É claro que depois que Bruninha descobriu o que eu andava fazendo com a mãe e o padrasto quando ela não estava, fez um escândalo. Eles se mudaram e eu acabei sem onde brincar.
Saber que o filho comia a vizinha na frente do marido dela foi a gota d'água pra minha mãe, que já carregava culpa pelo que fazíamos às vezes. Achou que eu estava me perdendo e resolveu que devíamos frequentar a igreja. Só que teve o efeito contrário: foi como colocar um lobo no galinheiro. No meio daquela hipocrisia e do desejo reprimido, eu fiz a festa.
A primeira foi Noemi, a típica crente hipóclita e julgadora. Adorava destilar maldade sobre os outros na congregação, inclusive sobre a minha família. Mas ali no quarto dela, minutos antes do culto de domingo, eu a fazia engolir cada palavra. A mente dela ainda tentava vestir a máscara da santidade enquanto engolia meu pau com desespero.
— Que foi, irmã? — provoquei, rindo baixo enquanto observava a mandíbula quadrada dela travada ao redor do meu membro. — Tá tão quietinha hoje? Cadê aquela língua afiada que adora espalhar fofoca na saída do culto?
A lembrança de todas as fofocas que ela havia destilado sobre a minha família na congregação subiu à minha cabeça, acendendo um pavio de pura crueldade. Sem aviso, segurei os cabelos presos no coque baixo dela com força e afundei o rosto dela de uma só vez contra a minha virilha.
Noemi arregalou os olhos em desespero, soltando um som abafado e engasgando com a grossura do membro que desceu fundo demais por sua garganta antes que ela pudesse respirar.
Soltei um sorriso irônico e mudei o tom de voz no mesmo segundo, adotando uma falsa brandura e um toque de falsa ternura enquanto acariciava a bochecha dela com cinismo:
— Calma, irmã... vai com calma para não engasgar. — sussurrei, guiando o ritmo com a mão firme nos cabelos dela, agora ditando as regras do meu próprio jeito. — Respira fundo.
Noemi afastou o rosto por um segundo, os olhos castanhos escuros injetados de raiva e desespero, antes de voltar a trabalhar com os lábios cheios em uma voracidade desesperada.
— Seu demônio... — ela balbuciava entre uma sugada e outra, as unhas cravadas nas coxas em espasmos de delírio místico. — você vai... queimar no inferno... por causa dessa sua safadeza...
— Shiiiiiuuuu... quietinha, irmã — sussurrei, puxando o cabelo preso e forçando a cabeça dela para fundo, fazendo-a engasgar com a ponta enquanto arregalava os olhos, dividida entre o pavor e o prazer. — Fecha a boquinha e chupa direito.
Era nítido que ela não sabia muito bem o que fazer: os dentes raspavam de leve na cabeça do membro por falta de costume, a saliva escorria desordenadamente pelo canto da boca e os movimentos eram truncados, revelando uma total inexperiência com a prática.
Deixei-a ofegante, com os joelhos apoiados no chão e a respiração pesada, tentando puxar o ar de volta. Noemi limpou os cantos dos lábios com as costas da mão, olhou para o relógio na parede do quarto e, num misto de pânico e urgência, puxou a minha mão:
— Miguel, chega... senão a gente vai se atrasar para o culto!
Segurei o queixo dela com os dedos, levantando seu rosto suado enquanto esboçava um sorriso cínico:
— Tem certeza, irmã? — provoquei, ajudando-a a se erguer. — Vai para a igreja com essa buceta toda molhada implorando por pica? Vai chegar lá pingando pecado.
— Meu Deus, Miguel, que horror! — ela repreendeu, a voz trêmula de indignação e rubor nas bochechas. — Você sabe que eu não gosto quando fala assim...
Sorri cinicamente, aproximando-me para acariciar o rosto tenso da falsa guardiã da moral.
— Foi mal, Noemi... me empolguei — sussurrei, encostando meus lábios nos dela por um breve instante antes de descer as mãos pela sua cintura. — Mas é que você me enlouquece de tanto tesão.
