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Janaína - A vadia que habita em mim - Parte 4

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Um conto erótico de Janaina
Categoria: Heterossexual
Contém 1186 palavras
Data: 23/07/2026 23:59:08
Última revisão: 24/07/2026 04:03:08

***Desde já, peço desculpasnpelos meses sem postar.

Essa é a parte 4 da série: Janaína - A vadia que habita em mim - Pela narrativa de Janaína.***

Aquela situação foi muito perigosa. Eu boquetei um novinho que tinha acabado de ser promovido de jovem aprendiz para efetivo dentro de um estacionamento de mercado.

Passei duas semanas pensando naquilo. Subindo pelas paredes. Me masturbava, e nao dava conta. Meu marido me comeu um dia da semana e só.

Evitava ao máximo ver Leonardo pelos corredores da empresa. Aquele moleque estava me deixando maluca de desejo.

Numa quinta-feira, me arrumei como sempre me arrumo pra trabalhar. Terninho marrom, blusinha branca por baixo, calça um pouco agarrada, devido às minhas curvas e bunda saliente.

Tomei café, me despedi de meu pai e minha avó e fui trabalhar com meu carro.

Era apenas um dia normal aparentemente. Fizemos uma reunião que iniciou as 9 e foi até as 11.

Meio-dia quase todo mundo saiu pro almoço. Eu que geralmente saio mais tarde, permaneci. Foi aí que recebi uma mensagem no whatsapp:

-Oi

Olho pra foto, pois nao tinha aquele nunero salvo, e era ele. Leonardo, sem camisa, com aquele corpo esguio, cabelo curto platinado e de bermuda.

Meu coração acelerou... fiquei uns 5 minutos pra responder, quando nao consegui resistir mais e digo:

--Como descobriu meu número?

-- Estava nos papeis que você fez eu assinar, com seu nome, cargo e telefone.

Caralho, que maldito. Eu resisti tanto, evitei tanto o encontrar na empresa, mas o moleque pegou meu número. Mas eu nao respondi, porem, ele mandou outra mensagem:

-- Vai sair pro almoço?

--Costumo sair as 13:00.

-- É, eu sei. Sai 12:30 hoje.

--Moleque, nem pense em vir aqui. Tem dois colaboradores no setor que só vao sair quando os demais voltarem.

--Nao quero ir aí nao. Quero que você me encontre aqui, onde estou.

--Você ta louco, Leonardo? Eu nao vou descer no almoxarifado porque você quer.

--Nao estou no almoxarifado. Sabe aquele caminhão que tá quebrado desde ontem? O mecânico só vem arrumar amanhã. Nao tem uma alma aqui onde eles guardam o caminhão. A porta de vidro tá bem de frente pra traseira da carga do caminhão. Vem aqui... olha como estou...

O moleque estava dentro do compartimento de carga do caminhão com o pau duro. Me mandou a foto e em seguida, um video batendo uma.

-- Você tá louco, Leonardo? Me mandando essas coisas?

-- Se arruma logo, te espero 12:30.

Olhei no relogio, ja eram 12:15. A grande maioria das pessoas saem ao meio-dia. O local onde os caminhoes ficam, só aparece gente quando o motorista vai sair com o caminhao. Era loucura confiar naquele moleque, mas eu tinha visto o email geral mencionando o problema com o caminhao e que seria solucionado amanhã.

Meu coração acelerou. Deixei o celular no mudo e abri o video. Que piroca deliciosa. Lá vai eu colocar meu emprego em risco novamente. Arrumei a bolsa, jogo meu celular dentro e me levanto dizendo pros meus funcionários:

-- Vou sair agora... devo voltar 13:30, no máximo 13:45.

Eles assentiram e desci. A empresa estava vazia. Saí do elevador, e ao inves de ir pra saida, vou na direção oposta, caminho pela lateral do térreo e chego na porta de vidro, onde fica a garagem do caminhão. Leonardo ouviu a porta de vidro se abrir e ele abriu discretamente a porta traseira da carga. Em pé, ele me deu a mao e eu apoiei a perna na madeira abaixo do compartimento de carga e entrei, sendo puxada por ele.

