Na volta para o quarto, fiquei pensando na cena que havia assistido.
Dentro do vestiário, Henrique masturbava seu pau com vontade, gemendo de tesão ao ver seus colegas de escola todos de cueca. Seu desejo o levou a isso, massagear seu pênis que por sinal era bem... Delicioso, e no final jorrando porra em todo o seu peitoral branquinho. Aquela cena ficou na minha mente.
Ao entrar no quarto, tudo parecia normal. Tentei dormir, mas sem muito sucesso. Quando se é adulto responsável de vários adolescentes, fica difícil pegar no sono.
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No dia seguinte acordei com vozes do Gabriel e o Theo conversando. Eles não estavam conversando alto, na verdade quase sussurravam, mas eu estava em alerta e acabei ouvindo.
Acabei discernindo algumas falas deles. Gabriel falava da Mariana, uma jogadora de vôlei de uma escola adversária. O alojamento das meninas ficava bem longe do dos meninos (por motivos óbvios), mas eles acabavam se encontrando nos treinos.
Gabriel falava que Mariana era bem gostosinha. Mas não deixava de ser verdade. Ela era branquinha, loira, corpinho pequeno mas uma bunda bem arrebitada. Sempre usava shortinhos por conta do vôlei, deixando sua bunda redondinha bem desenhada. Seus cabelos loiros e encaracolados desviam sobre seus ombros até abaixo dos seus seios, que eram peitinhos pequenos mas deviam ser lindos.
Gabriel disse que os dois trocaram olhares assim que ele chegou. Que tentaria dar uma escapada pra "pegar" ela.
Eu não achava impossível, pois mesmo com o nosso cuidado pra que eles não tenham brechas, algo sempre acontecia. Um beijinho ali, uma mão acolá... Afinal são todos adolescentes com tesão até a orelha.
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Passei o dia acompanhando os meninos em suas respectivas atividades. A parte mais tranquila era cuidar deles no quarto, mas soltos pela escola durante o campeonato era outra coisa. Cada um meio que ia para sua área do seu esporte, e eu tinha que me dividir em 10 para tentar acompanhar todos eles.
Quando fui procurar o Gabriel, percebi que ele havia sumido um pouco. Mas eu já sabia onde procurar. O ginásio de Vôlei. Fui até lá para ver se o danado não havia escapado para ver a Mariana. Mas não o encontrei. Fui na arquibancada, bancos, até nos vestiários (obviamente não o feminino). Quando já estava saindo para ir de volta para o nosso quarto ver se ele havia retornado, olhei que entre o ginásio e o muro, havia um espaço, onde uma "casinha de gás" tapava o campo de visão. Era uma estrutura de concreto e tijolos alta, mas eu conseguia ficar levemente na ponta do pé para ver o outro lado. BINGO.
Lá estava Gabriel e Mariana aos beijos. Não havia acesso naquela área, eles devem ter pulado o muro de mais ou menos um metro e setenta que havia separando uma parte do terreno para aquele espaço, que onde havia ao lado deles uma espécie de relógio de água.
O beijo continha fome, desejo e tesão. Era perceptível. Gabriel bem safado que era, estava apertando o peito da Mariana por cima do uniforme de vôlei. Ela se virou e ele começou a beijar seu pescoço, Mariana gemia e respirava fundo a cada beijo dele. Ele foi beijando suas costas até se ajoelhar no chão e beijar sua bunda, por cima de seu short curtinho de lycra preto. O short era bem enfiado em sua bundinha redonda.
Mariana: Gabriel, seu doido! (Riu)
Gabriel: Essa bunda é maravilhosa!
Mariana: Gosta da minha bunda?
Gabriel: Amo!
Mariana: Então aproveita.
Mariana abaixou seu shortinho até metade da sua bunda. Uma bunda grande, branquinha e redondinha apareceu, com um fio dental preto minúsculo que se perdia logo no início da bunda. Um tesão ver uma novinha daquelas tão safadinha, com um fio dental de uma verdadeira putinha.
"Ah Gabriel... Sortudo filho da puta" - Pensei
Gabriel: CARALHO!
Gabriel começou a beijar e pelo que vi, até lamber a bunda dela, que estava brilhando, e eu já não sabia se era pelas lambidas dele ou se era o suor do treino dela. Ele foi enterrando sua cara na bunda dela, até que ela riu e levantou o short de novo.
Gabriel: Ah, deixa eu te lamber deixa...
Mariana: Depois, a treinadora deve ta me procurando.