Noemi hesitou, as mãos trêmulas ajeitando o coque baixo enquanto olhava de relance para a porta fechada do quarto, o pânico da hora marcada misturando-se à luxúria que ainda a mantinha tonta. Antes que ela pudesse dar mais um passo rumo à fuga, dei a volta, a laxei pela cintura e a puxuei contra o meu peito em um abraço firme, sussurrando perto de seu ouvido:
— Você sabe que não pode ir para a igreja desse jeito. Deixa eu cuidar disso direito...
Noemi fechou os olhos com força, respirando fundo enquanto a lógica da falsa decência desmoronava de vez. Por um instante, o silêncio do quarto foi preenchido apenas pelo som da respiração trêmula dela. Seus olhos castanhos escuros abriram-se devagar, descendo pesados até o volume entre minhas pernas. O olhar permaneceu vidrado ali, faminto e aterrorizado ao mesmo tempo, absorvendo cada contorno do meu membro como se quisesse gravar na mente a prova exata de sua própria perdição.
— Tá bom... mas é uma rapidinha, ouviu? Nem vou tirar o vestido, senão a gente não sai mais daqui.
A voz saiu espremida, carregada de um desespero febril. Ela se soltou dos meus braços e se deitou de costas na cama de solteiro. Com gestos rápidos e trêmulos, levantou a barra do modesto vestido marrom até a altura da cintura e abaixou a calcinha, revelando-se inteiramente para mim, pronta para o golpe final antes de vestir a máscara da santidade novamente.
Ali estendida, era difícil acreditar que ela havia conseguido se guardar para o "momento certo" por trinta anos, resistindo aos avanços dos irmãos da congregação, principalmente os casados. Mas como culpá-los? Noemi era o que muitos chamam de "crente com a bunda quente". Ela tinha um corpo curvilíneo, com uma silhueta violão de seios fartos e quadris colossais, que as roupas fechadas e recatadas tentavam em vão esconder. Nem mesmo as longas e pesadas saias jeans conseguiam. Acho que até por isso, o safado do nosso pastor, usando a palavra de Deus, já tinha tentado fazer as honras. Mas na batalha entre o mal e o bem, o bem venceu. Eu, claro. Eu me tornei o momento certo dela.
A silhueta violão dela arqueou-se contra o colchão, as mãos cravando nos lençóis em busca de um refúgio que já não existia. Noemi cheirava a coco, lavanda e ao suor frio da culpa que ela tentava disfarçar sob a postura rígida e o coque baixo.
Fiquei de pé diante da cama enquanto Noemi ainda tentava recuperar o fôlego. Com um puxão firme em sua cintura, arrastei-a para a beira do colchão até que suas pernas ficassem penduradas e flexionadas. Encaixei meu corpo entre as coxas dela, segurando firmemente a carne macia de suas pernas para abri-las no limite, e penetrei-a de frente, de uma só vez, até o fundo. Ela soltou um ganido abafado que foi abafado contra o meu peito.
— Olha pra mim, irmã — exigi, a voz gélida e cortante, enquanto impunha estocadas vigorosas e profundas que faziam a estrutura da cama estalos secos contra a parede decorada com versículos.
Noemi tentou desviar o rosto, fechando os olhos com força, envergonhada com a própria luxúria que a consumia.
— Não feche os olhos, Noemi. Olha pra mim — ordenei, segurando seu queixo com força e forçando-a a olhar diretamente nos meus olhos enquanto eu a fodia sem piedade. — Olha bem pra quem vai te foder bem gostoso!
A respiração dela falhou, e as lágrimas de frustração e êxtase misturaram-se no seu rosto suado.
— Seu desgraçado... maldito! — Noemi gemia entre dentes, arqueando o corpo contra o meu enquanto os quadris largos acompanhavam o ritmo pesado. — Eu te odeio... diabo do inferno... mas... ahh, meu Deus... como você é gostoso!
