N. chegou por volta de 11h, pensou em fazer uma rápida visita a sua filha; G. abriu a porta, disse que ela ainda dormia, mas que nao demoraria em acordar, ele sentou no sofá disposto a esperar.
G. estava com uma calça de moletom rosa um pouco desgastada e uma blusa qualquer, deve ser um pijama pensou N.; ela estava limpando a casa, passou a vassoura na cozinha, mexeu em alguma coisa no armário que ele nao prestou atenção e foi passar um pano no rack, ficando de costas onde N. estava sentado. Quando ela se inclinou diante dele, N. não pode deixar de notar a silhueta da sua bunda, notou também com uma ponta de excitação o desenho da sua calcinha atolada, isso provocou em N. algumas lembranças e num ímpeto ficou em pé e se colocou atrás dela, bem perto, mas sem contato físico, N. queria observar como ela reagiria, G. permaneceu inclinada a frente sem mudar de posição, ele então respirou fundo, tomou coragem e se ajoelhou, colocou a cara naquela bunda e deu uma fungada profunda, nesse momento ele não se importava se ela fosse achar estranho, ela virou a cabeça e o fitou com seus olhos claros; mas para N. isso era só o começo, precisava de mais, muito mais, sentia a necessidade de ver novamente essa bundinha, abaixou lentamente sua calça e esboçou um sorriso, aquela bunda continuava do jeito que ele lembrava, durinha e firme.
Para N. aquilo era somente um aperitivo ele nao tinha chegado até aquele ponto para simplesmente observar, ele iria muito além se ela deixasse, só pararia se ela pedisse; aquela calcinha preta era a única coisa que o separava do seu objetivo, N. abaixou aquela calcinha, G. disse que ainda nao tinha tomado banho, mas isso não ia fazê-lo desistir, no fundo ele preferia assim. Agora ele estava olhando diretamente para o cuzinho dela, quase hipnotizado, aquela visão era como nicotina para um fumante como droga para um viciado, ele sentia a descarga de dopamina no seu cérebro produzindo uma sensação de prazer; num instante la estava N. com sua língua enfiada nesse cu, ela emitia uns gemidinhos e se contorcia lentamente, nessa hora ele esqueceu de tudo, só queria colocar a sua língua o mais fundo possível. Após alguns minutos se lambuzando N. colocou um dedo na boca dela e falou: molha bem que vou colocar no teu cuzinho, quero sentir se ainda continua apertadinho do jeito que era, ele estava de pau duro, quando sentiu que o seu dedo estava bem lubricado, o colocou suavemente no cu de G., nesse momento ela soltou um gemido mais alto e disse para colocar devagar, ele sabia que precisava ir com calma, N. podia sentir as preguinhas apertando forte seu dedo, ele lembrou do quanto esse cuzinho era apertado, pelo jeito continuava igual ele pensou, ficou com o dedo por algum tempo dentro dela, e assim que o retirou o levou a boca e deu uma chupada, ele queria lembrar do sabor desse cuzinho. Cu que por algum tempo tinha sido dele, mas que até agora ele só tinha lembranças, mas hoje ele iria até o final, abaixou suas calças e sua cueca, N. estava pronto para tomar de volta o que um dia foi seu.
Nesse momento N. voltou a si, ele ainda estava sentado no sofá e G. estava a sua frente como esperando uma resposta a algo, ele balançou a cabeça mexeu no celular e disse que precisava sair mais que retornaria mais tarde, ela estranhou o seu comportamento mas não disse nada.
N. rapidamente saiu, tentando esconder sua ereção e sua vergonha, embarcou no seu carro e pensou em voz alta - esse cuzinho um dia ainda ha de voltar a ser meu -.