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Capítulo 4: Noite sensual

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Um conto erótico de John Pensador
Categoria: Grupal
Contém 1533 palavras
Data: 23/07/2026 12:25:33
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Terminamos de comer as carnes assadas com calma, sentados à mesa da área gourmet. O sol já começava a baixar no horizonte, pintando o céu de tons alaranjados e rosados que se refletiam na superfície da piscina. A picanha estava suculenta, a linguiça bem passada e o frango dourado no ponto perfeito. Entre garfadas e goles de cerveja gelada, as carícias aconteciam naturalmente, como se o corpo das duas tivesse adquirido o direito de me tocar depois do que havíamos feito.

Aline passava a mão pela minha coxa por baixo da mesa, dedos leves traçando linhas preguiçosas. Giovana, mais ousada a cada minuto, não tinha pudor nenhum. Em um momento, enquanto eu cortava mais um pedaço de carne, ela deslizou a mão diretamente para dentro da minha bermuda, envolvendo meu pau semi-duro com a palma quente. Apertei os talheres com força, olhando para ela com uma mistura de desejo e receio ainda presente no peito.

— Gi... calma — murmurei baixo, a voz rouca.

Ela sorriu inocentemente, mas os olhos castanhos brilhavam com malícia.

— Só estou te agradecendo pela carne deliciosa, pai...

Aline riu baixinho, se divertindo com a minha hesitação. Eu ainda me sentia dividido — a culpa do tabu batia de leve, mas o tesão que aquelas duas despertavam era muito mais forte. Giovana continuou acariciando devagar, sentindo meu pau endurecer completamente na mão dela, enquanto comia outro pedaço de picanha como se nada estivesse acontecendo. A sensação dos dedos delicados da minha filha subindo e descendo pela extensão era enlouquecedora.

O final da tarde chegou preguiçoso. O cheiro de churrasco misturado ao cloro da piscina criava uma atmosfera íntima e quente. Depois de terminarmos, as meninas pediram licença.

— Vamos nos arrumar um pouco — disse Aline, piscando para mim. — Você também, amor. Toma um banho caprichado e coloca uma roupa legal. Vamos sair.

— Sair? — perguntei, surpreso.

— Confia na gente — respondeu Giovana, já se levantando e me dando um beijo rápido no canto da boca.

Subi para o quarto, tomei um banho longo, deixando a água quente levar um pouco da tensão. Escolhi uma camisa social azul escura, calça jeans escura bem cortada e sapatos casuais. Quando desci, as duas estavam deslumbrantes. Aline usava um vestido preto justo, decote generoso que valorizava seus seios fartos, cabelos ondulados soltos e maquiagem leve. Giovana escolhera um vestido verde curto, leve e fluido, que marcava sua cintura fina e deixava as pernas torneadas à mostra. As duas pareciam saídas de um sonho.

— Vamos assistir um filme no cinema — anunciou Aline, animada. — Uma comédia romântica bem leve. Nada pesado.

Chegamos ao shopping e escolhemos a sala VIP. Aline comprou quatro ingressos no canto mais reservado, com aquelas poltronas extra-grandes, quase como camas reclináveis, espaçosas e confortáveis, com apoio para os pés e separação suficiente para privacidade. A sala estava pouco cheia, o que tornava tudo ainda mais íntimo.

As luzes diminuíram e o filme começou. Era uma comédia romântica previsível, com diálogos engraçados e cenas fofas. Mas o foco não estava na tela. Assim que nos acomodamos — eu no meio, Aline à direita e Giovana à esquerda —, as mãos delas voltaram para mim. Aline acariciava minha coxa, subindo devagar até esfregar levemente o volume que se formava na calça. Giovana era mais direta: abriu o zíper com cuidado e enfiou a mão dentro da cueca, segurando meu pau e masturbando devagar, com movimentos suaves e contínuos.

Eu retribuía, deslizando as mãos por baixo dos vestidos delas. Meus dedos encontravam as bucetas já molhadas — Aline sem calcinha, Giovana com uma fio-dental fina que eu afastei facilmente. Acariciava os clitóris inchados em círculos lentos, ouvindo os suspiros baixinhos delas misturados ao som do filme.

Em uma cena mais romântica do filme — o casal principal se declarando amor sob a chuva —, Aline esticou o pescoço e ficou com o rosto mais perto de Giovana. As duas se beijaram fogosamente bem na minha frente. Línguas se entrelaçando, gemidos suaves, bocas famintas. Ver os lábios da minha namorada e da minha filha se devorando daquele jeito me deixou extremamente excitado. Meu pau pulsava na mão de Giovana, que apertou um pouco mais forte enquanto continuava o beijo.

Aline sussurrou baixinho, quase no ouvido de Giovana, mas alto o suficiente para eu ouvir:

— Hoje você vai perder a virgindade, Gi. Vai ver como é delicioso ter o pau do seu pai dentro de você...

Giovana gemeu contra a boca de Aline, o corpo tremendo levemente. Meu coração acelerou. O resto do filme passou em um borrão de carícias, beijos roubados e promessas silenciosas.