O ritmo que impus sobre o corpo de Noemi tornou-se impiedoso. As estocadas profundas e secas faziam a estrutura da cama de solteiro estalar ruidosamente contra a parede cheia de versículos emoldurados. A cada investida, a silhueta ampulheta dela balançava descontroladamente, o vestido marrom empurrado até a cintura revelando o contraste cru da carne suada, dos quadris largos e das coxas pressionadas contra a minha virilha.
Noemi agarrava os meus ombros com tanta força que suas unhas encravavam na minha pele, enquanto os lábios cheios permaneciam entreabertos em um gemido contínuo e abafado. O cheiro doce de coco e lavanda misturava-se ao suor denso que escorria por nossos corpos, intensificando a atmosfera de pecado dentro daquele quarto abafado.
— Ai, meu Deus... para... não, não para, continua, Miguel... — ela gemia em um delírio febril, com os olhos castanhos escuros completamente dilatados, divididos entre o pavor de estar profanando sua santidade e a voracidade com que absorvia cada centímetro do meu corpo.
O atrito violento acelerava o nosso compasso. A umidade dela banhava a base do meu membro em um som molhado e rítmico que preenchia o ambiente, quebrando de vez a rigidez de sua fachada religiosa. Ela já não era a guardiã da moral da congregação; era apenas uma mulher completamente entregue, implorando para ser consumida.
— Vai sair daqui de alma lavada... e buceta cheia, irmã — sussurrei rente ao seu ouvido, desferindo uma sequência de estocadas ainda mais fundas e rápidas.
O clímax irrompeu de dentro para fora. Senti as paredes internas da buceta dela se contraírem em espasmos violentos e ritmados, espremendo meu pau enquanto ela soltava um grito abafado contra o travesseiro, o corpo inteiro arqueando-se em um arco de puro êxtase. Acompanhei o seu gozo descarregando com força máxima dentro dela, inundando-a com profundidade, sentindo cada pulsação do meu orgasmo se misturar ao calor úmido de seu corpo.
Ficamos ali por alguns instantes, estáticos e pesados, com as respirações descompassadas ecoando no quarto. Noemi me encarava com um misto de satisfação pecaminosa e pânico latente, os olhos brilhando de suor, os lábios inchados pelo esforço.
De repente, duas batidas secas na porta de madeira quebraram o transe.
— Noemi? Filha? Tá pronta? — a voz estridente de dona Nair ecoou do lado de fora do corredor.
O susto foi instantâneo e violento. Noemi deu um pulo na cama, com os olhos arregalados pelo terror de ser descoberta, o peito subindo e descendo freneticamente em busca de ar. Ela empurrou meu peito com as mãos trêmulas, ajeitando às pressas a calcinha e puxando a barra do vestido marrom para baixo, enquanto eu me afastava com um sorriso cínico nos lábios.
O quarto ainda fedia densamente a suor e sexo. Desesperada, ela abanou os braços no ar para tentar dissipar o cheiro pesado, balançando a saia e respirando fundo de boca aberta para normalizar o ritmo cardíaco antes que a mãe empurrasse a porta.
— Já estou indo, mãe! Só... só estava terminando de arrumar o cabelo! — Noemi gritou de volta, com a voz esganiçada e trêmula, tentando recuperar o fôlego e conter o tremor nas pernas.
Noemi teve apenas o tempo estrito de passar um pedaço de papel higiênico para limpar o excesso do fluido branco que eu havia despejado copiosamente dentro de sua buceta e ajeitar rapidamente o coque baixo antes de abrir a porta e encarar a mãe com uma expressão de falsa santidade. Enquanto ela ajeitava a postura para ir cantar louvores, eu a observei de longe, sabendo perfeitamente que, por dentro, ela ainda pingava o meu pecado.
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O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.
Mas a história completa vai muito mais fundo.
A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.
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• Saga Principal
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo
• O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta
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• Série Derivada
• A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe
• A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada
• A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio
• A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai
Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.
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