Todas as histórias que irei compartilhar aqui são reais. Algumas aconteceram há mais tempo, outras são mais recentes. Todos os fatos aconteceram em Salvador. Sou um homem de 35 anos, alto, moreno claro, com barba fechada. Há quem diga que tenho cara de bravo, mas, na verdade, sou gente boa e tenho uma mente bem criativa para o sexo. Quem tiver interesse em conversar, realizar fantasias ou enviar homenagens, este é o e-mail pelo qual podemos falar: amantebaiano071@gmail.com
Neste primeiro conto, quero contar, em detalhes, algumas boas experiências que tive com pessoas que conheci no Tinder.
Todo mundo sabe que o Tinder é um oceano de possibilidades. Há pessoas realmente interessadas em um relacionamento sério e outras que procuram apenas algo casual.
Na história de hoje, eu estava em casa em um domingo chuvoso e frio em Salvador. Entre vídeos no YouTube, algumas abas abertas e o Tinder, apareceu uma curtida de uma mulher que não tinha foto do rosto no perfil. Normalmente, não costumo dar atenção a perfis sem foto, mas, naquele momento, a curiosidade falou mais alto.
Assim que demos match, por volta das 19h30, começamos a conversar. Logo no início, depois de trocar algumas mensagens, perguntei por que ela mantinha o perfil sem foto.
Ela, que vou chamar de Vitória, respondeu:
— Eu sou casada.
— Como assim? Casada e no Tinder?
— Estou em um casamento há mais de dez anos, mas estamos frios e distantes.
— Entendi. E o que você procura no Tinder?
— Ainda não sei. Instalei o aplicativo mais cedo, curti algumas pessoas e, agora à noite, estava indo desinstalar quando vi sua mensagem. Achei você interessante.
Conforme a conversa foi avançando, entendi que ela era o tipo de mulher que se sentia emocionalmente negligenciada dentro do casamento. Não havia relatos de agressões ou grandes brigas, apenas um relacionamento que havia esfriado com o tempo.
Depois de mais algumas mensagens, passamos a conversar pelo WhatsApp. Eu queria entender até onde aquela conversa poderia chegar naquela noite.
— Aqui é melhor para conversar. Então você está casada há mais de dez anos e a relação esfriou?
— Sim.
— Imagino que isso não seja fácil.
— Não é. Faz mais de dois meses que a gente não transa. Nem meus brinquedos têm resolvido.
— Entendo. E seu marido está aí com você?
— Não. Ele trabalha viajando. Às vezes fico três ou quatro dias sozinha em casa.
Nesse momento, pedi algumas fotos da Vitória. Ela enviou algumas imagens comuns, sem poses provocativas. Em seguida, pediu que eu também mandasse algumas fotos minhas. Enviei duas fotos normais e, depois, uma terceira em que aparecia apenas parte do meu corpo.
Ela respondeu:
— Nossa... por que você mandou uma foto assim?
— Não gostou?
— Gostei... e esse é justamente o problema. Acho que nem deveria estar pedindo isso, mas fiquei curiosa.
A conversa continuou em um clima de flerte.
— Era esse tipo de foto que você queria?
— Sim... era.
— Quem sabe um dia você não confere pessoalmente?
— Aí já seria passar dos limites. Isso aqui já é errado.
— Às vezes a curiosidade fala mais alto.
Ela demorou alguns segundos para responder e, por fim, escreveu:
— Olha... até que você tem razão.
Continua...