Quando as luzes acenderam, estávamos os três vermelhos e excitados. Saímos do cinema direto para o carro. Aline nos guiou até um motel discreto e luxuoso que ela havia escolhido previamente

— suítes com hidromassagem, cama king size, iluminação controlada e total privacidade.

Entramos na suíte. O ambiente era sensual: luzes vermelhas suaves, espelhos estratégicos, uma cama enorme com lençóis de cetim. Aline tomou a frente, como sempre.

— Vem cá, Gi. Vamos te preparar direitinho.

Ela fez Giovana deitar na cama, tirou o vestido verde dela devagar, beijando cada pedaço de pele revelada. Eu observava, tirando minha própria roupa, o pau duro latejando. Aline tirou também o vestido preto, ficando só de lingerie, e ajudou Giovana a ficar completamente nua. Os seios firmes da minha filha, a buceta depilada e rosada, as pernas abertas... era uma visão hipnótica.

Aline se posicionou entre as pernas de Giovana, lambendo devagar a boceta virgem, preparando-a com a língua habilidosa. Giovana gemia, arqueando as costas, mãos apertando os lençóis.

— Ela está molhadinha, amor — disse Aline, olhando para mim. — Vem. Vai devagar no começo.

Subi na cama. Aline segurou o meu pau e esfregou a cabeça inchada na entrada molhada de Giovana, misturando saliva e lubrificação natural. Beijei minha filha na boca com carinho e desejo, sentindo o corpo dela tremer contra o meu.

— Tem certeza, filha? — perguntei baixinho, ainda com um resquício de receio.

— Quero você, pai... por favor...

Empurrei devagar. O aperto era incrível. Centímetro por centímetro, entrei na buceta virgem e quente da minha filha. Giovana soltou um gemido longo, misturado de dor e prazer, unhas cravando nas minhas costas. Aline acariciava o clitóris dela, beijando seus seios, ajudando a relaxar.

— Isso... relaxa... deixa ele entrar todo...

Quando estava completamente dentro, parei, sentindo as paredes apertadas pulsando ao meu redor. Comecei a me mover devagar, estocadas suaves e profundas. O prazer era indescritível. Giovana logo começou a rebolar contra mim, gemendo mais alto, o corpo se entregando.

Aline se juntou, beijando nós dois, sussurrando palavras safadas e carinhosas. O ritmo aumentou. Eu fodia minha filha com mais intensidade, enquanto Aline esfregava a própria buceta no rosto de Giovana, que lambia avidamente.

Giovana gozou primeiro, contraindo forte ao redor do meu pau, o corpo tremendo inteiro, um orgasmo longo e molhado. Eu não aguentei e gozei logo depois, enchendo a buceta virgem dela com porra quente e abundante.

Caímos os três na cama, entrelaçados, suados e satisfeitos. Aline beijou a testa de Giovana e depois a minha.

— Essa é só a primeira vez... tem muito mais pela frente.

Após gozarmos intensamente, ficamos os três entrelaçados na cama por alguns minutos, recuperando o fôlego. Giovana tremia levemente entre nós, a buceta ainda pulsando ao redor do meu pau amolecendo, com um fio de porra escorrendo pela coxa. Aline sorriu com aquele olhar safado e carinhoso ao mesmo tempo, levantou-se da cama e foi até a mala que havia trazido discretamente. Voltou com uma cinta preta elegante, já com um consolo grosso e curvado acoplado. Ela ajustou a peça no corpo, o silicone brilhando sob a luz suave do motel, e lubrificou generosamente o brinquedo.

Aline posicionou Giovana de lado, beijando seu pescoço e sussurrando palavras de incentivo. Enquanto eu voltava a ficar duro só de assistir, penetrei novamente a buceta quente e molhada da minha filha, sentindo as paredes apertadas me receberem com facilidade. Ao mesmo tempo, Aline se encaixou atrás dela e começou a meter o consolo devagar no cuzinho ainda sensível de Giovana. O gemido da minha filha foi longo e profundo quando sentiu os dois buracos sendo preenchidos ao mesmo tempo — meu pau grosso na buceta e o consolo firme da Aline no cu. A dupla penetração era gostosa, ritmada e intensa. Eu estocava devagar na frente, sentindo o consolo da Aline através da parede fina, enquanto ela rebolava por trás, apertando os seios de Giovana e esfregando a própria buceta.

O prazer foi crescendo rápido. Giovana se contorcia entre nós dois, gemendo alto, o corpo inteiro entregue à sensação de estar completamente cheia. Aline e eu nos movíamos em sincronia perfeita, beijando-a, tocando-a, sussurrando o quanto ela estava gostosa. Não demorou para Giovana gozar novamente, de forma ainda mais forte, o corpo convulsionando entre nós, apertando meu pau e o consolo ao mesmo tempo. Eu e Aline gozamos logo depois — eu enchendo a buceta dela mais uma vez, enquanto Aline pressionava o quadril com força contra a bunda da minha filha.

Caímos os três exaustos, suados e felizes, com Giovana no meio, respirando pesado e com um sorriso satisfeito no rosto.

O motel estava silencioso ao nosso redor, mas dentro daquela suíte, nossa história tinha acabado de ganhar um novo e intenso capítulo.

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