🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

As Mulheres de Miguel - Capítulo 19: A Esposa do Vizinho

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Allan Grey
Categoria: Heterossexual
Contém 2836 palavras
Data: 22/07/2026 17:23:01

O ar dentro da suíte da casa era pesado, impregnado pelo aroma amadeirado e quente de Benedita — uma mistura inebriante de cacau, especiarias e o cheiro latente de café fresco que ela parecia exalar por todos os poros. Eu estava recostado na cabeceira de mogno da cama do casal, com a postura de quem finalmente havia tomado posse dos aposentos de honra daquela casa. A poucos centímetros de distância, entre as minhas coxas, a mãe da minha namoradinha trabalhava com uma precisão cirúrgica e um apetite voraz.

​Benedita era um monumento de mulher, uma versão mais madura, porém igualmente perigosa, da filha. O cabelo castanho, longo e ondulado, caía como uma cascata sobre os ombros, e ela não havia se dado ao trabalho de tirar os óculos de armação grossa. O corpo, exuberante e altamente curvilíneo, era marcado pelo sol implacável da laje: assim como Bruninha, minha sogra ostentava as marcas inconfundíveis e nítidas de biquíni de fita que delimitavam sua pele oliva bronzeada com perfeição. Aquelas linhas claras e finas que atravessavam seus quadris largos e seios fartos eram o seu carimbo de exposição diária, um contraste cru e erótico que tornava sua silhueta violão ainda mais provocativa sob a penumbra. Com um movimento abusado, ela ajeitou a armação no rosto usando o dedo médio enquanto sugava a base do meu pênis, mantendo os olhos fixos em um ponto específico do quarto: a poltrona de couro onde Djair estava sentado, paralisado.

​Djair parecia um espectro ali dentro. Ele não tinha força para sair, não tinha coragem para desviar o olhar. Minha sogra, dona da casa e matriarca daquela família desmantelada, fazia questão de que o marido assistisse a tudo de camarote. Ela soltou o meu membro por um segundo, limpou o canto da boca com as costas da mão e, sem nunca desviar o olhar predatório do marido, abriu um sorriso malicioso que revelava seus lábios carnudos.

​​— Vixe, Djair... — ela começou, a voz arrastada, carregada de um sotaque nordestino pesado e denso como mel amargo. — Tá com a cara de quem engoliu um sapo, homem? Ficou mudo, foi?

​Ela se inclinou um pouco mais para a frente, as pernas grossas abertas, o quadril largo ditando um ritmo de domínio. Com um gesto impiedoso, ela ajeitou novamente os óculos de armação escura, o olhar fixo e implacável na figura encolhida do marido.

​​— Você não gosta de ficar espiando minha menina dando o rabo pro namorado, seu bosta? — ela riu, um som baixo, gutural, que vibrou na garganta dela. — Pois preste bem atenção agora, seu cabra sem-vergonha. Vai ver de camarote o Miguel comendo o cu da tua esposa aqui, na tua frente, na tua própria cama!

​Eu não contive o impulso. A ideia daquela mulher autoritária entregue e submissa daquela forma, acendeu algo ainda mais visceral em mim. Inclinei-me para a frente, segurei a nuca de Benedita com firmeza e forcei o rosto dela de volta contra a base do meu pau, garantindo que ela continuasse o trabalho. Lancei um olhar direto para Djair, um sorriso cínico desenhado nos lábios:

​​— Opa, sogrinha! — disparei, provocando a plateia forçada. Então, acho melhor você deixar meu pau bem molhadinho. — Não quero deixar o cuzinho dela todo esfolado, né, Djair?

​Minha sogra deu uma risada baixa e satisfeita, o olhar dela brilhando através das lentes grossas enquanto ela voltava a trabalhar com mais intensidade, ignorando solenemente a agonia silenciosa do marido na poltrona.

Benedita não brincava em serviço. Ela sugava com uma avidez animalesca, fazendo um barulho de sucção úmida que parecia preencher cada canto do quarto. A agressividade dela era absoluta: ela envolvia meu membro com força, alternando entre chupadas rítmicas e pressão constante dos lábios carnudos. Em um movimento audacioso, empurrei minha pélvis para frente, forçando-a a abrir mais a mandíbula para receber mais de mim. Minha mão se fechou na nuca dela, trazendo-a para um garganta profunda que a fez engasgar de prazer, os olhos castanhos fixos nos meus, dilatados e submissos, enquanto ela soltava gemidos abafados e roucos.