Gabriel virou ela e agarrou-a de novo, beijando sua boquinha. Ela tinha labios redondinhos e pequenos. Vermelhinhos contrastando com seu olho claro. Gabriel apertava a bunda dela, apertando sua virilha contra a dela, provavelmente esfregando o volume de seu pau bem onde fica a bucetinha dela.
Mariana: Vem cá, um último beijinho.
Mariana tapou a boca dele quando ele foi beija-la de novo.
Mariana: Mas não na boca. Aqui.
Mariana levantou sua blusa de dryfit do uniforme do time e expôs seu sutiã rosa. Ela abaixou o sutiã expondo seu peitinho branquinho de mamilo rosinha. Eram pequenininhos, até pela idade dela, mas eram bem redondinhos. Percebi que meu pau estava duro feito pedra, instintivamente estava apertando ele por cima da bermuda.
Gabriel chupou o peitinho dela feito um bezerro com sede. Fazendo barulho com a boca e sua saliva.
Mariana: Agora eu vou retribuir o beijo.
Mariana se ajoelhou, sem nem guardar seu peitinho de volta. Abaixou a bermuda e a cueca do Gabriel, saltando seu pau para fora. Um baita pau para ele que era novinho. Ela em um movimento só colocou ele na boca e foi até o fundo da garganta, colocando ums dois terços dele na boca. Ela voltou e botou de novo, chupando a rola dele umas duas vezes e depois o guardou.
Mariana: Só pra você não ficar com vontade de procurar outra por ai. Se você der um jeito, podemos fazer muito mais.
Gabriel estava ofegante. Totalmente drogado por acabar de ter recebido um boquete dela. Os dois se recomporam e vieram na minha direção, mas sem me ver. Corri para fora da parte de trás e percebi que na verdade, os dois haviam pulado a casinha do gás e ido até lá. Entrei no ginásio mas precisei dar uma arcada na coluna e colocar as mãos no bolso para disfarçar o volume que meu pau fazia, de tanto tesão.
Depois de menos de um minuto, Mariana entra na quadra. Já imediatamente a treinadora dela briga com ela, ela disse que foi procurar um banheiro. A treinadora brigou dizendo que tem banheiro no vestiário, dentro do ginásio. Não fiquei para ouvir o restante. Só esperei meu pau dar uma aliviada (ou minimamente, por que ficou meia bomba por um bom tempo) e fui novamente olhar meus meninos.
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O dia passou sem mais nenhuma ação. Chegando a noite eu estava exausto. Após todos jantarmos fomos para o quarto e os garotos ficaram lá conversando e mexendo no celular enquanto eu preenchia alguns papéis e preparava as listas dos jogos do dia seguinte.
Gabriel: Caralhooo, olha só.
Theo: Puta merda!
Gabriel mostrava algo no celular para o Theo. Eu fiquei atento mas não prestei tanta atenção.
Pedro: Porra, enfiada na bunda!
Gabriel e Theo deram um tapa no Pedro. Obviamente estavam vendo putaria e não queriam que eu soubesse. Era normal pra idade. Garotos + Liberdade = putaria.
Eu tinha uma certa liberdade com os meninos. Eles me contavam as meninas que eles ficavam e até as que achavam mais bonitas. Tinhamos as brincadeiras que são normais para homens. Então decidi atiçar.
Eu: Ah seus safados, vendo putaria hein.
Os três riram. Percebi que havia chamado a atenção do Henrique, que estava mais de canto mexendo no celular.
Gabriel: Porra barreira, agora eu me superei. Uma menina do vôlei ta afinzassa de mim.
Eu já logo sabia quem era. Mariana.
Eu: Ah é, e quem é?
Gabriel: Uma loirinha do outro colégio (ele falou qual colégio e qual cidade, mas obviamente não vou escrever aqui rsrs).
Eu: Ah é, deixa eu ver ai quem é.
Gabriel trocou a foto e botou a que ela tinha no perfil do whats. Ela estava de vestidinho curto, no que parecia ser uma festa.
Eu: Olha, bonita mesmo.
Gabriel: Bonita? Uma baita! (falou rindo).
Eu: É verdade, comparado a você ela é uma divindade.
Theo e Pedro riram da cara dele. Até henrique foi se aproximando e riu.
Gabriel: Que nada, ela xonou na minha peça.
Eu: que peça o que guri, te liga.
Gabriel: Sério Barreira!
Theo: Ah sim, deve ter xonado na tua peçinha. O bom é que não machuca ela.
Gabriel deu uma empurrada nele.
Gabriel: Ah é, aposto que é maior que a tua!
Theo: Para para, já ta passando vergonha.
Gabriel: Bora medir então!
Theo: Bora!
Eu: Ah ta bom, tudo que eu quero é ver piru de dois muleques marmanjos agora, pode parar.
Eles riram. Eu obviamente não ia ligar de ver, afinal sou Bi e ia gostar de ver o pau deles. Mas precisava lembrar que eu era professor deles.
Gabriel: Se liga não barreira, é só pra eu humilhar ele.
Gabriel então abaixou o short leve estilo de futebol que estava vestindo e botou seu pau pra fora. Era um pau relativamente grande pra idade dele. Era branco e com veias, a cabeça mais escura era brilhosa e grande, parecia um cogumelo.
Os meninos começaram a rir e se divertir com a palhaçada dele.
Theo: Deixa pra lá, não quero te humilhar não.
Gabriel: Já imaginava. Pequeno né?
Theo: Ah é?
Theo tirou sua bermuda e ficou só de cueca. Sua cueca era branca, contrastando sua pele morena cor de chocolate ao leite. Ele já exibia um volume bem grande, provavelmente de olhar as fotos que Gabriel escondeu de mim. Ele se sentou de cueca mesmo e botou seu pau pra fora.
Era um pau negro e grande, realmente maior do que o do Gabriel. O que me chamou a atenção foi a grossura. Já era do tamanho de um adulto.
Theo: Ta bom pra ti?
Pedro: Puta merda, Gabriel. Se fudeu, o dele é maior mesmo.
Gabriel: Ah é, bota o teu ai então!
Pedro: O meu não é maior do que o dele, o dele é uma jamanta essa porra.
Todos riram. Henrique já estava na roda se divertindo.
Pedro então abaixou a bermuda e a cueca. Seu pau era um pouco torto para cima, sua cabeça apontava para o céu. Era do tamanho certo pra idade, nem muito grande, nem muito pequeno. Até por que, Pedro não era muito alto. E diferente dos outros dois, ele tinha alguns pelos. Curtos, mas tinha.
Lá estava os 3, balançando seus paus em roda. Comecei a ficar com tesão com a cena, que homem (que gosta de homens também, claro kkkk) não iria ficar com desejo em ver 3 novinhos exibindo a rola. Uma cena típica de brotheragem entre jovens.
Gabriel: Bora Henrique. Mostra o teu aí também, vamos ver se um Gay pode ganhar dos Heteros.
Henrique só riu, tentando desconversar.
Gabriel: Bora, já deves até estar de pau duro vendo a gente.
Henrique: Honestamente sim, mas não é tanto por você não Gabriel. É pelo maior da roda mesmo.
Os garotos riram da cara do Gabriel. O Henrique estava falando do Theo, que percebi que estava mexendo em seu pau, tocando uma leve punheta.
Theo: Então bora, mostra aí.
Henrique meio sem jeito, com um sorriso bobo tirou a blusa (Era o único de camiseta) e abaixou a bermuda e a cueca. Seu pau era grande, não tanto quanto o do Theo, mas provavelmente maior do que o do Pedro e do Gabriel. Eu já tinha visto aquele pau na madrugada anterior. Lembrei automaticamente da punheta gostosa que ele tocou no banheiro.
Gabriel: Olhaaa, não é que o Henrique tem pau grande. É ativo ou passivo, Henrique? Por que se for passívo é um disperdício.
Henrique: Infelizmente, é um disperdício. Mas é bom saber que meu pau é maior que o teu.
Novamente os garotos riram. Henrique só dava paulada no Gabriel. Por trabalhar a anos com adolescentes eu sabia o que significava. Provavelmente o Henrique achava o Gabriel o mais bonito.
Gabriel: Cola aí, acho que não hein.
Gabriel ficou de frente pro Henrique e colou o pau no dele, botando os dois juntos. Eram praticamente do mesmo tamanho. Gabriel segurou as duas rolas juntas.
Henrique pareceu dar uma gemida, mas bem discreta. Gabriel parecia que estava masturbando os dois paus juntos. Percebi que havia uma babinha sai do do pau do Henrique, que devia estar morrendo de tesão com aquilo.
Pedro: Sei não, hein. De qualquer forma não perde pro teu não.
Gabriel saiu, quando tirou o pau saiu um fiozinho da baba da rola do Henrique e ficou no pau dele.
Theo: O do barreira de e ser maior que o meu, só um adulto pra vencer de mim. (Riu)
Gabriel: Mostra aí barreira, vamos ver se tu faz sucesso com a mulherada.
Pedro: O barreira deve ser dotado, o tamanho do pé dele é 44 porra.
Eles ficaram rindo e me instigando a mostrar. O número do meu pé foi uma brincadeira que havíamos feito no ônibus, onde um tênis apareceu e tentamos ficar supondo de quem era. No final era do Pedro e ele não queria contar.
Eu: Aham, vou mostrar pra vocês mesmo. Vai sonhando.
Henrique: Bora barreira, mostra aí pra nós. Até eu mostrei, não tem ninguém aqui mais desconfortável que eu, acredite! (Riu)
Eu: Acredite. Um professor mostrar o pênis pros alunos... É bem desconfortável!
Eles começaram a rir e zuar com a minha cara. Ficaram lá de pau pra fora e balançando eles. Eu já tava duraço com a cena, mas não tinha como fazer aquilo. Obviamente era errado.
Theo: Ao menos diz aí barreira, é maior que o meu ou não?
Decidi entrar na zueira.
Eu: Na sua idade já era maior.
Eles caíram na risada e ficaram zuando o Theo pelo corte que eu dei. Meu pau de fato era maior, não MUUITO, mas era. O meu tem quase 20cm.
Theo: Ah tá bom. Agora vai ter que mostrar aí.
Eu: Façamos o seguinte, só se o Gabriel mostrar a foto.
Pedro: Bora Gabriel, mostra logo essa foto, o barreira é de boa.
Eu falei aquilo imaginando que ele não ia mostrar nada. Mas me enganei feio.
Gabriel: Fechou então.
Gabriel mexeu em seu celular e mostrou a todos a foto. A foto era, na verdade, um vídeo. E como eu já imaginava, da Mariana.
No vídeo ela estava no banheiro, seu celular apoiado em algo e ela estava só de sutiã e short. Um sutiã branco e short jeans. Ela meio que fazia um striptease, apertando seus peitos por cima do sutiã e levantando de leve para exibir metade dos peitinhos redondinhos dela, sem mostrar o mamilo. A safadinha era uma verdadeira ninfeta, visivelmente bem tarada. Os garotos iam a loucura, elogiando ela, chamando de safada, gostosa e outros elogios.
Gabriel então tirou do vídeo.
Gabriel: Fechou, pra ver o resto vai ter que mostrar aí barreira.
Os garotos automaticamente começaram a rir e provocar. "Tira aí" "mostra" eles diziam.
Não tive escolha. Se eu não mostrasse, eles iam me infernizar até o fim da viagem. Além disso, eu tava doido pra ver o vídeo dela. Não aguentei.
Tirei minha blusa e a bermuda, ficando só de cueca box vermelha, que já exibia o volume do meu pau duro. Abaixei a cueca e botei meu pau pra fora.
Ele é grande sim, não dá pra negar. Sem curvatura e com a cabeça um pouco mais avermelhada que o corpo.
Gabriel: Táporra, é grandão mesmo.
Pedro: Óbvio né, ele já é adulto, ia ser maior que o nosso.
Henrique: Mas é bem grande mesmo hein barreira.
Eu: Tá, agora o vídeo, bora.
Eles riram e notaram que até eu tava adorando ver a ninfetinha.
Ele abriu o resto do vídeo. Mariana tirou o sutiã e deixou a mostra seus peitinhos de mamilo rosa, um verdadeiro tesão. Após isso ela abaixou o short e exibiu sua calcinha, uma calcinha de renda fio dental branca. Ela empinou bem a bunda e se abaixou, dando pra ver o desenho perfeito da sua bucetinha por baixo do leve tecido rendado.
Theo: Caralho, que gostosa.
Olhei em volta e percebi que todos os meninos, exceto Henrique, já estavam batendo punheta. Cada um massageando sua rola. Pedro massageava a cabeça do seu pau, dando leves gemidos. Theo ia da base até a cabeça do seu pauzão preto, já tinha até colocado as bolas pra fora, que visivelmente tava lotado de porra. Gabriel batia uma bem rápido, visivelmente tarado na novinha que a poucas horas havia dado uma mamada no seu pau.
Olhei para o vídeo e agora Mariana estava de perna aberta, sua mão estava dentro da calcinha e masturbando seu grelinho. O vídeo acabava ali, infelizmente.
Pedro: Porra, que safada.
Theo: Nem fala, preciso bater uma pra ela. Compartilha o vídeo dela aí.
