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Primeiro encontro part 2

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Um conto erótico de Laura
Categoria: Heterossexual
Contém 5221 palavras
Data: 24/07/2026 00:58:14
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

— Relaxa. Eu posso te ajudar… Quero conversar com esse Carlos, ver quem é. Mas nada é de graça. Você vai me mostrar as conversas, vai me contar com detalhes tudo que sentiu quando ele tava com a mão entre suas pernas… e talvez me dê algo mais pra eu guardar segredo.

O olhar dele era puro desejo. Meu coração disparou de novo.

Fiquei parada, incrédula, olhando pra ele. Meu Deus, meu gerente tá falando sério? Tá me pedindo pra contar tudo? A vergonha queimou meu rosto inteiro. Eu queria levantar e sair, mas uma curiosidade doentia me segurou ali. Queria saber até onde ele iria. E, se o Carlos voltasse a me procurar, ter o Eduardo do meu lado parecia… seguro, de um jeito torto.

— Eduardo… isso não é certo. Eu tenho namorado — murmurei, mas minha voz saiu fraca.

Ele só sorriu e apertou levemente minha coxa por cima da saia. Eu segurei o pulso dele, relutando, mas não afastei de imediato. O calor da mão dele me lembrou do estacionamento.

De repente, fingi que o celular vibrava no bolso.

— É o Pedro ligando, preciso atender agora! — menti, me levantando rápido.

Eduardo estava com a respiração pesada, visivelmente excitado, mas me deixou ir.

— Tudo bem. Amanhã saímos cedo pras visitas aos clientes. Vamos trabalhar em dupla. Vai ser bom pra você aprender o campo.

Fugi pro quarto, tranquei a porta e me joguei na cama. Meu corpo inteiro tremia. Culpa, medo, um tesão traiçoeiro… dormi mal pensando no dia seguinte.

Nos dias seguintes, Eduardo foi esperto. Marcou todas as visitas em dupla, dizendo que era pra eu ganhar experiência. Fomos pra uma grande empresa de agronegócio vender nossa linha de defensivos agrícolas. Quando entramos na sala do dono, meu sangue gelou.

Era o Carlos. Ele me olhou por um segundo, mas disfarçou perfeitamente — apertou minha mão como se fosse a primeira vez e se apresentou como proprietário. Depois pediu pra falar a sós com Eduardo sobre as condições do contrato. Eles ficaram quase três horas trancados. Eu esperei do lado de fora, roendo as unhas, imaginando se ele tinha contado tudo.

Quando saíram, os dois estavam sorrindo. Carlos olhou pra mim com um brilho diferente e disse:

— Vamos jantar os três hoje à noite. Pra comemorar a possível parceria. Eu insisto.

Não tive como recusar.

No jantar…

Luz baixa, vinho caro, mesa redonda. Eles pediram garrafa atrás de garrafa. Eu bebia devagar no começo, mas o álcool foi me soltando. A conversa começou profissional, mas logo desandou. Carlos e Eduardo falavam de mulheres, de como “as novinhas de hoje são curiosas”. Carlos dava indiretas diretas pra mim:

— Tem garota que parece santinha… mas quando um homem mais velho coloca a mão certa no lugar, ela descobre um mundo novo.

Eu ria constrangida, mexendo na taça, tentando ser educada:

— Ah, cada um tem seu jeito… eu sou bem comportada.

Mas por dentro estava intrigada. O vinho aquecia meu corpo, as indiretas dele me faziam lembrar da mão dele apertando minha coxa, roçando por cima da calcinha. Eu apertava as pernas, excitada apesar da culpa com o Pedro. Eduardo percebia tudo e sorria.

No meio de uma taça, ele colocou a mão no meu ombro e falou bem claro:

— Laura, temos uma missão importante pra você. Se você ajudar a gente a fechar esse contrato grande com o Carlos… você leva a comissão inteira. Vai ser um dinheiro bom pra uma menina de 18 anos. O que acha?

Carlos me encarou por cima da taça, com aquele mesmo olhar do estacionamento. O ar na mesa ficou denso. Meu coração batia forte, o vinho deixando tudo mais quente e confuso. Eu sabia que a “missão” não era só sorrir e ser simpática…

Eu ri nervosa, olhando de um pro outro, sem saber o que responder.

— Missão? Como assim? O que exatamente eu preciso fazer? — perguntei, curiosa apesar do medo. Minha voz saiu mais baixa do que queria.

Eduardo sorriu devagar, tomando um gole de vinho. Carlos me olhava com aqueles olhos experientes, como se já soubesse o que viria. As indiretas começaram a ficar mais pesadas. Carlos comentava casualmente sobre “mulheres que sabem agradar um cliente importante” e “como um pequeno gesto de confiança pode fechar grandes negócios”. Eu ria constrangida, mexendo na taça, perguntando de novo:

— Mas sério… que missão é essa? Vocês estão me deixando curiosa…

Eles trocavam olhares cúmplices. O vinho subia, meu corpo estava quente, e uma parte traidora de mim queria saber até onde isso ia. Eu relutava por dentro — tenho namorado, isso é loucura —, mas não levantava da mesa.

De repente, meu celular vibrou no colo. Mensagem do Eduardo:

“Tá preparada?”

Meu coração disparou. Olhei pra ele, que fingia conversar com Carlos. Respirei fundo e respondi só com “Sim”.

Ele esperou uns minutos e mandou outra:

“Vamos ali perto do banheiro conversar rapidinho. Sozinha.”

Me desculpei com Carlos e fui. Eduardo me encontrou no corredor discreto perto dos banheiros. Ele estava sério, mas excitado.

— Olha, Laura… o Carlos tá muito afim de você. Eu falei que você tem namorado, que é certinha, mas ele insistiu. Disse que respeita, mas que pelo menos queria uma prova de que você tá aberta pro negócio. Ele quer sua calcinha. Agora. Você vai no banheiro, tira e coloca no colo dele por baixo da mesa. Tem coragem?

Fiquei parada, chocada, o rosto queimando.

— Eduardo… não… isso é demais. Eu não posso…

Ele se aproximou, voz baixa e firme:

— É só a calcinha. Nada de beijo, nada além. Você faz isso, a gente fecha o contrato hoje. Comissão inteira pra você. Pensa no dinheiro… e pensa que eu tô aqui pra te proteger. Vai ser rápido.

Eu hesitei muito. O vinho, o tesão acumulado, a curiosidade… acabei cedendo. Entrei no banheiro feminino com as pernas tremendo. Tirei a calcinha devagar, sentindo o ar frio na pele molhada. Guardei na mão fechada e voltei pra mesa, o coração na boca.

Sentei. Com a mão tremendo por baixo da toalha, coloquei a calcinha quente e úmida no colo do Carlos. Ele sentiu, sorriu discretamente e guardou sem ninguém ver. O negócio foi fechado ali mesmo — papéis assinados por cima da mesa, brindes, apertos de mão.

Eduardo olhou pra mim e disse baixinho:

— Agora vai se despedir dele direito.

Fui me despedir. Carlos se levantou, me puxou num abraço lento. Deu um beijo bem demorado na minha bochecha, quase no canto da boca. Depois passou a língua devagar pela linha da bochecha, quente e molhada. Apertou meu corpo contra o dele — senti a barriga e o volume dele roçando em mim — e desceu a mão grande, apertando minha bunda com força por cima da saia, demorando alguns segundos. Eu tremi inteira, sem reação, tesão e nojo misturados.

— Boa menina — sussurrou antes de soltar.

Eduardo me tirou dali rápido, me colocando no carro dele. Dirigiu em silêncio por uns minutos, depois colocou a mão na minha coxa nua (sem calcinha) e perguntou com a voz rouca:

— Conta tudo que tá sentindo agora, Laura. Sem esconder nada. Eu adoro quando você obedece… e a gente pode realizar muitas coisas juntos de agora em diante. Muitas.

Eu estava ofegante, sem calcinha, bunda ainda latejando do aperto do Carlos, cabeça girando com o vinho e a culpa. Não sabia nem por onde começar a falar…

Eu estava sem calcinha, a saia fina encostando direto na pele, ainda sentindo o aperto na bunda que o Carlos tinha dado. Eduardo dirigia com uma mão no volante e a outra descansando na minha coxa nua. Ele começou a perguntar baixinho:

— Conta, Laura… tá sentindo o quê agora? Tá pensando no Carlos apertando você?

— Eu tenho namorado, Eduardo… — respondi pela terceira vez, voz fraca. Mas não tirei a mão dele da minha coxa de imediato. O calor da palma dele ali me deixava confusa.

Ele tentava subir um pouco mais a mão, mas toda vez que avançava eu segurava o pulso dele e tirava, relutando. Ele respeitava e voltava a mão pra onde estava. Eu fui me abrindo aos poucos, o vinho ainda fazendo efeito:

— Tô meio alta… o vinho subiu. Mas eu nunca trairia o Pedro, nunca. Isso tudo foi loucura. Só… foi bom me sentir desejada, sabe? O Carlos olhando pra mim daquele jeito, o jeito que vocês dois me trataram… eu me senti mulher de verdade. Mas não vou passar disso.

Eduardo escutava, assentindo. Quando viu que não ia rolar mais, tirou a mão da minha coxa devagar. Eu respirei aliviada. Ele então encostou a própria mão por cima da calça, bem no volume que já estava marcado, e ajeitou o pau com um gemido baixo.

— Tem problema eu ajeitar aqui? Tá apertado pra caralho.

Fiquei tímida, vermelha, mas não consegui desviar o olhar.

— Não… pode — murmurei, curiosa apesar de tudo.

Ele pediu baixinho:

— Continua falando então. Me conta mais detalhes… como foi quando ele apertou sua bunda agora há pouco.

Enquanto eu falava, envergonhada mas obedecendo, descrevendo a sensação do beijo lento na bochecha, da língua passando, do corpo dele pressionando e da mão apertando minha bunda, Eduardo começou a mexer a mão por cima da calça. Devagar no começo, depois mais firme. Eu via o pau dele ficando bem duro, marcando forte no tecido. Meu coração batia forte.

De repente ele parou, pegou minha mão com firmeza e puxou na direção dele.

— Coloca aqui. Só sentir um pouco.

Eu hesitei, mas acabei deixando ele guiar. Apertei o pau dele por cima da calça, sentindo todinho — grosso, quente, latejando. Fiquei uns dois segundos assim, chocada com o tamanho e o calor, depois soltei rápido como se tivesse queimado.

— Eu preciso ir pro quarto… — falei, tentando abrir a porta.

Ele segurou meu braço com carinho, sem forçar, e me puxou de volta pro banco.

— Calma, Laura. Eu não vou forçar nada. Só conversa. Me conta o que você tá sentindo de verdade. Tá excitada?

Ele parou o carro exatamente no mesmo estacionamento escuro onde eu tinha ficado com o Carlos dias antes. O lugar me deu um frio na barriga.

— Não… não tô excitada — menti, voz tremendo.

Eduardo sorriu compreensivo.

— Então prova. Coloca a mão na sua bucetinha rapidinho e me mostra os dedinhos.

Eu hesitei muito, mas o vinho, a pressão do momento e a curiosidade falaram mais alto. Desci a mão, toquei por baixo da saia e senti. Estava encharcada. Quando tirei os dedos, eles estavam brilhando, melados.

Ele pegou minha mão, olhou com desejo e lambeu devagar dois dos meus dedos, sentindo o gosto.

— Eu te disse que você estava gostando… — falou rouco, com um sorrisinho satisfeito.

Fiquei sem reação, tremendo, culpada e excitada ao mesmo tempo.

Fiquei olhando pro pau dele latejando, grosso e vermelho, a mão dele ainda se mexendo devagar. Meu corpo inteiro queimava. O vinho, o tesão acumulado, a voz dele… tudo me deixava tonta. Respirei fundo, gaguejando:

— Tá bom… eu te faço gozar aqui. Mas só com a mão. Não vou chupar.

Eduardo sorriu satisfeito e pegou minha mão com firmeza, puxando ela pra perto do pau dele.

— Boa menina. Agora me diz… o que você quer fazer?

— Eu quero subir pro quarto… — respondi com a voz gemendo, quase um sussurro. Mas não puxei a mão pra trás. Deixei ela se aproximar, os dedos roçando na pele quente e latejante.

Ele soltou um gemido baixo e falou bem perto do meu ouvido:

— Fecha os olhos, minha princesa. Isso… porque eu tô mandando. Você quer pegar no pau do seu chefe, né? Quer fazer ele gozar gostoso pra você. Obedece.

Fechei os olhos, arrepiada. Minha mão envolveu o pau dele. Estava quente, grosso, pulsando forte. Comecei a bater punheta devagar, sentindo cada veia. Eduardo colocou a mão por cima da minha, guiando o ritmo, fazendo ficar mais firme e mais rápido.

— Isso, porra… assim, sua safadinha. Olha como você obedece bem. Tava toda molhada o dia inteiro, né? Tirando a calcinha no restaurante como uma putinha obediente…

As palavras dele me excitavam contra a minha vontade. Eu gemia baixinho, a mão indo mais rápido, sentindo ele inchar na minha palma. Ele xingava baixinho, voz rouca:

— Caralho, Laura… que mãozinha gostosa. Mais rápido, vai… você é uma boa garota do chefe, né?

Eu estava encharcada, mexendo as coxas sem perceber. De repente senti o pau dele pulsar forte na minha mão. Eduardo gemeu mais alto e colocou a mão na minha nuca, segurando firme meu cabelo.

— Não… Eduardo, por favor… — murmurei, mas ele não soltou.

— Abre a boca. Agora. Vou gozar todinha nela.

Eu hesitei, mas o tesão e a voz dele mandando falaram mais alto. Abri a boca. Ele deu um gemido longo e soltou um jato quente e grosso bem na minha língua. Parte acertou minha boca, parte escorreu no meu queixo e caiu no vestido. Senti o gosto forte, salgado. Ele ficou doido, apertando minha nuca.

— Isso… engole tudo, princesa. Limpa com a mão.

Ainda tremendo, passei a mão no pau dele, limpando o resto que escorria, e depois levei os dedos à boca. Engoli tudo, sentindo ele descer pela garganta. Meu rosto queimava de vergonha e excitação.

Eduardo respirava pesado, olhando pra mim como se eu fosse a coisa mais safada do mundo. Ele ajeitou a calça devagar e ligou o carro.

— Boa menina… agora a gente sobe.

Eu estava em silêncio, suja, molhada e sem conseguir acreditar no que tinha acabado de fazer.

Entrei no quarto tropeçando, fechei a porta e encostei as costas nela. Meu coração ainda batia descontrolado. O gosto dele ainda estava na minha boca, salgado, forte. Olhei pro vestido e vi as manchas úmidas onde o gozo tinha escorrido. Tirei a roupa devagar, me sentindo suja, errada… mas meu corpo inteiro latejava.

Sentei na beira da cama só de sutiã, pernas abertas. A calcinha ainda estava com o Carlos. A buceta inchada e molhada roçava no lençol. Fechei os olhos e tudo voltou de uma vez:

A mão do Eduardo na minha nuca… o pau dele pulsando na minha palma… o jeito que ele me mandou abrir a boca… o jato quente acertando minha língua… o gosto descendo pela garganta enquanto ele me chamava de “boa menina”.

— Meu Deus… o que eu fiz? — sussurrei, mas minha mão já descia sozinha pela barriga.

Eu tinha nojo. Nojo de mim mesma por ter obedecido, por ter gostado de sentir ele gozando na minha boca. Pensava no Pedro, no namoro de dois anos, na cara dele se soubesse. Mas o tesão era mais forte. Muito mais forte.

Me deitei na cama, abri as pernas e comecei a me tocar. Devagar no começo. Dois dedos deslizando entre os lábios molhados, sentindo o quanto eu estava encharcada. Gemi baixinho.

Lembrei da voz rouca dele: “Obedece… você é uma boa garota do chefe”. Meus dedos foram mais rápido, circulando o clitóris inchado. A outra mão apertava o peito, beliscando o bico por cima do sutiã. Meu quadril rebolava contra a mão, como se eu ainda estivesse no carro.

— Eu tirei a calcinha no restaurante… deixei ele gozar na minha boca… engoli tudo… — murmurava pra mim mesma, a voz falhando de tesão e vergonha.

A excitação subiu rápido. Os dedos entravam e saíam, molhados, fazendo barulhinho obsceno. Eu imaginava o pau dele de novo, latejando, o jeito que ele segurou minha nuca mandando eu abrir a boca. O corpo inteiro começou a tremer.

— Ahh… caralho… — gemi mais alto.

O orgasmo veio forte, quase violento. Minhas pernas se fecharam em volta da mão, o quadril levantando da cama. Senti os espasmos fortes, a buceta contraindo nos meus dedos. De tanta excitação, não consegui segurar:

— Aaaahh!! — soltei um grito abafado, mas alto o suficiente pra ecoar no quarto silencioso do hotel. Meu corpo inteiro convulsionou, gozando forte, molhando meus dedos e o lençol.

Fiquei deitada depois, ofegante, olhando pro teto. O tesão foi baixando aos poucos e veio a onda de nojo e culpa. Lágrimas pinicaram meus olhos.

Fiquei deitada por alguns minutos, o corpo ainda tremendo com os resquícios do orgasmo. O lençol estava molhado embaixo de mim. Levantei devagar, pernas bambas, e fui até o banheiro. Tirei o sutiã e entrei no chuveiro, deixando a água quente cair sobre o corpo. Esfreguei a pele com força, como se pudesse lavar o gosto dele, as marcas invisíveis das mãos dos dois homens. Mas quanto mais eu tentava limpar, mais lembrava.

Saí do banho enrolada na toalha e parei em frente ao espelho grande do quarto. A luz amarelada do abajur deixava tudo mais íntimo. Olhei pra mim mesma.

Meu cabelo estava bagunçado, os lábios ainda um pouco inchados, as bochechas coradas. Os olhos… os olhos estavam diferentes. Mais brilhantes. Mais vivos. Passei a mão devagar pelo pescoço, descendo entre os seios, pela barriga, até parar na coxa onde Eduardo tinha massageado.

E ali, olhando pro reflexo, eu senti algo mudar.

Essa sou eu agora?

Imaginei uma nova Laura. Uma que não tinha mais medo de desejos proibidos. Uma que se abria devagar, que obedecia quando mandavam, que sentia o pau latejando na mão e gozava gritando sozinha no quarto de hotel. Uma Laura mais bonita — não porque tivesse mudado o corpo, mas porque tinha um brilho safado no olhar. Mais desejada. Os homens olhando pra mim como o Carlos e o Eduardo olharam: com fome, com vontade de mandar e de me fazer obedecer.

Tudo parecia possível.

Toquei meus lábios inchados no espelho, sorrindo de canto.

— O que você tá virando, Laura? — sussurrei pra mim mesma.

Senti um novo arrepio. Não era só nojo. Era tesão misturado com poder. A sensação de estar descobrindo um lado meu que o Pedro nunca viu… e que talvez nunca fosse ver.

Deitei na cama, nua, e puxei o lençol até a cintura. O sono demorou a chegar. Fiquei pensando no dia seguinte. No que Eduardo ia querer. No que eu seria capaz de fazer.

E, pela primeira vez, não senti só medo. Senti uma excitação perigosa com a possibilidade.

Acordei no dia seguinte com o corpo dolorido de um jeito bom. O sol entrava fraco pelas cortinas do hotel. Fiquei alguns minutos na cama só olhando pro teto, repassando tudo que tinha acontecido. O carro, a mão dele na minha nuca, o pau latejando na minha palma, o gosto dele na minha boca, o grito que dei quando gozei sozinha no quarto… e aquele momento no espelho, me olhando como se eu fosse outra pessoa. Mais viva. Mais perigosa.

Tomei banho, me arrumei com uma blusa mais justa e uma saia que agora me fazia corar só de lembrar que não estava usando nada por baixo na noite anterior. Quando desci pro café da manhã do hotel, Eduardo já estava lá, sentado, tomando café com aquele sorrisinho satisfeito no rosto.

Sentei na frente dele. Meu coração acelerou.

— Bom dia, princesa — ele disse baixinho, só pra eu ouvir. — Dormiu bem?

Corei imediatamente.

— Mais ou menos… — murmurei, pegando o café pra disfarçar.

Ele me olhou dos pés à cabeça, como se estivesse lembrando de cada detalhe da noite anterior.

— Hoje temos mais visitas. Em dupla, claro. E depois… a gente conversa no carro de novo. Você foi tão boa ontem que eu quero ver até onde você consegue ir.

Senti um frio na barriga. Parte de mim queria dizer não, queria bloquear tudo e voltar pro Pedro. Mas outra parte — aquela nova Laura que vi no espelho — já estava molhando só de imaginar o que ele poderia mandar eu fazer hoje.

Enquanto tomávamos café, ele passou o pé por baixo da mesa e encostou na minha perna. Eu não afastei.

— Me conta… — ele falou baixinho. — Quando você chegou no quarto ontem, se tocou pensando em mim?

Fiquei vermelha e baixei o olhar, mas acabei respondendo com a voz quase inaudível:

— Sim…

Ele sorriu largo.