​— Isso, Benê... você é maravilhosa. Sabe exatamente como tratar um homem, como ele merece ser tratado — provoquei, sentindo a saliva quente dela escorrer pela base do meu pau, molhando o lençol. — É um privilégio ter uma sogra como você.

​Benedita afastou-se apenas o suficiente para respirar, soltando uma risada de deboche enquanto o olhar dela, por trás das lentes grossas, buscava a poltrona onde Djair estava estático.

​— Mas não se engane, meu bem... esse tratamento aqui, esse zelo todo que você tá vendo, não é pra qualquer um, não. É só pra quem merece — ela retrucou, a voz arrastada e cheia de um escárnio denso. — Escutou isso, Djair? Você, seu frouxo, nunca mereceu. Então, vai ter que se contentar em apenas ver.

​Djair, que até então estava estático, mantinha a respiração errática. Suas mãos apertavam os braços da poltrona com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. Um som gutural, um gemido involuntário de excitação misturada com o desprezo pela própria covardia, escapou de seus lábios.

​— Eu... eu tô vendo, Dita... — ele gaguejou, a voz falhando, mas o volume da calça denunciando o que a boca tentava esconder. — Eu tô vendo você...

​— Pois fale mais alto, seu cabra safado! — Benedita rugiu, voltando a me envolver com uma força bruta, os dentes raspando levemente na minha pele, o olhar fixo no marido. — Quero ouvir você dizer que gosta de ver a sua esposa sendo comida por um homem de verdade! Diga que você gosta de ver a sua esposa chupando outro!

​Djair fechou os olhos por um instante, a face contraída em uma agonia que oscilava perigosamente entre a vergonha absoluta e o êxtase proibido. Ele sentiu o peso do olhar de Benedita e a minha dominância sobre ela. O orgulho que ainda restava em seu peito foi esmagado pela realidade crua daquela cama. Ele abriu os olhos, encarando-nos com uma submissão rendida, e sua voz saiu num sussurro trêmulo, carregada de uma confissão que mudaria a dinâmica daquela casa para sempre:

​— Eu... eu gosto, Dita... — ele confessou, a voz quase inaudível, mas carregada de uma verdade devastadora. — Eu gosto de ver você... chupando outro.

​Benedita abriu um sorriso triunfante, um brilho perverso cruzando suas lentes grossas. Ela voltou a me sugar com uma voracidade renovada, como se a confissão do marido fosse o combustível final que faltava para sua entrega ser completa.

​Eu forcei a cabeça dela novamente, mergulhando-a fundo enquanto olhava para Djair com um sorriso cínico.

​— Então, sogrão, chega mais perto... que você vai gostar ainda mais de me ver fodendo o cu da sua esposa.

A vontade de tomar Benedita por completo era avassaladora. Sem perder tempo, ordenei que ela se virasse de quatro na cama, expondo aquela silhueta violão que tanto me instigava. Com o corpo dela arqueado, posicionei-me atrás e tentei a investida. No entanto, para minha surpresa, o canal anal dela se fechou com uma resistência inesperada. Uma rigidez quase defensiva, típica de quem, apesar da pose de dominadora incansável, guardava ali um território intocado, uma última fronteira que aquele marido frouxo nunca ousara transpor.

​— Que resistência é essa, Benê? — perguntei, forçando a entrada apenas para encontrar uma barreira impenetrável. — Não trava agora, sogrinha.

​Benedita soltou um gemido sôfrego, empinando ainda mais o quadril largo enquanto me encarava por cima do ombro, os óculos tortos no rosto. Ela ainda estava processando a entrada, quando a voz embargada e quase imperceptível de Djair cortou o silêncio tenso do quarto:

​— Dita... — ele chamou, a mão trêmula ainda na altura do short. — Por que você não usa aquele lubrificante que eu comprei? Está na gaveta do criado-mudo...

​Benedita parou por um segundo, arqueando uma sobrancelha por cima das lentes grossas. Um sorriso malicioso, carregado de um deboche cortante, surgiu em seus lábios enquanto ela se virava para o marido.

​— É mesmo, é? — ela soltou uma risada rascante, o sotaque arrastado carregado de escárnio. — Pois então pega lá pra mim, homem!

​Djair levantou-se como um autômato, os movimentos lentos e desajeitados. Ele caminhou até o criado-mudo, abriu a gaveta e retirou o frasco de lubrificante, voltando até nós como se estivesse carregando o próprio atestado de derrota.

