posicionando a câmera em um ângulo de 45 graus, de baixo para cima. O foco era impiedoso: registrava a ausência absoluta de calcinha sob a barra da meia 7/8 preta que expunha o topo de suas coxas. Em seguida, contornou o corpo dela. Sob o mesmo ângulo, mirou de frente, capturando o tecido de seda colado aos seios e o brilho da umidade que já começava a escorrer livremente pelas pernas, descendo pela pele nua por não haver tecido de calça para segurar o fluido.

​— Agora mudou a pose, Helena. De lado, ajeita o cabelo, empina mais. E eu quero sorriso — comandou o mais velho, assumindo o controle dos cliques.

​Eles começaram a fazê-la tirar fotos em diversas posições ali na garagem. No início, Helena forçava os cantos da boca para cima, simulando um sorriso de prazer mecânico enquanto as lágrimas quentes borravam sua maquiagem e o flash disparava repetidamente. Mas, conforme o ensaio avançava e os comandos ficavam mais ousados, o corpo de Helena a traía. O atrito da seda a cada respiração ofegante e a adrenalina pura de estar exposta à luz do dia geravam uma pulsação quente e incontrolável. Conforme eles tiravam as fotos, ela ficava cada vez mais excitada, e sua bucetinha, visivelmente, ia ficando cada vez mais encharcada, brilhando e escorrendo pelas pernas por cima da linha da meia 7/8. Aos poucos, a rigidez do medo deu lugar a um relaxamento perigoso. O sorriso forçado transformou-se: ela começou a se sentir à vontade, arqueando as costas com naturalidade, olhando para as lentes com uma expressão totalmente espontânea e genuína de tesão. Eles tiraram várias fotos dela assim, registrando sua transição completa de uma diretora acuada para uma mulher totalmente entregue ao exibicionismo.

​Satisfeitos com o rolo de câmera cheio, eles finalmente a mandaram subir.

​Na penumbra avermelhada da suíte do Quarto 12, o cheiro de perfume barato era sufocante. Camila esperava junto à grande cama redonda, segurando duas taças de espumante com um sorriso cruel e triunfante.

​Helena intentou usar sua última postura de diretora corporativa para retomar o controle:

​— Eu vim fazer um acordo, Camila. Diga o seu preço. Vamos resolver isso de forma racional, por favor.

​O homem mais velho soltou uma gargalhada ríspida, dando um passo largo e parando a centímetros dela. Seus olhos desceram fixamente até o rastro umidificado e evidente que escorria pelas pernas dela, brilhando acima da borda da meia 7/8.

​— Racional? Olha para você, Helena. Você está encharcada diante de nós, escorrendo pelas pernas, e ainda quer falar em negócios? O seu próprio corpo já aceitou todas as nossas regras.

​Com um clique no controle remoto, ele acendeu a TV de 50 polegadas instalada na parede.

​— Vamos ver se você sustenta essa marra olhando para os fatos — desdenhou o mais velho, dando o play.

​O sangue de Helena congelou. A tela exibia os arquivos gravados de sua última vez ali. A câmera focava em seu rosto, entregue a um delírio sensorial completo, sem qualquer máscara social.

​No primeiro vídeo, Helena se viu na cama, de quatro. O mais velho estava batendo com força atrás dela, e os cortes revelavam que, na frente, o mais novo estava sentado enquanto ela o mamava com uma vontade que até ela mesma estranhou no presente. Em certo momento do vídeo, nota-se que ela para — o exato momento em que tem seu primeiro orgasmo. Ela sabe que gozou profundamente. Depois disso, ela para e pede para eles trocarem. Quando o mais velho senta na sua frente, ela percebe o cheiro da sua própria vagina na tela e seu primeiro instinto seria limpar-se, mas ele segura a cabeça dela e diz: "Está com nojinho do teu próprio gosto, vadia?". Então, ele a força. Quando ela começa a chupar a cabecinha do mais velho, acostuma-se com o gosto e passa a chupar de uma forma cada vez mais voraz. É nessa hora que ela percebe o mais novo passando um gel em seu ânus e se prepara para a penetração. No momento em que sente que ele vai penetrar, ela se concentra e, numa estocada firme, ele coloca tudo dentro. Ela dá um gemido na gravação, mas logo se acostuma com a sensação. Ele começa a bombar nela cada vez mais rápido, enquanto ela rebola na vara do mais novo e continua chupando o mais velho.

​O mais velho avançou para o segundo arquivo. A imagem exibia o encerramento daquela tarde. Helena aparecia tentando se limpar do esperma dos dois, quando a voz do mais novo dava a ordem na gravação: "Que foi, Helena? Você deveria se hidratar".

​— E então? Vai mesmo querer ir embora, Helena? — provocou o mais velho. — Essa não é a cara de uma mulher coagida.

​O mais novo encostou por trás, sussurrando no ouvido dela:

​— Sem contar o vídeo que você mesma gravou na porra da sala do seu escritório que você enviou pra gente. Você sempre foi uma safada, Helena. Só estava usando esse terninho de chefe para disfarçar. E tem mais as fotos que você acabou de tirar agora na garagem, de uma forma tão natural, tão sensual... Como é que você vai provar que foi forçada?

​Quando começa a rodar esse trecho do segundo vídeo na TV, Helena se vê na filmagem esfregando o gozo dos dois em seu corpo, com uma cara de satisfação. Ela parece extremamente satisfeita fazendo aquilo. Na vida real, assistindo à cena, ela se assusta, porque se lembra de que, quando estava fazendo aquilo, sua intenção real era agradar os dois, em uma tentativa desesperada de que a chantagem terminasse por ali. No entanto, o vídeo mostra exatamente o contrário. O trecho que eles mostram para ela a expõe esfregando todo o esperma dos dois em seu rosto e em seus seios, alisando-se inteira pelo pescoço com uma expressão inequívoca de prazer. A gravação mostra inclusive o momento em que ela dá uma lambida nos lábios, experimentando o esperma deles. A imagem é congelada exatamente no momento em que ela levanta os seios, olhando para eles com um sorriso que não deixa margem para dúvidas: não tem como questionar que ela estava completamente satisfeita com a situação.

​A defesa de Helena desmoronou por completo. Olhar para si mesma na tela, celebrando aquela submissão, destruiu qualquer argumento de resistência. O medo de perder o emprego, o marido e a vida nova estava definitivamente trançado com o tesão proibido.

​Camila aproximou-se pela frente, colando seu corpo ao de Helena. Suas mãos subiram lentamente, acariciando os ombros da amiga.

​— Esqueça o escritório, Helena. Nós duas sabemos quem você é de verdade — sussurrou Camila, reduzindo a distância e selando seus lábios nos dela.

​O contato foi o gatilho definitivo. O gosto do espumante, o perfume da antiga cúmplice e a visão de sua própria depravação na TV quebraram a última barreira. De forma voluntária, Helena cedeu. Suas mãos agarraram a nuca de Camila e ela passou a corresponder ao beijo com uma intensidade faminta, enfiando a língua com a sede de quem estava sufocada há anos.

​Os dois homens observavam a cena em silêncio. O homem mais velho deu um passo à frente, interrompendo o contato das duas por um instante. Ele segurou o queixo de Helena com firmeza, forçando-a a olhar em seus olhos.

​— Ficou lindo o reencontro de vocês — disse ele, com a voz grave. — Mas nós não viemos aqui apenas para assistir. E então, Helena... nós podemos participar?

​O transe do beijo se desfez por um segundo. O medo de ir longe demais a fez recuar a cabeça.

​— Não... — balbuciou ela, afastando os lábios. — Não, por favor... Isso não... Não... — repetiu em um sussurro desesperado.

​Camila segurou o rosto de Helena com as duas mãos, obrigando-a a olhar fixamente no fundo de seus olhos. Era um olhar de cobrança. Camila sabia que o "não" da boca de Helena já tinha sido desmentido pelo corpo úmido e pelas imagens na TV.

​O silêncio cúmplice entre as duas durou segundos. Camila deu um sorriso sutil, de quem conhecia sua verdadeira natureza. Helena engoliu em seco, olhou para os dois homens e a resistência final simplesmente evaporou.

​Com as bochechas coradas e a respiração descompassada, Helena lentamente moveu a cabeça para cima e para baixo.

​— Sim... — sussurrou ela.

​Com o consentimento dado, Camila tomou a iniciativa. Ela deslizou os dedos pelas alças da blusa de seda branca de Helena. Primeiro uma alça caiu, depois a outra.

​Em um movimento brusco, Camila puxou o tecido fino. O som da seda se rasgando ecoou na suíte. Os restos da blusa caíram no chão, deixando os seios de Helena totalmente à mostra diante dos olhares famintos dos homens.

​Helena tentou cruzar os braços num último reflexo de defesa, mas Camila segurou suas mãos com firmeza, conduzindo-a implacavelmente para o centro da cama redonda.

​Helena tentou uma última e sutil resistência física, mas a condução de Camila era firme. Cedendo por completo, a gestora de RH se ajeitou sobre os joelhos no colchão, ficando de quatro exatamente como antes, assumindo a posição que a tela da TV exibia na parede.

​O cerco se fechou imediatamente. O homem mais velho se sentou em sua frente e Helena começou um boquete como há muito tempo não fazia. O mais novo penetrou em seu cuzinho, mas desta vez sem nenhum lubrificante, enquanto Camila ficou por baixo de Helena chupando sua bucetinha já totalmente encharcada de tanto tesão e prazer.

​A engrenagem estava completa. O Quarto 12 havia se tornado o palco da transformação de Helena, onde o controle dos Mestres era absoluto.

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