Ele fechou a porta por dentro ligou o interruptor da luz que ficava na carga e falou:

Fiquei esse tempo no escuro, pra nao arrear a bateria do caminhão.

Eu estava fora de mim, minha buceta ja estava pulsando.

Ele sorriu e falou:

-- Nao temos muito tempo. Você está aqui, porque você quer pinto!

Ele terminou a frase, abaixando as calças. Seu pau duro apontava pra cima, ele me puxou pela mao, me deu um beijo e me fez segurar sua rola. No segundo beijo ele disse:

--Mama rapidinho, só pra deixar ele molhado...

Eu nem respondi, só obedeci. Comecei a sugar aquela rola, com ele encostado na lata da carga em pé e eu agachada naquele lugar sujo.

Ele me deu um tapa na cara e falou:

--Tá gostoso? Responde como se meu pau fosse o seu microfone!

Tirei a boca, segurei a base e respondi apontando como um microfone:

-- Tá gostoso chupar esse seu pau grosso!

-- Sua vaca, hoje você vai sentir, passei esse tempo todo querendo isso!!

Sem que eu respondesse, ele me levantou, me fez abaixar a calça, me esperou tirar e fiquei só de calcinha naquele lugar. Ele suspirou dizendo.

-- Agora eu vou te foder, sua vagabunda! Esse rabão branquinho é maravilhoso!

Entao ele me posicionou de costas pra ele, eu apoiei as maos na lata e senti ele roçando o pau na minha banda direita... depois de encoxar e esfregar, ele sentiu o quanto minha buceta estava molhada e gemeu antes de colocar. Deixou a calcinha de lado e começou a enfiar.

Puta que pariu, o moleque estava desesperado. Começou a empurrar seu pau na minha buceta.

Logo que o movimento estava num rítimo gostoso, ele começou a falar seus impropérios:

-- Toma sua cavala! Toma chefe! To fodendo a chefe rabuda do RH. Você é uma puta,sabia?

O tesao que estava nesse garoto era surreal, e eu respondi sem pestanejar.

-- Sabia!

-- Sabia o que?

-- Que eu sou uma puta!

-- Isso!! Toma essa rola, toma!!

Eu realmente estava fora de mim, comecei a falar também, enquanto ele me fodia!

-- Eu fiquei esperando você me procurar. Seu pau é uma delícia! Eu tava louca pra você me foder!

-- Ai caralho! Você é uma vagabunda! Marido trabalhando e você dando no trabalho pro novinho que promoveu!

Eu queria gozar, estava quase... comecei ser mais baixa, o deixando em fúria:

-- Entao come essa puta cavala! Come! Mostra do que você é capaz, seu novinho roludo!

Entao ele começou a me foder com mais força e eu gozei!! Como eu queria gozar naquela rola! Passei quase quinze dias querendo gozar nesse pau!

Mas ele não ligou muito pro meu orgasmo e continuou me fodendo com toda força que tinha, até dizer:

--Agora eu vou gozar! Vou jorrar na sua buceta, sua vadia!!

E nao deu outra. Senti todos os jatos quentes inundando minha xota.

Ele antes de tirar, ainda bombou mais um pouco, agarrando minhas nádegas com força.

Mas como ele disse quando cheguei, não tinhamos muito tempo. Logo que tirou eu dei uma limpada com a calcinha mesmo e vesti a calça. Ele ficou lá sentado, recuperando o fôlego.Quando minha buceta parou de pingar, eu abri a porta peguei a bolsa e nem dei tchau. Dei um pulo e fui até a porta de vidro. Por sorte nao havia ninguem e segui pra lanchonete pra almoçar.

***E essa foi a parte 4, da série - Janaína - A vadia que habita em mim Com a Narrativa de Janaína. Espero que estejam gostando.

Tentarei postar em breve a quinta parte.***

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Foto de perfil genéricaMatildenseContos: 15Seguidores: 52Seguindo: 84Mensagem Depois de muito tempo lendo contos por aqui, resolvi começar a escrever. As séries serão baseadas em acontecimentos reais, os nomes de pessoas e lugares obviamente serão trocados. Como sempre preferi ler contos com a narrativa feminina, farei a escrita desta forma. Vou escrevendo aos poucos e espero que apreciem sem moderação.

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