​Benedita observou o marido se aproximar e disparou, sem qualquer pingo de misericórdia:

— Olha só pra isso, Miguel... ele comprou achando que um dia iria comer o meu cuzinho, mas, tadinho, esse dia nunca chegou. Acho que o KY tava esperando aparecer um homem de verdade pra ser usado.

​Eu ri alto, sentindo o prazer da humilhação alheia.

— Você realmente é um visionário, hein, Djair?

​Ela então se esticou na cama na posição de frango assado, com as pernas abertas e o quadril bem elevado, entregando o seu cu para que eu fizesse o serviço que o dono da casa jamais ousou.

​— O troço tava quase vencendo na gaveta, Miguel — ela comentou, com um sorriso de escárnio.

— Mas antes tarde do que nunca. — completei, enquanto pegava o frasco das mãos trêmulas de Djair.

O homem não disse uma palavra; seus olhos fixos na pele oliva da esposa denunciavam que ele já tinha ultrapassado o limite da vergonha, entrando em um território onde apenas a submissão absoluta importava. Espalhei o gel frio na pele macia ao redor daquela abertura proibida, cada movimento meu mapeando o território que agora me pertencia.

​— Se senta aí e assiste bem de perto, Djair — ordenei, com a voz baixa e carregada de autoridade. — Porque agora a sua esposa vai ser aberta de verdade.

​Ele obedeceu como um autômato. Sentou-se na beira da cama, as pernas bambas, a mão ainda presa ao próprio membro, enquanto o cheiro de café e especiarias de Benedita inundava meus sentidos.

O gel lubrificante, gelado e viscoso, contrastou violentamente com o calor febril da pele oliva de Benedita. Assim que o fluido tocou a abertura do seu cu, ela soltou um suspiro agudo, um arrepio percorrendo toda a espinha dorsal de sua silhueta. Foi um choque térmico que denunciou, pela primeira vez, que aquela máquina de sexo era feita de carne e osso. O arrepio não foi de medo, mas uma reação visceral ao comando que eu estava prestes a imprimir ali.

​Forcei a entrada. A resistência inicial da musculatura dela foi absoluta, um fechamento orgânico que tentava repelir o intruso. Quando finalmente rompi a barreira, uma dor súbita e aguda a atingiu, mudando completamente a postura da mulher que, segundos antes, comandava o quarto com mãos de ferro. Ela gemeu, um som que não era o de costume — um choramingo arrastado, carregado de uma humanidade que eu ainda não havia visto.

​Em um reflexo quase instintivo, ela escorregou o corpo na cama e apoiou a cabeça na coxa de Djair. O marido, num gesto patético de consolação, começou a acariciar o rosto dela, movendo a mão trêmula pelas bochechas, afastando os fios de cabelo que caíam sobre os óculos de armação grossa. A cena era um estudo distorcido de submissão e conforto: a mulher que o humilhava agora procurava refúgio nele, enquanto eu continuava a invadi-la, empurrando cada centímetro para dentro daquele canal proibido.

​— Calma, Dita... calma, meu bem... — Djair murmurou, a voz embargada, com os olhos fixos em mim, aceitando o papel de espectador e consolador, enquanto a mão dele percorria o rosto da esposa que estava sendo aberta por outro homem.

​Benedita choramingava enquanto eu ditava o ritmo. A dor começava a dar lugar a uma sensação de preenchimento, e o choro aos poucos se transformava em um gemido de entrega. Eu a mantinha ali, presa entre a minha penetração brutal e as carícias do marido, o sotaque nordestino dela saindo agora em frases entrecortadas e suplicantes, o orgulho de dona da casa completamente dissolvido pela realidade física do que eu estava fazendo.

​— Bota... bota, Miguel... — ela soluçou, apertando a mão de Djair contra sua face, os óculos quase caindo do rosto. — Tá doendo... mas não para... deixa o Djair ver... mostra pra ele...

​Djair observava tudo com um misto de agonia e uma excitação que ele não conseguia mais conter. Ele não parava de acariciar o rosto da esposa, um movimento repetitivo e desesperado, como se aquela pequena atenção fosse a única coisa que o mantinha ligado à sanidade, enquanto o corpo de sua esposa era dominado pela minha força dentro dela.

A dor inicial de Benedita foi rapidamente substituída por uma excitação desenfreada. O meu ritmo, que começou lento para romper a resistência, tornou-se voraz. Cada estocada era um choque que fazia os óculos de dela balançarem sobre a ponta do nariz e o corpo dela se curvar ainda mais sobre a coxa de Djair. O marido, num transe absoluto, continuava a acariciar o rosto dela, mas seus olhos, injetados e fixos no nosso acoplamento, entregavam que ele estava no limite de sua própria resistência.