Gabriel: Nem fudendo, se quiser ver vê aqui.
Gabriel botou o vídeo de novo.
Theo: Caralho, até o barreira tá tocando uma (Riu)
Era verdade, eu nem percebi que estava batendo uma punheta. Tanto para a Mariana quanto para eles. Vários novinhos à minha disposição.
Eu: Ah, mas ela é gostosinha né. Até o Henrique tá se masturbando.
Henrique batia uma punheta no seu pau branquinho e de cabeça rosada. Mas ele olhava para seus colegas de quarto ao invés do vídeo.
Gabriel: Porra, preciso ir lá no banheiro bater uma galera.
Todos os garotos ficaram putos com ele. Ele foi e levou o celular com ele. Henrique riu, mas percebi que ele olhava bastante para o meu pau. Mas tudo bem, quem é professor sabe que essa admiração no professor é comum nos alunos.
Guardei meu pau na cueca e ficamos o resto da noite todos só de cueca. Meu pau teve dificuldade pra baixar, assim como o do Henrique como pude bem observar por de baixo do tecido da cueca box azul clara da marca Zorba.
Após um tempo, Gabriel voltou do banheiro e todos os garotos começaram a jogar o travesseiro nele, obviamente bravos por ele acabar com a sessão de strip da Mariana.
A noite passou com os garotos ainda comentando sobre isso, aos poucos foram pegando no sono.
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Acordei no meio da noite com o pau ainda duro. Botei uma bermuda e levantei pra ir pro banheiro.
"Porra, eu não sou tão velho assim pra precisar ir no banheiro a noite pra mijar" - pensei.
Ao abrir a porta do quarto, olhei para os garotos. Todos deitados de cueca mesmo. Pedro estava deitado de bruços. Sua bunda era redondinha e parecia gostosa. Me veio pensamentos bem pervertidos na cabeça. Mas tratei de afugenta-los.
Olhei os outros eSó quatro dentro do quarto. Novamente Henrique fora da cama.
Fui até o banheiro, talvez ele estivesse lá de novo tocando uma punheta.
Fui até lá e abri a porta do banheiro de leve. Nem sinal dele.
Abri e entrei. Achei ele no mictório, apenas de cueca também, que nem eu. Sua cueca box azul claro era de tecido bem fino, deixando sua bunda bem desenhada.
Henrique: Ainda duro, barreira? A Mariana deixou vocês bem animados hein.
Olhei para minha cueca vermelha e realmente, meu pau estava meia bomba, quase duro.
Eu: Ah sim né, ela é bem... Bonita. E você, tá bem?
Me juntei a ele no mictório, quebrando a regra do espaço seguro de um mictório de distância, ficando no mictório ao lado. Henrique era mais baixo que eu, mas ainda alto pra idade. Eu tenho 1,85 ele deve ter uns 1,79.
Henrique: Tô sim, achei que ia ficar desconfortável com os guris, mas estão sendo bem de boa.
Eu: que bom. Não quero que você se sinta desconfortável.
Henrique: Sim... Nossa, fazer xixi assim é difícil (riu).
Eu: Assim como?
Henrique se afastou um pouco do mictório e me mostrou seu pau. Parecia duro feito pedra. A cabeça rosinha pulsando, o corpo com as veias saltadas.
Eu: Ah sim, não é mesmo. Todo homem passa por isso.
Mostrei o meu também, estava meia bomba.
Voltamos a mijar, um silêncio se instalou por uns segundos, só o breu da noite e o som do xixi na porcelana.
Henrique: Eu ia vir aqui pra... Ver se dava uma aliviada nele (riu)
Eu: Que nem noite passada?
Fui ousado. Henrique pareceu assustado e fiquei com medo de ele achar ruim.
Eu: Desculpa... Eu acabei vendo... Um pouco... Deixa pra lá.
Henrique: De boa barreira. Acho que a intimidade de hoje já deixa a gente falar disso né (sorriu).
Ele terminou e botou o pau pra dentro da cueca, fazendo seu pau marcar bem o tecido azul.
Eu terminei também e guardei minha rola.
Henrique se sentou no banco que havia no vestiário.
Henrique: Se quiser pode.. se aliviar aqui comigo.
Levei um puta susto.
Eu: Como assim?!
Henrique: Se masturbar. Se masturbar aqui comigo.
Continua...
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Desculpa a demora pra postar a continuação pessoal. Peço que comentem por favor! É importante pra eu saber se estão gostando e também pra me animar a postar mais.