— Boa menina. Hoje vai ser ainda melhor.

Eu estava vermelha, mexendo o café sem parar, quando ele se inclinou um pouco mais sobre a mesa e falou baixinho, com um sorriso malicioso:

— Sabe… ontem à noite eu ouvi você gritando no quarto. Foi bem alto. Um gritinho bem gostoso.

Meu rosto queimou inteiro. Quase derrubei a xícara.

— Não… não fui eu — gaguejei rápido, negando. — Deve ter sido outra pessoa. O hotel é grande, deve ter alguém vendo filme ou sei lá…

Eduardo riu baixinho, claramente não acreditando em nada. Ele encostou o pé na minha perna por baixo da mesa de novo, subindo devagar pela panturrilha.

— Laura… eu sei que foi você. Eu tava no corredor quando ouvi. Parecia que você tava gozando bem gostoso. Aposto que se tocou pensando no meu pau na sua mão… ou no gosto que eu deixei na sua boca.

— Não foi nada disso! — insisti, voz baixa e nervosa, olhando pros lados pra ver se ninguém estava escutando. — Eu só… tomei um susto com alguma coisa. Não foi o que você tá pensando.

Ele não parava de sorrir, o olhar faminto. Em vez de me contrariar diretamente, ele contornou devagar, voz rouca e instigante:

— Tudo bem, princesa. Se você diz que não foi… eu finjo que acredito. Mas me conta uma coisa: quando você “tomou um susto”, você tava de pernas abertas? Tava molhadinha como no carro? Aposto que você gozou pensando em como obedeceu seu chefe direitinho…

Eu apertava as coxas, tentando negar, mas minha voz saía fraca:

— Para, Eduardo… eu não fiz isso. Eu tenho namorado. Não foi por sua causa.

Ele riu de novo, baixo e satisfeito, como se cada negação minha só o deixasse mais excitado.

— Claro, claro… você é uma boa menina. Mas o seu corpo não mente, né? Olha como você tá vermelha só de eu falar. Imagina o que vai acontecer hoje no carro depois da visita…

Ele deixou a frase no ar, o pé ainda encostando na minha perna, me instigando sem parar.

Eu queria sumir de vergonha… mas não conseguia tirar a perna.

Terminamos o café da manhã e Eduardo se levantou, olhando pra mim com aquele ar de quem já tinha tudo planejado.

— Vamos pra visita aos clientes. Mas antes… você vai no banheiro, tira sua calcinha e traz pra mim.

Fiquei parada, chocada.

— Não… Eduardo, eu não vou fazer isso. Já passou dos limites ontem.

Ele se aproximou, voz baixa e firme, mas com aquele tom que me desmontava:

— Laura… você sabe que gosta quando eu mando. Ontem você obedeceu direitinho. Vai ser rápido. Ninguém vai ver. Faz isso por mim.

Eu relutei, neguei várias vezes, mas o jeito que ele falava, misturando ordem com elogio (“boa menina”, “você fica tão safada quando obedece”), foi me convencendo. O tesão daquela voz mandando acabou vencendo. Fui pro banheiro do hotel com as pernas tremendo, tirei a calcinha, guardei na bolsa e voltei. Entreguei pra ele por baixo da mesa, vermelha de vergonha.

Ele pegou, sorriu e guardou no bolso.

— Já volto — disse, e saiu.

Demorou uns dez minutos. Quando voltou, estava com a calcinha na mão (dobrada, mas visível o suficiente pra me apavorar). Meu coração quase saiu pela boca.

— Volta no banheiro. Eu te espero no carro. Você tem só 5 minutos.

Fui correndo. Aquela sensação de estar sendo mandada… por mais que eu lutasse, achava aquilo absurdamente excitante.

Cheguei no banheiro, tranquei a porta e abri a calcinha. Meu estômago revirou.

Estava toda gozada. Grossa, branca, ainda fresca em vários pontos. Ele tinha gozado dentro dela.

Fiquei brava, intrigada, excitada e com medo tudo ao mesmo tempo. Olhei pro relógio — o tempo passando.

— Foda-se… — murmurei.

Tirei um pouco da porra com papel higiênico, o máximo que consegui, e vesti a calcinha. Senti o tecido úmido e pegajoso encostando na minha pele. Fui pro carro quase correndo.

Entrei. Eduardo já estava no banco do motorista.

— Quero ver se você tá com a calcinha — falou sério.

— Não vou mostrar aqui… — respondi, envergonhada.

Ele ficou bravo na hora, voz mais grossa:

— Eu tô mandando, Laura. Levanta a saia agora.

Com as mãos tremendo, levantei a saia. Ele olhou a calcinha e viu as marcas que eu não consegui limpar direito.

— Tá sentindo meu leitinho em você? — perguntou, com um sorrisinho.

— Eu… eu limpei com papel higiênico — confessei, voz baixa.

Ele ficou visivelmente bravo, mas excitado.

— Você jogou sujo. Não seguiu as regras. Isso vai ter consequências, princesa. E você vai aprender a obedecer direitinho de agora em diante.

Ele ligou o carro, ainda com a mão na minha coxa, apertando forte.

Eu estava molhada de novo, sentindo o gozo dele contra minha pele, o coração disparado de medo e tesão.

Eduardo ficou em silêncio por alguns segundos depois de dizer que teria consequências. Depois ligou o carro e mudou completamente o tom:

— Agora vamos trabalhar.

O resto do dia foi estranhamente profissional. Visitamos dois clientes, falamos de defensivos agrícolas, contratos, números. Ele me tratava como uma estagiária qualquer. Nenhuma indireta, nenhuma mão na coxa, nenhum comentário safado. Só trabalho.

Por dentro, eu me torturava.

Ele vai querer transar hoje? E se ele parar o carro de novo e mandar eu fazer mais coisas? E se ele fizer igual fez com o Carlos — mandar eu tirar tudo, me usar no banco de trás? Eu não vou conseguir dizer não… mas eu tenho que dizer não. Eu não posso trair o Pedro.

Quanto mais ele ficava quieto e profissional, mais minha cabeça girava. O medo, a culpa, a expectativa… tudo misturado. Meu corpo reagia mesmo contra a vontade. Eu me sentia molhada a tarde inteira, a calcinha ainda com resquícios secos do gozo dele roçando em mim.

O dia terminou. Ele me deixou no hotel, disse um “boa noite, Laura” seco e foi embora. Nada. Nem uma palavra sobre consequências.

Cheguei no quarto me sentindo uma idiota. Tirei a roupa devagar, ficando só de calcinha — aquela mesma calcinha suja. Liguei pro Pedro. Conversa normal, carinhosa, ele contando sobre o dia dele, eu mentindo que o meu tinha sido “cansativo mas normal”.

De repente, vibrou uma mensagem no celular. Eduardo:

“Precisamos conversar agora. Estou subindo.”

Meu coração disparou. Falei rápido pro Pedro:

— Amor, tem alguém batendo aqui, deve ser da recepção. Depois te ligo.

Desliguei. Ouvi três batidas fortes na porta.

— Já vou! — gritei, pegando o roupão branco do hotel e vestindo por cima.

Abri a porta. Eduardo entrou sem pedir licença, fechou a porta atrás de si e trancou.

— Agora vamos falar sobre as consequências — disse sério. — O que você ficou pensando o dia todo?

— Nada… — respondi, desentendida, apertando o roupão contra o corpo.

Ele cruzou os braços.

— Laura, já somos íntimos demais pra você mentir pra mim. Eu tô mandando. Me conta agora o que passou na sua cabeça o dia inteiro.

Eu resisti, neguei várias vezes, mas ele foi aprofundando, falando baixo, olhando nos meus olhos:

— Você ficou molhada o dia todo, né? Pensando que eu ia te mandar fazer mais coisas… que eu ia te comer no carro… que você não ia conseguir dizer não. Fala a verdade.

A pressão psicológica, o jeito que ele me olhava… acabei cedendo aos poucos.

— Eu… eu me torturei o dia todo. Fiquei pensando que você ia querer transar, que eu não ia conseguir recusar, que você ia me usar como fez com o Carlos… Eu me sentia culpada, com medo… mas excitada também. Eu não posso trair o Pedro, Eduardo. Eu não posso.

Ele olhou pra baixo, viu a calcinha aparecendo por baixo do roupão aberto. Puxou um pouco o roupão e viu a calcinha ainda marcada.

— Nossa… ainda tá com a calcinha cheia do meu leitinho. Você nem lavou.

Fiquei vermelha, morrendo de vergonha:

— Eu… eu já ia deixar pra lavar. Tô sem graça…

Ele sorriu, chegando mais perto:

— Continua. Me conta mais. Olha como você fica molhada só de falar.

Eu ainda negava, dizia que não, que não podia… mas a voz saía fraca. Ele foi me pressionando psicologicamente, elogiando quando eu falava a verdade, me chamando de boa menina. Até que escapou:

— Eduardo… ontem sim, eu gritei gozando pensando em você. Mas eu não posso trair…

Ele parou, olhando pra mim com um brilho intenso nos olhos.

Eduardo ficou me olhando por alguns segundos depois da minha confissão. O olhar dele mudou — ficou mais escuro, mais faminto, mas ainda controlado. Ele deu um passo à frente, a voz baixa e densa:

— Laura… você precisa resolver isso. Esse tesão todo que tá dentro de você não vai embora sozinho. Você tá tremendo, molhada, confessando que gozou pensando em mim. Me conta tudo. Sem esconder nada.

Ele chegou bem perto, quase encostando o corpo no meu, mas sem me tocar ainda.

— Eu… eu fiquei o dia todo imaginando você me mandando fazer coisas… imaginando seu pau na minha mão de novo… imaginando você gozando em mim… — confessei, voz falhando, quase chorando de vergonha e excitação.

Ele sorriu devagar.

— Exatamente. E eu posso te ajudar a tirar esse tesão sem transar, sem trair de verdade. Existe excitação sem penetração. Só toque na pele… só sentir. Você não vai trair o Pedro de verdade assim.

— Não… isso não é certo — neguei, mas minha voz já estava fraca.

Ele foi persuasivo, falando baixo, elogiando, explicando:

— Você merece sentir prazer, Laura. Seu namorado não te dá isso. Só deixa eu te mostrar como pode ser bom sem passar do limite. Confia em mim.

Aos poucos ele me convenceu. Tirou meu roupão devagar. Depois a calcinha suja. Ficou me olhando nua. Tirou a própria roupa também, ficando completamente nu. O pau dele já estava duro de novo.

— Sem beijo na boca. Sem penetração. Só toque — eu repeti, como se fosse uma regra pra mim mesma.

Ele concordou. Começou tocando meu corpo devagar — mãos grandes massageando os seios, descendo pela barriga, abrindo minhas pernas. Eu deixei. Gemia baixinho, relutando mas permitindo. Ele falava o tempo todo:

— Isso… relaxa… sente como seu corpo quer. Você é tão molhada pra mim…

O pau dele roçava na minha coxa, depois passou bem perto da entrada da vagina. A cabeça grossa encostou, quase entrando. Eu me assustei:

— Não! Não entra… por favor…

— Shhh… não vou entrar — ele prometeu.

Mas ele esfregou o pau bem no meu clitóris, para cima e para baixo, firme, molhado com meus próprios fluidos. O atrito era insano. Eu comecei a tremer, gemendo cada vez mais alto. Ele aumentou o ritmo, esfregando gostoso, pressionando.

— Isso, goza pra mim… goza gostoso…

Eu gritei de novo, forte. Senti um orgasmo diferente, mais intenso. Esguichei na cama toda, molhando o lençol e a coxa dele. Fiquei mortificada:

— Ai meu Deus… eu fiz xixi… que vergonha…

Eduardo riu baixinho, carinhoso:

— Não foi xixi, princesa. Isso é esguicho. É o auge do prazer. Seu namoradinho certinho nunca te fez sentir isso, né?

Eu tremia inteira, pernas fracas, ainda gozando em espasmos. Ele me deitou na cama e se deitou do meu lado, puxando meu corpo pro peito dele. Ficamos abraçados, pele com pele, suados.

Enquanto ele me abraçava, começou a bater punheta devagar. Eu, ainda no tesão do orgasmo, por vontade própria desci a mão e peguei no pau dele. Comecei a masturbar ele, firme.

— Nossa… imagina como você iria meter gostoso em mim… — falei safada, sem filtro, a voz ainda rouca.

Isso o deixou louco. Ele gemeu alto, segurou minha mão ajudando o ritmo. Poucos minutos depois ele gozou forte, jatos quentes espirrando na minha barriga e no peito. Eu continuei mexendo até ele parar de pulsar.

Ficamos os dois deitados, suados, abraçados, respirando pesado. Nenhum de nós falou por um tempo.

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