​​— Djair... olha pra mim, meu bem... — Benedita clamou, a voz rouca, rompendo o choro enquanto suas unhas cravavam nas coxas do marido. — Me segura aqui... Olha o que ele faz comigo, Djair... olha o quanto ele entra... me ajuda a aguentar, amor, ele tá acabando comigo...

​— Aguenta, Dita... aguenta, meu bem... — Djair murmurava, a voz embargada, os olhos fixos no nosso acoplamento com uma mistura de devoção e agonia. — Olha pra mim, foca em mim... falta pouco, ele já tá terminando... aguenta, Dita.

​— Eu tô aqui, tô aqui com você... — Djair respondia, a respiração errática, a mão trêmula apertando o rosto dela contra sua coxa, como se tentasse protegê-la e, ao mesmo tempo, oferecer-lhe como um sacrifício. — Continua, Miguel... ela aguenta... ela é forte... aguenta, Dita, respira fundo, tá quase acabando...

​Eu segurei os quadris dela com firmeza, sentindo cada contração muscular do seu esfíncter tentando me segurar. Eu era o dono daquele momento. O contraste das marcas claras do biquíni de fita nos quadris dela destacava-se contra o lençol escuro, um carimbo de posse que eu martelava a cada movimento. O som da penetração era úmido, agressivo, misturando-se aos soluços dela e ao sotaque nordestino que, em meio ao espasmo, saía carregado de uma mistura de agonia e súplica:

​— Ai, meu Deus, Miguel... eu não aguento mais... Djair, fala comigo, meu bem... tá doendo... me dá a tua mão, amor, me ajuda a suportar o que ele tá fazendo comigo...

​Djair, incapaz de desviar o olhar, tremia violentamente, seu rosto marcado pela agonia de ser o suporte de uma mulher que estava sendo possuída por outro. Sua mão buscava o rosto de Benedita, acariciando-a com uma urgência desesperada, enquanto ele mesmo estava à beira de um colapso. Eu forcei o ritmo até que o mundo ao redor parecesse se reduzir ao atrito da minha carne contra a dela. Benedita apertava o rosto contra a coxa de Djair, buscando a força que ele lhe oferecia para que ela não se perdesse na brutalidade da minha investida.

​Eu estava prestes a explodir. Aumentei a intensidade, dando estocadas curtas e brutais que faziam o corpo de Dita bater contra o de Djair. Ela começou a gritar, uma mistura de dor e um prazer proibido que não reconhecia mais limites.

​— Aiiiii, Miguel! GOZA! GOZA DENTRO DA TUA SOGRA! — ela bradava, a voz estridente.

​Eu me concentrei na contração que ela me impunha. A descarga veio como um maremoto, uma pulsação intensa que parecia eletrizar até as fibras da cama. Descarreguei tudo, sentindo o calor dela me acolher enquanto ela se contorcia em espasmos violentos.

​Cai sobre ela, exausto, enquanto Djair, ali ao lado, desmoronava em seu próprio êxtase desgraçado. A suíte estava em silêncio, exceto pela respiração pesada dos três. Benedita ainda mantinha os óculos tortos e o olhar vidrado, um sorriso de satisfação cruel brincando nos lábios carnudos. A humilhação de Djair estava cimentada; ele acabara de presenciar a profanação final de seu casamento, e o mais irônico de tudo era que ele não conseguia sequer se sentir ofendido — ele estava, na verdade, completamente viciado na nossa dominação.

♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡

👀 Gostou do que leu?

​O objetivo desta série é entregar contos rápidos e antológicos para apresentar o universo de "O Mundo é Meu!" e os personagens que fazem parte dele, sem enrolação.

​Mas a história completa vai muito mais fundo.

​A verdadeira origem desse vício familiar, o relato cru e sem censura de como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta, e o envolvimento com as outras mulheres da família estão publicados com exclusividade no meu Privacy.

​Ao assinar o meu perfil, você garante acesso imediato a todo o conteúdo explícito:

• ​Saga Principal

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta

• ​Série Derivada

• ​A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe

• ​A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada

• ​A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio

• ​A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai

​Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.

​🔥 [EXPLORE O INÍCIO DE TUDO AGORA]

​👉 Acesse agora: privacy.com.br/profile/allan_grey_escritor

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Allan Grey a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →